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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Cultura e Histórias do Sul!

A Música Do Sul

Frente-NetVerso-Net================================================================
Tamanho Do Arquivo: 59.0 MB
M Vinil Folclore-Gaúcho – Álbum Discos Marcus Pereira – MPL 1029

01. Dança Da Lagoa Do Sol – Tema De Inspiração Indigena (J. Waldir S. Garcia)
02. Carreta – Carreada (Jorge L. Ferreira – Acy T. Vieira)
03. Janaíta – Milonga (Cláudio B. Garcia – J. Waldir S. Garcia)
04. Versos Perplexos – Milonga (Cláudio B. Garcia – Jorge L. Ferreira)
05. Cheracar Y Apacuy – Tema De Lenda Missioneira (Cláudio B. Garcia)
06. Gauchê – Tema De Lenda Pampeana (Cláudio B. Garcia – Rafael Koler)
07. Homens De Preto – Cena Gaúcha (Paulo Ruschel)
08. Pedro Guará – Milonga Pampeana (Cláudio B. Garcia – J. Cláudio L. Machado)
09. Barqueiro – Tema De Lagoa ( (Cláudio B. Garcia)
10. Canto Da Gente – Milonga (Alvaro B. Cardoso – J. Waldir S. Garcia)
11. Continente Americano – Tema Latino Americano (Cláudio B. Garcia)

Caixa Mega 2

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Por Jorgete Lemos
#VidasNegrasImportam No momento em que enfrentamos uma pandemia, em que alguns acreditam seriamente que aprenderemos, que sairemos melhores desta crise, como pessoas, outras crises fazem com que venham à tona questões tão antigas quanto a nossa existência. Crises de Ódio.

Já passamos pela peste bubônica no século XIV, pela varíola que durou mais de 3 mil anos e só foi erradicada em 1980, pela cólera entre 1817 e 2019, pela gripe espanhola em 1918. E em meio a tudo isso, pergunto: foram registradas melhorias disruptivas nas atitudes e comportamentos humanos em nossa sociedade? Não. Não deixamos de registrar crimes, de toda ordem. Mas, existem crises que se arrastam na esteira da existência humana movidas pelo ódio.

E o que é o ódio se não emoção negativa e intensa, causada pela crença de que o odiado é um ser desprezível, detestável e por isso não merece qualquer consideração?

O ódio pode ser contra indivíduos, grupos, comportamentos, pensamentos divergentes e até objetos, seres inanimados.

Negros odiados até à morte. Até quando?
Quando os europeus iniciaram a escravização por causa da raça, a raça foi a negra. Não temos como mudar o princípio, mas podemos mudar o final dessa história.

Antes, a prática da escravização ocorria ou não entre povos da mesma raça, etnia, mas principalmente em decorrência do aprisionamento dos perdedores em conflitos, por conquista de mais poder, espaço geográfico, riquezas e até como pagamento por perda em jogos.

Ao escravizar negros, toda uma gama de atributos negativos precisavam lhes ser atribuídos para justificar o injustificável: a escravização. A crença religiosa, a linguagem, seus costumes, todos tidos como profanos, indignos da convivência com os dominadores, foram exacerbados ao máximo, causando medo e repulsa à convivência. Assim, era muito mais fácil delimitar espaços pela limitação financeira decorrente da inacessibilidade à educação, trabalho e renda.

Pessoas foram ensinadas a odiar para garantir o status quo, mantendo ódios ancestrais, que perpetuam até hoje, ambições de poder, transmitidas de geração para geração.
Frase de Nelson Mandela
A frase acima, de Nelson Mandela, é ratificada pela biologia que tem atributos que predispõem o ser humano a odiar, mas que precisam estar associados a outras questões tais como socioculturais, econômicas, sem abrir mão da visão histórica.

E o que nos diz a neurociência? “O sentimento de ódio coincide com a ativação do cérebro de estruturas como o córtex frontal medial, envolvido na capacidade de argumentar. Tais estruturas do cérebro também participam da percepção do desdém e do nojo.” Ou seja, assim somos ensinados e estimulados a odiar.

O que é ser negro no Brasil?
O Dr. Milton Santos, geógrafo, intelectual, professor e um dos maiores pensadores brasileiros traduziu nesta frase: “Ser negro no Brasil é, com frequência, ser objeto de um olhar enviesado. A chamada boa sociedade parece considerar que há um lugar predeterminado, lá em baixo, para os negros.”

Negros incomodam, na medida em que ascendem socialmente e amedrontam os racistas que os odeiam. Precisamos falar sobre racismo para identificarmos o que é ser antirracista.

