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Posts Tagged ‘Tuxáua Marly Cuesta’

Crianças e jovens na América Latina se movem e registram ousadas iniciativas ambientais

Lúcia Chayb e René Capriles

No dia 29 de Janeiro deste ano, um grupo de 25 crianças e jovens colombianos, entre 7 e 26 anos,
impetrou no Superior Tribunal de Justiça em Bogotá uma ação judicial sobre “a mudança climática e as
gerações futuras” exigindo a defesa de seus direitos a gozar de um ambiente saudável hoje ameaçado pelo
desmatamento da Amazônia colombiana e seus efeitos no aquecimento do país. Essa petição gerou uma
surpreendente decisão desse tribunal superior que ordenou a Presidência da República e todas as instâncias
governamentais a elaborar um plano de ação imediato visando o desmatamento zero já em 2020.

Pouco tempo depois, em 4 de Março, foi assinado na Costa Rica o “Acordo de Escazú” cujo objetivo é “garantir a
implementação plena e efetiva na América Latina e o Caribe dos direitos de acesso à informação ambiental,
participação pública nos processos de tomada de decisões ambientais, acesso à justiça e assuntos ambientais,
contribuindo para a proteção dos direitos de cada pessoa, a viver num ambiente saudável e ao desenvolvimento
sustentável”. Esse Acordo ajudará a esclarecer e a punir os culpados dos crimes cometidos contra os
defensores dos direitos ambientais.

Já no dia 17 deste mês (Abril) o Presidente do Peru, Martín Vizcarra,
promulgou a Lei Marco da Mudança Climática. Com essa iniciativa, o Peru se transforma no primeiro
país da América Latinas em ter uma Lei específica de combate às mudanças climáticas. A Lei fortaleceu o
papel do Ministério do Meio Ambiente peruano e lançou as bases para que todos os investimentos oficiais
ou não passem pelo crivo de um Relatório de Impacto Ambiental com foco no clima. Um dos pontos mais
importantes da Lei é que especifica nos seus artigos que para atingir proteção e conservação das florestas,
assim como para iniciar a recuperação das áreas desmatadas, a Norma requer a colaboração ativa das comunidades
locais e dos povos indígenas. “O Estado salvaguarda o direito de participação dos povos indígenas
ou originários, respeitando sua identidade social, coletiva e cultural, seus costumes, tradições e instituições,
na formulação, implementação, seguimento e avaliação das políticas públicas e projetos de investimentos
com relação à mudança climática que venha afetar essas ações, no que corresponde à Convenção 169 sobre
povos indígenas e tribais da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”.

O México, por sua vez, que
já dispõe de instrumentos jurídicos sobre as suas Contribuições Nacionalmente Determinas para o Acordo
de Paris, quer produzir 43% de sua eletricidade a partir de fontes renováveis até 2024, em apenas 6 anos.
Tem 58 novas usinas planejadas, a maioria delas solares e o restante eólicas. Para esse fim, em Dezembro
de 2017, inaugurou a usina solar Vilanueva localizada no deserto do Estado Coahuila. Com 2,3 milhões
de painéis solares ocupará 2.400 hectares, o equivalente a 2.200 campos de futebol, no segundo semestre
deste ano gerará mais de 1.700 GWh por ano, o suficiente para fornecer energia elétrica a 1,3 milhão de
lares. Quando estiver totalmente em operação, Villanueva será a maior instalação fotovoltaica produtora
de energia nas Américas. Esta central é parte do esforço do México para gerar 43% de sua eletricidade
a partir de fontes limpas até 2024. O Chile, por sua vez, investiu nos últimos anos US$ 17 bilhões em
energias renováveis, principalmente na central Amanhecer Solar no Deserto de Atacama. A usina conta
com mais de 300 mil módulos de silício monocristalino, um material não tóxico e que é reciclável no final
de sua vida útil. Essa política fez diminuir a conta de luz em 75%. Em outra frente, os países da América
Central estão trabalhando para fortalecer sua infraestrutura elétrica gerada a partir de fontes renováveis.

O Corredor de Energia Limpa, um projeto acordado em 2015 pelos governos do Panamá, Costa Rica,
Nicarágua, Honduras, São Salvador e Guatemala, usará uma rede elétrica baseada em energias renováveis
de 1.800 km que atravessará quase todo o istmo centro-americano. Outra boa notícia é que o Congresso
Nacional da Costa Rica aprovou uma Lei que bane os carros movidos à energia fóssil até 2035. Enquanto
isso, o governo está financiado com juros muitos baixos a compra de carros elétricos. Como celebramos os
50 anos de Maio de 68, e homenageando esses bravos franceses, parafraseamos um dos seus inesquecíveis
gritos de guerra: l’Amérique Latine bouge! América Latina se move!

Gaia viverá!

