Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Participação Social ;’ Category

19 de abril,nada a ser comemorado pq os povos indígenas continuam sendo crucificados

Partindo de uma visão cristã poderíamos dizer que os povos indígenas, no Brasil, estão sendo crucificados, por um governo que diz se sustentar em princípios cristãos, uma afirmação que de fato não responde às atitudes reais.

Nada é por acaso, e não é por acaso que no ano de 2019, o “Dia do Índio”, um termo pejorativo desde que foi acunhado pelos invasores europeus, seja na Sexta-feira Santa, o dia em que os católicos fazemos memória da Crucifixão de Jesus, alguém que morreu porque era contra o sistema estabelecido.

No Brasil, aos poucos foi se instalando um sistema que colocou os povos indígenas como “empecilho para o desenvolvimento”, uma ideia que cobrou força no tempo da Ditadura Militar, que assolou o país por mais de vinte anos e marcou uma política de perseguição contra os povos originários, especialmente na Amazônia, onde os grandes projetos foram se instalando como promessa de um desenvolvimento que que só beneficiou uns poucos e prejudicou os mais pobres e o meio ambiente, preservado secularmente pelos povos originários, os melhores guardiões da Casa Comum.

Essa foi uma política continua nos últimos cinquenta anos, mas que desde 1º de janeiro aumentou de forma desmedida, por parte de um governo que seus primeiros 100 dias de governo, tem sido de guerra contra os povos indígenas, como afirmou Fiona Watson, diretora de pesquisas da Survival International, protetora dos direitos indígenas.

Aldeia Indígena Aracuã

No artigo, publicado originalmente no blog 35000 Milliones / Planeta Futuro, ela afirma que “esta administração racista está lançando abertamente um ataque sem precedentes contra os povos indígenas do Brasil, com o objetivo explícito de destruí-los como povos, assimilando-os pela força e saqueando suas terras”. Desde uma visão cristã poderíamos dizer que os povos indígenas, no Brasil, estão sendo crucificados, por um governo que diz se sustentar em princípios cristãos, uma afirmação que de fato não responde às atitudes reais.

Reunião de apoio e criação do GT-Mediação de Conflitos Indígenas

A visão racista do novo presidente é uma constante em sua vida política, com afirmações que em muitos países seriam motivo de punição, pois não respeitam os princípios da Constituição Federal, lei suprema do estado brasileiro. Resultam inaceitáveis algumas de suas afirmações, “pena que a cavalaria brasileira não tenha sido tão eficiente quanto a americana, que exterminou os índios”, ao mesmo tempo que outras mostram uma grande falta de conhecimento histórico, “não tem terra indígena onde não têm minerais. Ouro, estanho e magnésio estão nessas terras, especialmente na Amazônia, a área mais rica do mundo. Não entro nessa balela de defender terra pra índio”. Por outro lado, aqueles que o elegeram sabiam quais eram seus propósitos, “se eu assumir [a Presidência do Brasil] não terá mais um centímetro para terra indígena”. A última medida foi colocar a Força Nacional de Segurança nas ruas de Brasília para impedir o bom decorrer do Acampamento Terra Livre.

No dia 11 de abril, um decreto presidencial extinguia os conselhos sociais do governo federal, dentre eles vários que tem a ver com os povos indígenas, como o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI) e a Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI), que acompanhava a execução de políticas públicas para quase 3 mil escolas indígenas espalhadas pelo país.

A medida visa asfixiar os instrumentos democráticos de participação social na definição de políticas públicas e controle social, como recolhe em seu site o Conselho Indigenista Missionário – CIMI, que já foi definido pelo atual presidente brasileiro como “parte podre da Igreja católica”.

O apoio do CIMI é fundamental nas lutas de nossos povos indígenas.

Qual é o futuro dos povos indígenas no Brasil? Essa é uma pergunta que cada vez está mais presente na mente de muitos brasileiros. É por isso que se faz necessária uma reação a partir da fé naquele que foi crucificado. Não podemos esquecer que a Vida está acima da morte, que estar junto aos povos indígenas é estar do lado de quem pode nos ensinar a cuidar da Mãe Terra como um bem sagrado e indispensável no presente e no futuro da humanidade.

CEBs e Pastorais pelo bem viver de nossos povos indígenas

O Papa Francisco em sua peregrinação pelos povos indígenas

A Igreja católica está vivendo um tempo de graça, um kairós, com o Sínodo da Amazônia, onde os povos indígenas têm um papel fundamental, resultando decisivo seu aporte na tentativa de encontrar novos caminhos para uma ecologia integral. Escutemos suas dores, que é a mesma dor daquele que foi transpassado pela lança de um sistema que o via como inimigo para seus planos perversos. Fazer memória do passado é instrumento para ler o presente, para entender que Jesus continua sendo crucificado nos povos indígenas, inclusive por quem se diz religioso, e acha estar agindo em nome de um Deus que ele coloca acima de tudo.

