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Posts Tagged ‘Tuxáua 2010’

Marcos Fonseca
marcos.fonseca@diariosm.com.br

Fotos: Prof.Dr.Edison Hüttner/Arquivo Pessoal

Dois dos três sinos da Igreja Matriz pertenciam a missões de padres jesuítas na Argentina e no Paraguai.

Todos os dias, os moradores de Caçapava do Sul escutam o badalar dos sinos da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção. Trata-se de um som habitual na rotina da cidade. Contudo, não sabem os habitantes do histórico município gaúcho que os toques que avisam os fiéis do horário das missas vêm de dois sinos seculares que são mais antigos que o próprio Estado do Rio Grande do Sul.

A datação dos artefatos foi resultado de uma pesquisa do professor e pesquisador Édison Hüttner, doutor em Teologia e coordenador do Grupo de Pesquisa sobre Arte Sacra Jesuítico-Guarani da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Segundo ele, dois dos três sinos da Igreja Matriz pertenciam a missões de padres jesuítas na Argentina e no Paraguai.

A especulação de que sinos de reduções estrangeiras teriam sido levados para Caçapava do Sul é antiga. Em 9 de março de 1863, uma carta confidencial de José Pedro Gay ao presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, Esperidião Eloy de Barros Pimentel, já dava pistas desse caminho percorrido pelos instrumentos católicos, que teriam desembarcado na cidade em 1828. Mas a informação nunca teria sido confirmada oficialmente, tornando-se quase uma lenda local.

Uma análise em laboratório solicitada pelo professor da PUC-RS confirmou que foram fabricados em puro bronze, comprovando a autenticidade das datas indicadas nos dois mais antigos sinos suspensos nas torres da Igreja Matriz. Não há ouro misturado, como se acreditava. O mais antigo é de 1715. Ele pertencia à Redução de São Carlos, na Argentina. O outro é de 1732, e veio da Redução de la Santísima Trinidad do Paraná, no Paraguai, considerado patrimônio histórico da humanidade. Na época em que foram transferidos para Caçapava do Sul, possivelmente roubados das reduções estrangeiras, o governo imperial brasileiro tinha grande interesse por artefatos de ouro, prata e bronze.

“Este documento indicou os sinos em Caçapava. Mas também revela que muitos sinos missioneiros estavam no foco das economias do Império. Com certeza, este foi o destino de muitos sinos”, afirma o Prof.Edison Hüttner.

Conforme o pesquisador, esses dois sinos se revestem de igual importância ao maior sino existente nas ruínas de São Miguel Arcanjo, na Região das Missões, que é de 1726. O mais velho dos artefatos em Caçapava é, portanto, antecessor ao que existe nas ruínas de São Miguel. Foi fabricado há 302 anos, 22 anos antes da criação oficial do Rio Grande do Sul, em 1737, a partir da fundação da cidade de Rio Grande. São, contudo, menores. Pesam cerca de 450 quilos, metade do peso do sino de São Miguel.

O estudo de Hüttner tem o poder de mudar parte da história que se conhece das missões no sul da América, por envolver reduções de três países.

“Na verdade, temos nas torres (da igreja) de Caçapava três países representados: Argentina, Paraguai e Brasil”, ressalta o Pesquisador.

O terceiro sino da igreja é mais novo, fabricado já no século 20. As missões dos padres jesuítas europeus no continente sul-americano tiveram início no século 16. O objetivo dos religiosos era evangelizar os índios nativos americanos. Para isso, foram fundados colégios e conventos, formando as reduções. No século 18, os religiosos foram expulsos por ordem das coroas de Portugal e Espanha. Todas as missões hoje se encontram em ruínas.

Fonte:
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2017/03/cacapava-do-sul-guarda-dois-sinos-mais-antigos-que-a-historia-do-proprio-rio-grande-do-sul-9758440.html

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dia-mundial-da-água 2015Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, no Rio de Janeiro.

Desde então, as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.

Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e energia, cooperação pela água, água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano.

