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As Nações Unidas celebram neste 15 de junho, o Dia Mundial da Conscientização contra a Violência à Pessoa Idosa.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, entre 4% e 6% das pessoas idosas em todo o mundo já foram vítimas de alguma forma de abuso. As agressões podem ter caráter físico, emocional ou financeiro.

Praticamente todos os países devem ver um crescimento substancial no número de pessoas idosas entre 2015 e 2030, e esse crescimento será mais rápido nas regiões em desenvolvimento. Porque o número de pessoas idosas está crescendo, a quantidade de abuso de idosos pode crescer com ela. Embora o tópico tabu do abuso de idosos tenha começado a ganhar visibilidade em todo o mundo, continua sendo um dos tipos de violência menos investigados em pesquisas nacionais e um dos menos abordados nos planos de ação nacionais.

O abuso de idosos é uma questão social global que afeta a saúde e os direitos humanos de milhões de pessoas idosas em todo o mundo e uma questão que merece atenção da comunidade internacional.

A Assembléia Geral das Nações Unidas, em sua resolução 66/127, designou 15 de junho como Dia Mundial de Conscientização contra o Abuso de Idosos. Representa um dia do ano em que o mundo inteiro expressa sua oposição ao abuso e ao sofrimento infligidos a algumas de nossas gerações mais velhas

“Compreender e acabar com o abuso financeiro de pessoas mais velhas: uma questão de direitos humanos”
O tema de 2017 sublinha a importância de prevenir a exploração financeira no contexto do abuso de idosos para o gozo dos direitos humanos dos idosos. De acordo com a Agenda de Desenvolvimento Sustentável de 2030 e o Plano de Ação Internacional de Madri sobre o envelhecimento, as pessoas idosas têm direito a uma vida de dignidade na velhice, livre de todas as formas de abuso, incluindo a exploração financeira e material, o que pode levar à pobreza , Fome, sem-abrigo, saúde comprometida e bem-estar, e até mortalidade prematura.

Secretário-geral da ONU pede maior prevenção da violência contra idosos

As Nações Unidas celebram nesta sexta, 15 de junho, o Dia Mundial da Conscientização contra a Violência à Pessoa Idosa.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, entre 4% e 6% das pessoas idosas em todo o mundo já foram vítimas de alguma forma de abuso. As agressões podem ter caráter físico, emocional ou financeiro.

Em mensagem, o secretário-geral da ONU disse que a primeira celebração da data ocorre em uma época em que “as pessoas vivem mais”, e pede que os cuidados ao grupo sejam “revigorados”.

Ban Ki-moon cita pesquisas que indicam que a negligência, o abuso e a violência contra idosos, tanto nos lares como em instituições, são maiores do que indicam os números.

O secretário-geral considera os atos “um ataque inaceitável à dignidade e aos direitos humanos” e lembra que as preocupações com o aumento do fenômeno levaram a Assembleia Geral a criar a data.

“Importante a união para que sejam reafirmados os direitos humanos da pessoa idosa” disse a Tuxáua e Educadora Popular, Marly Cuesta e completa,”É necessário que os governos façam um esforço urgente para a criação de estratégias mais eficazes de prevenção da violência contra idosos.”

Fonte:
http://www.un.org/en/events/elderabuse/index.shtml
Foto da ONU / John Isaac

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Data internacional é celebrada neste 22 de abril; secretário-geral António Guterres pede trabalho conjunto para o bem-estar do planeta e de todas as pessoas; meio ambiente e educação sobre o clima é o tema deste ano.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

Vinte e dois de abril é o Dia Internacional da Mãe Terra, que neste ano foca na alfabetização sobre o meio ambiente e sobre o clima.IMG_20170213_183018Segundo as Nações Unidas, a educação ambiental é essencial para criar “eleitores conscientes e avançar com leis e políticas sobre o clima”.

 

 

 

 

 

 

Essa consciência ambiental também é importante para progressos nas áreas das tecnologias e dos empregos “verdes”.

Futuro
O secretário-geral da ONU usou sua conta no Twitter neste sábado para pedir que neste Dia da Terra, “todos trabalhem juntos pelo bem-estar do planeta e de todas as pessoas”.
A mensagem de António Guterres destaca que a Mãe Terra precisa ser protegida em prol de todas as crianças e das gerações futuras.

O Dia Internacional da Mãe Terra é celebrado todos os anos em 22 de abril para lembrar a todos que o planeta e seus ecossistemas nos fornecem vida e sustento.

