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Archive for março \24\UTC 2018

Ouro Preto lança Ano do Patrimônio Cultural e reabre Chafariz dos ContosOuro Preto lança Ano do Patrimônio Cultural e reabre Chafariz dos Contos

Reabertura do Chafariz dos Contos reverencia o patrimônio cultural e abre uma série de comemorações sobre a história da cidade barroca tricentenária, berço de Aleijadinho
Gustavo Werneck

Restaurado, o Chafariz dos Contos será entregue oficialmente hoje, com água potável, no lançamento do Ano do Patrimônio Cultural
(foto: Patrícia Souza/Prefeitura de Ouro Preto/Divulgação)
Ouro Preto – Uma solenidade na noite de hoje, no Centro da cidade reconhecida como patrimônio cultural da humanidade, lança o Ano do Patrimônio Cultural e dá início a uma série de comemorações sobre a história de Ouro Preto, antiga Vila Rica. No total, serão 10 marcos festivos ao longo de 2018 (veja quadro), em datas que celebram oficialmente, entre outros, os 280 anos de nascimento do filho ilustre, Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, 320 anos da chegada do bandeirante paulista Antonio Dias, fundador do primitivo arraial, e 80 anos de tombamento do conjunto barroco pelo governo federal, quando Getúlio Vargas (1882-1954) era presidente. Arte, educação patrimonial, religiosidade, gastronomia e cultura popular estão unidos e à disposição de visitantes que chegam de toda parte para se encantar com igrejas, casario e monumentos dos séculos 18 e 19.
A fim de reverenciar a memória de homens e mulheres que construíram – e constroem – a história tricentenária, o Executivo municipal instituiu o Ano do Patrimônio Cultural em Ouro Preto, com lei aprovada por unanimidade na Câmara. Às 19h, durante a reabertura do Chafariz dos Contos, que ficou 20 anos seco, o prefeito Júlio Pimenta sancionará simbolicamente a lei e presenciará a volta da água potável à peça de cantaria que demandou oito meses de restauração com recurso do Fundo Municipal do Patrimônio. Para garantir a pureza, foram instalados filtros subterrâneos.

Coordenando a realização dos eventos, com apoio da iniciativa privada, o secretário municipal de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto, Zaqueu Astoni Moreira, informa que as ações visam fortalecer a educação patrimonial e o “sentimento de pertencimento” dos moradores com seu acervo histórico. “Nosso grande desafio é dar continuidade a todas as ações de restauro e envolver a comunidade. É preciso aliar preservação, mobilidade urbana e evitar o crescimento desordenado com políticas públicas voltadas para a habitação em todos os níveis.”

CAMINHO DAS ÁGUAS Na semana de abertura dos eventos, as águas norteiam os caminhos na ex-Vila Rica, e o Chafariz dos Contos está bem inserido nessa trajetória. Equipamento de 1760, usado originalmente para abastecimento público e agora livre dos tapumes, ele traz uma inscrição em latim (Is quae potatum cole gens pleno ore Senatum, securi ut sitis nam jacit ille sitis) numa referência ao antigo Senado da Câmara. A tradução é: “Povo que vens beber, louva de boca cheia o Senado, porque tens sede e ele faz cessar”.

Em resumo, o Senado da Câmara, como administrador impessoal, e não o governador da época, entregou à população a obra de utilidade pública. De tão importante, o chafariz tem réplica num parque da cidade norte-americana de Brazil (com z mesmo), no estado de Indiana. Foi dado de presente pelo ex-embaixador do Brasil em Washington (EUA) Maurício Nabuco (1937-1985).

A água voltará a jorrar também no chafariz do Museu da Inconfidência, embora apenas nas datas cívicas. Quem visitar Ouro Preto até 29 de abril poderá ver uma exposição no anexo do museu sobre o uso da água nos séculos 18 e 19. Por meio de documentos, inclusive legislação e plantas do esgotamento sanitário, será contada a história de oito chafarizes da cidade. Entre os destaques da mostra estão a réplica do busto existente no Alto da Cruz, considerada a primeira peça de Aleijadinho, alcatruzes (encanamentos antigos), torneiras de chumbo e outros da reserva do Arquivo Público Municipal e Museu da Inconfidência. Os estudantes que visitarem o espaço receberão uma cartilha com informações sobre educação patrimonial e alusivas à Semana da Água.

Vista parcial da cidade de Ouro Preto, a primeira no país a receber título de patrimônio histórico da humanidade, concedido pela Unesco em 1980

DESAFIOS Numa caminhada pelo Centro Histórico e arredores, é possível ver que ainda são muitos os desafios a serem vencidos em Ouro Preto, principalmente na ocupação das encostas. A preservação de todo o conjunto demanda esforço – hoje, estão sendo conduzidas 15 ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas do governo federal. A população, vigilante, cobra resultados, sem esconder o orgulho que nutre pela cidade. É o caso de José Pedro Nogueira, de 73 anos, zelador há 35 da Igreja de São Francisco de Paulo, vinculada à Paróquia de Nossa Senhora do Pilar.