E,justamente no ano em que se encerra a Década da Água – 2005 – 2015, proclamada pelas Nações Unidas, muitos países do mundo – e particularmente o Brasil, finalmente se dão conta que a água é um recurso finito. E extremamente valioso.

Infelizmente, em nosso país, foram a seca prolongada e o iminente risco de falta d’água em diversas cidades que fizeram com que governantes e população encarassem esta realidade.

Durante esta década, a cada ano a UN-Water (agência da ONU que coordena ações em assuntos sobre água doce e saneamento) escolhe um tema para ser debatido internacionalmente. Este ano, quando este ciclo se fecha, Água e Desenvolvimento Sustentável dará o tom de encontros e discussões.

Fórum Mundial da Água em 2018

A capital federal, que concorria com Copenhague (Dinamarca), foi eleita durante em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião do Quadro de Governadores do Conselho Mundial da Água (WWC), em Gyeongju (Coreia do Sul), para sediar o Fórum Mundial da Água de 2018

O fórum ocorre a cada três anos e é o maior evento do mundo com a temática dos recursos hídricos. A campanha brasileira apresentou o tema ‘Compartilhando Água’, para integrar os assuntos discutidos nas edições anteriores do evento, dando continuidade aos debates já realizados sobre os desafios do setor de recursos hídricos.

Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), em agosto de 2013, uma equipe de avaliadores esteve em Brasília e produziu um relatório sobre infraestrutura de transportes, mobilidade urbana, rede hoteleira e locais para realização do fórum, que serviu de subsídio para que a cidade fosse a escolhida.

A próxima edição do evento organizado pelo WWC, em 2015, será em duas cidades da Coreia do Sul, Daegu e Gyeongbuk, com o tema ‘Água para Nosso Futuro’. O objetivo é destacar a temática dos recursos hídricos na agenda global e reunir organizações internacionais, políticos, representantes da sociedade civil, cientistas, usuários de água e profissionais do setor.

Água é um bem essencial para que o planeta enfrente os desafios das próximas décadas. Com o aquecimento global, recursos hídricos serão ainda mais fundamentais para que a produção de alimentos possa atender a população global, que deverá chegar a 9 bilhões de habitantes.

Outro grande problema que ainda faz parte do dia-a-dia de milhares de pessoas no mundo é a falta de acesso a saneamento básico e água potável. Mas antes de tudo, será necessário fazer com que ela não falte através de uma gestão hídrica maisconsciente e sustentável. Afinal, sem água, não há vida.

A Humanidade precisa de água, e a cada dia aumenta o consumo em virtude do aumento da migração de populações para os centros urbanos. Estima-se que em 2050 serão necessários 40% mais água nos centros urbanos do que nos dias atuais, com base na projeção de que 2,5 bilhões de pessoas mudarão para cidades até esta data.

A água está no centro do desenvolvimento sustentável. Os recursos hídricos, e a gama de serviços que eles provêm, tem o poder reduzir a pobreza, promover o crescimento econômico e a sustentabilidade ambiental. Desde a segurança alimentar e energética até a saúde humana e ambiental, a água contribui para melhorar o bem estar social e crescimento inclusivo, beneficiando o sustento de bilhões de pessoas.

Água e Saúde

A água é essencial à saúde humana. O corpo humano pode sobreviver semanas sem comida, porém apenas poucos dias sem água. O simples ato de lavar as mãos com frequência previne uma série de doenças e sua proliferação. O corpo humano é composto de 50-65% de água, sendo que crianças recém-nascidas têm 78% de água. Todos os dias, as pessoas precisam de água para beber, cozinhar e para higiene pessoal. A Organização Mundial da saúde recomenda ao menos 7,5 litros por pessoa por dia para satisfazer as necessidades básicas, e 20 litros/pessoa por dia são suficientes para suprir as necessidades de higiene pessoal e higiene dos alimentos.

Apesar dos progressos na última década, 750 milhões de pessoas ainda não tem acesso à água potável e 2,5 milhões não dispõem de saneamento básico. Maiores investimentos em água e saneamento resultam em ganho econômico substancial. O custo para prover água e saneamento a todos os habitantes do mundo é estimado em cerca de US$ 100 bilhões por ano, por um período de cinco anos.