Fontes:

CEBs Manaus na vivência da comunidade Ticuna

https://photos.google.com/u/1/album/AF1QipNJDyKzAw4Eq-sR9nH9PBoEiK1rZnhj3zbMzOUH?key=CMvbuOrxkaGUFg

https://photos.google.com/u/1/album/AF1QipNnQ8oy7V8gor-VietB5xvAzj7lnZ7imqavWYqd?key=COS2_4aCzN2qAQ

https://photos.app.goo.gl/P24MbsX3vQyq8g577

https://photos.app.goo.gl/b3hKcSYs8vHJnc8C9

https://photos.app.goo.gl/A2MDonRTLU8TDvDs5

https://photos.app.goo.gl/iytAAXkt5G1Yg7fKA

https://goo.gl/photos/Nmwni7UU2q4ajnUr8

Anúncios

Read Full Post »

Prof.Paul Singer,Presente!

“A economia solidária é a única alternativa ao capitalismo não porque é mais eficaz economicamente que a capitalista, mas sim porque ela é solidária e precisamos da solidariedade para ser felizes e vivermos em paz.” Prof.Paul Singer Presente!

Paul Israel Singer (Viena, 24 de março de 1932 – São Paulo, 16 de abril de 2018) foi um economista e professor brasileiro nascido na Áustria.

Paul Singer nasceu numa família de pequenos comerciantes judeus, estabelecidos em Erlaa, subúrbio operário de Viena. Em 1938 a Áustria foi anexada à Alemanha, e começou a perseguição aos judeus. A família decidiu emigrar e, em 1940, radicou-se no Brasil, onde já tinha alguns parentes, estabelecidos em São Paulo. Em 1948 se encontrava no movimento de cunho kibutziano Dror (atual Habonim Dror). Em 1951 Singer formou-se em eletrotécnica no ensino médio da Escola Técnica Getúlio Vargas de São Paulo, exercendo a profissão entre 1952 e 1956. Nesse período, filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, militando no movimento sindical. Como trabalhador metalúrgico, liderou a histórica greve dos 300 mil, que paralisou a indústria paulistana por mais de um mês, em 1953.

Obteve a nacionalidade brasileira em 1954.

Posteriormente, estudou economia na Universidade de São Paulo, ao mesmo tempo em que desenvolvia atividade político-partidária, no PSB. Graduado em 1959, no mesmo ano participou da fundação da Polop, organização política constituída por membros da ala esquerda do PSB.

Em 1960, inicia sua atividade docente na USP, como professor assistente. Em 1966, obteve o grau de doutor em Sociologia com um estudo sobre desenvolvimento econômico e seus desdobramentos territoriais, abordando cinco cidades brasileiras – São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Porto Alegre e Recife – na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. A tese deu origem ao livro Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana, sob orientação do professor Florestan Fernandes.

Também era professor-titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade da mesma universidade.

Entre 1966 e 1967 estudou demografia na Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Em 1968 apresentou sua tese de livre-docência, Dinâmica populacional e Desenvolvimento. Nesse mesmo ano, retoma suas atividades como professor da USP até ter seus direitos políticos cassados pelo AI-5 e ser aposentado compulsoriamente, em razão de suas atividades políticas, em 1969.

Nesse mesmo ano, com vários outros pesquisadores e professores expulsos da universidade ou simplesmente discordantes do regime, como Celso Lafer, Eunice Ribeiro Durham, Fernando Henrique Cardoso, José Arthur Giannotti, Ruth Corrêa Leite Cardoso, Carmen Sylvia Junqueira, Paulo Sandroni, participa da fundação do CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, que se constituiu em importante núcleo da intelligentsia brasileira de oposição à ditadura militar, então vigente no país. Atuou no Cebrap até 1988, antes de ser nomeado Secretário Municipal de Planejamento de São Paulo.

A partir de 1979 voltou à atividade docente, como professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde permanece por quatro anos, tendo sido chefe do Departamento de Economia e membro do Conselho Universitário.

Em 1980 ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores, ao lado de outros intelectuais historicamente ligados à esquerda, como Francisco Weffort, Plínio de Arruda Sampaio, Perseu Abramo, Mário Pedrosa, Sérgio Buarque de Holanda, Chico de Oliveira e Vinícius Caldeira Brant.