E a resposta é a violência.
#ContraOGenocídiodaJuventudeNegra
77% dos jovens assassinados no Brasil são negros que vivem em favelas e periferias. Essas mortes terminam sendo banalizadas e naturalizadas.
Apenas 8% dos homicídios viram de fato um processo judicial (Conselho Nacional de Justiça).
50 milhões de brasileiros com mais de 16 anos perderam um amigo, parente ou alguém próximo assassinado (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).
429% em 20 anos. Eis o crescimento do número de mortes de crianças e adolescentes negros até 19 anos, de 1997 até 2017, neste País (Fundação ABRINQ).
Agora, no auge da crise da COVID-19, ao falar em João Pedro Matos Pinto, 14 anos, negro, assassinado no dia 18 de maio, no Rio de Janeiro, com um tiro de fuzil, que o atravessou da barriga ao ombro, e da sua casa marcada com setenta e dois disparos, tivemos em Brasília, no dia 31 de maio, um manifesto de grupo de mascarados carregando tochas acesas…

O ódio irriga todos os podres poderes, alheios ao genocídio negro: ou morrem em decorrência da pandemia, porque são as pessoas mais vulneráveis socialmente, pela precariedade de recursos próprios e dos de responsabilidade do Estado, ou são assassinados, por apresentarem o estereótipo de pessoas do mal: cor da pele, cabelo. Depois perguntam ou não, quem é você, negro?

Impunidade: Não conseguimos mais respirar.
A reação global ao vídeo da morte da George Floyd, afro-americano que morreu em 25 de maio de 2020, depois que o policial Derek Chauvin, de Minneapolis se ajoelhou no seu pescoço por pelo menos sete minutos, enquanto ele estava algemado e deitado de bruços… É uma boa mostra que tudo cansa; tudo tem seu fim.

Manifestações vindas da Grécia, França, Nova Zelândia, Alemanha, Inglaterra, Brasil, mostram que está ocorrendo uma tomada de consciência por parte também do agressor, quando polícias americanos se postam de joelhos diante dos negros.

Policiais estão cansados de serem chamados de assassinos. Esta será a grande virada: termos representantes dos agressores juntando-se aos agredidos, pois se foram ensinados a odiar, também podem ser ensinados a amar, ou melhor, a tomarem consciência que juntos sempre seremos mais fortes e os resultados devem ser para o todo; não para as pequenas partes, opressoras.
Pelo fim da violência contra a juventude negra no Brasil
Reafirmando o compromisso de implementação da Década Internacional de Afrodescendentes, o Sistema ONU Brasil lançou no Mês da Consciência Negra de 2017, a campanha nacional “Vidas Negras”.

A iniciativa busca ampliar, junto à sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais, a visibilidade do problema da violência contra a juventude negra no país. O objetivo é chamar atenção e sensibilizar para os impactos do racismo na restrição da cidadania de pessoas negras, influenciando atores estratégicos na produção e apoio de ações de enfrentamento da discriminação e violência.

Não permita que o racismo deixe a juventude negra para trás
No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras. Na faixa etária de 15 a 29 anos, são cinco vidas perdidas para a violência a cada duas horas. De 2005 a 2015, enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes teve queda de 12% para os não-negros, entre os negros houve aumento de 18,2%. A letalidade das pessoas negras vem aumentando e isto exige políticas com foco na superação das desigualdades raciais.

Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. O dado revela como os brasileiros têm sido indiferentes a um problema que deveria ser de todos.

A campanha quer chamar atenção para o fato de que cada perda é um prejuízo para o conjunto da sociedade. Segundo dados recentemente divulgados pelo UNICEF, de cada mil adolescentes brasileiros, quatro vão ser assassinados antes de completar 19 anos. Se nada for feito, serão 43 mil brasileiros entre os 12 e os 18 anos mortos de 2015 a 2021, três vezes mais negros do que brancos. Entre os jovens, de 15 a 29, nos próximos 23 minutos, uma vida negra será perdida e um futuro cancelado.

A campanha defende que esta morte precisa ser evitada e, para isso, é necessário que Estado e sociedade se comprometam com o fim do racismo – elemento chave na definição do perfil das vítimas da violência.

O Brasil está entre os 193 países que se comprometeram com a agenda 2030 de desenvolvimento sustentável, tomado a decisão de não deixar ninguém para trás. Se o racismo tem deixado os jovens negros para trás, ele precisa ser enfrentado. “Vidas Negras” é um convite aos brasileiros e brasileiras a entrar no debate e promover e apoiar ações contra a violência racial.

ONU: “Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da esc… https://youtu.be/UvEUyJuoxW8?list=PLUZOt6bFc2fgZZ_jJaNaZIwqGV0ATK5g5

Vidas Negras

(1) https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/12/ciencia/1513073061_342064.html
(2) https://anistia.org.br/um-pacto-pela-vida-dos-jovens-negros/
Por Jorgete Lemos, sócia fundadora da Jorgete Lemos Pesquisas e Serviços – Consultoria. É uma das Colunistas do RH Pra Você. O conteúdo desta coluna representa a opinião do colunista. Foto: Divulgação.