A Educadora Ambiental e Tuxáua,Marly Cuesta,exclamou: “Gente,essa ação é muito importante e pode desencadear ações em todos os países!Como educadora,meu foco nas ações e projetos sempre são as acrianças e adolescentes,além das mulheres no papel de mães.Gaia depende mesmo de ações como essa, das crianças!Parabéns famílias!”

http://www.eco21.com.br/ECO21257baixa.pdf

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22 de Maio Dia Mundial da Biodiversidade

Biodiversidade é o nome dado a diversidade de natureza viva existente no mundo. Ela pode ser definida como a variedade que existe entre os organismos vivos e suas complexidades ecológicas, podendo também ser entendida como a associação de varios componentes hierárquicos.

Para a sua sobrevivência, os seres humanos dependem da biodiverdidade do planeta, já que ela é responsável por fornecer tantos benefícios.

Uma grande erosão da biodiversidade vem sendo observada durante as últimas décadas, o que leva muitos biólogos a acreditarem em possível extinção em massa. Segundo os cientistas, a taxa de perda de espécies cresceu muito, e é maior agora do que em qualquer outra época da história.

Em 22 de maio é comemorado o Dia Mundial da Biodiversidade, e é comum acontecerem campanhas para incentivar a proteção ao seres vivos do meio ambiente como a Educação Ambiental para nossas crianças.

Educação Ambiental para a infância

Educação ambiental para a infância

É importante que as crianças desde a mais tenra idade já aprenda cultivar suas plantas!

ONU Meio Ambiente alerta para aumento das emissões de gás que destrói camada de ozônio
Novas descobertas de um estudo divulgado na semana passada na revista Nature indicam que as emissões de CFC-11, o segundo gás mais abundante que destrói a camada de ozônio, subiram inesperadamente nos últimos anos, apesar da proibição mundial de sua produção desde 2010.

“Embora os modelos científicos atuais mostrem que a camada de ozônio continua a caminho da recuperação até meados do século, o aumento contínuo das emissões globais de CFC-11 colocará esse progresso em risco”, avaliou a ONU Meio Ambiente em nota.
Novas descobertas de um estudo divulgado na semana passada na revista Nature indicam que as emissões de CFC-11, o segundo gás mais abundante que destrói a camada de ozônio, subiram inesperadamente nos últimos anos, apesar da proibição mundial de sua produção desde 2010.

“Embora os modelos científicos atuais mostrem que a camada de ozônio continua a caminho da recuperação até meados do século, o aumento contínuo das emissões globais de CFC-11 colocará esse progresso em risco”, avaliou a ONU Meio Ambiente em nota.

Por uma cidade realmente sustentável

Painel em Porto Alegre

Uma cidade ou um planeta sustentável é possível a partir de projetos e mobilizações tanto da sociedade quanto dos governos. Para Paulo Brack, é possível frear o desmatamento pela especulação imobiliária através de divulgações, denúncias e a atuação da população junto aos conselhos ambientais e ao Ministério Público, no âmbito Estadual ou Federal.

Porém, a Capital do Estado do Rio Grande do Sul,como tantas outras, não prevê plano de sustentabilidade. “Poderia ser qualquer plano. Inicialmente passaria por definir os limites para à expansão urbana, para a poluição hídrica, aérea e pelos resíduos sólidos”, ressalta o Ambientalista, Biólogo e Prof.Paulo Brack.

Quanto à mobilidade urbana, Brack acredita que a maioria dos políticos e governantes tem visão imediatista e não está interessada nestas questões. “O transporte público deveria ser uma bandeira não só das ONGs, mas do público em geral”, avalia o biólogo.

Devido a todos os problemas ambientais no mundo, um dos maiores e mais preocupantes da atualidade é a poluição eletromagnética, que é gerada através da grande rede de comunicação sem fio, como ondas de televisão e rádio, uso de aparelhos celulares via satélite, que é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como cancerígena.

“Para contermos esses grandes problemas ambientais, somente com uma mudança individual, moral e ética da sociedade. A consciência, não só ambiental, como da humana para um mundo mais sustentável”, afirma a Educadora Ambiental e Tuxáua,Marly Cuesta.

Mas para que toda a destruição provocada pelo homem possa ser reparada é necessária uma grande transformação na humanidade. É isso que os ambientalistas promovem. É por essa transformação que devemos nos unir cada vez mais em projetos e ações.
Fontes
https://nacoesunidas.org/onu-meio-ambiente-alerta-para-aumento-das-emissoes-de-gas-que-destroi-camada-de-ozonio/

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AGES – Associação Gaúcha de Escritores

A Associação Gaúcha de Escritores (AGES) está convidando todos os associados, professores e demais interessados para uma nova reunião nesta segunda-feira, dia 21 de agosto, às 18h30min, para discutir estratégias de luta pela permanência do Programa de Leitura Adote um Escritor. A reunião, promovida pela Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura, da Câmara Municipal de Porto Alegre, será realizada na sala 302 da Câmara. Ela dará continuidade à reunião realizada no dia 2 deste mês, quando a AGES lançou um manifesto a favor do Adote (leia a íntegra do Manifesto aqui).