No ano seguinte, em 1981, integrou a 1ª Diretoria Executiva da Fundação Wilson Pinheiro, fundação de apoio partidária instituída pela PT, antecessora da Fundação Perseu Abramo.

Em 1989 foi convidado pela então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, a assumir a Secretaria de Planejamento do município, ocupando o posto durante todo o seu mandato, que terminou em 1992.

Em 13 de março de 2009 foi condecorado com a Grande Ordem do Mérito da República da Áustria, em cerimônia realizada na residência do Cônsul Geral da Áustria, em São Paulo.

Viúvo da socióloga Melanie Berezovsky Singer (1932-2012), era pai do cientista político André Singer, da jornalista Suzana Singer e da socióloga Helena Singer.

V Plenária Nacional de Economia Solidária,Luiziânia,GO

Economia solidária

O que é economia solidária, foco de estudo e ação de Paul Singer
POR José Roberto Castro 17 Abr 2018 (atualizado 17/Abr 18h29)

Trabalhando recentemente com o tema da economia solidária, o professor Singer ajudou a criar a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da USP em 1998, quando foi convidado pela CECAE a assumir o cargo de coordenador acadêmico da incubadora.
A partir de junho de 2003, Singer passa a ser o titular da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), que implementou, a partir de junho de 2003, no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em 2011, trabalhando com o governo federal, como Secretário Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer apresentou suas ideias a respeito dos bancos comunitários. Singer acreditava que esses bancos são instrumentos para a erradicação da miséria.
Um mercado baseado na cooperação e não na competição entre os produtores, em que o lucro é dividido entre quem gera a riqueza e não fique com quem é o dono das empresas. Essas são algumas das bases da economia solidária, objeto de estudo e de militância do economista Paul Singer, que morreu na segunda-feira (16) em São Paulo aos 86 anos. Singer foi professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, contemporâneo de Fernando Henrique Cardoso. Em 1980, esteve entre os intelectuais que, ao lado de membros da Igreja e dos sindicatos, fundou o Partido dos Trabalhadores. No PT, foi um dos principais influenciadores no pensamento econômico da legenda desde sua fundação. Na gestão de Luiza Erundina na prefeitura de São Paulo, entre 1989 e 1993, Paul Singer foi secretário de Planejamento. Nos anos seguintes, o programa econômico do PT foi mudando e se adaptando às exigências do mercado. Mas Paul Singer seguiu defendendo a economia solidária como instrumento de combate à pobreza. Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência da República, em 2003, Singer se tornou secretário Nacional de Economia Solidária, tema que pesquisava e no qual militou por décadas. A pasta foi criada a partir de suas ideias sobre o tema.

A economia solidária no Brasil

A economia solidária é uma maneira de organizar as atividades econômicas de determinado lugar. Em vez da liberdade absoluta pregada pelo capitalismo de mercado, as associações são feitas de maneira mais padronizada, buscando diminuir a desigualdade de ganhos. “Cada empresário da economia solidária gastará a receita de suas vendas efetuadas dentro do setor comprando de outras empresas pertencentes ao mesmo [setor]. Desse modo, os novos pequenos empresários contarão com um mercado protegido, formado por eles próprios, que lhes possibilitará ganhar a eficiência e a credibilidade de que necessitam” Paul Singer em artigo publicado na Folha de S.Paulo em julho de 1996 O embrião da ideia de economia solidária vem da Europa, mas o Brasil, com Singer, foi pioneiro em uma política nacional para o tema. A secretaria, criada no governo Lula, foi comandada por Singer por 13 anos. Em 2016, depois do impeachment de Dilma Rousseff, Paul Singer pediu exoneração do cargo. No governo de Michel Temer, o cargo passou a ser ocupado por Natalino Oldakoski, um policial civil aposentado.

A economia solidária no Brasil

A economia solidária é uma maneira de organizar as atividades econômicas de determinado lugar. Em vez da liberdade absoluta pregada pelo capitalismo de mercado, as associações são feitas de maneira mais padronizada, buscando diminuir a desigualdade de ganhos.

“Cada empresário da economia solidária gastará a receita de suas vendas efetuadas dentro do setor comprando de outras empresas pertencentes ao mesmo [setor]. Desse modo, os novos pequenos empresários contarão com um mercado protegido, formado por eles próprios, que lhes possibilitará ganhar a eficiência e a credibilidade de que necessitam” Paul Singer em artigo publicado na Folha de S.Paulo em julho de 1996

O embrião da ideia de economia solidária vem da Europa, mas o Brasil, com Singer, foi pioneiro em uma política nacional para o tema. A secretaria, criada no governo Lula, foi comandada por Singer por 13 anos. Em 2016, depois do impeachment de Dilma Rousseff, Paul Singer pediu exoneração do cargo.
No governo de Michel Temer, o cargo passou a ser ocupado por Natalino Oldakoski, um policial civil aposentado.