Fonte: https://rhpravoce.com.br/posts/vidas-importam-sim-vidas-negras-importam

Vidas Negras


Fotos da Internet

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Entenda de onde veio a data, comemorada neste domingo no Brasil

Em abril de 1940, os principais líderes indígenas do continente americano se reuniram para o 1º Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. O objetivo era discutir ações que zelassem pelos direitos dos índios. Porém, muitos líderes boicotaram os primeiros dias do evento, acreditando que não teria qualquer efeito. Depois de algumas reuniões, eles decidiram que o Congresso representava um importante momento histórico, e resolveram participar.

O Congresso aprovou uma recomendação de delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México, que pedia a adoção do Dia do Índio pelos governos de todos os países americanos. O dia proposto foi 19 de abril, data em que foi realizado a reunião.

Aldeia Indígena Aracuã

O Brasil não adotou a data comemorativa imediatamente. Somente em 1943 instituiu o Dia do Índio em 19 de abril, cumprindo a proposta do Congresso. A data foi ratificada em 2 de junho de 1943, pelo então presidente Getúlio Vargas, por meio do decreto-lei 5.540, e passou a ser comemorada no ano seguinte.

Desde então, nosso país celebra a data com atividades educacionais e divulgação sobre o povo indígena. Escolas e instituições culturais promovem ações e palestras para lembrar a importância desses povos para a formação da cultura brasileira e preservar as tradições e a identidade dos índios.

Mas a data não colou pelo mundo. Somente Argentina e Costa Rica adotaram. Em 1994, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) instituiu o Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em 9 de agosto.

“Continuemos na #Resistência com muito comprometimento em memória de nossos antepassados e pelas atuais e futuras gerações de nossos povos indígenas, afirmou a Tuxáua e indígena Marly Cuesta.

Fotos: Acervo pessoal da Marly Cuesta
Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/historia-por-que-e-o-dia-do-indio.phtml

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justino-sarmento-rezendeJustino Sarmento Rezende é indígena Tuyuka. Mestre em Educação pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) em 2007, com dissertação intitulada Escola Indígena Municipal Utãpinopona-Tuyuka e a Construção da Identidade Tuyuka. É autor do livro A Educação na visão de um Tuyuka, dentre outros trabalhos sobre educação escolar indígena.

Assim sendo, está diretamente envolvido com as questões em torno da educação escolar indígena, e por isso mesmo não deixaria de estar vinculado ao debate sobre a criação de ensino superior indígena no Rio Negro. Justino Tuyuka é um dos seis indígenas membros do Grupo de Mestres Indígenas do Rio Negro, que recentemente propôs o projeto da Universidade Indígena do Rio Negro (UIRN). Por outro lado, também apóia a iniciativa do Instituto Socioambiental (ISA) com seu projeto Formação Superior Indígena, Interdisciplinar e Multicultural do Rio Negro. O mestrado de Justino Tuyuka foi sobre a escola piloto diferenciada promovida pelo ISA em parceria com as comunidades Tuyuka, que inspira as diretrizes do projeto de ensino superior do ISA.

Além de seu envolvimento com as questões sobre educação superior indígena na região, Justino Tuyuka também é padre, tendo recebido desde a infância uma formação salesiana. Os Salesianos possuem diferentes missões no Rio Negro, e o Padre Justino Tuyuka é o diretor da missão da cidade de Iaraueté.

Fontes:

REZENDE, Justino Sarmento. (2004), Repensando a Educação Escolar Indígena (PDF)

REZENDE, Justino Sarmento. (2007), Escola indígena municipal Utãpinopona-Tuyuka e a construção da identidade tuyuka. Dissertação (Mestrado em Educação). Campo Grande, Universidade Católica Dom Bosco.

REZENDE, Justino Sarmento (2010), A educação na visão de um Tuyuka. Manaus, Faculdade Salesiana Dom Bosco.

DUTRA, Israel Fontes (2011), Povos Indígenas do Rio Negro: construindo uma Universidade Indígena no Alto Rio Negro. Documento de divulgação da proposta de Universidade Indígena do Rio Negro. Grupo de Mestres Indígenas do Rio Negro, UFAM, FOIRN. São Gabriel da Cachoeira, AM. (mímeo).

https://ensinosuperiorindigena.wordpress.com/atores/individuos/justino-tuyuka/

Site da Inspetoria São Domingos Sávio – Igreja Salesiana

Site do ISA

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Unicef/Dubourthoumi / Estudo recomenda mais ações para que suas crianças vivam de forma mais saudável.