Água e Natureza

Os Ecossistemas, incluindo, por exemplo, florestas, pântanos e pastagens, estão no cerne do ciclo global da água. Toda a água doce, em última análise, depende do contínuo funcionamento saudável dos ecossistemas, e reconhecer o ciclo da água é essencial para uma gestão sustentável da água. No entanto, a maioria dos modelos econômicos não valorizam os serviços essenciais prestados pelos ecossistemas de água doce. Isto leva à utilização não sustentável dos recursos hídricos e da degradação dos ecossistemas.

Há uma necessidade de mudar para políticas econômicas ambientalmente sustentáveis ​​que levem em conta a interligação entre os sistemas ecológicos. O desafio é atingir o equilíbrio entre infraestrutura construída e natural e prestação de serviços.

Argumentos econômicos podem tornar a preservação dos ecossistemas relevantes para os tomadores de decisão e planificadores. A valorização dos ecossistemas demonstra que os benefícios excedem em muito os custos de investimentos relacionados com a água na conservação dos ecossistemas.

Água e Urbanização

Hoje em dia, um terço da população mundial vive em cidades. As cidades do mundo estão crescendo em ritmo excepcional, e 93% da urbanização ocorre em países pobres e em desenvolvimento, notadamente nos países BRICS.

“A gestão de áreas urbanas tornou-se um dos mais importantes desafios para o desenvolvimento do século XXI. Nosso sucesso ou falha em construir cidades sustentáveis será um dos maiores fatores de decisão na Agenda de Desenvolvimento pós-2015 das Nações Unidas”, afirma John Wilmoth, Diretor da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) das Nações Unidas.

Milhares de quilômetros de tubulações conformam a infraestrutura de água das cidades. Muitos sistemas antigos desperdiçam mais água do que entregam. Em muitas cidades, a infraestrutura de água e esgoto é inexistente, insuficiente, ou inadequada.

Água e Indústria

Todo produto manufaturado reque água na sua fabricação. Algumas indústrias utilizam mais água que outras: São necessários 10 litros de água para produzir uma folha de papel, e 91 litros para fabricar 500 g de plástico.

A industrialização pode trazer desenvolvimento aumentando a produtividade, empregos e a renda, porém a indústria prioriza maximizar a produção ao invés de buscar eficiência e conservação da água.

Tecnologia e planejamento inteligente podem reduzir o uso de água, e melhorar a qualidade das águas residuais. Alguns modernos fabricantes de têxteis introduziram tecnologias que garantem que a água que sai da fábrica é tão ou mais limpa do que as fontes de água potável que abastecem as cidades. Grandes empresas de bebidas também estão melhorando a sua eficiência no uso da água e ao longo dos últimos 10 anos reduziu-se substancialmente a água utilizada em suas unidades fabris.

Água e Energia

Água e energia são parceiros naturais. A água é necessária para gerar energia. A energia é necessária para fornecer água.

Hoje mais de 80% da geração de energia é por usinas termoelétricas. A água é aquecida para criar o vapor para acionamento dos geradores elétricos. Milhares de milhões de litros de água são também necessários para o resfriamento. Isso requer limitar a construção e utilização das plantas menos eficientes de energia movidas a carvão. A energia hidrelétrica representa 16% da produção mundial de eletricidade no mundo inteiro – um valor esperado de 3700 grandes barragens pode mais do que dobrar a capacidade total de eletricidade da energia hidrelétrica dentro das próximas duas décadas.

Nova produção de energia deve ser usada amplamente, adotando resfriamento seco ou tecnologias de resfriamento de circuito fechado altamente eficientes. O uso de fontes alternativas de água, como a do mar ou de águas residuais, oferece um grande potencial para reduzir as pressões sobre os recursos de água doce.

A energia renovável vem de recursos que são naturalmente reabastecidos, como luz solar, vento, chuva, marés, ondas e calor geotérmico. Estas prescindem grandes quantidades de água doce.