O programa, que vem sendo desenvolvido com sucesso há 16 anos na Capital e se consagrou como uma referência nacional em políticas públicas de incentivo à leitura, está ameaçado de ser extinto ou ter seu formato original descaracterizado a partir deste ano, por decisão do prefeito Nelson Marchezan Junior.

A AGES também está engajada à campanha #SouAdote, pela manutenção do programa. Manifeste seu apoio acessando a página:

http://goo.gl/roZXEc

Programa Adote um Escritor

O Programa de Leitura Adote um Escritor objetiva articular a leitura e o trabalho transdisciplinar de obras literárias, constituindo-se na política de leitura da Secretaria Municipal de Educação. Destina-se às escolas da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre, incluindo Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos. O Programa conta com dotação orçamentária própria da Prefeitura de Porto Alegre, sendo a verba encaminhada diretamente às escolas, para que possam adquirir obras literárias que passam a compor suas bibliotecas escolares.

Dentre as ações do Programa está aquisição de obras literárias de autores (escritores e/ou ilustradores) do Rio Grande do Sul e de todo o Brasil. Para o pleno desenvolvimento do Programa, a Smed mantém assessoria pedagógica constante às escolas, para que as mesmas apropriem-se amplamente da obra de um autor, o qual é escolhido coletivamente pela escola. Posteriormente, o autor realiza uma visita à escola, objetivando um contato mais próximo com toda comunidade escolar. Como complemento ao Programa, são realizadas visitas à Feira do Livro de Porto Alegre.

Em sua primeira edição, sob a coordenação da professora Angela da Rocha Rolla, o projeto-piloto foi desenvolvido em​ ​dez escolas.​ ​O projeto previa o repasse de verba às escolas para a aquisição de obras literárias do escritor escolhido e, após a leitura e a realização de atividades​ ​pedagógicas relacionadas aos livros, ocorria a visita do escritor adotado. Nos anos seguintes, devido ao sucesso da iniciativa, ampliou-se o interesse das escolas e hoje 100% da​ ​rede​ ​municipal de ensino​ ​participa do Programa.

A Câmara Rio-Grandense do Livro​ ​oferece uma lista de nomes de autores disponíveis para adoção.​ ​A cada ano, mais autores manifestam interesse em participar deste Programa, que é reconhecido como uma das melhores iniciativas de incentivo à leitura no país. Desde a sua criação, mais de​ ​200 escritores e ilustradores já participaram do Adote um Escritor.

Em 2015,​ ​​69 escritores​ ​participaram de 132 encontros, com o envolvimento de​ ​13.292 estudantes. Mais de 5.000 alunos visitaram a 61ª Feira do Livro de Porto Alegre. Estiveram nas ações ligadas ao programa 1.140 educadores e 489 funcionários de escolas.

Uma iniciativa originada no programa foi o Porto Leitura Alegre, conhecido como PLA, que já conta com duas edições. Os grupos de contadores de histórias formados nas nossas escolas têm a oportunidade de apresentar suas performances e receberem o carinho e reconhecimento do público presente na Feira do Livro de Porto Alegre. O PLA acontece em ​um​ dia da programação infantojuvenil da Feira no Teatro Carlos Urbim (antigo Teatro Sancho Pança).
“Faz necessário e urgente a nossa sociedade apoiar as demandas e ações dessa importante organizaçao gaúcha, a AGES”,clama a Gestora do Ponto de Leitura e Ponto de Cultura Vitória-Régia e Tuxáua”,Marly Cuesta.
Fonte:
http://www.ages.org.br/?nid=8216

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Publicado em 21 de abr de 2017
Edição de CASA Nomades

No último dia 22 de Março de 2017, a CASA Latina (https://ecovillage.org/region/casa/), entrou em ação para apoiar ao “CANTO AL AGUA 2017” – http://www.cantoalagua.com/

Pessoas em toda América Latina e Casa Latina se uniram na mesma hora do dia 22 de março,Dia da Água, para entoarem o mantra “AH!” por um minuto na intenção de “Curar nossa Águas internas e externas!”

Este vídeo, foi o resultado da união e intenção das ações realizadas no Brasil, Colômbia e México.

“Gratidão à tod@s por tão importantes,necessárias e urgentes ações.Por isso,temos que incentivar nossas crianças desde a mais tenra idade à darem o valor necessário a um de nossos maiores bens da humanidade, a Água”,afirmou a Tuxáua Marly Cuesta.