É também uma oportunidade para aumentar a conscientização pública sobre os desafios como a mudança climática e a garantir a proteção ambiental.

Como surgiu o Dia Internacional da Terra:

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson.

Em 22 de abril de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA.

Foi adotado internacionalmente em 1990, e então é festejado a cada 22 de abril.

O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

 

 

O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta Terra a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais do mundo.

Hoje, o Dia da Terra é celebrado em mais de 190 países, com a participação de cerca de 1 bilhão de pessoas.

A Assembléia Geral das Nações Unidas adotou em 2009 uma resolução unânime,estabelecendo o dia 22 de abril de cada ano como Dia Internacional da Mãe Terra. A resolução foi proposta pelo governo da Bolívia e apoiada por outros 50 países. O Presidente Evo Morales, primeiro presidente indígena da Bolívia, falou brevemente depois de passada a resolução. ”Sessenta anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos ter sido adotada, a Mãe Terra agora, finalmente, tem seus direitos reconhecidos”,disse Morales. Urgindo a comunidade mundial a aceitar uma série de princípios que protegeriam os recursos e o ‘direito à vida’ do planeta, o presidente boliviano disse que a sociedade não pode colocar seus estreitos interesses sobre aqueles da Terra. “Não só os seres humanos têm direitos, o planeta tem direitos”, disse. “O que está acontecendo com as mudanças climáticas é que os direitos da Mãe Terra não estão sendo respeitados”.

Nesse contexto, Morales sublinhou alguns princípios a serem considerados. O primeiro dentre eles é o “direito de nenhum ecossistema ser eliminado”. O segundo, “direito da Mãe Terra viver sem
contaminação”. O terceiro refere-se ao “direito à harmonia e ao equilíbrio”. Ao apresentar o quarto princípio, M o r a l e s, d i s s e : “ Somos todos interdependentes. Devemos agora tomar consciência de que a terra não nos pertence, pelo contrário, nós pertencemos à Terra”.

Na reunião, o Presidente da Assembléia Geral, Padre Miguel d’Escoto Brockmann, disse que “Não é mais do que justo que cuidemos da Mãe Terra, assim como a Mãe Terra sustenta nossa humanidade”. Continuando, “o mundo deve escutar os povos nativos,IMG-20170111-WA0039

pois, apesar de todas as dificuldades, eles conseguem manter seus profundos laços com a natureza”.Audiência Merong_IMG_20170322_121249

Pablo Solon, embaixador boliviano na ONU na época, realizou várias reuniões com ONGs de cunho religioso para pedir ajuda na promoção do conceito de direitos da Terra, sobre direitos específicos que devem ser concedidos à Terra.Essa foi uma iniciativa nova e ousada na ONU e, certamente oportuna, em vista da evolução da crise como resultado de mudanças climáticas.

“Sessenta anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Mãe Terra finalmente tem seus direitos reconhecidos”, disse Evo Morales, primeiro presidente indígena da Bolívia.

Mãe Terra é uma expressão corrente para o planeta terra em várias regiões, refletindo a interdependência que existe entre os seres humanos, outras espécies vivas e o planeta no qual todos/ todas habitamos.

Lembrando que o Dia do Planeta é observado anualmente em muitos países, a assembléia:

1. Decide estabelecer o dia 22 de abril como ‘Dia Internacional da Mãe Terra’;
2. Convida os Estados Membros, Organizações do sistema das Nações Unidas, organizações internacionais, regionais e sub regionais,sociedade civil, organizações Não Governamentais e relevantes investidores para observar e conscientizar-se do Dia Internacional da Mãe Terra (Dia Internacional do Planeta), de
maneira apropriada.
3. Solicita ao Secretário Geral levar a presente resolução ao conhecimento de todos os Estados Membros e organizações do sistema das Nações Unidas.

O que é a Carta da Terra?

Documento idealizado pela ONU em 1987 para defender os interesses sustentáveis, a paz e a justiça socioeconômica recebe apoio de milhares de organizações do mundo todo

É uma espécie de código de ética planetário, semelhante à Declaração Universal dos Direitos Humanos, só que voltado à sustentabilidade, à paz e à justiça socioeconômica. Idealizada pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas, em 1987, ganhou impulso na Cúpula da Terra, realizada no Rio de Janeiro, em 1992. O documento ficou pronto no ano 2000, foi traduzido para 40 idiomas e atualmente é apoiado por 4,6 mil organizações ao redor do mundo, inclusive no Brasil.