Água e Alimentação

Cada cidadão norte-americano utiliza 7.500 litros de água por dia, a maior parte para produzir alimentos. Um litro de água é necessário para irrigar 1 caloria de alimento, e a irrigação é responsável por 90% do consumo de água em alguns países em desenvolvimento. A nível global, a agricultura é o maior consumidor de água, com 70% de consumo.

Até 2050 a agricultura deverá produzir 60% mais alimentos globalmente e 100% mais em países em desenvolvimento. O crescimento econômico e a riqueza individual estão mudando as dietas baseadas principalmente em amido para carne e laticínios, que requerem mais água em sua produção. Para produzir 1 Kg de arroz, consome-se 3.500 litros de água, enquanto 1 Kg de carne requer 15 mil litros. Esta mudança na dieta impacta grandemente no consumo de água nos últimos 30 anos, e há indícios de que continue até meados do século XXI.

As taxas de crescimento atuais de demandas agrícolas sobre os recursos de água doce do mundo são insustentáveis. A utilização ineficiente de água para a produção agrícola esgota aquíferos, reduz o fluxo dos rios, degrada habitats de vida selvagem, e causou a salinização de 20% da área terrestre irrigada global. Para aumentar a eficiência na utilização de água, a agricultura pode reduzir perdas de água e, mais importante ainda, aumentar a produtividade das culturas em relação à água.

Com o aumento da agricultura intensiva, a poluição da água pode piorar. A experiência dos países de alta renda mostra que uma combinação de incentivos, incluindo regulamentação mais rigorosa, aplicação e subsídios bem orientados podem ajudar a reduzir a poluição da água.

Água e equidade

Em países em desenvolvimento, a responsabilidade pela coleta de água todos os dias recai desproporcionalmente sobre as mulheres e meninas. Em média, as mulheres dessas regiões passam 25% do seu dia de coleta de água para suas famílias. Este tempo não é empregado em trabalho remunerado, cuidar da família ou na escola. Os investimentos em água e saneamento mostram ganhos econômicos consideráveis. Cada dólar investido mostra um retorno entre 5 e 8 vezes este valor.

A mudança climática afeta negativamente as fontes de água doce. As projeções atuais mostram que os riscos relacionados com a água doce aumentam significativamente com o aumento das emissões de gases de efeito de estufa, exacerbando a competição por água entre todos os usos e usuários, afetando a segurança regional da água, energia e alimentos. Combinada com a crescente demanda por água, isso irá criar enormes desafios para a gestão dos recursos hídricos.

O Brasil e os recursos hídricos

O Brasil é um dos países com maior potencial de recursos hídricos do mundo. O Conselho nacional de Recursos Hídricos (CNHR) por meio da Resolução n°58/2010 atribuiu à Agencia Nacional de Águas (ANA) a responsabilidade pela elaboração do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, de forma sistemática e periódica.

O último relatório da ANA disponível é de 2011, que pode ser lido integralmente na Internet no endereço http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a Região Sudeste do Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. O Governo Federal lançou campanhas para conscientizar a população sobre a necessidade de economizar água. Desde então, relatos diários sobre os níveis dos principais mananciais que abastecem a cidade de São Paulo vêm sendo publicados na mídia online e impressa. (veja http://site.sabesp.com.br/)

Um dos problemas associados com a falta de água – ou de sua perspectiva – é o armazenamento inadequado de água nas moradias. Quando destampados, os reservatórios de água doce limpa são viveiros ideais para a proliferação de vetores transmissores de doenças. A Prefeitura Municipal de São Paulo, em seu portal na Internet alerta para os riscos de aumento de casos de dengue – doença causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti –decorrente do armazenamento impróprio de água. Dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde indicam que os casos de dengue no Brasil chegaram a 224 mil na semana de 1 a 7 de março de 2015, e os da chikungunya – doença viral transmitida pelo mesmo mosquito da dengue – foram de 1050 casos confirmados. Os casos de dengue triplicaram em relação ao mesmo período de 2014.