As bases do modelo de economia solidária, objeto de estudo e de atuação do economista Paul Singer.

Cooperação

Uma das bases da economia solidária é que os produtores devem trabalhar em conjunto, buscando o melhor para o grupo. Não há divisão entre trabalhadores e donos das empresas. Quem trabalha e produz é também dono do negócio. Todos os que são donos do negócio também trabalham e produzem.

Autogestão

A comunidade de produtores tem o poder sobre si mesma. Cabe aos integrantes decidirem, por exemplo, como, quando e por quanto vendem as mercadorias, a escolha de fornecedores e compradores. Dentro das associações ou cooperativas, o ideal é que haja oferta de crédito aos associados, suporte e treinamento. A ideia, segundo escreveu Singer em 1996, é “quebrar o isolamento do pequeno operador”.

Lucro repartido

A economia solidária também tem como objetivo a venda, a obtenção de recursos para os que produzem. Nas iniciativas solidárias, o lucro é chamado de sobras e a grande diferença se dá na maneira como é repartido. Como as ações são feitas em conjunto, as riquezas também são divididas. Diferentemente do capitalismo de mercado que premia a livre iniciativa individual.

Uma rede

A maioria das iniciativas atualmente estão isoladas, são de pequenos grupos que praticam a economia solidária entre si, mas negociam com o mercado exterior. A ideia de Paul Singer era, no futuro, criar redes entre os empreendimentos de economia solidária, para que os grupos hoje isolados negociem cada vez mais entre si.

Onde está no Brasil

As principais iniciativas de economia solidária no Brasil estão em comunidades de pequenos agricultores. Mas há também exemplos de cooperativas de artesãos, empreendimentos de reciclagem de lixo e cooperativas de crédito, entre outros.

1,4 milhão é o número de brasileiros envolvidos em negócios de economia solidária, segundo os dados oficiais mais recentes, de 2013

O Ministério do Trabalho incentiva também a implantação de bancos comunitários locais. A função é que essas instituições, financiadas pela própria comunidade, ofereçam crédito em pequena escala aos cooperados.

Seus últimos estudos foram a respeito de Economia Solidária e projetos voltados ao desenvolvimento local.

Principais livros publicados

Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002.
Para entender o mundo financeiro. São Paulo: Contexto, 2000.
O Brasil na crise: perigos e oportunidades. São Paulo: Contexto, 1999. 128 p.
Globalização e Desemprego: diagnósticos e alternativas. São Paulo: Contexto, 1998.
Uma Utopia Militante. Repensando o socialismo. Petrópolis: Vozes, 1998. 182 p.
Social exclusion in Brazil. Geneva: Internacional Institute for Labour Studies, 1997. 32 p.
São Paulo’s Master Plan, 1989-1992: the politics of urban space. Washington, D.C.: Woodrow Wilson International Center for Scholars, 1993.
O que é Economia. São Paulo: Brasiliense, 1998.
São Paulo: trabalhar e viver. São Paulo: Brasiliense, 1989. Em co-autoria com BRANT, V. C.
O Capitalismo – sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. São Paulo: Moderna, 1987.
Repartição de Renda – ricos e pobres sob o regime militar. Rio de Janeiro: Zahar, 1986.
A formação da classe operária. São Paulo: Atual, 1985.
Aprender Economia. São Paulo: Brasiliense, 1983.
Dominação e desigualdade: estrutura de classes e repartição de renda no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
SINGER, P. I. (Org.) ; BRANT, V. C. (Org.) . São Paulo: o povo em movimento. Petrópolis: Vozes, 1980.
Guia da inflação para o povo. Petrópolis: Vozes, 1980.
O que é socialismo hoje. Petrópolis: Vozes, 1980.
Economia Política do Trabalho. São Paulo: Hucitec, 1977.
A Crise do Milagre. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
Curso de Introdução à Economia Política. Rio de Janeiro: Forense, 1975.
Economia Política da Urbanização. São Paulo: Brasiliense, 1973.
A cidade e o campo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1972. Em co-autoria com CARDOSO, F. H.
Dinâmica Populacional e Desenvolvimento. São Paulo: Hucitec, 1970.
Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana. São Paulo: Editora Nacional, 1969.
Desenvolvimento e Crise. São Paulo: Difusão Européia, 1968.
Referências
Araujo, Pedro Zambarda de. «Economista Paul Singer, fundador do PT, morre aos 86 anos». Diário do Centro do Mundo
«Morre, aos 86, Paul Singer, economista e fundador do PT». Folha de S.Paulo. 16 de abril de 2018
MANTEGA, Guido e REGO, José Márcio. Conversas com economistas brasileiros II. São Paulo: editora 34, 1999.
Cebrap: 40 anos de análise da realidade brasileira
Morre em SP Melanie Singer, mulher de Paul Singer, por Solange Spigliatti]. Estadão, 12 de janeiro de 2012.
Melanie Berezovsky Singer (1932-2012) – Socióloga apaixonada por crianças e cães. Por Estêvão Bertoni. Folha de S. Paulo, 13 de janeiro de 2012.
Pilagallo, Oscar (16 de Abril de 2018). «Morre, aos 86, Paul Singer, economista e fundador do PT». Folha de S. Paulo. Consultado em 17 de Abril de 2018
«Morre o economista Paul Singer, um dos fundadores do PT». Portal G1. 16 de Abril de 2018. Consultado em 17 de Abril de 2018
Banco comunitário incentiva produção e consumo de bens na própria comunidade.

