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Archive for the ‘Meio Ambiente’ Category

Encontro convocado pelo Papa, para outubro, vai abordar consequências da exploração da floresta e dos recursos hídricos, no «pulmão do planeta»

Cidade do Vaticano, 17 jun 2019 (Ecclesia) – O Vaticano denuncia num novo documento sobre a Amazónia a exploração levada a cabo por interesses económicos que ameaçam o “pulmão do planeta” e os direitos dos povos indígenas.

“A vida na Amazónia está ameaçada pela destruição e exploração ambiental, pela violação sistemática dos direitos humanos elementares da população amazónica. De modo especial a violação dos direitos dos povos originários, como o direito ao território, à autodeterminação, à demarcação dos territórios e à consulta e ao consentimento prévios”, assinala o documento de trabalho da assembleia especial do Sínodo dos Bispos sobre a Amazónia, que o Papa convocou para outubro.

O texto conta com o contributo das comunidades locais, que apontam o dedo a “interesses económicos e políticos dos setores dominantes”, em particular “empresas extrativistas, muitas vezes em conivência, ou com a permissividade dos governos locais, nacionais e das autoridades tradicionais”.

Entre as ameaças elencadas estão “os grandes interesses económicos, ávidos de petróleo, gás, madeira, ouro, monoculturas agroindustriais”, bem como “megaprojetos de infraestruturas, como as hidroelétricas e estradas internacionais, e atividades ilegais vinculadas ao modelo de desenvolvimento extrativista” de minérios.

A Santa Sé dá voz a preocupações sobre “a destruição múltipla da vida humana e ambiental, as doenças e a contaminação de rios e terras, o abate e a queima de árvores, a perda maciça da biodiversidade, o desaparecimento de espécies”.

“O território transformou-se num espaço de desencontros e de extermínio de povos, culturas e gerações”, adverte o ‘instrumentum laboris’, falando num “ponto de não-retorno”.

O documento orientador dos trabalhos do Sínodo 2019 fala numa região “disputada” por várias frentes, com “violação dos Direitos Humanos e destruição extrativista”, evocando os “defensores dos direitos humanos” e os seus mártires, como a irmã Dorothy Stang.

A religiosa católica, defensora dos direitos dos povos ribeirinhos da floresta amazónica, tinha 73 anos e morava no Brasil há 30 quando foi assassinada a 12 de fevereiro de 2005, com seis tiros.

A questão dos “povos isolados”, particularmente vulneráveis, e os desafios levantados pela emigração são outros temas abordados.

O Vaticano recorda que, na Amazónia, “entre 70 e 80% da população reside nas cidades”, alertando para a “urbanização da pobreza”, o aumento da violência e a corrupção.

Os responsáveis católicos defendem a valorização da cultura e das línguas indígenas, na educação institucional.

A assembleia de bispos foi anunciada pelo Papa a 15 de outubro de 2017 e vai refletir sobre o tema ‘Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral’, de 6 a 27 de outubro de 2019.

A Igreja Católica atua na região através da Rede Eclesial Pan-Amazónica, REPAM, que inclui representantes de comunidades católicas de nove territórios: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana-Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.

O Sínodo dos Bispos pode ser definido, em termos gerais, como uma assembleia consultiva de representantes dos episcopados católicos de todo o mundo, a que se juntam peritos e outros convidados, com a tarefa ajudar o Papa no governo da Igreja.

Até hoje houve 14 assembleias gerais ordinárias e três extraordinárias, as últimas das quais dedicadas à Família (2014 e 2015); em outubro, o Vaticano recebe uma assembleia ordinária do Sínodo, sobre os jovens.

OC

Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/portal/sinodo-2019-vaticano-alerta-para-destruicao-da-amazonia-e-violacao-dos-direitos-dos-povos-indigenas-c-video/

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O Dia Mundial do Combate à Desertificação e à Seca é celebrado anualmente em 17 de junho, desde 1995, o ano em que o dia foi proclamado pelas Organização das Nações Unidas (ONU).