Veja matéria no PSI sobre declaração do Ministro da Saúde, Arthur Chioro, sobre o tema.

É importante conscientizar a população, principalmente na Região Sudeste, a fazer uso consciente da água e se armazenar água, fazê-lo de modo adequado.

Confira abaixo o vídeo do Dia Mundial da Água 2015:

Fonte: World Water Day 2015

http://aai.bireme.org/proxy/boletim/reader.php?article=/boletim/campanhas/dia-mundial-da-agua-2015/

Agência Brasil

 

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2014-08-20 16.19.17

O Colegiado Setorial de Artesanato do CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural), mais uma vez em reunião ordinária,realizada nos dias 19 e 20 de Agosto em Brasília,DF.

A Coordenadora Geral do CNPC,Srª.Magali Moura,faz a abertura da reunião cumprimentando e agradecendo a presença de tod@s e informa que o Secretário Geral da SAI,Bernardo Machado,não estará presente porque está em trabalho externo e que entrará em férias.Faz referência á outra reunião que aconteceu como planejado.Comenta que os Colegiados são como uma escola e que juntos podem fazer uma excelente política pública. Apresenta a nova Coordenadora de Territórios Criativos da Secretaria de Economia Criativa,Srª.Tássia Toffoli Nunes,parabenizando-a e dando as boas vinda.
A Srª.Tássia Nunes,informa que o Secretário Marcos André Carvalho, está em trabalho externo e que participará da reunião no segundo dia e se apresenta informando que é do quadro de servidores de carreira do MINC,dizendo que está muito satisfeita em poder Coordenar e fazer parte do Colegiado, contribuindo e aprendendo com o Colegiado Setorial de Artesanato e que dará o apoio técnico necessário.Representando a Secretaria de Economia Criativa estará á disposição de tod@s para ouví-l@s.

A Pauta é lida e aprovada por tod@s,seguida dos informes relativos ao setor.

A representante da Região Sul no Colegiado,Marly Cuesta,abre as falas dizendo que uma grata surpresa que o MINC esteja valorizando seus funcionários de carreira,assim como Tássia Nunes na Coord.da SEC e neste Colegiado que fica mais fortalecido com o retorno da Selma Santiago,como Consultora da UNESCO para nos auxiliar na elaboração do Plano Setorial de Artesanato,desejando muita luz à todas nessa missão.

Em seguida,foi feita a apresentação do documento que irá para Consulta Pública e contribuição na estratégia de divulgação e mobilização.A Srª.Magali Moura fala dos cuidado com a comunicação entre o CNPC e Colegiado e vice-versa.

A mestre artesã Marly Cuesta,fala pelo GT da Sistematização sobre as  propostas ao Plano,informando que todas as sugestões recebidas do Colegiado,foram lidas e avaliadas cuidadosamente para serem incluídas no Plano Setorial de Artesanato.Em seguida,a Srª.Fernanda Bellinaso,endossa as palavras da mestre Marly Cuesta e reforça o cuidado com a comunicação.

A Consultora  Selma Santiago,fala do trabalho realizado e que o GT não fez nenhuma alteração no documento,apenas customização de trechos repetitivos e propõe a leitura e alteração no que se fizer necessários para melhorar o documento.