A Carta contém 16 princípios básicos agrupados em quatro grandes tópicos: respeitar e cuidar da comunidade de vida; integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia, violência e paz.
A erradicação da pobreza, com acesso à água potável, ao ar puro e à segurança alimentar, e a construção de sociedades democráticas, sustentáveis e justas são dois princípios expressos pela Carta da Terra, que também defende a promoção de uma cultura de tolerância e não-violência e a distribuição equitativa dos recursos da Terra. Uma forma de você colocar em prática os valores da Carta da Terra é disseminar seu conteúdo entre amigos, familiares e comunidade e pressionar governo, empresas, escolas e demais organizações da sociedade civil a se guiar por seus princípios

Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacional legalmente unificador quanto ao ambiente e ao desenvolvimento.

Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.

No Brasil

Não há, no país, organismos que reúnam formalmente as atividades para o Dia da Terra. Entre as ações isoladas para a data destaca-se o lançamento da Carta da Terra, da ONG Carta da Terra Brasil. A entidade elaborou uma carta em que defende o respeito à comunidade da vida; a integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia e paz. A íntegra da carta pode ser acessada aqui e pode ser distribuída em ferramentas de redes sociais.

http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/text.html

Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2017/04/dia-da-mae-terra-onu-pede-protecao-em-prol-das-futuras-geracoes/#.WPwnMGnyvcu

Web site Fórum Indígena
http://www.novosite.ssps.org.br/arquivos/10/downloads/Vivat44_PT.pdf

Outras Fonte:
https://leonardoboff.wordpress.com/2012/04/22/discurso-no-onu-por-que-a-terra-e-nossa-mae/
http://www.revistaecologico.com.br/noticia.php?id=4788
https://www.servindi.org/actualidad/4724

Fotos: Domínio Público e Acervo pessoal de Marly Cuesta

http://www.alainet.org/es/articulo/184938

http://www.marcusnakagawa.com

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Dia 21 de Março -Dia Internacional das Florestas!

Em 2017 tem o lema: Florestas e Energia!


As Nações Unidas querem despertar a consciência sobre a importância de todos os tipos de bosques, que cobrem 30% da superfície da Terra. A conservação das árvores fora das matas é o outro objetivo das celebrações.

ORIGEM E HISTORIAL

No Nebrasca (EUA), em 1872, face à escassez de árvores e florestas, a população decidiu dedicar um dia à plantação de árvores. Inicialmente, a comemoração não tinha um dia fixo.
Muitos países se seguiram nesta iniciativa, tendo a primeira “Festa da Árvore” sido comemorada em Portugal, em 1907, estendendo-se estas comemorações, sobretudo durante o período inicial da 1.ª República, até 1917.

Em dezembro de 1970, no âmbito das comemorações do Ano Europeu da Conservação da Natureza, foi retomada a celebração oficial do “Dia da Árvore”, por proposta da então Direção-Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas e da Liga para a Proteção da Natureza.

A Festa passou da Árvore à da Floresta quando, em 1971, a FAO estabeleceu o “Dia Mundial da Floresta” com o objetivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra. Como consequência, em Portugal, em 1974, foi celebrado o primeiro “Dia Mundial da Floresta”, tendo sido escolhida, como em muitos outros países do hemisfério norte, a data de 21 de março, o primeiro dia de primavera.

Em 30 de novembro de 2012, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução que declara o dia 21 de março de cada ano como Dia Internacional das Florestas, encarregando o Secretariado de, em colaboração com os governos e as demais organizações internacionais e da ONU, organizar anualmente as comemorações do Dia Internacional.

A nível mundial, a Floresta é responsável pela produção de 40% da energia renovável, tanto quanto as fontes solar, eólica e hídrica juntas; e quase 900 milhões de pessoas trabalham no setor do aproveitamento da biomassa florestal para produção de energia, sobretudo nos países em vias de desenvolvimento.

A importância desta função da Floresta para a vida das pessoas é enorme, não só na vertente tradicional (como principal fonte de lenhas e de outro tipo de biomassa desde os primórdios da Humanidade), como também numa vertente mais recente, como é o caso da produção de biocombustíveis, que possam substituir progressivamente o consumo de hidrocarbonetos, contribuindo para a mitigação das alterações climáticas e para a segurança energética dos países.