“Sou defensor deste patrimônio e tenho muito orgulho de ser nascido e criado aqui. É a terra de Aleijadinho, onde o mestre Ataíde (natural da vizinha Mariana) trabalhou e Tiradentes (do Campo das Vertentes) fez história”, diz José Pedro. No adro do templo, ele reclama que o mato alto (“pau-de-leite”) impede a contemplação da paisagem barroca e houve retirada de holofotes que iluminavam o monumento. O secretário Zaqueu explica que as equipes da prefeitura já foram acionadas para resolver os problemas.

A artesã Efigênia Souza Silva, de 72, sente o mesmo amor pela cidade que a recebeu há 50 anos. Declarando-se garimpeira há 58, a mulher nascida em Mariana vende colares, brincos, terços e adereços e tem a orientação na ponta da língua sobre o efeito das pedras: hematita é boa para circulação e pressão alta; ametista traz fortuna; quartzo-rosa atrai amor; cristal tem força para fazer a paz; e o quartzo-verde melhora a saúde no geral. Os visitantes Ronei Godinho, de 31, analista de sistema, e Juliano Fonseca Sousa, de 28, cozinheiro, de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, ouvem com atenção, apreciam as peças e têm olhos para a paisagem barroca.

“Ouro Preto é um museu a céu aberto. Acho que nunca vou ver algo assim!”, disse Ronei. Depois, os amigos escolhem as pedras preferidas e caminham para conhecer mais sobre a primeira cidade brasileira (1980) a ser reconhecida como patrimônio cultural da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Festa de hoje

19h – Entrega oficial da restauração do Chafariz dos Contos ou de São José, com água potável. Em seguida, apresentação do coral do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), na escadaria do Ministério Público de Minas Gerais

20h – Ligação da água do chafariz do Museu da Inconfidência, na Praça Tiradentes

20h30 – Abertura de exposição no anexo do Museu da Inconfidência sobre o uso da água, em Ouro Preto, nos séculos 18 e 19, com a história de toda a legislação sobre o fornecimento do recurso natural no período colonial e dos oito principais chafarizes da cidade

Dez motivos para celebrar a história de Ouro Preto

1) 80 anos de tombamento federal da cidade. A proteção está a cargo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com marco em 20 de abril

2) 320 anos da chegada da bandeira de Antonio Dias. A origem de Vila Rica está no arraial fundado pelo bandeirante paulista, pelo padre João de Faria Fialho e por dois irmãos da família Camargo. Festa
em 24 de julho
3) 280 anos do nascimento do escultor, entalhador, arquiteto e louvado (perito) Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1738-1814). Festividades em agosto

4) 50 anos da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), que teve como idealizadores o escritor Murilo Rubião (1916-1991), o poeta Vinícius de Moraes (1913-1980) e a atriz Domitila do Amaral. Festividades em julho

5) 50 anos do Museu do Aleijadinho, vinculado à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, que tem um projeto museológico em andamento


6) 20 anos do Museu do Oratório, que ocupa a Casa do Noviciado da Igreja de Nossa Senhora do Carmo e está vinculado ao Instituto Cultural Flávio Gutierrez

7) 15 anos da Escola de Música Padre Simões, ligada à Paróquia de Nossa Senhora do Pilar. Programação comemorativa no segundo semestre

8) 80 anos da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, no distrito de Miguel Burnier, projetada por um arquiteto italiano
foto Marcos Michelin EM DA Press - 730820180323081044908446a
9) 10 anos do registro dos doces artesanais tradicionais de São Bartolomeu, patrimônio imaterial de Ouro Preto

10) 50 anos de criação da Superintendência Regional de Ensino. Em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Patrimônio e a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), a superintendência vai desenvolver atividades em educação patrimonial.
Fonte:https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/03/23/interna_gerais,946165/ouro-preto-lanca-ano-do-patrimonio-cultural-e-reabre-chafariz.shtml

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Aprender a gostar de nós mesmos, aprender a olhar para “nosotros”. Essa é um dos ousados objetivos do recém lançado “Cultura a Unir os Povos – a Arte do Encontro”, de Célio Turino. Ex-secretário do Ministério da Cultura, Turino conta que ao retratar as raízes culturais da América Latina, ele espera que seu livro possa contribuir “para a descolonização, dos pensamentos, dos corpos e dos sentidos”.