2014-08-19 20.15.23

Leitura e aprovação do texto para Consulta Pública do Plano Setorial,inicia-se pela Primeira Estratégia Criação/Produção onde transformam os textos do item 1.3, para entendimento,em especial sobre o uso do Vale Cultura.Seguindo para o item 1.5, Produção e confecção artesanal de bens alimentares e bebidas,conforme a lista de Atividades artesanais do PL do Artesão  como demanda da categoria.Proposta apresentada e defendida pela mestre artesã e culinarista tradicional,Marly Cuesta, com entendimento e aprovação pelo colegiado.Seguindo para a segunda estratégia que trata da Formação/Capacitação e no item 2.3,os mestres artesãos Vani e Darlindo pedem que seja acrescentado…”que os mestres artesãos sejam os professores no ensino da parte prática”,com apoio do colegiado.Mestre Renato,lembra da titulação do mestre como Bem do Patrimônio Vivo.Seguem as discussões com colaborações de Tássia,Vânia,Edna,Adriana e Reinaldo, sobre o item 2.5 sobre a criação de cursos de acesso público de formação sobre o artesanato no patrimônio material e imaterial.Dando continuidade vão para a terceira estratégia Divulgação,onde a Srª Magali Moura sugere alteração no item 3.1 que trata da da Atualização do Livro Base Conceitual  do Artesanato,com a qual tod@s concordam e seguem para a quarta estratégia Distribuição/Comercialização e no item 4.2 para alteração sobre o seguro coletivo para o transporte do artesanato.Enfim,chegam na quinta estratégia  Fortalecimento do Artesanato,onde depois de algumas discussões,aprovam os itens e avançando para a sexta estratégia Economia,Sustentabilidade Ambiental e Inovação que provocou muitas discussões para aprovação.

2014-08-19 20.14.01Apresentação de estratégias de mobilização para Consulta Pública que será moderada e alterada caso seja necessário conforme exigências da Consultoria Jurídica em respeito às regras da Justiça Eleitoral.

Coordenadores da Mobilização:Marly Cuesta,Vani Maris,Fernanda Bellinaso,Adriana Chaluppe e Abadia de Oliveira com apoio de tod@s.

2014-08-19 20.54.12A Srª.Magali Moura pede a fala para apresentar a Diretora do IPHAN,Srª.Célia Corsino e o Coordenador da Secretaria de Economia Criativa, Sr.Jão Pedro Martins que se juntam ao Colegiado para contribuírem com o Plano.A Srª Célia Corsino entende ser importante a CENARTs na divulgação da Consulta Pública.A mestre artesã,Marly Cuesta sugere a inclusão da SEPPIR no Plano de Divulgação e assim,conclui-se .As contribuições da Diretora Célia Corsino, foram muito valiosas nesse processo de troca de experiências,assim como do Coordenador João Pedro,Magali Moura e Tássia Nunes.

Debate sobre o Plano Setorial,onde a Consultora Selma Santiago,informa que o GT de Sistematização, decidiu não apresentar todo Plano para a Consulta Pública para que o documento fique mais objetivo o que foi aprovado pelo Colegiado.

Seguindo para apresentação do Plano Setorial para discussão e devidas alterações,se necessário.Primeira parte é sobre a Estrutura do Plano, diz Selma Santiago que explica os  Princípios e Objetivos, Eixos e Estratégias,Ações e Metas, seguindo para as discussões.

Ao final mestre Darlindo,solicitou um Relatório por escrito dos representantes do Colegiado,Adriana Chaluppe e Nivaldo Jorge,das atividades na Teia da Diversidade 2014.No momento da Moções,apresentou uma Carta relato dos problemas enfrentados no Vitrines Culturais da Copa 2014.

O Secretário da Economia Criativa,Marcos André Carvalho,chega para o debate e ouve muitas reclamações sobre o edital do Vitrines Culturais e com muita humildade,reconhece os problemas e se diz também,muito sofrido com tudo,afirmando que está aprendendo com o Colegiado e que recebe com alegria as sugestões do Colegiado será ouvido para a elaboração de futuros editais para evitar os problemas.

Ressaltamos publicamente o brilhantismo profissional da Magali Moura e equipe,Tássia Nune e equipe e Consultora Selma Santiago,nos encaminhamentos de construção desse Plano,assim como de todo Colegiado e equipe de apoio.2014-08-20 16.34.06

 

 

 

 

 

 

Assim,fez o encerramento da reunião ordinária do Colegiado.2014-08-20 16.25.07

Aguardem a Consulta Pública do Plano Setorial de Artesanato!

Contagem de palavras: 940 Rascunho salvo às 6:30:13.