Nos países desenvolvidos, a produção de biomassa florestal para energia é um dos principais fatores de valorização dos recursos florestais, promovendo o desenvolvimento rural em regiões mais desfavorecidas. Mesmo nas zonas urbanas, as árvores e Florestas desempenham igualmente um papel relevante na poupança de energia, atenuando os fenômenos climáticos extremos e aumentando o conforto térmico dos edifícios e dos espaços públicos.

Necessidade

A ONU News conversou, em Nova Iorque, com o diretor do Fórum sobre as Florestas do Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, Desa.
Manoel Sobral Filho disse que haver 2 bilhões de pessoas dependentes de recursos energéticos dos bosques para atender as suas necessidades, uma tendência que afirmou aumentar os receios sobre a sustentabilidade.
“Nós temos que promover a sustentabilidade, promover mais plantios de florestas e promover uma extração somente do que a floresta pode repor. É o que a gente chama de manejo florestal sustentado. Devo admitir que nós temos também que promover outras formas de energia, onde não se pode contar com a floresta de forma sustentada. A energia solar, por exemplo, já tem grandes avanços nessa área em algumas partes da Ásia, da África e da América latina.”

“Florestas é um grande Patrimônio diverso que devemos preservar”,diz a Tuxáua e Educadora Ambiental,Marly Cuesta.

Investimentos

O especialista da ONU disse haver ainda esperanças de uma recuperação florestal a longo prazo, apesar da perda de mais de 3 milhões de hectares de bosques por ano.
“Tem que haver maior cooperação Norte-Sul com investimento do Norte em plantações florestais, especialmente para energia para o atendimento de comunidades pobres. Eu acho que isso é possível. No âmbito do Acordo de Paris, uma série de países em desenvolvimento se comprometeu a aumentar sua área florestal em mais de 100 milhões de hectares de forma global, para armazenar carbono e ao mesmo tempo usar de forma sustentável esses recursos inclusive para a energia. Essa cooperação Norte-Sul é fundamental. Com isso eu acho que a gente pode avançar bastante.”
A ONU defende que as florestas são muitas vezes a única fonte de energia disponível para as populações das zonas rurais em países em desenvolvimento.
A organização estima que 90% da lenha e carvão do mundo são consumidos pelo grupo de nações.

Fonte:
http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2017/03/dia-internacional-das-florestas-destaca-relacao-com-fontes-de-energia/#.WNE2yVXyvcs

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maeterra“Quando ameaçamos o planeta, destruímos nossa única casa – e nossa sobrevivência futura”, afirma Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e o Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, marcaram hoje (22) as comemorações do Dia Internacional da Mãe Terra, reafirmando a responsabilidade coletiva de promover a harmonia da humanidade com a natureza.

“Quando ameaçamos o planeta, destruímos nossa única casa – e nossa sobrevivência futura. Neste Dia Internacional, renovemos os nossos compromissos de honrar e respeitar a Mãe Terra”, disse Ban Ki-moon em comunicado.

“Este ano, o Dia da Mãe Terra ressalta as ‘Faces das Mudanças Climáticas‘, um importante exercício de sensibilização, uma vez que diversas nações prometeram entrar em acordo, até 2015, para um novo e inclusivo tratado da ONU para lidar com o aparentemente inexorável acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera e todos os riscos crescentes para países e comunidades do planeta”, disse Steiner.

A data internacional marca a contagem regressiva para o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, previsto este ano para ser celebrado na Mongólia, com a campanha Pensar.Comer.Conservar – Diga Não ao Desperdício.

A campanha é promovida pelo PNUMA e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para reduzir o desperdício de comida adequada para o consumo. Cerca de 1/3 de toda a produção de alimentos do mundo não é consumida.

http://nacoesunidas.org/no-dia-internacional-da-mae-terra-onu-pede-acao-contra-mudancas-climaticas/

Veja também:

MEDSE_Morales_es

ARMONIA

resolucion

http://www.cinu.mx/minisitio/madre_tierra/_hacia_una_declaracion_univers/

http://www.cinu.mx/minisitio/madre_tierra/

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dia-mundial-da-água 2015Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, no Rio de Janeiro.

Desde então, as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.

Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e energia, cooperação pela água, água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano.

E,justamente no ano em que se encerra a Década da Água – 2005 – 2015, proclamada pelas Nações Unidas, muitos países do mundo – e particularmente o Brasil, finalmente se dão conta que a água é um recurso finito. E extremamente valioso.

Infelizmente, em nosso país, foram a seca prolongada e o iminente risco de falta d’água em diversas cidades que fizeram com que governantes e população encarassem esta realidade.