Fotos:
Da internet e acêrvo pessoal
Fonte:
https://www.youtube.com/channel/UC_vPq7KFylYDbQcgjMJ2PbQ?feature=em-uploademail
http://www.cantoalagua.com/

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Audiência Pública/foto Marly Cuesta

Audiência Pública/foto Marly Cuesta


Evento objetivou informar, coletar informações, debater e propor encaminhamentos sobre impacto dos agrotóxicos na segurança alimentar na região Metropolitana

O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA) – iniciativa do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF/RS), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério Público do Estado (MP/RS)– realizou, na tarde desta quarta-feira (8/6), audiência pública na Assembleia Legislativa gaúcha. Com o tema “Os agrotóxicos e a (in) segurança alimentar”, o evento contou com público de aproximadamente 150 participantes. O objetivo foi o de informar, coletar informações, debater e propor encaminhamentos sobre o impacto dos agrotóxicos na segurança alimentar na região Metropolitana.

Formado por 51 instituições, o FGCIA é coordenado pela procuradora da República Ana Paula Carvalho de Medeiros (MPF), tendo como adjuntos o procurador do Trabalho Noedi Rodrigues da Silva (MPT) e o promotor de Justiça Daniel Martini (MP). A mesa foi composta pelos coordenadores do FGCIA, mais as representantes da Coordenadoria Geral de Vigilância, da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Marla Kuhn e Maria Inês Bello, o presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Leonardo Melgarejo, e a biomédica e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) Sérgio Arouca, veiculada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Karen Friedrich.

A programação teve palestra de Karen, também professora-adjunta da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uferj), com experiência na área de Toxicologia e Vigilância Sanitária com ênfase na avaliação toxicológica de medicamentos e agrotóxicos. A pesquisadora abordou o uso no Brasil dos agrotóxicos, sua regulação e a exposição e efeitos sobre a saúde. “O que a gente tem visto no Brasil é um aumento muito grande do uso de agrotóxicos, principalmente para o cultivo da soja”, revelou. Afirmou que só tem um caminho para se garantir segurança alimentar que é “transitar no modelo de produção agroecológico”. Informou que o Brasil é o maior consumidor mundial dos venenos, com 12 litros/hectare, 7 litros/habitante.

Clique aqui para acessar o PDF da apresentação de Karen.

Foi dada a palavra a representantes de órgãos públicos, associações civis, estabelecimentos de saúde, Conselhos, Universidades e movimentos sociais organizados. Uma das representantes, a sanitarista do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), vinculado à Secretaria Estadual de Saúde, Vanda Garibotti, informou que 35% dos alimentos analisados no Estado têm resultados insatisfatórios, porque apresentam resíduos de agrotóxicos proibidos ou acima do permitido.

Clique aqui para acessar o PDF da apresentação de Vanda.

Outros representantes abordaram tópicos como a necessidade de se conhecer o número de pessoas intoxicadas (a partir do incremento do uso dos sistemas de notificação pelos profissionais da saúde), o problema dos produtos contrabandeados, a ocultação das consequências do uso de agrotóxicos nas lavouras e na alimentação, os efeitos danosos da pulverização aérea, a importância de se trabalhar a conscientização nas escolas, os projetos de lei em discussões em Brasília que tratam da alteração da normatização dos agrotóxicos, concentrando poderes no Ministério da Agricultura e retirando atribuições da área da saúde, do meio ambiente e dos órgãos estaduais de fiscalização.

Um dos depoimentos mais aplaudidos foi o do produtor rural Juarez Pereira, que há 21 anos cultiva arroz orgânico e é um dos expositores da Feira Ecológica do Bom Fim aos sábados. “Eu aprendi a conceituar a atividade orgânica como a atividade da esperança quando a convencional pode-se dizer que é a da desesperança. E essa vibração negativa se reflete na saúde pública, na má qualidade de vida”, destacou o agricultor.

Houve o lançamento da “Consulta Pública: o uso e os riscos associados aos agrotóxicos em Porto Alegre”. O objetivo é o de buscar informações para construção do Plano Municipal de vigilância da exposição aos agrotóxicos na cidade. Para participar, basta acessar o link bit.ly/cgvsconsulta e preencher o formulário disponível.

Esta foi a quarta audiência pública do FGCIA. A primeira foi realizada, em 9 de abril de 2015, em Ijuí, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, onde o problema é mais grave. A segunda aconteceu em 16 de setembro de 2015, em Pelotas, na região Sul do Estado. E a terceira foi em 4 de novembro de 2015, em Caxias do Sul, na Serra. A qualidade da palestra e dos debates foi o ponto alto do evento, na avaliação dos coordenadores do FGCIA.

