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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Crianças alemãs em férias no Brasil, aproveitaram para participar de aula de educação ambiental na área de projeto ambiental com apoio do Lions Clube de Natal Norte (adubação,plantação de 100 mudas de Pau-brasil e irrigação) no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, em Natal,RN

A Mãe Terra é uma expressão comum para o planeta Terra em vários países e regiões, o que reflete a interdependência que existe entre os seres humanos, outras espécies vivas e o planeta que todos habitamos.

A Terra e seus ecossistemas são a nossa casa. A fim de alcançar um equilíbrio justo entre as necessidades econômicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras, é necessário promover a harmonia com a natureza e a Terra.

Crianças e adolescentes do Projeto AMANA em ação ambiental junto com o Lions Clube de Natal Norte, no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte,em Natal,RN

O Dia Internacional da Mãe Terra é comemorado para lembrar a cada um de nós que a Terra e seus ecossistemas nos proporcionam vida e sustento.

Este Dia também reconhece uma responsabilidade coletiva, como preconizada na Declaração do Rio de 1992, para promover a harmonia com a natureza e a Terra para alcançar um equilíbrio justo entre as necessidades econômicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras da humanidade.

Celebração de Adesão e Parceria do Lions Clube de Natal Norte em projeto ambiental com o parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

O Dia Internacional da Mãe Terra oferece uma oportunidade para aumentar a conscientização pública em todo o mundo para os desafios relacionados ao bem-estar do planeta e toda a vida que ele suporta.

Uma das 5 Metas globais do Lions Club International é o Meio Ambiente.
Nós Leões do Lions Clube de Natal Norte, servimos para proteger e restaurar de forma sustentável o nosso meio ambiente para melhorar o bem-estar de todas as comunidades, através de projetos ambientais com o parque da Cidade Dom Nivaldo Monte,Natal,RN


No dia do leonismo do RN celebramos Adesão e parceria do Lions Clube de Natal Norte com o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte e Projeto Agente Mirim Ambiental de Natal (AMANA),com
presença de membros com o casal Presidente – CaL Maria Luzinete Viégas Nôga/Lisnildo “Lis”Nôga, acompanhados do Presidente do Conselho de Governadores do Distrito Múltiplo LA,CL Gervásio Barbosa de Araújo/CaL Maria da Conceição Mota,do Governador do Distrito LA-5 CL Euclides Marinho/CaL Águida Maria Ulisses Sobreira Mendes ,Secretário da Governadoria CL Éder Gomes de Sá Carvalho/CaL Indira Bezerra de Souza Carvalho, PDG 96-97 – LA -3-DMLA-Assessor de Relações Públicas -CL José Falcão,DMLA CL José Bonifácio da Cunha Nogueira/Cal Maria Aparecida C. Nogueira
Primeiro Vice-Governador-CL Adonias Dias Almeida/CaL Valdezira, dentre outros convidados leonísticos do LA-5., do Parque e Professores parceiros da UNINASSAU

À direita, o Vórtice Polar fotografado pelo astronauta Scott Kelly, da Estação Espacial Internacional. Foto: Flickr (CC)/NASA


No Dia da Terra, chefe da ONU pede compromisso com combate às mudanças climáticas

Em tweet para marcar o Dia da Terra, celebrado nesta segunda-feira (22), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu que todos se envolvam, da maneira que puderem, em ações contra as mudanças climáticas.
Na sede da ONU, em Nova Iorque, dirigentes da Organização e de seus países-membros alertaram para os riscos trazidos pelo aquecimento global e pela destruição do meio ambiente.

Também no Twitter, a presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Maria Fernanda Espinosa, disse que cuidar da natureza significa “cuidar das pessoas”. A equatoriana enfatizou a necessidade de respeitar os ciclos de vida naturais e de contribuir com a manutenção da biodiversidade, de modo que o mundo possar “continuar (a existir) e prosperar”.
“Somos a última geração que pode impedir danos irreparáveis ao planeta e aos seus habitantes”, tweetou Maria Fernanda.
“Estamos numa encruzilhada. Esse é o momento em que decidimos o caminho que queremos tomar, para evitar chegar a um caminho sem volta no aquecimento global. Já sabemos os resultados da inação.”