Durante esta década, a cada ano a UN-Water (agência da ONU que coordena ações em assuntos sobre água doce e saneamento) escolhe um tema para ser debatido internacionalmente. Este ano, quando este ciclo se fecha, Água e Desenvolvimento Sustentável dará o tom de encontros e discussões.

Fórum Mundial da Água em 2018

A capital federal, que concorria com Copenhague (Dinamarca), foi eleita durante em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião do Quadro de Governadores do Conselho Mundial da Água (WWC), em Gyeongju (Coreia do Sul), para sediar o Fórum Mundial da Água de 2018

O fórum ocorre a cada três anos e é o maior evento do mundo com a temática dos recursos hídricos. A campanha brasileira apresentou o tema ‘Compartilhando Água’, para integrar os assuntos discutidos nas edições anteriores do evento, dando continuidade aos debates já realizados sobre os desafios do setor de recursos hídricos.

Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), em agosto de 2013, uma equipe de avaliadores esteve em Brasília e produziu um relatório sobre infraestrutura de transportes, mobilidade urbana, rede hoteleira e locais para realização do fórum, que serviu de subsídio para que a cidade fosse a escolhida.

A próxima edição do evento organizado pelo WWC, em 2015, será em duas cidades da Coreia do Sul, Daegu e Gyeongbuk, com o tema ‘Água para Nosso Futuro’. O objetivo é destacar a temática dos recursos hídricos na agenda global e reunir organizações internacionais, políticos, representantes da sociedade civil, cientistas, usuários de água e profissionais do setor.

Água é um bem essencial para que o planeta enfrente os desafios das próximas décadas. Com o aquecimento global, recursos hídricos serão ainda mais fundamentais para que a produção de alimentos possa atender a população global, que deverá chegar a 9 bilhões de habitantes.

Outro grande problema que ainda faz parte do dia-a-dia de milhares de pessoas no mundo é a falta de acesso a saneamento básico e água potável. Mas antes de tudo, será necessário fazer com que ela não falte através de uma gestão hídrica maisconsciente e sustentável. Afinal, sem água, não há vida.

A Humanidade precisa de água, e a cada dia aumenta o consumo em virtude do aumento da migração de populações para os centros urbanos. Estima-se que em 2050 serão necessários 40% mais água nos centros urbanos do que nos dias atuais, com base na projeção de que 2,5 bilhões de pessoas mudarão para cidades até esta data.

A água está no centro do desenvolvimento sustentável. Os recursos hídricos, e a gama de serviços que eles provêm, tem o poder reduzir a pobreza, promover o crescimento econômico e a sustentabilidade ambiental. Desde a segurança alimentar e energética até a saúde humana e ambiental, a água contribui para melhorar o bem estar social e crescimento inclusivo, beneficiando o sustento de bilhões de pessoas.

Água e Saúde

A água é essencial à saúde humana. O corpo humano pode sobreviver semanas sem comida, porém apenas poucos dias sem água. O simples ato de lavar as mãos com frequência previne uma série de doenças e sua proliferação. O corpo humano é composto de 50-65% de água, sendo que crianças recém-nascidas têm 78% de água. Todos os dias, as pessoas precisam de água para beber, cozinhar e para higiene pessoal. A Organização Mundial da saúde recomenda ao menos 7,5 litros por pessoa por dia para satisfazer as necessidades básicas, e 20 litros/pessoa por dia são suficientes para suprir as necessidades de higiene pessoal e higiene dos alimentos.

Apesar dos progressos na última década, 750 milhões de pessoas ainda não tem acesso à água potável e 2,5 milhões não dispõem de saneamento básico. Maiores investimentos em água e saneamento resultam em ganho econômico substancial. O custo para prover água e saneamento a todos os habitantes do mundo é estimado em cerca de US$ 100 bilhões por ano, por um período de cinco anos.

Água e Natureza

Os Ecossistemas, incluindo, por exemplo, florestas, pântanos e pastagens, estão no cerne do ciclo global da água. Toda a água doce, em última análise, depende do contínuo funcionamento saudável dos ecossistemas, e reconhecer o ciclo da água é essencial para uma gestão sustentável da água. No entanto, a maioria dos modelos econômicos não valorizam os serviços essenciais prestados pelos ecossistemas de água doce. Isto leva à utilização não sustentável dos recursos hídricos e da degradação dos ecossistemas.