Por Maristela Crispim

A data visa promover a sensibilização pública relativa à cooperação internacional no combate à desertificação e os efeitos da seca.

Importante destacar que o processo de desertificação não está ligado apenas à aridez da região, mas à degradação do solo, principalmente pelo desmatamento.

Em relação à escassez de chuvas, o Semiárido brasileiro já tem muitas práticas exemplares de convivência com as suas adversidades climáticas, como o acesso a cisternas que têm garantido segurança hídrica e alimentar às famílias da zona rural.

(Foto: Maristela Crispim)

#desertificacao #desertification#DiaMundialdoCombateàSecaeàDesertificação #drought #ONU #seca#WorldDaytoCombatDesertificationandDrought

Celebração de parceria cm o Parque da Cidade e recebimento de mais dois projetos ambientais com a equipe do DG Eucides Mendes/Águida

“Nós, no @Lions Clube de Natal Norte, somos incansáveis nessa luta de cuidado ao meio ambiente, que é uma das 5 Metas Globais do @Lions Clubs International!Estamos em plena parceria com o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte,em projeto ambiental para irrigação, adubação e plantação de 100 mudas de Pau-brasil em área degrada dentro do parque. Se cada cidadão, tiver consciência de seu papel na sociedade,aí podemos começar a hashtag#Mitigar o problema ambiental no planeta”, disse -Marly Cuesta Educadora Ambiental, Tuxáua e Secretária AL 2018/2019 https://photos.app.goo.gl/q85Azv3CyPB4o99U8

https://photos.app.goo.gl/9YyGWsVnPgVtQirE8

Fontes:

@NacoesUnidas

@ecoagencianordeste

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Evento ocorre entre os dias 25 de maio e 5 de junho com programação em várias unidades

Plantação de milho orgânico na terra Indígena Retomada Guarani

Alimento orgânico


Comemorada em todo o País, a Semana do Alimento Orgânico, que ocorre entre os dias 25 de maio e 5 de junho, tem várias atividades programadas na UFRGS. O tema desta edição é “Produto Orgânico: Melhor para a Vida! Qualidade e saúde do plantio ao prato”. A Universidade integra-se ao evento promovendo, em diferentes unidades, debates sobre o assunto e ações de valorização deste tipo de alimento.
Alimento orgânico na infância

Alimento orgânico

As atividades são promovidas por: Comissão de Produção Orgânica do RS; Faculdade de Agronomia; Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação; Faculdade de Veterinária; e Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural.

Confira a programação.

29 DE MAIO

II Seminário de Agroecologia e Produção de Modo Orgânico da FAVET

Local: Auditório da Faculdade de Veterinária (Av. Bento Gonçalves, 9090)

Programação:

Oficina: 8h30 às 11h30 – Identificação, processamento e usos de plantas medicinais e bioativas, com Magnólia Silva (UFRGS), Jurema Scheneider (produtora ovos orgânicos), Ângela Escosteguy (IBEM)
Palestra 1: 13h30 às 14h20 – Agribusiness e alguns de seus impacto, com Althen Teixeira Filho (UFPel)
Mesa redonda: 14h30 às 16h – Áreas de atuação do profissional no modo de produção orgânica, com Carlos Roberto Cunha (Emater/RS); Oportunidades profissionais na produção de origem animal, com Ângela Escosteguy (IBEM) e Uso de Alimentos não convencionais na nutrição animal, com Harold Patino (UFRGS)
Palestra 2: 16h30 às 17h20 – Mecanismos de controle e de certificação dos produtos orgânicos, com Michele de Castro Iza (MAPA)
Inscrições e mais informações: seminarioorganicosfavet@gmail.com

30 DE MAIO

Os riscos do avanço da mineração no Pampa e no Rio Grande do Sul

Palestrante: Professor Paulo Brack (Departamento de Botânica/UFRGS)

Data: 30 de maio

Horário: 17h às 18h30

Local: Auditório 2 da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (R. Ramiro Barcelos, 2705 – Campus Saúde).

03 DE JUNHO

Seminário Alimentação Saudável, SISAN e os Territórios Rurais no Rio Grande do Sul

Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa

Programação:

Abertura – 9h
Mesa Redonda 1– 10h – Alimentação saudável e qualidade das águas
Mesa Redonda 2 – 14h Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) e os Territórios Rurais no Rio Grande do Sul
Encerramento – 17h – Homenagem a Brizabel Rocha e entrega do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio Grande do Sul ao Poder Executivo, por Dom Mauro Morelli
Inscrições: http://bit.ly/2VoLffB

Mais informações: facebook.com@obssanrs

04 DE JUNHO

Roda de Conversa com os agricultores da feira e alunos da Faculdade de Agronomia, com a palestra “Soberania alimentar e alimentação saudável”, de Rosiele Cristiane Ludtke (MPA), e degustação de produtos orgânicos, Feira e exposição de livros Expressão Popular. Das 10h às 18h, na Faculdade de Agronomia (Av. Avenida Bento Gonçalves, 7712)
Lançamento do Círculo de Referência em Agroecologia, Sociobiodiversidade, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (ASSSAN Círculo) e Inauguração Unidade NutriSSAN da UFRGS. Palestra com Rosa Lia Barbieri (Embrapa) e mesa redonda com Maria Rita de Oliveira (Rede Nutrissan) e Dom Mauro Morelli.
Horário: a partir das 14h

Local: Auditório Nascente – Prédio Centenário (Praça Argentina – Campus Centro)

Mais informações: facebook.com/obssanrs/

Inscrições: http://bit.ly/2VoLffB

Roda de conversa: Agrotóxicos: um problema de saúde pública -palestrantes: Barbara Marianoff (especialista em Saúde Pública) e Sarita Mercedes Fernandez (bióloga, doutoranda em Desenvolvimento Rural/UFRGS).
Horário: das 15h30min às 17h

Local: Campus Centro – pátio ao lado da Faculdade de Educação

Mais informações: facebook.com/Contrapontoufrgs/

06 DE JUNHO

Palestra Alimentar-se é um ato político, com os palestrantes: Salete Carollo (Direção MST/Setor Gênero – Assentamento Hugo Chávez – Tapes) e Roberta Coimbra (Coordenação Estadual do Setor de Produção do MST – Assentamento Conquista da Luta – Rubira I – Piratini)

Horário: das 17h às 18h30min

Local: Auditório 1 da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (R. Ramiro Barcelos, 2705 – Campus Saúde).

Mais informações: facebook.com/feirafabico/

Fonte:
http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/semana-do-alimento-organico-tem-atividades-na-ufrgs?fbclid=IwAR2FE90YVau1r5WKOiIB0GYfBKfIL9FN8NgXZnrxcqe_tR28FR5bHwH2r2E

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19 de abril,nada a ser comemorado pq os povos indígenas continuam sendo crucificados

Partindo de uma visão cristã poderíamos dizer que os povos indígenas, no Brasil, estão sendo crucificados, por um governo que diz se sustentar em princípios cristãos, uma afirmação que de fato não responde às atitudes reais.

Nada é por acaso, e não é por acaso que no ano de 2019, o “Dia do Índio”, um termo pejorativo desde que foi acunhado pelos invasores europeus, seja na Sexta-feira Santa, o dia em que os católicos fazemos memória da Crucifixão de Jesus, alguém que morreu porque era contra o sistema estabelecido.

No Brasil, aos poucos foi se instalando um sistema que colocou os povos indígenas como “empecilho para o desenvolvimento”, uma ideia que cobrou força no tempo da Ditadura Militar, que assolou o país por mais de vinte anos e marcou uma política de perseguição contra os povos originários, especialmente na Amazônia, onde os grandes projetos foram se instalando como promessa de um desenvolvimento que que só beneficiou uns poucos e prejudicou os mais pobres e o meio ambiente, preservado secularmente pelos povos originários, os melhores guardiões da Casa Comum.

Essa foi uma política continua nos últimos cinquenta anos, mas que desde 1º de janeiro aumentou de forma desmedida, por parte de um governo que seus primeiros 100 dias de governo, tem sido de guerra contra os povos indígenas, como afirmou Fiona Watson, diretora de pesquisas da Survival International, protetora dos direitos indígenas.

Aldeia Indígena Aracuã

No artigo, publicado originalmente no blog 35000 Milliones / Planeta Futuro, ela afirma que “esta administração racista está lançando abertamente um ataque sem precedentes contra os povos indígenas do Brasil, com o objetivo explícito de destruí-los como povos, assimilando-os pela força e saqueando suas terras”. Desde uma visão cristã poderíamos dizer que os povos indígenas, no Brasil, estão sendo crucificados, por um governo que diz se sustentar em princípios cristãos, uma afirmação que de fato não responde às atitudes reais.

Reunião de apoio e criação do GT-Mediação de Conflitos Indígenas

A visão racista do novo presidente é uma constante em sua vida política, com afirmações que em muitos países seriam motivo de punição, pois não respeitam os princípios da Constituição Federal, lei suprema do estado brasileiro. Resultam inaceitáveis algumas de suas afirmações, “pena que a cavalaria brasileira não tenha sido tão eficiente quanto a americana, que exterminou os índios”, ao mesmo tempo que outras mostram uma grande falta de conhecimento histórico, “não tem terra indígena onde não têm minerais. Ouro, estanho e magnésio estão nessas terras, especialmente na Amazônia, a área mais rica do mundo. Não entro nessa balela de defender terra pra índio”. Por outro lado, aqueles que o elegeram sabiam quais eram seus propósitos, “se eu assumir [a Presidência do Brasil] não terá mais um centímetro para terra indígena”. A última medida foi colocar a Força Nacional de Segurança nas ruas de Brasília para impedir o bom decorrer do Acampamento Terra Livre.

No dia 11 de abril, um decreto presidencial extinguia os conselhos sociais do governo federal, dentre eles vários que tem a ver com os povos indígenas, como o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI) e a Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI), que acompanhava a execução de políticas públicas para quase 3 mil escolas indígenas espalhadas pelo país.

A medida visa asfixiar os instrumentos democráticos de participação social na definição de políticas públicas e controle social, como recolhe em seu site o Conselho Indigenista Missionário – CIMI, que já foi definido pelo atual presidente brasileiro como “parte podre da Igreja católica”.

O apoio do CIMI é fundamental nas lutas de nossos povos indígenas.

Qual é o futuro dos povos indígenas no Brasil? Essa é uma pergunta que cada vez está mais presente na mente de muitos brasileiros. É por isso que se faz necessária uma reação a partir da fé naquele que foi crucificado. Não podemos esquecer que a Vida está acima da morte, que estar junto aos povos indígenas é estar do lado de quem pode nos ensinar a cuidar da Mãe Terra como um bem sagrado e indispensável no presente e no futuro da humanidade.

CEBs e Pastorais pelo bem viver de nossos povos indígenas

O Papa Francisco em sua peregrinação pelos povos indígenas

A Igreja católica está vivendo um tempo de graça, um kairós, com o Sínodo da Amazônia, onde os povos indígenas têm um papel fundamental, resultando decisivo seu aporte na tentativa de encontrar novos caminhos para uma ecologia integral. Escutemos suas dores, que é a mesma dor daquele que foi transpassado pela lança de um sistema que o via como inimigo para seus planos perversos. Fazer memória do passado é instrumento para ler o presente, para entender que Jesus continua sendo crucificado nos povos indígenas, inclusive por quem se diz religioso, e acha estar agindo em nome de um Deus que ele coloca acima de tudo.

Fontes:

CEBs Manaus na vivência da comunidade Ticuna

https://photos.google.com/u/1/album/AF1QipNJDyKzAw4Eq-sR9nH9PBoEiK1rZnhj3zbMzOUH?key=CMvbuOrxkaGUFg

https://photos.google.com/u/1/album/AF1QipNnQ8oy7V8gor-VietB5xvAzj7lnZ7imqavWYqd?key=COS2_4aCzN2qAQ

https://photos.app.goo.gl/P24MbsX3vQyq8g577

https://photos.app.goo.gl/b3hKcSYs8vHJnc8C9

https://photos.app.goo.gl/A2MDonRTLU8TDvDs5

https://photos.app.goo.gl/iytAAXkt5G1Yg7fKA

https://goo.gl/photos/Nmwni7UU2q4ajnUr8

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Parceria do Lions Clube de Natal Norte com o Projeto Amana e Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

Nesta sexta-feira (21), é celebrado em todo o território nacional, o Dia da Árvore. A data foi instituída em 1965 e foi escolhida por ser próxima ao início da Primavera, dia 23 de setembro. Para marcar a data, o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte promoveu plantios de mudas com as crianças do Projeto Amana – Agente Mirim Ambiental de Natal e membros do Lions Clube de Natal Norte, que no último dia 6 se reuniu com o Gestor do Parque para conhecerem os projeto ambientais para estabelecer parcerias e participar do evento alusivo ao meio ambiente. O leonismo pauta a sua atuação na valorização e defesa dos princípios como companheirismo e serviço prestado às comunidades carentes e junto às entidades sem fins lucrativos e o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte trabalha com parcerias para alavancar os seus projetos ambientais.

Programação do Dia da Árvore iniciou às 15 horas, com palestra a respeito das atividades da Unidade de Conservação e de Proteção Integral, seguida de uma apresentação musical das crianças do Projeto Amana. O grupo também, visitou o Memorial Natal, que funciona na torre, a Biblioteca, a Sala de Exposição dos Animais, Centro de Produção de Mudas da Mata Atlântica e encerrou a visita com o plantio de mudas de Pau-brasil produzidas no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, junto com as crianças do Projeto Amana.

O Dia da Árvore tem por objetivo conscientizar a população sobre a importância dessa grande riqueza natural, que além da fotossíntese, exercem diversos outros papéis ecológicos como, por exemplo, evitam a erosão e melhoram a umidade relativa do ar por intermédio da evapotranspiração. Também servem de moradia para várias espécies de animais, além de fornecerem alimento para uma grande quantidade de organismos vivos, incluindo o homem, porque elas aproveitam o gás carbônico que eliminamos pelos pulmões e o transformam em oxigênio. As árvores também são importantes para evitar desmoronamentos de terra e enchentes nos rios. Elas formam uma barreira natural quando chove muito e impedem que desastres maiores aconteçam.

O Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte tem desenvolvido projetos de plantio de mudas e recuperação de áreas degradadas e desde o início deste ano já plantou mais de 3.000 mudas. E está perto de alcançar a expectativa para 2018 de plantar 4.000 mudas dentro da sua área e na área da Zona de Proteção Integral – ZPA 01. “O Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas está sendo desenvolvido em várias etapas e fizemos plantios no Dia da Floresta, Dia do Pau Brasil, Dia da Mata Atlântica, Semana do Meio Ambiente e vamos plantar mais 100 mudas no Dia da Árvore e ao longo da semana. E também estamos implantando o projeto de irrigação para facilitar a cobertura vegetal nos períodos sem chuva”, lembra o gestor do Parque da Cidade, Carlos da Hora

“A Leão e Tuxáua, Marly Cuesta, foi a idealizadora do projeto de Adesão e Parceria com o Parque da Cidade,tendo sua sugestão acatada pela Presidente do Lions Clube de Natal Norte”, ressaltou a CaL Maria Luzinete Viégas Nôga.

Lions Clube de Natal Norte,celebra o Dia da Árvore

Fonte http://www.viacertanatal.com.br/2018/09/parque-da-cidade-dom-nivaldo-monte.html?m=1

https://photos.app.goo.gl/q85Azv3CyPB4o99U8

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