António Guterres ressaltou que todo dia — e não apenas a data dedicada ao planeta Terra — deve ser uma ocasião para realizar ações climáticas. O secretário-geral compartilhou o vídeo da ONU para marcar a data. A produção audiovisual exibe imagens de devastação ambiental e de fenômenos naturais associados às mudanças climáticas. Ao fundo, ouve-se o hit dos anos 1960 Baby I’m Yours, da norte-americana Barbara Lewis. A canção de amor acaba sendo transformada num apelo por mais cuidado com a natureza, que está sofrendo claramente com as ações do ser humano.
“Ela (a Terra) é tudo que temos. Vamos tratá-la melhor”, conclui o vídeo.

https://twitter.com/i/status/1120085048332517377


Em Nova Iorque, a Assembleia Geral da ONU promoveu o Diálogo Interativo sobre Harmonia com a Natureza. O evento reuniu delegações nacionais e oficiais seniores das Nações Unidas para discutir ações urgentes contra o aquecimento global. O debate lembrou a importância de manter o aumento da temperatura do planeta bem abaixo dos 2 ºC até o final do século, conforme previsto pelo Acordo de Paris.
O Dia da Terra reconhece a responsabilidade coletiva, conforme definido na Declaração do Rio de 1992, em promover a harmonia com a natureza e com o planeta, a fim de alcançar um equilíbrio entre as necessidades econômicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras.
A data também é uma oportunidade de conscientizar a população de todo o mundo sobre os desafios associados ao equilíbrio da Terra e ao bem-estar de todas as formas de vida que vivem no planeta.
Para impulsionar a ambição em ações climáticas e acelerar progressos contra o aquecimento global, António Guterres vai realizar, em 23 de setembro, em Nova Iorque, a Cúpula de Ação Climática.

Mãe Terra: Educação e Mudança Climática

A mudança climática é uma das maiores ameaças ao desenvolvimento sustentável globalmente e é apenas um dos muitos desequilíbrios causados ​​pelas ações insustentáveis ​​da humanidade, com implicações diretas para as futuras gerações.

Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e o Acordo de Paris encorajam a cooperação internacional entre as partes sobre educação sobre mudança climática, treinamento, conscientização pública, participação pública e acesso público à informação.

Durante a comemoração do 10º aniversário do Dia Internacional da Mãe Terra, o Nono Diálogo Interativo da Assembléia Geral sobre Harmonia com a Natureza será realizado em 22 de abril de 2019 na Câmara do Conselho de Tutela. O Diálogo Interativo é discutir as contribuições da Harmonia com a Natureza para assegurar uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade para tomar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e seus impactos e inspirar os cidadãos e sociedades a reconsiderar como eles interagem com o mundo natural no contexto de desenvolvimento sustentável, erradicação da pobreza e justiça climática, de modo a assegurar que as pessoas em todos os lugares tenham informação e consciência relevantes para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza.

Ação Climática

Para impulsionar a ambição e acelerar as ações para implementar o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, sediará a Cimeira da Ação Climática de 2019, em 23 de setembro, para enfrentar o desafio climático.

Fontes

https://www.un.org/en/events/motherearthday/


https://www.flickr.com/photos/natal_norte/albums/72157704510167425

https://nacoesunidas.org/tema/ods13/

https://photos.app.goo.gl/q85Azv3CyPB4o99U8


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Óleo de Pequi indígena_isa4685O óleo de pequi, ou Hwĩn Mbê na língua indígena, é produzido pelos Kĩsêdjê, que vivem na Terra Indígena Wawi, no Território Indígena do Xingu (TIX). O pequi, importante componente da cultura deste povo, é utilizado tanto para alimentação quanto para o reflorestamento de áreas degradadas na região. Árvore nativa domesticada, o pequi existe nas roças Kĩsêdjê há séculos. Seu fruto tem um valor que transcende a culinária e está presente nos mitos, nos rituais e nas festas do povo Kĩsêdjê. O Hwĩn Mbê é produzido de forma tradicional – inteiramente a frio – o que resulta em um produto único, que preserva o sabor, a cor, o perfume e as propriedades do fruto. A extração começou em 2011, em um trabalho coordenado pela Associação Indígena Kĩsêdjê(AIK), com apoio técnico do ISA e financeiro do Instituto Bacuri e do Grupo Rezek.