Há uma necessidade de mudar para políticas econômicas ambientalmente sustentáveis ​​que levem em conta a interligação entre os sistemas ecológicos. O desafio é atingir o equilíbrio entre infraestrutura construída e natural e prestação de serviços.

Argumentos econômicos podem tornar a preservação dos ecossistemas relevantes para os tomadores de decisão e planificadores. A valorização dos ecossistemas demonstra que os benefícios excedem em muito os custos de investimentos relacionados com a água na conservação dos ecossistemas.

Água e Urbanização

Hoje em dia, um terço da população mundial vive em cidades. As cidades do mundo estão crescendo em ritmo excepcional, e 93% da urbanização ocorre em países pobres e em desenvolvimento, notadamente nos países BRICS.

“A gestão de áreas urbanas tornou-se um dos mais importantes desafios para o desenvolvimento do século XXI. Nosso sucesso ou falha em construir cidades sustentáveis será um dos maiores fatores de decisão na Agenda de Desenvolvimento pós-2015 das Nações Unidas”, afirma John Wilmoth, Diretor da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) das Nações Unidas.

Milhares de quilômetros de tubulações conformam a infraestrutura de água das cidades. Muitos sistemas antigos desperdiçam mais água do que entregam. Em muitas cidades, a infraestrutura de água e esgoto é inexistente, insuficiente, ou inadequada.

Água e Indústria

Todo produto manufaturado reque água na sua fabricação. Algumas indústrias utilizam mais água que outras: São necessários 10 litros de água para produzir uma folha de papel, e 91 litros para fabricar 500 g de plástico.

A industrialização pode trazer desenvolvimento aumentando a produtividade, empregos e a renda, porém a indústria prioriza maximizar a produção ao invés de buscar eficiência e conservação da água.

Tecnologia e planejamento inteligente podem reduzir o uso de água, e melhorar a qualidade das águas residuais. Alguns modernos fabricantes de têxteis introduziram tecnologias que garantem que a água que sai da fábrica é tão ou mais limpa do que as fontes de água potável que abastecem as cidades. Grandes empresas de bebidas também estão melhorando a sua eficiência no uso da água e ao longo dos últimos 10 anos reduziu-se substancialmente a água utilizada em suas unidades fabris.

Água e Energia

Água e energia são parceiros naturais. A água é necessária para gerar energia. A energia é necessária para fornecer água.

Hoje mais de 80% da geração de energia é por usinas termoelétricas. A água é aquecida para criar o vapor para acionamento dos geradores elétricos. Milhares de milhões de litros de água são também necessários para o resfriamento. Isso requer limitar a construção e utilização das plantas menos eficientes de energia movidas a carvão. A energia hidrelétrica representa 16% da produção mundial de eletricidade no mundo inteiro – um valor esperado de 3700 grandes barragens pode mais do que dobrar a capacidade total de eletricidade da energia hidrelétrica dentro das próximas duas décadas.

Nova produção de energia deve ser usada amplamente, adotando resfriamento seco ou tecnologias de resfriamento de circuito fechado altamente eficientes. O uso de fontes alternativas de água, como a do mar ou de águas residuais, oferece um grande potencial para reduzir as pressões sobre os recursos de água doce.

A energia renovável vem de recursos que são naturalmente reabastecidos, como luz solar, vento, chuva, marés, ondas e calor geotérmico. Estas prescindem grandes quantidades de água doce.

Água e Alimentação

Cada cidadão norte-americano utiliza 7.500 litros de água por dia, a maior parte para produzir alimentos. Um litro de água é necessário para irrigar 1 caloria de alimento, e a irrigação é responsável por 90% do consumo de água em alguns países em desenvolvimento. A nível global, a agricultura é o maior consumidor de água, com 70% de consumo.

Até 2050 a agricultura deverá produzir 60% mais alimentos globalmente e 100% mais em países em desenvolvimento. O crescimento econômico e a riqueza individual estão mudando as dietas baseadas principalmente em amido para carne e laticínios, que requerem mais água em sua produção. Para produzir 1 Kg de arroz, consome-se 3.500 litros de água, enquanto 1 Kg de carne requer 15 mil litros. Esta mudança na dieta impacta grandemente no consumo de água nos últimos 30 anos, e há indícios de que continue até meados do século XXI.