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capa_conexoesConferência de abertura – com Teixeira Coelho e   Arjo Klamer

O Conexões Criativas teve início com a conferência de dois grandes pensadores da arte e da economia criativa: Teixeira Coelho (Curador Coordenador do MASP e consultor do Observatório de Politica Cultural do Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e Arjo Klamer (professor de economia, arte e cultura na Universidade de Rotterdam  e presidente Associação Internacional de Economia da Cultura).

As conferencias abordaram o desenvolvimento da Economia Criativa no cenário atual, contemplando a realidade de cada região e as possibilidades dentro da área. Promoveram a reflexão sobre o planejamento e a prática das atividades criativas.

2014-08-12 00.22.26Estiveram presentes, as guerreiras culturais:

  • LETICIA DE CÁSSIA COSTA DE OLIVEIRA-Gestora Cultural,Gestora de Cidades e Empreendimentos Criativos, Professora do curso de Especialização em Economia da Cultura da UFRGS;
  • IZABEL L’ARYAN-Cantora, compositora,produtora cultural, produtora fonográfica e advogada, especialista em Economia da Cultura pela UFRGS e especialista em Planos Municipais de Cultura e Sistema Nacional de Cultura pela UFBA;

Marly Cuesta-Tuxáua 2010,índia amazonense, educadora popular, mestre artesã e da alimentação tradicional, iniciou seu trabalho na década de 70 como articuladora e educadora popular ainda no Amazonas com educação para jovens e adultos para assentados do INCRA, articuladora e ativista das políticas culturais, ambientais,direitos humanos, economia criativa e solidária do RS e do Brasil sendo representante da Região Sul no Colegiado Setorial de Artesanato do Conselho Nacional de Política Cultural-CNPC/MINC, Membro do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre e do Comitê Municipal de economia Criativa de Porto Alegre.

CURSO - ECONOMIA DA CULTURA, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO do OECCURSO – ECONOMIA DA CULTURA, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO

Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS.

Segunda-feira 11/8: 

– 13h30min às 17h30min – A perspectiva da Economia da Cultura – especificidade do campo da cultura; a necessidade de uma diferente perspectiva para o setor cultural (em inglês).
Terça-feira 12/8: 

– 09h00 às 12h00 –  Valores e preços – Os conceitos “valor” e “preço” e suas relações com a arte e a cultura (em inglês).

– 13h30min às 17h30min – Os bens para se lutar – As noções de “bens sociais” e “bens culturais”; A carga teórica de posse, compra e venda de arte (em inglês).

Quarta-feira 13/8:

– 9h00 às 12h00 –  As Quatro Lógicas e o financiamento das artes: a importância do dinheiro e das relações no campo da arte; O modelo analítico das Quatro Esferas (em inglês).

– 13h30min às 17h30min –  Estudo de caso: Paulínia (SP) – Indústrias e clusters criativos; O exemplo do cluster cultural audiovisual de Paulínia (SP) (em português),

Quinta-feira 14/8:

– 09h00 às 12h00 –  A noção de Capital Cultural e as Fontes de Cultura (em inglês).

– 13h30min às 17h30min – Valorização da Cultura: a função das organizações culturais (em português).

Sexta-feira 15/8: 

– 09h00 às 12h00 – Fluxos internacionais em Cultura e Economia Criativa – Tópicos conceituais e um olhar sobre os dados. (em português).

– 14h00 às 17h00 – O modelo brasileiro de Economia Criativa. (em português)

As sessões em inglês (apontadas no item anterior), não terão traduções para o português.

A mínima frequência aceita para recebimento do certificado será de 75%

Conexões Culturais_10557204_753867718004390_7927488277936519822_nEncontros CONEXÕES CRIATIVAS – 11/08 a 14/08 – 18h

Apresentação das iniciativas criativas de Porto Alegre, trazendo profissionais que participam do desenvolvimento do espaço inventivo da cidade, apresentando seus fluxos criativos, tratando sobre o caminho percorrido, o desenvolvimento do trabalho e a relação entre o processo criativo com mercado e a comunidade.