Valor do pote:  R$33,50

“Uma das riquezas da nossa sociobiodiversidade. É o conceito que expressa a inter-relação entre diversidade biológica e a diversidade de sistemas socioculturais. Ou seja, são os mais variados produtos agrícolas que um país consegue produzir respeitando e integrando processos de agricultores locais (serviços) que possuem modos diferentes e/ou adaptados de cultivo”disse a educadora ambiental e Prêmio Tuxáua2010, Marly Cuesta.

Esse conceito está ligado à sua cadeia produtiva, que consiste em um sistema integrado, constituído por atores interdependentes e por uma sucessão de processos de educação, pesquisa, manejo e produção, beneficiamento a distribuição, comercialização e consumo de produtos e serviços da sociobiodiversidade, com identidade cultural e incorporação de valores e saberes locais, que asseguram a distribuição justa e equitativa dos seus benefícios.

Entende-se por biodiversidade a variedade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; envolvendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.

E nesse quesito, o Brasil é excelente por natureza. Somos considerados um país muito diversificado por integrar o grupo dos 20 países que, juntos, possuem mais de 70% da biodiversidade do planeta em apenas 10% da superfície. Apresenta uma natureza exuberante de espécies e paisagens com características peculiares e intrínsecas a cada Bioma: a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga, a Mata Atlântica, a Zona Costeira Marinha e o Pampa.

Por sua vez, toda essa riqueza biológica também está associada a uma grande diversidade sociocultural, que pode ser representada por mais de 200 povos indígenas e por inúmeras comunidades tradicionais, como quilombolas, extrativistas, pescadores, agricultores familiares, entre outras.

Estas comunidades são as detentoras de todo o conhecimento associado a esses agroecossistemas, podendo ou não, serem valorizadas nas questões que envolvem o manejo e a preservação de toda essa biodiversidade.

O governo Lula, desenvolveu essa área integrando ações voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas e à consolidação de mercados sustentáveis para os produtos oriundos da sociobiodiversidade brasileira, dentro da Secretaria de Agricultura Familiar.

sociobiodiversidade

Além disso, o governo também implementou, em 2008, o Plano Nacional da Sociobiodiversidade para a promoção das cadeias de produtos, agregação de valor socioambiental, geração de renda das famílias e a segurança alimentar de povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares.

Fontes:

https://loja.socioambiental.org/oleo-de-pequi-do-povo-kisedje.html?utm_source=isa&utm_medium=redes&utm_campaign=loja&fbclid=IwAR1bYvtWplaVwDmBeXCzIFF2COCtdowrEP_Z9gqbLu7NBZrqfGC2_jWxDbw

Entenda o conceito da Sociobiodiversidade

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Lideranças indígenas do Rio Grande do Sul falarão sobre como vivem e quais são as expectativas dos mais de 2 mil índios do estado com o movimento Retomada de territórios tradicionais
Por César Fraga

RetomadaYvyrupá_Reprodução-YoutubeImagem do curta Retomada Yvyrupá, aldeia em Maquiné, RS Foto: Reprodução Youtube

Na próxima terça-feira, 16 de abril, às 19h, o jornal Extra Classe fará o lançamento no Rio Grande do Sul do curta-metragem Retomada Yvyrupárealizado pelos jornalistas Cristina Ávila, André Corrêa e Pablo Albarenga. O audiovisual é um recorte da vida na primeira Retomada Mbyá em 60 anos, a Yvyrupá, em Maquiné, litoral gaúcho. “É um manifesto em favor das populações tradicionais, um retrato da alegria, com ênfase no aprendizado infantil das relações com a natureza”, destaca Cristina.  Após a exibição, quatro caciques falarão da situação dos mais de 2 mil indígenas que vivem no Rio Grande do Sul, em 27 acampamentos na beira de rodovias ou em áreas degradadas, alguns montados há mais de 40 anos à espera de respostas as suas reivindicações. O envontto será na sede da Fundação Ecarta em Porto Alegre (Avenida João Pessoa, 943)

A atividade é promovida pelo Jornal Extra Classe, No Caminho Te Explico e Conselho Indigenista Missionário (Como), com apoio da Fundação Ecarta e do Sindicato dos Professores (Sinpro/RS). A inscrição é gratuita e deve ser feita no site da Ecarta, pois as vagas são limitadas.