As taxas de crescimento atuais de demandas agrícolas sobre os recursos de água doce do mundo são insustentáveis. A utilização ineficiente de água para a produção agrícola esgota aquíferos, reduz o fluxo dos rios, degrada habitats de vida selvagem, e causou a salinização de 20% da área terrestre irrigada global. Para aumentar a eficiência na utilização de água, a agricultura pode reduzir perdas de água e, mais importante ainda, aumentar a produtividade das culturas em relação à água.

Com o aumento da agricultura intensiva, a poluição da água pode piorar. A experiência dos países de alta renda mostra que uma combinação de incentivos, incluindo regulamentação mais rigorosa, aplicação e subsídios bem orientados podem ajudar a reduzir a poluição da água.

Água e equidade

Em países em desenvolvimento, a responsabilidade pela coleta de água todos os dias recai desproporcionalmente sobre as mulheres e meninas. Em média, as mulheres dessas regiões passam 25% do seu dia de coleta de água para suas famílias. Este tempo não é empregado em trabalho remunerado, cuidar da família ou na escola. Os investimentos em água e saneamento mostram ganhos econômicos consideráveis. Cada dólar investido mostra um retorno entre 5 e 8 vezes este valor.

A mudança climática afeta negativamente as fontes de água doce. As projeções atuais mostram que os riscos relacionados com a água doce aumentam significativamente com o aumento das emissões de gases de efeito de estufa, exacerbando a competição por água entre todos os usos e usuários, afetando a segurança regional da água, energia e alimentos. Combinada com a crescente demanda por água, isso irá criar enormes desafios para a gestão dos recursos hídricos.

O Brasil e os recursos hídricos

O Brasil é um dos países com maior potencial de recursos hídricos do mundo. O Conselho nacional de Recursos Hídricos (CNHR) por meio da Resolução n°58/2010 atribuiu à Agencia Nacional de Águas (ANA) a responsabilidade pela elaboração do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, de forma sistemática e periódica.

O último relatório da ANA disponível é de 2011, que pode ser lido integralmente na Internet no endereço http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a Região Sudeste do Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. O Governo Federal lançou campanhas para conscientizar a população sobre a necessidade de economizar água. Desde então, relatos diários sobre os níveis dos principais mananciais que abastecem a cidade de São Paulo vêm sendo publicados na mídia online e impressa. (veja http://site.sabesp.com.br/)

Um dos problemas associados com a falta de água – ou de sua perspectiva – é o armazenamento inadequado de água nas moradias. Quando destampados, os reservatórios de água doce limpa são viveiros ideais para a proliferação de vetores transmissores de doenças. A Prefeitura Municipal de São Paulo, em seu portal na Internet alerta para os riscos de aumento de casos de dengue – doença causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti –decorrente do armazenamento impróprio de água. Dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde indicam que os casos de dengue no Brasil chegaram a 224 mil na semana de 1 a 7 de março de 2015, e os da chikungunya – doença viral transmitida pelo mesmo mosquito da dengue – foram de 1050 casos confirmados. Os casos de dengue triplicaram em relação ao mesmo período de 2014.

Veja matéria no PSI sobre declaração do Ministro da Saúde, Arthur Chioro, sobre o tema.

É importante conscientizar a população, principalmente na Região Sudeste, a fazer uso consciente da água e se armazenar água, fazê-lo de modo adequado.

Confira abaixo o vídeo do Dia Mundial da Água 2015:

Fonte: World Water Day 2015

http://aai.bireme.org/proxy/boletim/reader.php?article=/boletim/campanhas/dia-mundial-da-agua-2015/

Agência Brasil

 

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dia-da-floresta_finalPara sensibilizar a população sobre a importância das florestas na manutenção dos ecossistemas e no desenvolvimento sustentável, a ONU criou o dia internacional das florestas.

As florestas são essenciais para a manutenção da vida na Terra. Elas são responsáveis pela manutenção da maior parte das fontes de água doce do planeta, abrigam grande parte da biodiversidade, tanto da fauna quanto da flora; elas, em especial as matas ciliares (próximas aos rios), mantêm a integridade dos rios, protegem os solos de erosões, fornecem-nos melhor qualidade de vida, entre muitos outros aspectos.

Pensando na necessidade de sensibilizar a população humana sobre a importância das florestas para a manutenção da vida na Terra e a necessidade de preservá-las, em 1971, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sugeriu a criação do “Dia Mundial da Floresta”. A comemoração da data foi estabelecida para o dia 21 de março, em virtude do início da Primavera no Hemisfério Norte, de onde partiu a ideia da criação da data. Assim, no dia 21 de março do ano seguinte foi comemorado, na Europa e em muitas outras regiões do mundo, o primeiro “Dia Mundial da Floresta” ou “Dia Internacional das Florestas”.