Foram convidados representantes de 63 municípios: Alvorada, Arambaré, Araricá, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Brochier do Maratá, Butiá, Cachoeirinha, Camaquã, Campo Bom, Canoas, Capela de Santana, Capivari do Sul, Cerro Grande do Sul, Charqueadas, Chuvisca, Dois Irmãos, Dom Feliciano, Eldorado do Sul, Estância Velha, Esteio, Fazenda Vila Nova, General Câmara, Glorinha, Gravataí, Guaíba, Harmonia, Igrejinha, Ivoti, Maratá, Mariana Pimentel, Minas do Leão, Montenegro, Mostardas, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Pareci Novo, Parobé, Paverama, Portão, Porto Alegre, Rolante, Salvador do Sul, Santo Antonio da Patrulha, São Jerônimo, São José do Sul, São Leopoldo, São Pedro da Serra, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Sentinela do Sul, Sertão Santana, Tabaí, Tapes, Taquari, Tavares, Triunfo, Tupandi, Viamão.

Fonte http://mpt-prt4.jusbrasil.com.br/noticias/347497939/audiencia-publica-em-porto-alegre-debate-agrotoxicos-e-in-seguranca-alimentar

A Tuxáua e mestra da cultura alimentar tradicional,Marly Cuesta,como representante do Programa Fome Zero de Porto Alegre, fez uma denúncia sobre o crime que os ruralistas estão fazendo.”A pulverização de inseticidas atingem terras longíncuas levadas pela ação do vento e das chuvas,matando nossa biodiversidade, acabando com nosso alimento ancestral as PACs e ervas,envenenando nossos rios e lagos,em especial das nossas terras indígenas e quilombolas.E conclamou à sociedade que proteste,participe da Consulta Pública,a boicotar os alimentos transgênicos e não votar em ruralistas homofóbicos e criminosos”!

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Garimpo das Artes Artesanais RS Saberes e FazeresRoda de conversas 
Na tarde da quarta-feira (25/03) foi realizada uma roda de conversa que reuniu extensionistas, artesãos que estão expondo no Espaço Casa da Emater e integrantes do Projeto “Garimpo das Artes Artesanais RS: Saberes e Fazeres”, resultado de uma parceria entre a Emater/RS-Ascar e o projeto para divulgar seus objetivos entre os artesãos assistidos da Emater durante as feiras.

A coordenadora do espaço, a extensionista da Emater/RS-Ascar Marines Rosali Bock, abriu a roda de conversa dando boas vindas ao projeto e artes@s e fando do artesanato.São peças de porongo, lã, crochê, madeira, palha de milho, folha de bananeira, fabricação de vassouras, além do reaproveitamento de materiais como garrafas pet, sendo expostas e comercializadas por artesãos de nove municípios e beneficiando em torno de cinquenta famílias. “Além de ser uma grande alternativa de geração de renda para as famílias, o artesanato ainda é uma opção de lazer e motivo para confraternizações em grupo, pouco comuns no meio rural”, comenta Marines.

“Para algumas famílias o artesanato é um hobbie, mas para outras o impacto financeiro da sua comercialização chega a representar de 10% a 40% da renda da propriedade. Assim como é uma forma de recuperar práticas que os familiares desses agricultores utilizavam em outros tempos e passar essa cultura adiante, ajudando a manter conhecimentos típicos de cada região”, ressalta a extensionista.

 

Foram ouvidos os relatos dos artesãos, a respeito das dificuldades que enfrentam para levar adiante as atividades, seus anseios e o que o artesanato representa para suas vidas.

A Coordenadora do Artesanato na Emater/RS-Ascar,Ivanir Argenta dos Santos,falou sobre o trabalho em prol do artesão rural e sobre os esforços para a emissão da Carteira do Artesão Rural e  da satisfação da realização dessa parceria para um trabalho tão importante no fortalecimento do artesão e artesanato do Rio Grande do Sul.

“Para nós é muito gratificante quando uma pessoa vem e manifesta admiração pelo nosso trabalho, dá uma satisfação muito grande, porque tudo é feito com amor, nós tiramos da terra o que vai ser trabalhado e transformado em belas peças de artesanato. Nós precisamos de divulgação do que é o trabalho para o qual nos dedicamos, tudo o que ele representa”, declarou a artesã Rosangela Ferreira durante a roda de conversas.

Letícia de Cássia e Marly Cuesta, produtoras e gestoras do Garimpo das Artes, apresentaram o Garimpo das Artes como um projeto vencedor do Edital SEDAC nº 11/2013-Edital de Concurso “Desenvolvimento da Economia da Cultura Pró-cultura RS FAC” e que a intenção do projeto é criar uma base para o desenvolvimento de arranjos produtivos locais de artesanato, por meio do resgate de saberes e fazeres da cultura popular  e tradicional do RS.