Saúde / Dos países lusófonos, Portugal é o melhor posicionado em índice de sobrevivência e bem-estar, mas ocupa último lugar em nível de emissores de CO2 por pessoa; já Brasil é destacado por fortalecer sistema de informações de saúde; novo estudo adverte para excessos de emissões de carbono em economias mais ricas.

Nenhum país protege de forma adequada a saúde, o ambiente e o futuro das crianças, segundo um relatório de 40 especialistas em saúde infantil e de adolescentes em todo o mundo.

A publicação A Future for the World’s Children? ou Um Futuro para Crianças do Mundo?, em tradução livre, mostra que menores de idade na Noruega, na Coreia do Sul e na Holanda têm maior chance de sobrevivência e bem-estar.

Língua Portuguesa

Dentre as nações de língua portuguesa, Portugal figura na posição 22 do índice que compara indicadores como saúde, educação e nutrição. A seguir estão Brasil em 90º, Cabo Verde em 109º e São Tomé e Príncipe em 125.  Já Timor-Leste aparece na posição 135, Angola em 161º, Guiné-Bissau em 166º e Moçambique na posição 170.

image560x340croppedNos piores cenários entre os 180 Estados analisados estão República Centro-Africana, Chade, Somália, Níger e Mali.

O estudo inclui o índice de sustentabilidade revelando que cada pessoa dos países mais desenvolvidos emite mais dióxido de carbono, CO2, do que o objetivo nacional definido para 2030. Entre as questões avaliadas estão equidade e diferenças de rendimentos.

Entre os países lusófonos, Portugal está em 129º lugar no ranking de sustentabilidade, Brasil vem em 89, Angola 63, Cabo Verde 59 e São Tomé e Príncipe em 41. Timor-Leste está em 33º lugar, Moçambique em 29º e Guiné-Bissau em 16º.

Países ricos

Entre os maiores países emissores de gás carbônico estão Estados Unidos, Austrália e Arábia Saudita. O documento destaca que as emissões nas economias mais ricas são feitas de forma desproporcional.

A Comissão formada pela Organização Mundial da Saúde, OMS,  o Fundo da ONU para a Infância Unicef, e a revista médica The Lancet destaca que a saúde e o futuro de crianças e adolescentes em todo o mundo estão sob ameaça.

Entre os  fatores que agravam essa situação estão  a degradação ecológica, a mudança climática e as práticas de marketing prejudiciais que promovem alimentos processados, bebidas açucaradas, álcool e tabaco.

O Brasil é destacado entre os países de renda média por investir no reforço do seu sistema de informações de saúde de rotina como parte da reforma do sistema de saúde.

Crianças

Aos países em desenvolvimento, o documento recomenda mais ações para que suas crianças vivam de forma mais saudável por causa da ameaça das emissões excessivas de carbono para seu futuro.

O estudo alerta para consequências arrasadoras para a saúde infantil se o aquecimento global ultrapassar os 4 °C até 2100, de acordo com as projeções atuais. A consequência incluem ondas de calor extremo e proliferação de doenças como a malária o dengue além de condições como a subnutrição.image560x340cropped (1)

Fonte:

https://shar.es/a3Nn2w

 

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O projeto é formado por seis parques eólicos e teve seu financiamento aprovado e vai ser construído em 2021

Por CicloVivo

A implantação de seis parques eólicos, e subestação associada, no Rio Grande do Norte, teve seu financiamento aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O parque vai ter 76 aerogeradores e capacidade total instalada de 319,2 MW, suficiente para abastecer cerca de 800 mil residências. Os parques ficarão localizados nos municípios de Jandaíra, Lajes e Pedro Avelino e começarão a ser construídos em janeiro de 2021.

A previsão é de que as operações comerciais dos parques iniciem ao longo de 2022. O projeto tem previsão de criação de aproximadamente 500 empregos diretos e 200 indiretos durante a fase de construção. Parte dessa mão de obra será contratada entre as localidades próximas ao empreendimento.

Quer saber mais? Então clique aqui e confira o conteúdo completo do CicloVivo!

Fonte:

https://casa.abril.com.br/news/complexo-eolico-gerara-energia-para-800-mil-casas-no-rio-grande-do-norte/

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Mais que uma conquista simbólica, o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado em 9 de agosto, foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994, com a finalidade de reconhecer tradições e contribuições culturais e reafirmar garantias previstas na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Segundo a ONU, existem cerca de 370 milhões de indígenas em 90 países, o que representa em torno de 5% da população mundial. Trata-se de mais de 5 mil grupos diferentes que falam aproximadamente 7 mil línguas.

