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Esculturas de Santo Antônio e Imaculada Conceição datam do século XVIII.
Tomografia mostrou detalhes ocultos nas relíquias do período das missões.
Elenice Vieira
Da RBS TV

Imagens de Santo Antônio e da Imaculada Conceição feitas por índios durante o período das missões jesuíticas no Rio Grande do Sul, no século XVIII, foram examinadas em máquinas de tomografia computadorizada no Instituto do Cérebro, em Porto Alegre. Na análise, foram descobertos bilhetes escritos por fiéis e detalhes de ouro que resistiram à ação do tempo, como mostra a reportagem exibida nesta quinta-feira (8) pelo Jornal do Almoço, da RBS TV (assista acima no vídeo).
As esculturas estavam na garagem de um morador de Alegrete, na Fronteira Oeste, até o ano de 1990, quando foram dadas de presente para o irmão do presidente do Centro de Pesquisa e Documentação da cidade. Há 15 anos, elas estão no Museu de História Natural, do qual Nelson Assumpção dos Santos é responsável.
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Bilhetes foram encontrados no interior da imagem de Santo Antônio (Foto: Reprodução/RBS TV)

“A pessoa disse ‘te dou aquelas porcarias lá que não servem pra nada’”, lembra Nelson.
As relíquias esculpidas em cedro foram descobertas por acaso por um pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) que estuda arte missioneira e está sempre em busca de tesouros da época das reduções jesuíticas. Cada uma tem cerca de 300 anos.
Em uma visita ao museu no início de 2016, ele viu as imagens pela primeira vez.
“Muitos grupos vieram para Alegrete. Famílias missioneiras com essa tradição de devoção e com certeza, nessas viagens, em mochilas, em malas, em devoções, essas imagens vieram nesse círculo de relações de fé”, afirma Édison Hüttner.
Foi Édison quem levou as imagens para serem examinadas na capital. Durante a análise das esculturas, foram descobertos detalhes que não foram percebidos no primeiro momento.
Dentro da imagem de Santo Antônio foram encontrados esses bilhetes com pedidos de casamento feitos por fiéis. Os pesquisadores acreditam que foram escritos há cerca de 50 anos.
Na Imaculada Conceição, o exame mostrou detalhes em ouro nas vestes da santa, que teria vindo da Espanha. O ouro era usado por artistas nas reduções. Para os responsáveis pelo projeto de arte sacra jesuítico-guarani, não há dúvida de que se trata de arte barroca feita nas missões.
“Estas peças, a gente tem uma responsabilidade muito grande, uma relação com a comunidade e em relação ao mundo científico. Ela é uma estátua que tem um padrão em miniatura. Ela tem uma arte em policromia, que era especificamente para estátuas em miniaturas missioneiras”, explica Édison Hüttner.
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Imagem Imaculada Conceição possui detalhes em ouro (Foto: Reprodução/RBS TV)

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Fontes:
http://www.portaldasmissoes.com.br/municipios/sao-paulo-das-missoes/noticias/view/id/1007/pecas-da-arte-sacra-missioneira-sao-encontradas-em.html

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2016/12/analise-revela-detalhes-em-imagens-feitas-por-indios-ha-300-anos-no-rs.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

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QUINTANDA É UMA PARCERIA ENTRE ASSOCIAÇÃO AGROECOLÓGICA E CENTRO METODISTA IPA

A partir do dia 09 de junho acontece, todas as quintas-feiras das 15h às 19h, a Quintanda – Feira Agroecológica do IPA. A Feira será realizada na Unidade Central do Centro Metodista IPA, no Bairro Rio Branco, e é uma parceria entre a Universidade e a Associação Agroecológica – Associação dos Agricultores Ecologistas Solidários do RS.

Com o objetivo de ampliar a rede de saúde integral e do consumo responsável no município, a Quintanda conta com 11 produtores expositores que oferecem, a preços acessíveis, uma diversidade de produtos que pode garantir a alimentação da semana inteira para toda a família, com frutas, legumes, verduras, cereais, ovos, pães, bolos, biscoitos e massas.

Além disso, através da parceria com a Universidade, a feira busca ser um espaço de socialização, cultura e formação. Ações que congregam ensino, pesquisa e extensão na promoção da agricultura familiar ecológica já vêm sendo realizadas. Como a identidade visual da Quintanda, por exemplo, que foi elaborada por estudantes do IPA com o apoio de professores do curso de Comunicação.

As feiras administradas pela Associação Agroecológica envolvem 147 famílias de agricultores e são frequentadas por mais de 25 mil consumidores. A FAE, na Av. José Bonifácio, foi a primeira feira de agricultores ecologistas do Brasil. A partir dela surgiram feiras nos bairros Menino Deus, Tristeza e na PUC, além da participação de associados nas feiras dos bairros Auxiliadora e Três Figueiras. É uma grande rede de produtores e de consumidores que praticam e viabilizam a sustentabilidade social, econômica e ambiental semanalmente na capital de nosso Estado.