As florestas brasileiras estão distribuídas por seis biomas com características particulares, ocupam cerca de 61% do território brasileiro e desempenham importantes funções sociais, econômicas e ambientais. Ofertam uma grande variedade de bens e prestam serviços ambientais essenciais, como a conservação dos recursos hídricos e da biodiversidade e a estabilidade climática.

O ICMBio, através das Unidades de Conservação, protege as florestas brasileiras.

Em 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma resolução para a criação do “Dia Internacional das Florestas”, que seria celebrado nos dias 21 de março de cada ano. A criação desta nova celebração surgiu no intuito de reforçar a importância dos ecossistemas florestais, bem como a importância de todos os ecossistemas para o desenvolvimento sustentável e a necessidade de preservá-los.

Em março de 2013, a ONU celebrou o primeiro “Dia Internacional das Florestas”, lançando algumas estimativas. De acordo com a Organização, tanto os desmatamentos quanto o manejo da terra são responsáveis por 17% das emissões de dióxido de carbono (um dos principais gases que contribuem para o aquecimento global) geradas pelo ser humano. Contudo, nas últimas décadas a taxa de desmatamento caiu em 20%, segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em entrevista à Rádio ONU.

Essa queda na taxa de desmatamentos foi considerada animadora, mas ainda temos que reduzir mais. Reforçando essa necessidade, Ban fez um apelo aos governantes e à sociedade civil para que se reduza o desmatamento e a pobreza. Ele sugere a promoção de meios de subsistências alternativos que demandem um menor uso dos recursos florestais, já que cerca de 3 milhões de pessoas usam a madeira como combustível fóssil e aproximadamente 750 milhões vivem em florestas.

Para garantir a integridade das florestas, a ONU quer que o desmatamento ilegal seja erradicado, propondo que os países apoiem a sua campanha “Desmatamento Ilegal Zero”, promovendo o plantio de árvores e o controle dos desmatamentos ilegais.

Foto da Aldeia

 

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Logo_ObjetivosO Movimento,promoverá rica programação no dia 24 de janeiro à partir das 14h, na Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre.

As atividades autogestionadas compõe a grade geral da programação do Fórum Social Temático 2014:Crise Capitalista, Democracia, Justiça Social e Ambiental,com os temas programados  sob a forma de painel, que serão apresentados por Pesquisadores importantes do RS.

Consta também, na programação, vídeo-debate  de Boas Práticas pelo Objetivo nº 1 – Acabar com a Fome e a  Extrema Miséria -dos ODM da ONU, além de Questionamentos e Reflexões sobre o Pós-2015 , além do Ato  de Formação do Núcleo Porto Alegre  que será  integrado pela  sociedade civil organizada.

Programação:

Dia 24 janeiro 2014

 14h às 15h30” Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: O quê se pode esperar dos indicadores na Região Metropolitana de Porto Alegre, até 2015”,  de autoria dos pesquisadores: Hélios Puig Gonzalez Msc. Planejamento Urbano e Regional e Salvatore Santagada Msc Sociologia

15h30 às 16h30 – Apresentação de trabalhos já realizados pelo OBSERVASINOS, de autoria da Pesquisadora  Marilene Maia

16h30 às 17h30Apresentação de trabalhos já realizados pelo OBSERVATORIO SOCIAL de Lajeado,  de autoria do Pesquisador Adriano Strassburger

17h30  às 18h – Vídeo-Debate: Boas Práticas:Saberes e Fazeres da herança cultural da alimentação tradicional em prol do Objetivo nº 1 -Acabar com a Fome e a  Extrema Miséria –  dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio-ODM/ONU e FORMAÇÂO em Economia Criativa e Solidária da Cultura  pelo GT- Boas Práticas do Movimento pelos ODM/ONU  RS – Ação  do Projeto Tuxaua 2010 –Bússula Cultural  no Documentário da TV OVO pelo edital do LabCultura da UFRJ

18h às 18h30 – Questionamentos e Reflexões sobre o Pós-2015 dos ODM da ON

Provocador: Sr.Luizinho Martins – Secretário Municipal da Juventude de Porto Alegre

18h30 às  19h30 – Ato da Coordenação Estadual do Movimento pelos ODM/ONU RS para  Formação do Núcleo Porto Alegre

Marly Cuesta

Tuxáua 2010

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