Cacique José Cirilo e GT-Apoio na Retomada Guarani Maquiné


Em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado nesta sexta-feira (9), o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que países garantam a essas populações o direito a determinar o seu próprio modelo de desenvolvimento, por meio de políticas que sejam inclusivas e igualitárias. De acordo com as Nações Unidas, existem em torno de 370 milhões de indígenas no mundo. “Uma proporção significativa (desses indígenas) ainda não têm direitos básicos, com a discriminação sistemática e a exclusão continuando a ameaçar modos de vida, culturas e identidades”, alertou o dirigente máximo da ONU.

Cacique Geral Guarani José Cirilo, Cacque André Benites da Retomada Maquiné, FUNAI e GT-Mediação de Conflito na Retomada em Maquiné/RS

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), os indígenas representam 5% da população mundial, mas encontram-se entre os 15% mais pobres.

Resistência feminina indígena

Globalmente, os povos originários enfrentam uma série de desafios ao exercício dos seus direitos. Os problemas incluem a realocação forçada, as desigualdades no nível educacional e a pressão para se assimilar culturalmente. Essas populações também têm acesso limitado a serviços de saúde, emprego, serviços de informação e Internet.

Cultura Indígena como forma de resistência

Guterres lembrou que 2019 foi escolhido pela ONU como o Ano Internacional das Línguas Indígenas — um marco que chama atenção para a necessidade de preservar e promover esses idiomas.

O Fórum Permanente da ONU sobre Questões Indígenas estimava, em 2016, que 40% das aproximadamente 6,7 mil línguas faladas no mundo estavam em risco de desaparecer. A maior parte desses idiomas é indígena. “As línguas são (o modo) como nós nos comunicamos e elas estão inextricavelmente ligadas às nossas culturas, histórias e identidade. Com cada língua que desaparece, o mundo perde uma riqueza em conhecimentos tradicionais”, enfatizou o secretário-geral.

“Conto com os Estados-membros para engajar e apoiar os povos indígenas na determinação do seu próprio desenvolvimento, por meio de políticas que sejam inclusivas, igualitárias e acessíveis. As Nações Unidas está a postos para apoiar todas as iniciativas voltadas para a realização dos direitos e aspirações dos povos indígenas.”

Plantação de milho orgânico na terra Indígena Retomada Guarani
Alimento orgânico

Povos indígenas: guardiões da natureza.

Também por ocasião do dia internacional, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, afirmou que os povos indígenas são “detentores do conhecimento que contribuiu para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas do mundo”.

Saberes ancestrais no uso da Bioconstrução sustentável

“A UNESCO tem trabalhado para preservar o patrimônio intangível de habilidades e know-how tradicionais, bem como para aumentar a conscientização sobre sua importância, por meio de programas como os Sistemas de Conhecimento Local e Indígena, que apoiam governos a criar interfaces essenciais entre cientistas e comunidades indígenas”, lembrou a dirigente.

Saberes Indígenas X Ervas medicinais

Esses sistemas promovem a inclusão dos saberes indígenas em debates institucionalizados, como as conferências e painéis da ONU sobre mudanças climáticas e meio ambiente.

Sobre a necessidade de proteger os idiomas indígenas, Audrey ressaltou que o desaparecimento dessas línguas “é uma grande ameaça para as comunidades indígenas e sua singular herança, bem como para nossa diversidade global e nosso potencial de criatividade e inovação”.

Lideranças indígenas com Sabá Manchinery

Em publicação numa rede social, a diretora-executiva da ONU Meio Ambiente, Inger Andersen, enfatizou que “as comunidades indígenas são guardiães ambientais poderosas e que mais precisa ser feito para garantir que suas vozes sejam ouvidas”.

Fonte

https://nacoesunidas.org/em-dia-mundial-onu-defende-direito-dos-povos-indigenas-a-definir-estrategias-de-desenvolvimento/amp/

Fotos: Acervo da ONU

Acervo pessoal da Tuxáua Marly Cuesta

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Encontro convocado pelo Papa, para outubro, vai abordar consequências da exploração da floresta e dos recursos hídricos, no «pulmão do planeta»

Cidade do Vaticano, 17 jun 2019 (Ecclesia) – O Vaticano denuncia num novo documento sobre a Amazónia a exploração levada a cabo por interesses económicos que ameaçam o “pulmão do planeta” e os direitos dos povos indígenas.

“A vida na Amazónia está ameaçada pela destruição e exploração ambiental, pela violação sistemática dos direitos humanos elementares da população amazónica. De modo especial a violação dos direitos dos povos originários, como o direito ao território, à autodeterminação, à demarcação dos territórios e à consulta e ao consentimento prévios”, assinala o documento de trabalho da assembleia especial do Sínodo dos Bispos sobre a Amazónia, que o Papa convocou para outubro.