O apoio da população é essencial para a consolidação de mais este espaço de disseminação da cultura agroecológica e de comércio socialmente justo, no qual não há a figura do atravessador. Quem compra na Quintanda e em outras feiras agroecológias contribui para microrrevoluções, devolvendo ao agricultor o poder de receber dignamente por seu trabalho no campo e ao comprador, o poder de escolher para quem oferece o seu dinheiro. Assim, convidamos os moradores do bairro Rio Branco e todos os cidadãos porto alegrenses para conhecer esse novo espaço de comercialização e compartilhamento.

Serviço:
O quê: Quintanda – Feira Agroecológica do IPA
Quando: às quintas-feiras, das 15h às 19h, a partir do dia 09 de junho
Onde: IPA Central – Rua Casemiro de Abreu, esquina com a Rua Bordini

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Audiência Pública/foto Marly Cuesta

Audiência Pública/foto Marly Cuesta


Evento objetivou informar, coletar informações, debater e propor encaminhamentos sobre impacto dos agrotóxicos na segurança alimentar na região Metropolitana

O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA) – iniciativa do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF/RS), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério Público do Estado (MP/RS)– realizou, na tarde desta quarta-feira (8/6), audiência pública na Assembleia Legislativa gaúcha. Com o tema “Os agrotóxicos e a (in) segurança alimentar”, o evento contou com público de aproximadamente 150 participantes. O objetivo foi o de informar, coletar informações, debater e propor encaminhamentos sobre o impacto dos agrotóxicos na segurança alimentar na região Metropolitana.

Formado por 51 instituições, o FGCIA é coordenado pela procuradora da República Ana Paula Carvalho de Medeiros (MPF), tendo como adjuntos o procurador do Trabalho Noedi Rodrigues da Silva (MPT) e o promotor de Justiça Daniel Martini (MP). A mesa foi composta pelos coordenadores do FGCIA, mais as representantes da Coordenadoria Geral de Vigilância, da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Marla Kuhn e Maria Inês Bello, o presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Leonardo Melgarejo, e a biomédica e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) Sérgio Arouca, veiculada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Karen Friedrich.

A programação teve palestra de Karen, também professora-adjunta da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uferj), com experiência na área de Toxicologia e Vigilância Sanitária com ênfase na avaliação toxicológica de medicamentos e agrotóxicos. A pesquisadora abordou o uso no Brasil dos agrotóxicos, sua regulação e a exposição e efeitos sobre a saúde. “O que a gente tem visto no Brasil é um aumento muito grande do uso de agrotóxicos, principalmente para o cultivo da soja”, revelou. Afirmou que só tem um caminho para se garantir segurança alimentar que é “transitar no modelo de produção agroecológico”. Informou que o Brasil é o maior consumidor mundial dos venenos, com 12 litros/hectare, 7 litros/habitante.

Clique aqui para acessar o PDF da apresentação de Karen.

Foi dada a palavra a representantes de órgãos públicos, associações civis, estabelecimentos de saúde, Conselhos, Universidades e movimentos sociais organizados. Uma das representantes, a sanitarista do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), vinculado à Secretaria Estadual de Saúde, Vanda Garibotti, informou que 35% dos alimentos analisados no Estado têm resultados insatisfatórios, porque apresentam resíduos de agrotóxicos proibidos ou acima do permitido.

Clique aqui para acessar o PDF da apresentação de Vanda.

Outros representantes abordaram tópicos como a necessidade de se conhecer o número de pessoas intoxicadas (a partir do incremento do uso dos sistemas de notificação pelos profissionais da saúde), o problema dos produtos contrabandeados, a ocultação das consequências do uso de agrotóxicos nas lavouras e na alimentação, os efeitos danosos da pulverização aérea, a importância de se trabalhar a conscientização nas escolas, os projetos de lei em discussões em Brasília que tratam da alteração da normatização dos agrotóxicos, concentrando poderes no Ministério da Agricultura e retirando atribuições da área da saúde, do meio ambiente e dos órgãos estaduais de fiscalização.

Um dos depoimentos mais aplaudidos foi o do produtor rural Juarez Pereira, que há 21 anos cultiva arroz orgânico e é um dos expositores da Feira Ecológica do Bom Fim aos sábados. “Eu aprendi a conceituar a atividade orgânica como a atividade da esperança quando a convencional pode-se dizer que é a da desesperança. E essa vibração negativa se reflete na saúde pública, na má qualidade de vida”, destacou o agricultor.

Houve o lançamento da “Consulta Pública: o uso e os riscos associados aos agrotóxicos em Porto Alegre”. O objetivo é o de buscar informações para construção do Plano Municipal de vigilância da exposição aos agrotóxicos na cidade. Para participar, basta acessar o link bit.ly/cgvsconsulta e preencher o formulário disponível.