Publicado em parceira com Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, a obra é um rico relato fruto de mais de 30 viagens pelos diversos pontos da América Latina, narrando experiências, práticas  e formas de viver cultura e tradições. “Meu livro é uma tentativa de  mostrar tudo de bom, belo e potente que a América Latina produz a partir de sua ancestralidade e seu ser comunitário”, afirma

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Na entrevista para a Agenda da Periferia, Turino conta deixa transparecer o seu entusiamo e esperança com o potencial de integração, criação e mesmo de produção de uma nova realidade pelos 20 países do continente latinoamericano, que formam uma espécie de “espinha dorsal” do mundo.

Qual a principal contribuição que você espera dar com o seu livro para o acerca das raízes culturais da América Latina e a perspectiva dessa herança apontar saída e caminhos para melhorar a vida dos que aqui vivem?
Desde 2011 a vida me levou pela América Latina, foram mais de 30 viagens pelos pontos mais remotos e escondidos desde nosso imenso continente; visitei favelas da América Central ao Peru e Buenos Aires, conheci povos indígenas da Amazônia, dos Andes e da Costa Mexicana, com os Totonaca, foram inúmeros encontros pela Cultura Viva Comunitária. Em cada um desses encontros eu ficava com mais desejo de compartilhar tudo o que via e vivia, a cultura comunitária, a inventividade, a partilha e a colaboração. Este livro é resultado deste desejo, de tornar comum um mundo que nos é escondido desde o colonialismo e o imperialismo. Eu diria que meu livro é uma tentativa em contribuir para a descolonização, dos pensamentos, dos corpos e dos sentidos, mostrando tudo de bom, belo e potente que a América Latina produz a partir de sua ancestralidade e seu ser comunitário.

 

A unidade da América Latina é um debate constante, alguns acreditam que ele sempre existiu outros entendem que há diferenças substâncias e histórias particulares. Há mais coisas que une o que separa? Seriamos um só país ?

Entre a Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul e Tijuana, na fronteira entre México e Estados Unidos, na costa do Pacífico, são 10.625 km. O continente latinoamericano  corta o planeta de sul a norte, como se fora uma espinha dorsal. São mais de duas dezenas de países, 19.200.000 km2, 570 milhões de habitantes. E o mais magnífico é que conseguimos nos entender, seja em espanhol, português ou portunhol, com variações românticas ou idiomas ancestrais, alguns com milhões de falantes, mas que também são bilíngues. Em nenhum outro lugar do planeta há tamanha possibilidade de comunicação linguística comum. E mais que a proximidade linguística, há a proximidade de histórias, de povos em mestiçagem. Vivemos em um continente que se complementa em humanidades e meios naturais, há água, florestas, animais, montanhas. Há gente, há histórias comuns, até as lutas e mazelas também nos são próximas, formamos um continente iníquo, injusto, violento, explorado. Isto ocorre porque ainda não olhamos para nós mesmos, não aprendemos a gostar de ‘nosotros’ e nos espelhamos naqueles que nos exploram, nos desprezam. Sim, a América Latina deveria se perceber mais enquanto nação e só quando isso acontecer conseguiremos superar o colonialismo e transformar essa terra que acolheu todas as humanidades em um lugar bom e justo para todos os seres que a habitam.

 

O fato do Brasil não falar espanhol parece, em alguma medida sempre ter distanciado-nos dessa integração. O brasileiro se entende como latino ou identifica-se (ou gostaria de se identificar) mais com os europeus e estadunidenses?

Como continente colonizado, esta característica de o povo de um país não se mirar nos demais é generalizada e independe do idioma, até porque português e espanhol são idiomas irmãos, e, com um pouco de esforço, é possível se compreender, nem que seja em portunhol. A projeção que se faz em relação aos dominadores, sejam europeus ou estadunidenses, está na base exploração sobre os povos e enquanto não percebermos isso, seguiremos em desgraça civilizatória. Cabe aos brasileiros, como maior nação latinoamericana, perceber esta situação, olhar mais para si mesma e para nossos irmãos, , deixando de viver de ‘espaldas’ (costas) para os demais países da América Latina. Quando fizermos isso, seremos um povo soberano, senhor de seu destino.

 

Um verso bastante famoso dos Racionais MC’s identifica o encontro das realidades das quebradas brasileiras ao dizer “periferia é periferia em qualquer lugar”. No longo levantamento do seu livro, o que dá cultura é igual nos 20 países da América Latina, e que há de comum nesse DNA?

Sim, periferia é igual em qualquer canto. Por isso meu livro fala dessas periferias, mostrando o que temos de semelhante, bem como jogando luzes às criativas soluções que estão ao alcance de nossas mãos, e que só não são utilizadas porque aprendemos a não gostar de nós mesmos.