Os caciques darão destaque em sua fala também sobre o Movimento Retomada, lançado há dois anos pelo povo Mbyá Guarani, que decidiu apressar a recuperação de seus territórios tradicionais, considerados áreas ancestrais pelas quais seus antepassados percorreram. “Retomada tem a ver com o vínculo da relação dos índios com a terra e sua cosmovisão religiosa, a ligação do sagrado com o mundo atual”, explica Roberto Liebgott, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). O mesmo caminho foi seguido pelos índios Kaingang.

Já são sete as Retomadas de terra no Rio Grande do Sul:

Mbyá Guarani: Ponta do Arado, em Porto Alegre (Belém Novo); Aquífero Guarani, em Viamão (RS 040); Yvyrupa, em Maquiné (área da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária – Fepagro); Pará Roke, em Rio Grande (distrito de Domingos Petroline); Terra de Areia, em Terra de Areia).

Kaingang
Canela, em Canela (Parque Nacional); e Carazinho (entre Carazinho e Passo Fundo).

PROGRAMAÇÃO

19h – Abertura

19h15 – Exibição do curta Retomada Yvyrupá
Realizado por três jornalistas – a gaúcha Cristina Ávila, o brasiliense André Corrêa e o uruguaio Pablo Albarenga, o audiovisual tem 6 minutos e aborda a Retomada Mbyá de área em Maquiné. O lançamento do trabalho conta com a presença de Cristina Ávila e Pablo Alvarenga.

19h25 – Cenário político e o Movimento Retomada no Rio Grande do Sul
Apresentação: Santiago Franco, liderança Guarani, e Roberto Liebgott, do Cimi

19h40 – Com a palavra os Caciques 
Jaime, da aldeia Cantagalo – Porto Alegre
Timóteo, da aldeia Ponta do Arado – Porto Alegre
Santiago Franco, da aldeia Tekoá Yvy Poty (Flor da Terra), de Pelotas. Franco é integra do Conselho de Articulação de Povo Guarani.
André Benites, da aldeia Tekoa Ka’aguy Porã (Mata Sagrada) – Maquiné

20h30 – Bate-papo com o público

SERVIÇO
Data e horário
16 de abril (terça-feira), 19h às 21h30
Público alvo
Professores, estudantes, jornalistas, sindicalistas, ativistas e público em geral
Inscrição gratuita
Ficha de Inscrição
Vagas limitadas
Obs. Será fornecido certificado
local
Fundação Ecarta (Avenida João Pessoa, 943 – Porto Alegre

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“Estas são nossas lutas que nos honram junto com nossos parentes na retomada das terras de nossas ancestralidades para garantir o futuro de nossas gerações de acordo com a Cosmovisão ancestral” disse a premiada Tuxáua2010 e indígena não aldeada, Marly Cuesta que atuou fortemente no apoio da #RetomadaMaquiné e na criação do GT-Mediação de conflitos Indígena como representante do grupo Sabá Manchineri e outros caciques do país, junto com outros apoiadores importantes para as causas de nossos povos.


Marly Gabi na retomada Maquiné_IMG_20170330_153656https://photos.app.goo.gl/P24MbsX3vQyq8g577

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https://photos.app.goo.gl/b3hKcSYs8vHJnc8C9

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https://goo.gl/photos/Nmwni7UU2q4ajnUr8

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https://bussolacultural.wordpress.com/2017/03/23/audiencia-publica-traz-nova-esperanca-na-retomada-da-terra-guarani-mbya-em-maquine/

https://web.facebook.com/1903779569906886/videos/1908267006124809/

Fonte: https://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2019/04/situacao-indigena-e-tema-de-filme-e-debate/

 

 

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Mirante das Lendas conta histórias de povos indígenas de Teresópolis

Mesmo degradado, espaço construído no bairro Granja Guarani, em 1929, pela família Guinle, ainda encanta visitantes

Por Redação Multiplix 

O Mirante das Lendas ou Mirante da Granja Guarani foi construído em 1929 pela família Guinle com a intenção de ser um atrativo do bairro Granja Guarani, em Teresópolis. Feito em estilo neocolonial, a construção conta com azulejos pintados em Lisboa pelo renomado artista português Jorge Colaço. As peças retratam imagens de quatro lendas contadas pelos indígenas que habitavam as terras banhadas pelo rio Paquequer.