Ligações externas

Paul Singer (entrevista), in MANTEGA, Guido; REGO, José Marcio (organizadores). Prefácio de Luiz Gonzaga Belluzzo. Conversas com economistas brasileiros II, pp 55-89. Editora 34, 1999. ISBN 85-7326-146-3
Memória: Entrevista com Paul Singer, por Paulo Vannuchi e Rose Spina.Revista Teoria e Debate, Fundação Perseu Abramo.
Pensamento econômico no Brasil Contemporâneo (II): Paul Israel Singer, por Alfredo Costa-Filho. Estudos Avançados vol.15 n°.43. São Paulo, set./dez. 2001 ISSN 0103-4014 .
Entrevista. Paul Singer fala sobre o novo pensamento econômico socialista e sobre os papéis do Estado, dos trabalhadores e dos movimentos sociais no desenvolvimento da economia solidária no Brasil. Por Renato Rovai e Anselmo Massad. Fala, Brasil. 7 de dezembro de 2004.
A relação entre as finanças e a economia da produção e do consumo. Artigo de Paul Singer. Carta Maior, 23 de outubro de 2008.
Artigos de Paul Singer no portal da Fundação Perseu Abramo.

A Tuxaua, Marly Cuesta esteve em todas as conferências e Encontros da Economia Solidária no país, como militante deste importante movimento!

I Conferência Nacional da Economia Solidária da Cultura em 2010
https://photos.google.com/album/AF1QipP9OiSJb_OdCLu7LRYRugBpM4tft8kpqua2ty67
V Plenária Nacional da Economia Solidária, em Luiziânia,GO
https://photos.google.com/album/AF1QipPQdgH3KWGxDijUbN5FRrMRolzSzE0RWyq4_-L7
http://ecosolparana.blogspot.com.br/2012/12/movimento-de-economia-solidaria.html
http://caritas.org.br/plenaria-nacional-de-economia-solidaria-homenageia-membro-da-caritas/12709
https://www.economiasolidaria.org/noticias/27-estados-de-brasil-participaron-en-la-v-plenaria-nacional-de-economia-solidaria
http://caritas.org.br/santa-maria-dia-d-de-financas-solidarias-tem-plenaria-sobre-fundos-rotativos-e-premiacao/29971
http://caritas.org.br/lancada-frente-parlamentar-em-defesa-da-economia-solidaria/32078

Paul Singer: Como fazer o Brasil voltar a se desenvolver?
07/01/2016
Fonte: http://www.pt.org.br/paul-singer-como-fazer-o-brasil-voltar-a-se-desenvolver/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Singer

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/04/17/O-que-%C3%A9-economia-solid%C3%A1ria-foco-de-estudo-e-a%C3%A7%C3%A3o-de-Paul-Singer

Read Full Post »


By : Crescimento Emocional – julho 12 , 2017

3 passos para, de pessimistas, nos tornarmos otimistas.

O otimismo é sem dúvida nosso maior aliado para lidar com nossas frustrações e medos. Algumas pessoas são naturalmente otimistas, mantendo o bom-humor independente das circunstâncias, o que as torna fortes e resilientes diante da vida. Mas será que uma pessoa pessimista pode trabalhar para mudar sua interpretação dos fatos e se tornar uma pessoa otimista? A resposta é sim! Para tanto é preciso adotar estratégias que facilitem uma reavaliação dos fatos. Você pode começar seguindo três passos:

1º passo: Registre os pensamentos automáticos e as emoções negativas associadas ao evento que está o deixando triste como o fim do relacionamento ou ser demitido do trabalho, por exemplo.