O texto conta com o contributo das comunidades locais, que apontam o dedo a “interesses económicos e políticos dos setores dominantes”, em particular “empresas extrativistas, muitas vezes em conivência, ou com a permissividade dos governos locais, nacionais e das autoridades tradicionais”.

Entre as ameaças elencadas estão “os grandes interesses económicos, ávidos de petróleo, gás, madeira, ouro, monoculturas agroindustriais”, bem como “megaprojetos de infraestruturas, como as hidroelétricas e estradas internacionais, e atividades ilegais vinculadas ao modelo de desenvolvimento extrativista” de minérios.

A Santa Sé dá voz a preocupações sobre “a destruição múltipla da vida humana e ambiental, as doenças e a contaminação de rios e terras, o abate e a queima de árvores, a perda maciça da biodiversidade, o desaparecimento de espécies”.

“O território transformou-se num espaço de desencontros e de extermínio de povos, culturas e gerações”, adverte o ‘instrumentum laboris’, falando num “ponto de não-retorno”.

O documento orientador dos trabalhos do Sínodo 2019 fala numa região “disputada” por várias frentes, com “violação dos Direitos Humanos e destruição extrativista”, evocando os “defensores dos direitos humanos” e os seus mártires, como a irmã Dorothy Stang.

A religiosa católica, defensora dos direitos dos povos ribeirinhos da floresta amazónica, tinha 73 anos e morava no Brasil há 30 quando foi assassinada a 12 de fevereiro de 2005, com seis tiros.

A questão dos “povos isolados”, particularmente vulneráveis, e os desafios levantados pela emigração são outros temas abordados.

O Vaticano recorda que, na Amazónia, “entre 70 e 80% da população reside nas cidades”, alertando para a “urbanização da pobreza”, o aumento da violência e a corrupção.

Os responsáveis católicos defendem a valorização da cultura e das línguas indígenas, na educação institucional.

A assembleia de bispos foi anunciada pelo Papa a 15 de outubro de 2017 e vai refletir sobre o tema ‘Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral’, de 6 a 27 de outubro de 2019.

A Igreja Católica atua na região através da Rede Eclesial Pan-Amazónica, REPAM, que inclui representantes de comunidades católicas de nove territórios: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana-Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.

O Sínodo dos Bispos pode ser definido, em termos gerais, como uma assembleia consultiva de representantes dos episcopados católicos de todo o mundo, a que se juntam peritos e outros convidados, com a tarefa ajudar o Papa no governo da Igreja.

Até hoje houve 14 assembleias gerais ordinárias e três extraordinárias, as últimas das quais dedicadas à Família (2014 e 2015); em outubro, o Vaticano recebe uma assembleia ordinária do Sínodo, sobre os jovens.

OC

Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/portal/sinodo-2019-vaticano-alerta-para-destruicao-da-amazonia-e-violacao-dos-direitos-dos-povos-indigenas-c-video/

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Crianças alemãs em férias no Brasil, aproveitaram para participar de aula de educação ambiental na área de projeto ambiental com apoio do Lions Clube de Natal Norte (adubação,plantação de 100 mudas de Pau-brasil e irrigação) no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, em Natal,RN

A Mãe Terra é uma expressão comum para o planeta Terra em vários países e regiões, o que reflete a interdependência que existe entre os seres humanos, outras espécies vivas e o planeta que todos habitamos.

A Terra e seus ecossistemas são a nossa casa. A fim de alcançar um equilíbrio justo entre as necessidades econômicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras, é necessário promover a harmonia com a natureza e a Terra.

Crianças e adolescentes do Projeto AMANA em ação ambiental junto com o Lions Clube de Natal Norte, no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte,em Natal,RN

O Dia Internacional da Mãe Terra é comemorado para lembrar a cada um de nós que a Terra e seus ecossistemas nos proporcionam vida e sustento.

Este Dia também reconhece uma responsabilidade coletiva, como preconizada na Declaração do Rio de 1992, para promover a harmonia com a natureza e a Terra para alcançar um equilíbrio justo entre as necessidades econômicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras da humanidade.

Celebração de Adesão e Parceria do Lions Clube de Natal Norte em projeto ambiental com o parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

O Dia Internacional da Mãe Terra oferece uma oportunidade para aumentar a conscientização pública em todo o mundo para os desafios relacionados ao bem-estar do planeta e toda a vida que ele suporta.