Hoje, o espaço está degradado por anos de abandono. Mesmo assim, ainda recebe visitantes. E pode receber ainda mais, caso os planos da prefeitura de revitalizar o espaço saiam do papel.

Veja na reportagem de Tainá Azevedo!

 

Fonte:https://www.portalmultiplix.com/noticias/mirante-das-lendas-conta-historias-de-povos-indigenas-de-teresopolis

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artesanato indigena de roraima_downloadO Dia Mundial do Artesão foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e foi uma forma bem simbólica de homenagear uma das profissões mais antigas do mundo. Já no período paleolítico, 6 mil anos de Cristo, o homem já utilizava de sua inteligência primitiva e de suas mãos para criar artefatos que seriam úteis para o seu dia-a-dia, como o fogo e ferramentas de trabalho.

A data, 19 de Março, foi escolhida por ser também o dia de São José, padroeiro da profissão.

O artesanato é fator de geração de renda e de inclusão social para milhares de famílias do país e do mundo, graças aos saberes de nossos Mestres Artesãos.

No Brasil, em de outubro de 2015, a presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto que regulamentou a profissão de artesão. A Lei 13.180, de 22 de outubro de 2015, foi uma conquista de mais de 10 milhões de artesãs e artesãos que lutaram arduamente para esse objetivo!

(null)O Dia Mundial do Artesão foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU)O Dia Mundial do Artesão foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU)

ORAÇÃO DO ARTESÃO

“Senhor! Tu que és maior dos artistas, fonte das mais belas inspirações. Abençoa meu talento e as minhas obras.

Maravilhoso é o dom que me deste, na louvada missão de servir-te com
alegria, e de exercer meu trabalho com amor e dedicação. Por isso,
agradeço-te por permanecer sempre comigo.

Dá-me o equilíbrio entre a razão e a emoção, humildade e sabedoria para me aperfeiçoar.

Inspira-me, ó Mestre, a criação do novo e do belo. Protege também, todos os artesãos e os artistas em suas carreiras e gêneros.

Faze com que minhas obras contribuam para a construção do teu reino,
e que eu prospere, seguindo teus desígnios, pelos caminhos gloriosos da
arte.

Amém!”

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Achado histórico revela primeira Deusa Nimba encontrada no território americano
Pesquisa

Klaus Hilbert, Édison Hüttner e Éder Hüttner
Foto: Camila Cunha


A partir de 26 de setembro, uma descoberta histórica estará exposta para toda a comunidade no saguão da Biblioteca Central da PUCRS. Trata-se de uma Deusa Nimba encontrada em Santo Ângelo, cuja identidade foi confirmada pelo coordenador do Núcleo de Estudos em Cultura Afro-brasileiro e Indígena (Neabi) da Escola de Humanidades da PUCRS, Édison Hüttner. Segundo o pesquisador, a peça em madeira foi produzida entre os séculos 18 e 19 por afrodescendentes brasileiros que conheciam a arte, escultura e rituais praticados pelo povo Baga/Nalu, da região do Oeste africano (Guiné, Guiné-Bissau). Hüttner ressalta que é a primeira escultura do gênero encontrada em solo americano: “Esta descoberta indica a existência de rituais autênticos de religiosidade de afrodescendentes brasileiros”, afirma, lembrando que os rituais secretos eram realizados somente por homens, e eram proibidos pelo Governo.

A peça foi localizada por um pescador na década de 80 no Rio Ijuí, após uma grande seca. O Sr.Laercio Magagna, afirmou,”Essa escultura,foi encontrada realmente no Rio Ijuí e quem a encontrou e retirou ela do rio,foi meu amigo, o pescador Eder Antônio Smolks, sou testemunha que ele tinha ela na casa dele.”

Em 2016, em visita à cidade de Santo Ângelo, Hüttner obteve autorização do atual proprietário da peça,o artesão Getúlio Soares Lima, para que ela fosse estudada na PUCRS.

A escultura tem 46,4 cm e 3,70 kg.

Imagem é comparada a fotos da etnia

A confirmação da origem da escultura veio após dois anos de estudos com a participação de Eder Hüttner, seu irmão, e Klaus Hilbert, coordenador do Laboratório de Arqueologia da Universidade. A estátua passou inclusive por uma tomografia no Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul (Inscer).

Estátua esculpida em madeira Guajuvira é a primeira encontrada no Brasil
Jefferson Botega / Agencia RBS

Deusa Nimba

A deusa Nimba e sua gente:
– A escultura tem 46,4 cm e 3,70 kg. Segundo os pesquisadores, estava presa em algum local para ser cultuada;
– Os estudos revelaram que a escultura foi esculpida num único troco de madeira por um artista afrodescendente que conhecia a tradição dos povos Baga ou Nalu da Guiné, Guiné Bissau, do Oeste da África;
– A Deusa Nimba era cultuada pela Sociedade Secreta Cimo, nas festas da semeadora e colheita do arroz vermelho (Oryza Glaberrima). Este arroz foi plantado no Maranhão e Bahia;
– Nimba é considerada a deusa da fertilidade e significa “alma grande”;
– Cada Nimba é uma peça única, com características que revelam a originalidade, a mão do artista e seu contexto. Portanto, a Nimba não é uma cópia idêntica de outra Nimba, não é uma réplica;
– A madeira esculpida é da árvore Guajuvira.

Origem da peça

Segundo os pesquisadores, são diversas as hipóteses de como a estátua pode ter chegado até o rio Ijuí. Conheça algumas delas:

-Em 1756, o exército português permanece acampado por oito meses em Santo Ângelo, com a presença de 190 escravos;

-Já em 1765, uma leva de negros da Guiné chega ao RS, vindos da Bahia;

-Mais tarde, em 1784, cerca de 13 mil escravos da Guiné vão para Buenos Aires pelos tratados de comércio entre as coroas ibéricas;

– Em 1814 havia nos Sete Povos Missioneiros 250 negros;

– Durante a Revolução Farroupilha – havia na Villa de Cruz Alta (RS) um quilombo. Na época a região das missões, inclusive Santo Ângelo (RS) pertencia a Cruz Alta. Havia quilombos no RS – com escravos da Guiné.

Sobre a exposição

A peça estará no saguão da Biblioteca Central da PUCRS de 26 de setembro a 30 de outubro. A abertura oficial ocorre no dia 26 às 18h30min. A entrada é gratuita e a curadoria é dos pesquisadores Edison Hüttner, Eder Hüttner e Klaus Hilbert.

A exposição tem entrada franca e é aberta ao público.

Fontes:
http://www.pucrs.br/blog/estatua-do-seculo-18-com-arte-africana-e-descoberta-no-rs/

https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2018/09/estatua-secular-de-deusa-africana-e-descoberta-no-estado-cjlwwkral029601px
3kntjszz.html

https://ensinarhistoriajoelza.com.br/uma-deusa-africana-descoberta-no-rio-grande-do-sul/

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2018/09/12/estatua-de-arte-produzida-por-afrodescendentes-brasileiros-no-seculo-18-podera-ser-visitada-em-porto-alegre.ghtml

https://books.google.com.br/books?id=B667ATiedQkC&redir_esc=y

http://www.randafricanart.com/Baga_Nimba.html

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Crianças e jovens na América Latina se movem e registram ousadas iniciativas ambientais

Lúcia Chayb e René Capriles

No dia 29 de Janeiro deste ano, um grupo de 25 crianças e jovens colombianos, entre 7 e 26 anos,
impetrou no Superior Tribunal de Justiça em Bogotá uma ação judicial sobre “a mudança climática e as
gerações futuras” exigindo a defesa de seus direitos a gozar de um ambiente saudável hoje ameaçado pelo
desmatamento da Amazônia colombiana e seus efeitos no aquecimento do país. Essa petição gerou uma
surpreendente decisão desse tribunal superior que ordenou a Presidência da República e todas as instâncias
governamentais a elaborar um plano de ação imediato visando o desmatamento zero já em 2020.

Pouco tempo depois, em 4 de Março, foi assinado na Costa Rica o “Acordo de Escazú” cujo objetivo é “garantir a
implementação plena e efetiva na América Latina e o Caribe dos direitos de acesso à informação ambiental,
participação pública nos processos de tomada de decisões ambientais, acesso à justiça e assuntos ambientais,
contribuindo para a proteção dos direitos de cada pessoa, a viver num ambiente saudável e ao desenvolvimento
sustentável”. Esse Acordo ajudará a esclarecer e a punir os culpados dos crimes cometidos contra os
defensores dos direitos ambientais.

Já no dia 17 deste mês (Abril) o Presidente do Peru, Martín Vizcarra,
promulgou a Lei Marco da Mudança Climática. Com essa iniciativa, o Peru se transforma no primeiro
país da América Latinas em ter uma Lei específica de combate às mudanças climáticas. A Lei fortaleceu o
papel do Ministério do Meio Ambiente peruano e lançou as bases para que todos os investimentos oficiais
ou não passem pelo crivo de um Relatório de Impacto Ambiental com foco no clima. Um dos pontos mais
importantes da Lei é que especifica nos seus artigos que para atingir proteção e conservação das florestas,
assim como para iniciar a recuperação das áreas desmatadas, a Norma requer a colaboração ativa das comunidades
locais e dos povos indígenas. “O Estado salvaguarda o direito de participação dos povos indígenas
ou originários, respeitando sua identidade social, coletiva e cultural, seus costumes, tradições e instituições,
na formulação, implementação, seguimento e avaliação das políticas públicas e projetos de investimentos
com relação à mudança climática que venha afetar essas ações, no que corresponde à Convenção 169 sobre
povos indígenas e tribais da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”.

O México, por sua vez, que
já dispõe de instrumentos jurídicos sobre as suas Contribuições Nacionalmente Determinas para o Acordo
de Paris, quer produzir 43% de sua eletricidade a partir de fontes renováveis até 2024, em apenas 6 anos.
Tem 58 novas usinas planejadas, a maioria delas solares e o restante eólicas. Para esse fim, em Dezembro
de 2017, inaugurou a usina solar Vilanueva localizada no deserto do Estado Coahuila. Com 2,3 milhões
de painéis solares ocupará 2.400 hectares, o equivalente a 2.200 campos de futebol, no segundo semestre
deste ano gerará mais de 1.700 GWh por ano, o suficiente para fornecer energia elétrica a 1,3 milhão de
lares. Quando estiver totalmente em operação, Villanueva será a maior instalação fotovoltaica produtora
de energia nas Américas. Esta central é parte do esforço do México para gerar 43% de sua eletricidade
a partir de fontes limpas até 2024. O Chile, por sua vez, investiu nos últimos anos US$ 17 bilhões em
energias renováveis, principalmente na central Amanhecer Solar no Deserto de Atacama. A usina conta
com mais de 300 mil módulos de silício monocristalino, um material não tóxico e que é reciclável no final
de sua vida útil. Essa política fez diminuir a conta de luz em 75%. Em outra frente, os países da América
Central estão trabalhando para fortalecer sua infraestrutura elétrica gerada a partir de fontes renováveis.

O Corredor de Energia Limpa, um projeto acordado em 2015 pelos governos do Panamá, Costa Rica,
Nicarágua, Honduras, São Salvador e Guatemala, usará uma rede elétrica baseada em energias renováveis
de 1.800 km que atravessará quase todo o istmo centro-americano. Outra boa notícia é que o Congresso
Nacional da Costa Rica aprovou uma Lei que bane os carros movidos à energia fóssil até 2035. Enquanto
isso, o governo está financiado com juros muitos baixos a compra de carros elétricos. Como celebramos os
50 anos de Maio de 68, e homenageando esses bravos franceses, parafraseamos um dos seus inesquecíveis
gritos de guerra: l’Amérique Latine bouge! América Latina se move!

Gaia viverá!

A Educadora Ambiental e Tuxáua,Marly Cuesta,exclamou: “Gente,essa ação é muito importante e pode desencadear ações em todos os países!Como educadora,meu foco nas ações e projetos sempre são as acrianças e adolescentes,além das mulheres no papel de mães.Gaia depende mesmo de ações como essa, das crianças!Parabéns famílias!”

http://www.eco21.com.br/ECO21257baixa.pdf

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