Os participantes dos encontros  atuam nas áreas da moda, fotografia, artes visuais e, também,  grupos que ocupam o espaço público de forma original.

 

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Carteira de Artesão_75c9c5e3-fb79-446f-aed5-04f2b31de6ab

 

Brasília, 18/07/2014 – A Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), responsável pelo Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), voltou a emitir a Carteira Nacional do Artesão, destinada aos artesãos e trabalhadores manuais, em PVC.

A carteira é gratuita e é emitida após o registro do artesão no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB). Para confirmação do registro, o artesão passará por uma prova de habilidades técnicas, cuja aprovação é da Coordenação Estadual de Artesanato.

Entre os benefícios do registro no SICAB estão a possibilidade de participação em feiras de artesanato nacionais e internacionais, em oficinas e cursos de artesanato e, em alguns estados, o acesso a incentivos fiscais.

O SICAB passou por algumas correções que aprimoram a emissão do documento e que preparam o caminho para que a Carteira Nacional do Artesão se torne uma identidade formal do artesão brasileiro.

Hoje, mais de 96 mil artesãos e trabalhadores manuais participam do PAB. De janeiro a julho deste ano, mais de seis mil carteirinhas já foram emitidas e com a realização dos mutirões esse número deve dobrar em relação ao primeiro semestre de 2014.

Serviço
Para obter informações sobre o registro no PAB, a prova de habilidades técnicas e a emissão da carteira, o interessado deve procurar a Coordenação Estadual de Artesanato, nos endereços disponíveis no link http://www.smpe.gov.br/assuntos/programa-do-artesanato-brasileiro.

É sempre bom lembrar que depois da aprovação do registro o artesão deve providenciar os seguintes documentos necessários para a confecção da carteira nacional: cópia do RG e CPF, comprovante de residência e foto 3 x 4 colorida. Para a renovação, são necessários: comprovante de residência, foto 3 x 4 colorida atualizada e cópia da carteira vencida ou declaração de extravio.

Informo aos companheir@s Artesãos, que o PAB RS, fica na Casa do Artesão na  Av. Júlio de Castilhos, 144 – Centro, Porto Alegre – RS, 90030-130
(51) 3226-3055

Marly Cuesta

Rep.da Região Sul no Colegiado Setorial de Artesanato no CNPC

Tuxáua 2010

 

 

Fonte:

http://smpe.gov.br/noticias/esta-disponivel-a-emissao-de-carteiras-do-programa-do-artesanato-brasileiro

 

 

 

 

 

 

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20140715_200621O programa de erradicação da pobreza extrema, RS Mais Igual, reuniu na tarde desta terça-feira (15), no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, o Comitê Gestor para apresentar o relatório do Observatório de Políticas Sociais, ligado ao Cegov/UFRGS que analisa as ações e os impactos do programa.

O secretário da Casa Civil, Flávio Helmann, destacou os investimentos do estado na erradicação da pobreza: “os indicadores são o resultado da mobilização social de todas as esferas públicas e do conjunto da sociedade”.

A coordenadora executiva do RS Mais Igual, Paola Carvalho, falou sobre o perfil das pessoas incluídas no programa. “As famílias tem em média 2,62 filhos, 58% são solteiras e 92% identificam os postos de saúde e os agentes de saúde da família ou do PIM como referência no atendimento”, ressaltou. Paola salientou, ainda, os resultados positivos no combate à miséria nos municípios que efetivamente estão atuando de forma integrada com as ações estaduais e federais.

O Comitê Gestor do RS Mais Igual é composto por 53 entidades, com representação do Poder Executivo, Governo Federal e sociedade civil, cabe ao Comitê Gestor acompanhar, fiscalizar e propor ações, projetos e políticas públicas para a erradicação da pobreza extrema.

A Tuxáua e militante da alimentação tradicional, Marly Cuesta, titular do GT-Boas Práticas do Movimento pelos ODM da ONU no RS, esteve presente levando a contribuição do movimento  pela sociedade civil organizada.

 

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Por Luis Molinari

Arturos – Tambores – IEPHA/MG

 

 

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