2º passo: Levante quais as evidências que sustentam estes pensamentos. Busque alternativas diferentes para explicar o fim do relacionamento ou o ter sido demitido Alternativas que possam descaracterizar a visão da autoculpa.

3º passo: Avalie os benefícios de seguir em frente e trace estratégias para superação.

Claro que será necessário um treino, pois pensar diferente exigirá um esforço da sua parte. Esta tipo de técnica é geralmente aplicada na Terapia Cognitivo Comportamental para que o paciente aprenda a dar um novo significado às experiências difíceis. Ou seja, uma pessoa depressiva pode aprender a ter um novo olhar para vida e para o mundo, sofrer menos abalos emocionais e se tornar mais resiliente diante das adversidades, mantendo-se bem.

Ser otimista nos ajuda muito a superar os problemas, mas não é só, quando passamos a ser otimistas a tendência é que as coisas de fato passam a ocorrer do modo como vislumbramos. Pessoas com viés otimista, são capazes de prever eventos futuros positivos que tendem a se concretizar, é o que se chama de “Profecia Autorrealizadora”.

Isso é mágica ou Lei da Atração? Não é isso. O que ocorre de fato, é que ao fazermos previsões otimistas direcionamos nossos esforços e nos comportamos no sentido de tornar real a nossa meta, o que aumenta em muito a probabilidade que de fato ocorra e mesmo que não ocorra necessariamente, pode repercutir positivamente mantendo nossa motivação.

Apesar dos benefícios que o otimismo traz, é importante termos bom-senso para não cair nas armadilhas que o otimismo em excesso pode provocar.

Otimismo demais leva a comportamentos de risco que podem reduzir nossa capacidade de avaliação e criar expectativas ilusórias que não sejam factíveis com a realidade, gerando inúmeros prejuízos. O otimismo em excesso também é uma de crença disfuncional.

Entretanto, se nos mantivermos conscientes, podemos nos beneficiar enormemente do otimismo e promover atitudes que nos protejam de armadilhas.

Temos muitos bons motivos para escolher adotar o estilo otimista:

Reduzimos as possibilidades de ficarmos abalados com as adversidades.
Impulsionamos o processo de realização e sucesso de cada um de nós.
Reforçamos o sistema imunológico com o estímulo da endorfina, oxitocina, serotonina e dopamina.
“ Os otimistas tendem a considerar seus problemas passageiros, controláveis e específicos de uma determinada situação. Os pessimistas, ao contrário, acreditam que seus problemas vão durar para sempre, vão afetar tudo o que fazem e são incontroláveis. “

Sem o otimismo em nossas vidas, provavelmente, a maior parte da humanidade seria de pessoas deprimidas, sem a menor expectativa de um futuro melhor.

Que tal ampliar o seu grau de otimismo e ser mais feliz?

Este texto foi escrito por:
Elisete Costa de Melo
Psicóloga Cognitivo Comportamental e Terapeuta Familiar
CRP 06/62351
Fonte:
https://crescimentoemocional.com.br/2017/07/12/elisete-melo/

Read Full Post »

Até 2050, a superexploração para atender a indústria e a agricultura poderá esgotar reservas interias em várias partes do mundo.

OROVILLE, CA – AUGUST 19: The Enterprise Bridge passes over a section of Lake Oroville that is nearly dry on August 19, 2014 in Oroville, California. As the severe drought in California continues for a third straight year, water levels in the State’s lakes and reservoirs is reaching historic lows. Lake Oroville is currently at 32 percent of its total 3,537,577 acre feet. (Photo by Justin Sullivan/Getty Images)

Maiores fontes de água doce acessível em todo o mundo, os recursos hídricos subterrâneos são de importância crítica para a irrigação e segurança alimentar global.

Nas próximas três décadas, porém, a superexploração para atender a indústria e a agricultura poderá levar à exaustão esses recursos em partes da Índia, do sul da Europa e nos Estados Unidos.

E quando isso acontecer, cerca de 1,8 bilhão de pessoas no mundo poderão viver em áreas onde os níveis de água subterrâneos estarão totalmente esgotados ou próximos disso.

O alerta vem de uma nova pesquisa desenvolvida pela Universidade de Utrecht, na Holanda, e a Escola de Minas do Colorado, nos EUA, e apresentada neste fim de ano durante a Reunião de Cúpula da União Geofísica Americana de 2016.