Uma das 5 Metas globais do Lions Club International é o Meio Ambiente.
Nós Leões do Lions Clube de Natal Norte, servimos para proteger e restaurar de forma sustentável o nosso meio ambiente para melhorar o bem-estar de todas as comunidades, através de projetos ambientais com o parque da Cidade Dom Nivaldo Monte,Natal,RN


No dia do leonismo do RN celebramos Adesão e parceria do Lions Clube de Natal Norte com o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte e Projeto Agente Mirim Ambiental de Natal (AMANA),com
presença de membros com o casal Presidente – CaL Maria Luzinete Viégas Nôga/Lisnildo “Lis”Nôga, acompanhados do Presidente do Conselho de Governadores do Distrito Múltiplo LA,CL Gervásio Barbosa de Araújo/CaL Maria da Conceição Mota,do Governador do Distrito LA-5 CL Euclides Marinho/CaL Águida Maria Ulisses Sobreira Mendes ,Secretário da Governadoria CL Éder Gomes de Sá Carvalho/CaL Indira Bezerra de Souza Carvalho, PDG 96-97 – LA -3-DMLA-Assessor de Relações Públicas -CL José Falcão,DMLA CL José Bonifácio da Cunha Nogueira/Cal Maria Aparecida C. Nogueira
Primeiro Vice-Governador-CL Adonias Dias Almeida/CaL Valdezira, dentre outros convidados leonísticos do LA-5., do Parque e Professores parceiros da UNINASSAU

À direita, o Vórtice Polar fotografado pelo astronauta Scott Kelly, da Estação Espacial Internacional. Foto: Flickr (CC)/NASA


No Dia da Terra, chefe da ONU pede compromisso com combate às mudanças climáticas

Em tweet para marcar o Dia da Terra, celebrado nesta segunda-feira (22), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu que todos se envolvam, da maneira que puderem, em ações contra as mudanças climáticas.
Na sede da ONU, em Nova Iorque, dirigentes da Organização e de seus países-membros alertaram para os riscos trazidos pelo aquecimento global e pela destruição do meio ambiente.

Também no Twitter, a presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Maria Fernanda Espinosa, disse que cuidar da natureza significa “cuidar das pessoas”. A equatoriana enfatizou a necessidade de respeitar os ciclos de vida naturais e de contribuir com a manutenção da biodiversidade, de modo que o mundo possar “continuar (a existir) e prosperar”.
“Somos a última geração que pode impedir danos irreparáveis ao planeta e aos seus habitantes”, tweetou Maria Fernanda.
“Estamos numa encruzilhada. Esse é o momento em que decidimos o caminho que queremos tomar, para evitar chegar a um caminho sem volta no aquecimento global. Já sabemos os resultados da inação.”

António Guterres ressaltou que todo dia — e não apenas a data dedicada ao planeta Terra — deve ser uma ocasião para realizar ações climáticas. O secretário-geral compartilhou o vídeo da ONU para marcar a data. A produção audiovisual exibe imagens de devastação ambiental e de fenômenos naturais associados às mudanças climáticas. Ao fundo, ouve-se o hit dos anos 1960 Baby I’m Yours, da norte-americana Barbara Lewis. A canção de amor acaba sendo transformada num apelo por mais cuidado com a natureza, que está sofrendo claramente com as ações do ser humano.
“Ela (a Terra) é tudo que temos. Vamos tratá-la melhor”, conclui o vídeo.

https://twitter.com/i/status/1120085048332517377


Em Nova Iorque, a Assembleia Geral da ONU promoveu o Diálogo Interativo sobre Harmonia com a Natureza. O evento reuniu delegações nacionais e oficiais seniores das Nações Unidas para discutir ações urgentes contra o aquecimento global. O debate lembrou a importância de manter o aumento da temperatura do planeta bem abaixo dos 2 ºC até o final do século, conforme previsto pelo Acordo de Paris.
O Dia da Terra reconhece a responsabilidade coletiva, conforme definido na Declaração do Rio de 1992, em promover a harmonia com a natureza e com o planeta, a fim de alcançar um equilíbrio entre as necessidades econômicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras.
A data também é uma oportunidade de conscientizar a população de todo o mundo sobre os desafios associados ao equilíbrio da Terra e ao bem-estar de todas as formas de vida que vivem no planeta.
Para impulsionar a ambição em ações climáticas e acelerar progressos contra o aquecimento global, António Guterres vai realizar, em 23 de setembro, em Nova Iorque, a Cúpula de Ação Climática.

Mãe Terra: Educação e Mudança Climática

A mudança climática é uma das maiores ameaças ao desenvolvimento sustentável globalmente e é apenas um dos muitos desequilíbrios causados ​​pelas ações insustentáveis ​​da humanidade, com implicações diretas para as futuras gerações.

Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e o Acordo de Paris encorajam a cooperação internacional entre as partes sobre educação sobre mudança climática, treinamento, conscientização pública, participação pública e acesso público à informação.

Durante a comemoração do 10º aniversário do Dia Internacional da Mãe Terra, o Nono Diálogo Interativo da Assembléia Geral sobre Harmonia com a Natureza será realizado em 22 de abril de 2019 na Câmara do Conselho de Tutela. O Diálogo Interativo é discutir as contribuições da Harmonia com a Natureza para assegurar uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade para tomar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e seus impactos e inspirar os cidadãos e sociedades a reconsiderar como eles interagem com o mundo natural no contexto de desenvolvimento sustentável, erradicação da pobreza e justiça climática, de modo a assegurar que as pessoas em todos os lugares tenham informação e consciência relevantes para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza.

Ação Climática

Para impulsionar a ambição e acelerar as ações para implementar o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, sediará a Cimeira da Ação Climática de 2019, em 23 de setembro, para enfrentar o desafio climático.

Fontes

https://www.un.org/en/events/motherearthday/


https://www.flickr.com/photos/natal_norte/albums/72157704510167425

https://nacoesunidas.org/tema/ods13/

https://photos.app.goo.gl/q85Azv3CyPB4o99U8


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Óleo de Pequi indígena_isa4685O óleo de pequi, ou Hwĩn Mbê na língua indígena, é produzido pelos Kĩsêdjê, que vivem na Terra Indígena Wawi, no Território Indígena do Xingu (TIX). O pequi, importante componente da cultura deste povo, é utilizado tanto para alimentação quanto para o reflorestamento de áreas degradadas na região. Árvore nativa domesticada, o pequi existe nas roças Kĩsêdjê há séculos. Seu fruto tem um valor que transcende a culinária e está presente nos mitos, nos rituais e nas festas do povo Kĩsêdjê. O Hwĩn Mbê é produzido de forma tradicional – inteiramente a frio – o que resulta em um produto único, que preserva o sabor, a cor, o perfume e as propriedades do fruto. A extração começou em 2011, em um trabalho coordenado pela Associação Indígena Kĩsêdjê(AIK), com apoio técnico do ISA e financeiro do Instituto Bacuri e do Grupo Rezek.

Valor do pote:  R$33,50

“Uma das riquezas da nossa sociobiodiversidade. É o conceito que expressa a inter-relação entre diversidade biológica e a diversidade de sistemas socioculturais. Ou seja, são os mais variados produtos agrícolas que um país consegue produzir respeitando e integrando processos de agricultores locais (serviços) que possuem modos diferentes e/ou adaptados de cultivo”disse a educadora ambiental e Prêmio Tuxáua2010, Marly Cuesta.

Esse conceito está ligado à sua cadeia produtiva, que consiste em um sistema integrado, constituído por atores interdependentes e por uma sucessão de processos de educação, pesquisa, manejo e produção, beneficiamento a distribuição, comercialização e consumo de produtos e serviços da sociobiodiversidade, com identidade cultural e incorporação de valores e saberes locais, que asseguram a distribuição justa e equitativa dos seus benefícios.

Entende-se por biodiversidade a variedade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; envolvendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.

E nesse quesito, o Brasil é excelente por natureza. Somos considerados um país muito diversificado por integrar o grupo dos 20 países que, juntos, possuem mais de 70% da biodiversidade do planeta em apenas 10% da superfície. Apresenta uma natureza exuberante de espécies e paisagens com características peculiares e intrínsecas a cada Bioma: a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga, a Mata Atlântica, a Zona Costeira Marinha e o Pampa.

Por sua vez, toda essa riqueza biológica também está associada a uma grande diversidade sociocultural, que pode ser representada por mais de 200 povos indígenas e por inúmeras comunidades tradicionais, como quilombolas, extrativistas, pescadores, agricultores familiares, entre outras.

Estas comunidades são as detentoras de todo o conhecimento associado a esses agroecossistemas, podendo ou não, serem valorizadas nas questões que envolvem o manejo e a preservação de toda essa biodiversidade.

O governo Lula, desenvolveu essa área integrando ações voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas e à consolidação de mercados sustentáveis para os produtos oriundos da sociobiodiversidade brasileira, dentro da Secretaria de Agricultura Familiar.

sociobiodiversidade

Além disso, o governo também implementou, em 2008, o Plano Nacional da Sociobiodiversidade para a promoção das cadeias de produtos, agregação de valor socioambiental, geração de renda das famílias e a segurança alimentar de povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares.

Fontes:

https://loja.socioambiental.org/oleo-de-pequi-do-povo-kisedje.html?utm_source=isa&utm_medium=redes&utm_campaign=loja&fbclid=IwAR1bYvtWplaVwDmBeXCzIFF2COCtdowrEP_Z9gqbLu7NBZrqfGC2_jWxDbw

Entenda o conceito da Sociobiodiversidade

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