 

O que te levou a escrever o livro? Dessa ideia que te motivou ao que você descobriu enquanto viajava e escrevia, o que mais te surpreendeu? Houve algo que naõ imaginava que existisse ou que a expressão exercida te emocionou?

O que me levou a escrever este livro? A vontade de compartir tudo que vi, vivi e senti. Prefiro deixar para que as pessoas leiam o livro por seus próprios olhares, referências e sentimentos, tirem suas próprias conclusões. É isso, a Cultura não é libertadora por si, mas quando a cultura vem acompanhada do compartilhamento entre território e memória, não há nada que a detenha, e ela se torna libertadora, fonte de autonomia e protagonismo, daí, a Cultura une; por isso o título do livro: CULTURA A UNIR OS POVOS – a arte do encontro.

Fonte:

http://agendadaperiferia.org.br/index.php/destaques/livro-aponta-para-valorizacao-das-raizes-culturais-como-caminho-para-a-descolonizacao-da-america-latina

 

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By : Crescimento Emocional – julho 12 , 2017

3 passos para, de pessimistas, nos tornarmos otimistas.

O otimismo é sem dúvida nosso maior aliado para lidar com nossas frustrações e medos. Algumas pessoas são naturalmente otimistas, mantendo o bom-humor independente das circunstâncias, o que as torna fortes e resilientes diante da vida. Mas será que uma pessoa pessimista pode trabalhar para mudar sua interpretação dos fatos e se tornar uma pessoa otimista? A resposta é sim! Para tanto é preciso adotar estratégias que facilitem uma reavaliação dos fatos. Você pode começar seguindo três passos:

1º passo: Registre os pensamentos automáticos e as emoções negativas associadas ao evento que está o deixando triste como o fim do relacionamento ou ser demitido do trabalho, por exemplo.

2º passo: Levante quais as evidências que sustentam estes pensamentos. Busque alternativas diferentes para explicar o fim do relacionamento ou o ter sido demitido Alternativas que possam descaracterizar a visão da autoculpa.

3º passo: Avalie os benefícios de seguir em frente e trace estratégias para superação.

Claro que será necessário um treino, pois pensar diferente exigirá um esforço da sua parte. Esta tipo de técnica é geralmente aplicada na Terapia Cognitivo Comportamental para que o paciente aprenda a dar um novo significado às experiências difíceis. Ou seja, uma pessoa depressiva pode aprender a ter um novo olhar para vida e para o mundo, sofrer menos abalos emocionais e se tornar mais resiliente diante das adversidades, mantendo-se bem.

Ser otimista nos ajuda muito a superar os problemas, mas não é só, quando passamos a ser otimistas a tendência é que as coisas de fato passam a ocorrer do modo como vislumbramos. Pessoas com viés otimista, são capazes de prever eventos futuros positivos que tendem a se concretizar, é o que se chama de “Profecia Autorrealizadora”.

Isso é mágica ou Lei da Atração? Não é isso. O que ocorre de fato, é que ao fazermos previsões otimistas direcionamos nossos esforços e nos comportamos no sentido de tornar real a nossa meta, o que aumenta em muito a probabilidade que de fato ocorra e mesmo que não ocorra necessariamente, pode repercutir positivamente mantendo nossa motivação.

Apesar dos benefícios que o otimismo traz, é importante termos bom-senso para não cair nas armadilhas que o otimismo em excesso pode provocar.

Otimismo demais leva a comportamentos de risco que podem reduzir nossa capacidade de avaliação e criar expectativas ilusórias que não sejam factíveis com a realidade, gerando inúmeros prejuízos. O otimismo em excesso também é uma de crença disfuncional.

Entretanto, se nos mantivermos conscientes, podemos nos beneficiar enormemente do otimismo e promover atitudes que nos protejam de armadilhas.

Temos muitos bons motivos para escolher adotar o estilo otimista:

Reduzimos as possibilidades de ficarmos abalados com as adversidades.
Impulsionamos o processo de realização e sucesso de cada um de nós.
Reforçamos o sistema imunológico com o estímulo da endorfina, oxitocina, serotonina e dopamina.
“ Os otimistas tendem a considerar seus problemas passageiros, controláveis e específicos de uma determinada situação. Os pessimistas, ao contrário, acreditam que seus problemas vão durar para sempre, vão afetar tudo o que fazem e são incontroláveis. “

Sem o otimismo em nossas vidas, provavelmente, a maior parte da humanidade seria de pessoas deprimidas, sem a menor expectativa de um futuro melhor.

Que tal ampliar o seu grau de otimismo e ser mais feliz?

Este texto foi escrito por:
Elisete Costa de Melo
Psicóloga Cognitivo Comportamental e Terapeuta Familiar
CRP 06/62351
Fonte:
https://crescimentoemocional.com.br/2017/07/12/elisete-melo/

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