O projeto trabalha com o conhecimento e práticas artesanais ancestrais repassados entre gerações, as quais aprendem um ofício e o transmitem para as gerações seguintes. É um esforço de pesquisa e mapeamento com ações de formação em identidade cultural, cidadania e empreendedorismo criativo, cultural e sustentável. As pesquisadoras estão percorrendo o Estado para a realização de entrevistas, mapeamento e formação de grupos e redes de cultura, associações, entidades de classe artesã e de economia criativa e solidária das regiões dos Coredes. Os dados deverão ser divulgados por meio de uma plataforma de livre acesso aos conteúdos, na internet, que será abastecida durante o processo, assim como em uma publicação disponibilizada no mesmo ambiente virtual e em oficinas e palestras com a apresentação dos dados documentados. 

Como representante da região Sul no Colegiado Setorial do artesanato do CNPC/MINC, a mestra artesã Marly Cuesta, falou sobre o trabalho no Plano Setorial Nacional do Artesanato, construído pelo Colegiado Setorial do Artesanato, formado por artesãs,artesãos e representantes de várias Secretarias do MINC, passando pela fase de consulta pública,onde a sociedade contribuiu com os eixos que irão orientar as políticas públicas para o Artesanato pelos próximos 10 anos.Cada eixo é composto por estratégias e ações.Falou também,sobre o árduo trabalho da CNARTs,pela aprovação dos PLs do Artesão e dos Mestres.”Ouvir  os sonhos e as demandas dos artesãos nos fortalecem para que estejamos lutando por Políticas Públicas Culturais nas instância decisórias nas esferas municipais,estaduais e nacional”,concluiu.

Orientaram também, sobre a emissão da Carteira Nacional do Artesanato no PAB/RS.

 

Leia mais em

http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21110#

 

 

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dia-mundial-da-água 2015Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, no Rio de Janeiro.

Desde então, as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.

Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e energia, cooperação pela água, água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano.

E,justamente no ano em que se encerra a Década da Água – 2005 – 2015, proclamada pelas Nações Unidas, muitos países do mundo – e particularmente o Brasil, finalmente se dão conta que a água é um recurso finito. E extremamente valioso.

Infelizmente, em nosso país, foram a seca prolongada e o iminente risco de falta d’água em diversas cidades que fizeram com que governantes e população encarassem esta realidade.

Durante esta década, a cada ano a UN-Water (agência da ONU que coordena ações em assuntos sobre água doce e saneamento) escolhe um tema para ser debatido internacionalmente. Este ano, quando este ciclo se fecha, Água e Desenvolvimento Sustentável dará o tom de encontros e discussões.

Fórum Mundial da Água em 2018

A capital federal, que concorria com Copenhague (Dinamarca), foi eleita durante em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião do Quadro de Governadores do Conselho Mundial da Água (WWC), em Gyeongju (Coreia do Sul), para sediar o Fórum Mundial da Água de 2018

O fórum ocorre a cada três anos e é o maior evento do mundo com a temática dos recursos hídricos. A campanha brasileira apresentou o tema ‘Compartilhando Água’, para integrar os assuntos discutidos nas edições anteriores do evento, dando continuidade aos debates já realizados sobre os desafios do setor de recursos hídricos.

Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), em agosto de 2013, uma equipe de avaliadores esteve em Brasília e produziu um relatório sobre infraestrutura de transportes, mobilidade urbana, rede hoteleira e locais para realização do fórum, que serviu de subsídio para que a cidade fosse a escolhida.

A próxima edição do evento organizado pelo WWC, em 2015, será em duas cidades da Coreia do Sul, Daegu e Gyeongbuk, com o tema ‘Água para Nosso Futuro’. O objetivo é destacar a temática dos recursos hídricos na agenda global e reunir organizações internacionais, políticos, representantes da sociedade civil, cientistas, usuários de água e profissionais do setor.

Água é um bem essencial para que o planeta enfrente os desafios das próximas décadas. Com o aquecimento global, recursos hídricos serão ainda mais fundamentais para que a produção de alimentos possa atender a população global, que deverá chegar a 9 bilhões de habitantes.

Outro grande problema que ainda faz parte do dia-a-dia de milhares de pessoas no mundo é a falta de acesso a saneamento básico e água potável. Mas antes de tudo, será necessário fazer com que ela não falte através de uma gestão hídrica maisconsciente e sustentável. Afinal, sem água, não há vida.

A Humanidade precisa de água, e a cada dia aumenta o consumo em virtude do aumento da migração de populações para os centros urbanos. Estima-se que em 2050 serão necessários 40% mais água nos centros urbanos do que nos dias atuais, com base na projeção de que 2,5 bilhões de pessoas mudarão para cidades até esta data.

A água está no centro do desenvolvimento sustentável. Os recursos hídricos, e a gama de serviços que eles provêm, tem o poder reduzir a pobreza, promover o crescimento econômico e a sustentabilidade ambiental. Desde a segurança alimentar e energética até a saúde humana e ambiental, a água contribui para melhorar o bem estar social e crescimento inclusivo, beneficiando o sustento de bilhões de pessoas.

Água e Saúde

A água é essencial à saúde humana. O corpo humano pode sobreviver semanas sem comida, porém apenas poucos dias sem água. O simples ato de lavar as mãos com frequência previne uma série de doenças e sua proliferação. O corpo humano é composto de 50-65% de água, sendo que crianças recém-nascidas têm 78% de água. Todos os dias, as pessoas precisam de água para beber, cozinhar e para higiene pessoal. A Organização Mundial da saúde recomenda ao menos 7,5 litros por pessoa por dia para satisfazer as necessidades básicas, e 20 litros/pessoa por dia são suficientes para suprir as necessidades de higiene pessoal e higiene dos alimentos.

Apesar dos progressos na última década, 750 milhões de pessoas ainda não tem acesso à água potável e 2,5 milhões não dispõem de saneamento básico. Maiores investimentos em água e saneamento resultam em ganho econômico substancial. O custo para prover água e saneamento a todos os habitantes do mundo é estimado em cerca de US$ 100 bilhões por ano, por um período de cinco anos.

Água e Natureza

Os Ecossistemas, incluindo, por exemplo, florestas, pântanos e pastagens, estão no cerne do ciclo global da água. Toda a água doce, em última análise, depende do contínuo funcionamento saudável dos ecossistemas, e reconhecer o ciclo da água é essencial para uma gestão sustentável da água. No entanto, a maioria dos modelos econômicos não valorizam os serviços essenciais prestados pelos ecossistemas de água doce. Isto leva à utilização não sustentável dos recursos hídricos e da degradação dos ecossistemas.

Há uma necessidade de mudar para políticas econômicas ambientalmente sustentáveis ​​que levem em conta a interligação entre os sistemas ecológicos. O desafio é atingir o equilíbrio entre infraestrutura construída e natural e prestação de serviços.

Argumentos econômicos podem tornar a preservação dos ecossistemas relevantes para os tomadores de decisão e planificadores. A valorização dos ecossistemas demonstra que os benefícios excedem em muito os custos de investimentos relacionados com a água na conservação dos ecossistemas.

Água e Urbanização

Hoje em dia, um terço da população mundial vive em cidades. As cidades do mundo estão crescendo em ritmo excepcional, e 93% da urbanização ocorre em países pobres e em desenvolvimento, notadamente nos países BRICS.

“A gestão de áreas urbanas tornou-se um dos mais importantes desafios para o desenvolvimento do século XXI. Nosso sucesso ou falha em construir cidades sustentáveis será um dos maiores fatores de decisão na Agenda de Desenvolvimento pós-2015 das Nações Unidas”, afirma John Wilmoth, Diretor da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) das Nações Unidas.

Milhares de quilômetros de tubulações conformam a infraestrutura de água das cidades. Muitos sistemas antigos desperdiçam mais água do que entregam. Em muitas cidades, a infraestrutura de água e esgoto é inexistente, insuficiente, ou inadequada.

Água e Indústria

Todo produto manufaturado reque água na sua fabricação. Algumas indústrias utilizam mais água que outras: São necessários 10 litros de água para produzir uma folha de papel, e 91 litros para fabricar 500 g de plástico.

A industrialização pode trazer desenvolvimento aumentando a produtividade, empregos e a renda, porém a indústria prioriza maximizar a produção ao invés de buscar eficiência e conservação da água.

Tecnologia e planejamento inteligente podem reduzir o uso de água, e melhorar a qualidade das águas residuais. Alguns modernos fabricantes de têxteis introduziram tecnologias que garantem que a água que sai da fábrica é tão ou mais limpa do que as fontes de água potável que abastecem as cidades. Grandes empresas de bebidas também estão melhorando a sua eficiência no uso da água e ao longo dos últimos 10 anos reduziu-se substancialmente a água utilizada em suas unidades fabris.

Água e Energia

Água e energia são parceiros naturais. A água é necessária para gerar energia. A energia é necessária para fornecer água.

Hoje mais de 80% da geração de energia é por usinas termoelétricas. A água é aquecida para criar o vapor para acionamento dos geradores elétricos. Milhares de milhões de litros de água são também necessários para o resfriamento. Isso requer limitar a construção e utilização das plantas menos eficientes de energia movidas a carvão. A energia hidrelétrica representa 16% da produção mundial de eletricidade no mundo inteiro – um valor esperado de 3700 grandes barragens pode mais do que dobrar a capacidade total de eletricidade da energia hidrelétrica dentro das próximas duas décadas.

Nova produção de energia deve ser usada amplamente, adotando resfriamento seco ou tecnologias de resfriamento de circuito fechado altamente eficientes. O uso de fontes alternativas de água, como a do mar ou de águas residuais, oferece um grande potencial para reduzir as pressões sobre os recursos de água doce.

A energia renovável vem de recursos que são naturalmente reabastecidos, como luz solar, vento, chuva, marés, ondas e calor geotérmico. Estas prescindem grandes quantidades de água doce.

Água e Alimentação

Cada cidadão norte-americano utiliza 7.500 litros de água por dia, a maior parte para produzir alimentos. Um litro de água é necessário para irrigar 1 caloria de alimento, e a irrigação é responsável por 90% do consumo de água em alguns países em desenvolvimento. A nível global, a agricultura é o maior consumidor de água, com 70% de consumo.

Até 2050 a agricultura deverá produzir 60% mais alimentos globalmente e 100% mais em países em desenvolvimento. O crescimento econômico e a riqueza individual estão mudando as dietas baseadas principalmente em amido para carne e laticínios, que requerem mais água em sua produção. Para produzir 1 Kg de arroz, consome-se 3.500 litros de água, enquanto 1 Kg de carne requer 15 mil litros. Esta mudança na dieta impacta grandemente no consumo de água nos últimos 30 anos, e há indícios de que continue até meados do século XXI.

As taxas de crescimento atuais de demandas agrícolas sobre os recursos de água doce do mundo são insustentáveis. A utilização ineficiente de água para a produção agrícola esgota aquíferos, reduz o fluxo dos rios, degrada habitats de vida selvagem, e causou a salinização de 20% da área terrestre irrigada global. Para aumentar a eficiência na utilização de água, a agricultura pode reduzir perdas de água e, mais importante ainda, aumentar a produtividade das culturas em relação à água.

Com o aumento da agricultura intensiva, a poluição da água pode piorar. A experiência dos países de alta renda mostra que uma combinação de incentivos, incluindo regulamentação mais rigorosa, aplicação e subsídios bem orientados podem ajudar a reduzir a poluição da água.

Água e equidade

Em países em desenvolvimento, a responsabilidade pela coleta de água todos os dias recai desproporcionalmente sobre as mulheres e meninas. Em média, as mulheres dessas regiões passam 25% do seu dia de coleta de água para suas famílias. Este tempo não é empregado em trabalho remunerado, cuidar da família ou na escola. Os investimentos em água e saneamento mostram ganhos econômicos consideráveis. Cada dólar investido mostra um retorno entre 5 e 8 vezes este valor.

A mudança climática afeta negativamente as fontes de água doce. As projeções atuais mostram que os riscos relacionados com a água doce aumentam significativamente com o aumento das emissões de gases de efeito de estufa, exacerbando a competição por água entre todos os usos e usuários, afetando a segurança regional da água, energia e alimentos. Combinada com a crescente demanda por água, isso irá criar enormes desafios para a gestão dos recursos hídricos.

O Brasil e os recursos hídricos

O Brasil é um dos países com maior potencial de recursos hídricos do mundo. O Conselho nacional de Recursos Hídricos (CNHR) por meio da Resolução n°58/2010 atribuiu à Agencia Nacional de Águas (ANA) a responsabilidade pela elaboração do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, de forma sistemática e periódica.

O último relatório da ANA disponível é de 2011, que pode ser lido integralmente na Internet no endereço http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a Região Sudeste do Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. O Governo Federal lançou campanhas para conscientizar a população sobre a necessidade de economizar água. Desde então, relatos diários sobre os níveis dos principais mananciais que abastecem a cidade de São Paulo vêm sendo publicados na mídia online e impressa. (veja http://site.sabesp.com.br/)

Um dos problemas associados com a falta de água – ou de sua perspectiva – é o armazenamento inadequado de água nas moradias. Quando destampados, os reservatórios de água doce limpa são viveiros ideais para a proliferação de vetores transmissores de doenças. A Prefeitura Municipal de São Paulo, em seu portal na Internet alerta para os riscos de aumento de casos de dengue – doença causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti –decorrente do armazenamento impróprio de água. Dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde indicam que os casos de dengue no Brasil chegaram a 224 mil na semana de 1 a 7 de março de 2015, e os da chikungunya – doença viral transmitida pelo mesmo mosquito da dengue – foram de 1050 casos confirmados. Os casos de dengue triplicaram em relação ao mesmo período de 2014.

Veja matéria no PSI sobre declaração do Ministro da Saúde, Arthur Chioro, sobre o tema.

É importante conscientizar a população, principalmente na Região Sudeste, a fazer uso consciente da água e se armazenar água, fazê-lo de modo adequado.

Confira abaixo o vídeo do Dia Mundial da Água 2015:

Fonte: World Water Day 2015

http://aai.bireme.org/proxy/boletim/reader.php?article=/boletim/campanhas/dia-mundial-da-agua-2015/

Agência Brasil

 

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