Uma consequência direta do esgotamento das reservas subterrâneas é a redução dos fluxos de base para os rios e lagos, prejudicando assim todo o ciclo hidrológico. As áreas mais ameaçadas são aquelas fortemente irrigadas em climas mais secos.

De acordo com o estudo, os aquíferos dos Estados Unidos no vale central da Califórnia, na bacia de Tulare e no sul do San Jaquin Vale seriam os primeiros a se esgotar, já na década de 2030.

Aqueles no alto da bacia do Ganges na Índia seriam os próximos a sair de cena, entre 2040 e 2060, junto com algumas reservas na Espanha e Itália.

Em seguida, as reservas localizadas nas planícies altas do sul dos EUA, que fornecem água a partes do Texas, Oklahoma e Novo México, poderiam atingir seus limites entre 2050 e 2070.

O estudo destaca que as demandas de água vão aumentar ainda mais devido ao crescimento populacional, ao desenvolvimento econômico e às mudanças climáticas, tornando a questão urgente.

Por isso, conhecer os limites dos recursos hídricos subterrâneos é um imperativo para garantir a sustentabilidade das atividades econômicas que dependem da água e a do próprio abastecimento para consumo humano.

O desafio é identificar e monitorar o risco de esgotamento em escala regional. Diversos estudos anteriores usaram dados de satélite para mostrar que vários dos maiores aquíferos do mundo estão em situação de atenção.

Mas esses estudos passados não conseguiram medir a depleção do aquífero em escala regional, ao contrário da nova pesquisa, que usou dados sobre a estrutura do aquífero, retiradas de água, e as interações entre as águas subterrâneas e águas circundantes para simular esgotamento em uma escala menor.

A equipe de pesquisa usou seu modelo para prever quando e onde os aquíferos ao redor do mundo poderão atingir seus limites, ou quando os níveis de água cairão abaixo do alcance das modernas tecnologias de bombeamento.

Os cientistas consideram que o limite de uma reserva foi ultrapassado quando os níveis de água subterrânea ficam dois anos consecutivos abaixo do limite de bombeamento.

Fontes: http://exame.abril.com.br/ – Vanessa Barbosa.
http://www.aguasdepontal.com/2016/12/exaustao-de-aguas-subterraneas-ameaca.html?spref=fb

Read Full Post »

Na audiência pública serão apresentados relatos sobre a situação ambiental crítica que passa a área ambiental no Rio Grande do Sul.

Na audiência pública serão apresentados relatos sobre a situação ambiental crítica que passa a área ambiental no Rio Grande do Sul.

Um grupo de entidades ambientalistas gaúchas promove,quinta-feira (25), às 19h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa, uma audiência pública sobre o desmonte e retrocessos na área ambiental do Rio Grande do Sul. O objetivo do encontro, segundo as entidades promotoras, é “avaliar o quadro de grave crise estrutural deliberada na área ambiental tanto na Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), como um todo, incluindo as tentativas de retrocesso na legislação ambiental do Estado”.

Serão apresentados relatos sobre a situação ambiental crítica que passa a área ambiental no Rio Grande do Sul, com destaque para o Projeto de Lei 300/2015 que extingue a Fundação Zoobotânica – proposta que segue na Assembleia Legislativa -, para a retirada de atribuições e infraestrutura da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e do Departamento de Biodiversidade da (Sema), e para a edição de decretos pelo governo José Ivo Sartori (PMDB) que vão de encontro à legislação ambiental conquistada há décadas no Estado.

A audiência pública é promovida pelas seguintes entidades: Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Núcleo de Ecojornalistas (NEJ), Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente (Mogdema), Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (Apedema RS) e Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (InGá).

Foto:Mogdema

Fonte:

https://rsurgente.wordpress.com/2016/08/22/audiencia-publica-debatera-desmonte-e-retrocesso-ambiental-no-rs/

 

Read Full Post »

apibCom a perspectiva de que o novo presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) seja nomeado nas próximas semanas, a Apib encaminhou ao ministro da Justiça uma carta com reivindicações com as quais considera que o novo titular do órgão indigenista deve se comprometer e o perfil que ele precisa ter. Leia abaixo o texto
Carta No. 51/APIB/2016

Brasília – DF, 22 de agosto de 2016.

Assunto: sobre a Presidência da FUNAI e outras demandas

Ao Excelentíssimo Senhor Alexandre de Moraes, Ministro de Estado da Justiça e Cidadania

Governo Federal, Brasília – DF

Prezado Senhor:

Considerando que compete a vossa excelência a nomeação do Presidente titular da Fundação Nacional do Índio (Funai), a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), atendendo a orientação de suas bases, vem por meio da presente externar à vossa excelência as considerações e demandas abaixo, que inclusive ultrapassam os limites do órgão indigenista, em razão de outras políticas públicas voltadas aos povos indígenas.