Esta foi a quarta audiência pública do FGCIA. A primeira foi realizada, em 9 de abril de 2015, em Ijuí, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, onde o problema é mais grave. A segunda aconteceu em 16 de setembro de 2015, em Pelotas, na região Sul do Estado. E a terceira foi em 4 de novembro de 2015, em Caxias do Sul, na Serra. A qualidade da palestra e dos debates foi o ponto alto do evento, na avaliação dos coordenadores do FGCIA.

Foram convidados representantes de 63 municípios: Alvorada, Arambaré, Araricá, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Brochier do Maratá, Butiá, Cachoeirinha, Camaquã, Campo Bom, Canoas, Capela de Santana, Capivari do Sul, Cerro Grande do Sul, Charqueadas, Chuvisca, Dois Irmãos, Dom Feliciano, Eldorado do Sul, Estância Velha, Esteio, Fazenda Vila Nova, General Câmara, Glorinha, Gravataí, Guaíba, Harmonia, Igrejinha, Ivoti, Maratá, Mariana Pimentel, Minas do Leão, Montenegro, Mostardas, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Pareci Novo, Parobé, Paverama, Portão, Porto Alegre, Rolante, Salvador do Sul, Santo Antonio da Patrulha, São Jerônimo, São José do Sul, São Leopoldo, São Pedro da Serra, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Sentinela do Sul, Sertão Santana, Tabaí, Tapes, Taquari, Tavares, Triunfo, Tupandi, Viamão.

Fonte http://mpt-prt4.jusbrasil.com.br/noticias/347497939/audiencia-publica-em-porto-alegre-debate-agrotoxicos-e-in-seguranca-alimentar

A Tuxáua e mestra da cultura alimentar tradicional,Marly Cuesta,como representante do Programa Fome Zero de Porto Alegre, fez uma denúncia sobre o crime que os ruralistas estão fazendo.”A pulverização de inseticidas atingem terras longíncuas levadas pela ação do vento e das chuvas,matando nossa biodiversidade, acabando com nosso alimento ancestral as PACs e ervas,envenenando nossos rios e lagos,em especial das nossas terras indígenas e quilombolas.E conclamou à sociedade que proteste,participe da Consulta Pública,a boicotar os alimentos transgênicos e não votar em ruralistas homofóbicos e criminosos”!

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A Revolução de 1923_44811_153683891311373_100000092905729_491585_4991488_n                  CONVITE

O MUSEU DA COMUNICAÇÃO HIPÓLITO JOSÉ DA COSTA, órgão da Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, e a ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MUSEU DA COMUNICAÇÃO HIPÓLITO JOSÉ DA COSTA, convidam-no para participar do evento “A Revolução de 1923”, que ocorrerá no dia 25 de maio de 2013, das 15h às 18 h.

O grupo estará  performando ao vivo uma trilha sonora composta especialmente para o filme “A Revolução no Rio Grande” de Bruno Camozato feito em 1923 na época dos acontecimentos.  Coordenado pelo músico, compositor e historiador Klaus Farina, o grupo Dimensão Experimental tem se destacado pelo projeto cultural “Música, Cinema e Memória” que visa o resgate da linguagem do cinema mudo.

PROGRAMAÇÃO

15 horas – Abertura
15h30 – exibição do filme “A Revolução no Rio Grande” (1923, pb, silencioso, 45’45”). de Benjamin Camozato, acompanhada de execução de trilha sonora, composta para o filme, pelo grupo Dimensão Experimental.
16h20 – mesa-redonda: A Revolução de 1923, sob dois enfoques
Dra. Elizabeth Rochadel Torresini (mediadora)
Péricles Gomide (pesquisador/SINDIBANCÁRIOS) – “Revolução de 1923: Uma visão sobre a ótica da Guerra”.
Mirian R. M. Ritzel (pesquisadora/Arquivo Histórico de Cachoeira do Sul)–”Benjamin Camozato: empreendedorismo e arte”.
Dra. Alice Dubina Trusz – “Álbum dos “bandoleiros”: um documento-monumento da Revolução de 1923”.
Lançamento em suporte digital do Álbum dos “Bandoleiros”, org. revista Kodak, ed. por Barreto & Araújo , 1923.
Local: auditório do Museu da Comunicação Hipólito José da Costa
          Rua dos Andradas, 959 – Porto Alegre
Horário: 15 horas
Leia mais em,
Marly Cuesta
Tuxáua 2010

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O Secretário de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, Vanderlei dos Santos Catalão,no uso de suas atribuições,divulga os premiados do Edital de Divulgação nº 7 de de 09 de Março de 2010 – Prêmio Tuxáua Cultura Viva 2010, através da Portaria nº 24 de 04 de Junho de 2010.

A mestra  artesã  e educadora popular,Marly Cuesta foi premiada com o Projeto Cultura e economia solidária pela sustentabilidade dos Pontos de Cultura, pelo qual fará os primeiros encontros dos pontos de Cultura das cinco regiões do estado do rio Grande do Sul para fazer formação em gestão e economia solidária da cultura,dentre outras ações para o empoderamento dos Pontos de Cultura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=14&data=07/06/2010

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/core/consulta.action

 

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