Reafirmamos, em primeiro lugar, que a Constituição Federal de 1988 avançou significativamente no reconhecimento dos direitos dos povos indígenas, principalmente no relacionado à posse de suas terras tradicionais e no reconhecimento das identidades culturais diferenciadas (Art. 231) – do caráter multiétnico e pluricultural do país – bem como no fortalecimento da cidadania e autonomia desses povos, ao lhes reconhecer que “são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses “ (Art. 232).

Assim, a Constituição colocou fim ao integracionismo e à tutela. Esse novo ordenamento jurídico brasileiro foi posteriormente reiterado pelos tratados internacionais assinados pelo Brasil: Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas e, mais recentemente, a Declaração Americana dos Direitos dos Povos Indígenas. Instrumentos estes que asseguram aos povos indígenas a manutenção da dinâmica própria de seus usos e costumes por meio de uma política indigenista que garanta o respeito a seus direitos coletivos, a demarcação e proteção de suas terras e promova seu desenvolvimento econômico, social e cultural, em novos parâmetros de qualidades diferenciados.

O novo presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) necessariamente deverá ter conhecimento e respeito pleno a esses princípios basilares de garantia dos direitos indígenas, longe do indigenismo integracionista, tutelar, paternalista ou autoritário, junto aos 305 povos indígenas que habitam as distintas regiões e biomas do país, falantes de 274 línguas indígenas diferentes.

O Presidente da Funai, além de ter esse perfil, deverá também estar comprometido com as seguintes reivindicações dos povos e organizações indígenas:

Prezar pelo cumprimento da responsabilidade institucional da Funai que envolve:

Dar sequência aos processos de demarcação das terras indígenas, instituindo grupos de trabalho (GTs) para assegurar a identificação e delimitação dos territórios indígenas, a fim de serem declarados pelo Ministro da Justiça como terras tradicionais e homologadas pela Presidência da República.
Cumprir devidamente o seu papel do órgão articulador e fiscalizador junto a outras instâncias governamentais que implementam políticas públicas voltadas aos povos indígenas, principalmente nas áreas da sustentabilidade, da cultura, da saúde e da educação escolar indígena específicas e diferenciadas. É importante registrar que os povos e organizações indígenas são contrários às propostas de municipalização da saúde indígena por serem ilegais e precarizarem mais ainda a atenção básica à saúde dos povos.
Assegurar a participação dos povos e organizações indígenas na formulação, avaliação e implementação da política indigenista do Estado Brasileiro, considerando o conjunto das mais de 4.800 propostas apontadas pelas bases do movimento indígena durante a construção da Conferência Nacional de Política Indigenista, mas sobretudo as 216 recomendações aprovadas pelas lideranças indígenas participantes do evento, no final do ano de 2015
Por fim, Senhor Ministro, a APIB reitera junto ao governo federal, por meio da vossa excelência, as seguintes reivindicações:

Compromisso de implementar, com dotação orçamentária necessária, a Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial das Terras Indígenas (PNGATI).
Incidência no Congresso Nacional para inviabilizar a aprovação de dezenas de iniciativas legislativas que tramitam no intuito de suprimir os direitos indígenas, principalmente territoriais, tal e como a PEC 215, assegurados pela Constituição Federal de 1988.
Sensibilização do Supremo Tribunal Federal (STF) para que interpretações reducionistas do direito originário dos povos indígenas a suas terras, como a tese do “Marco Temporal”, que remete a ocupação tradicional ao ano de 1988, não sejam consolidadas.
Tomar as medidas cabíveis para colocar fim à violência e criminalização crescentes contra povos, comunidades e lideranças indígenas, pelo simples fato de defenderem os seus territórios da voracidade de invasores de todo tipo (fazendeiros, madeireiros, pescadores ilegais, garimpeiros etc.) e inclusive de empreendimentos governamentais.
O fortalecimento da Funai, com orçamento e quadro de servidores adequados, certamente possibilitará o cumprimento desta agenda, visando uma Política Indigenista contemporizada com o novo marco jurídico nacional e internacional, de reconhecimento, proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas.

Sendo o que tínhamos a manifestar, subscrevemo-nos.

Atenciosamente.

Sonia Guajajara

P / Coordenação Executiva da APIB

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil
Fonte
https://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/2016/08/24/apib-encaminha-reivindicacoes-e-pede-compromissos-de-futuro-presidente-da-funai/

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: