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Archive for maio \29\UTC 2016

Ir_ Édison Hüttner

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A Rede Marista/Província Marista Brasil Sul-Amazônia comemora no próximo domingo, 29/5, os 50 anos de vida do Irmão Édison Huttner. Natural de Tapes, o Irmão tem três décadas dedicadas à vida religiosa marista.

Doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Itália) e doutorando em História pela Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS), o Irmão é professor titular da PUCRS. Dedica-se, especialmente, a temas como fenômeno religioso, diálogo inter-religioso, cultura indígena, amazonas, arte sacra, telesaúde-indígena e gerontologia do índio idoso. É autor de importantes livros sobre a cultura indígena e afro-brasileira, coordena diversos projetos e núcleos de estudos.

Conheça recentes trabalhos do Irmão:
Novo conceito cultural encontrado nas Missões

Interior de estátua barroca é descoberto através de tomografia

Seu apostolado marista inclui atividades de Pastoral em Porto Alegre e Benjamim Constante (AM), além de docência e pesquisa na Faculdade de Teologia da PUCRS.

“O Irmão Édison,é um grande apoiador e parceiro de nossos projetos e ações culturais”,disse a Coordenadora do projeto Bussola Cultural.

“!!!! 50 Anos de abençoada existência!!!!!!
Parabéns,meu querido amigo,Ir. Edison Hüttner!!!!!!
Olhe para o céu como sempre e deixe que seu coração seja banhado pelo oceano de luz nesta data tão especial de início de um novo ciclo na sua Vida!
Que o Pai Celestial, continue abençoando sua existência com saúde,paz,amor,alegria,felicidades e toda realização de seus sonhos e projetos e muita luz para a continuação de suas obras das quais, nós e o mundo, precisamos tanto!
Receba meu fraterno, grato e carinhoso abraço por todo seu apoio,
na minha caminhada,”são os votos da Tuxáua,Marly Cuesta

Fonte:

http://maristas.org.br/vidamarista/vida-consagrada/irmao-edison-huttner-completa-50-anos-de-vida

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Foto: Rodrigo Marassá Ojeda – Ascom/PUCRS

O Núcleo de Estudos em Cultura Afro-brasileira e Indígena da PUCRS (Neabi), em parceria com o Conselho do Povo de Terreiro do Rio Grande do Sul, promove o seminário Intolerância Religiosa e Universidade: Religiões Afro-Brasileiras. O evento ocorre nesta sexta-feira, 13 de maio, às 19h30min, no auditório prédio 15 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre). A cantora Nina Fola fará a abertura do evento, apresentando músicas de origem afro-brasileira. Os palestrantes serão Winnie Bueno e Gleidson Martins, assessores jurídicos da Comissão de Justiça e Direitos Humanos do Conselho; Luana Emil Oyagbemi, assessora técnica na Comissão de Mobilização e Formação do Conselho; e Hendrix Silveira, assessor teológico na Comissão de Mobilização e Formação do Conselho. O evento é aberto ao público e tem entrada franca. Não é necessário realizar inscrição.

Fonte:

Seminário Intolerância Religiosa e Universidade: Religiões Afro-Brasileiras

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Vocabulário Português-Guarani enaltece cultura indígena

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Sabia que erva-mate é uma variação de uma palavra indígena? E que a palavra cacique não é indígena, mas árabe? Em uma tribo, quem comanda é chamado de tuxaua. Todas essas expressões fazem parte da miscigenação do brasileiro e são vocábulos da língua atual. Para que essas palavras e a língua oral não se perdessem, a obra de Mario Arnaud Sampaio foi compilada. Os responsáveis pela curadoria do material foram o professor da Édison Hüttner, coordenador do núcleo de Estudos em Cultura Afro-Brasileira e Indígena da PUCRS, Zélia Dendena e Raul Selva com colaboradores, entre eles Dr. Eder Abreu Hüttner e Marcia de Fátima Guedes.

Depois de cinco anos de pesquisa, finalizaram o Vocabulário Português-Guarani,que faz coleção com o Guarani-Português.
“Durante o êxitoso 3º Círculo de Cultura Indígena,aconteceu o lançamento da obra inédita: Vocabulário Português-Guarani -de Mário Arnaud Sampaio, organizado pel@s ilustres, Prof.Dr.Edison Hüttner, Srª.Zélia Dendena,digna viúva do Autor e Raul Selva,jornalista e com a Apresentação do Presidente da Academia Rio-Grandense de Letras, Avelino Alexandre Collet,no último dia 14 na PUCRS.
A Editora é Martins Livreiro 1ª edição, 2016, 290p.
A Promoção do Núcleo de Estudos em Cultura Afro-brasileira e Indígena (Neabi), do curso de Pedagogia da Escola de Humanidades da PUCRS.
A apresentação musical ficou por conta do meu conterrâneo brilhante, Celdo Braga Braga, líder do Grupo Imbaúba e seu colega,o também músico Lázaro Lira,que utilizam a música para apresentar os detalhes e riquezas da Amazônia brasileira.
Durante o espetáculo, o ilustre Poeta e Músico,expôs detalhes da história indígena e da cultura amazonense,onde a poesia e música uniram as raízes culturais do norte com o sul,para manifestar a paisagem de nossa terra e de nossa gente,mostrando a ritualística tribal, a harmonia do canto dos pássaros, o etéreo bailar das árvores seculares da nossa rica Amazônia.
Celdo Braga,é formado em Letras pela PUCRS, além de ser membro da União Brasileira de Escritores. 3º Círculo de Cultura Indígena,no qual aconteceu o lançamento da obra inédita: Vocabulário Português-Guarani -de Mário Arnaud Sampaio, organizado pel@s ilustres, Prof.Dr.Edison Hüttner, Srª.Zélia Dendena,digna viúva do Autor e Raul Selva,jornalista e com a Apresentação do Presidente da Academia Rio-Grandense de Letras, Avelino Alexandre Collet,no último dia 14 na PUCRS.
A Editora é Martins Livreiro 1ª edição, 2016, 290p.
A Promoção do Núcleo de Estudos em Cultura Afro-brasileira e Indígena (Neabi), do curso de Pedagogia da Escola de Humanidades da PUCRS.
A apresentação musical ficou por conta do meu conterrâneo brilhante, Celdo Braga Braga, líder do Grupo Imbaúba e seu colega,o também músico Lázaro Lira,que utilizam a música para apresentar os detalhes e riquezas da Amazônia brasileira.
Durante o espetáculo, o ilustre Poeta e Músico,expôs detalhes da história indígena e da cultura amazonense,onde a poesia e música uniram as raízes culturais do norte com o sul,para manifestar a paisagem de nossa terra e de nossa gente,mostrando a ritualística tribal, a harmonia do canto dos pássaros, o etéreo bailar
das árvores seculares da nossa rica Amazônia.
Celdo Braga,é formado em Letras pela PUCRS, além de ser membro da União Brasileira de Escritores.A obra saiu pela editora Martins Livreiro,lembrou Marly Cuesta que socializa o link do álbum do evento.

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O guarani, em sua origem, era uma língua ágrafa, ou seja, com palavras somente pronunciadas. “A obra se torna muito relevante porque é original e mantém os estudos de Sampaio”, enfatiza Hüttner.

No Brasil são mais de 7 mil falantes. O Sul permanece com o original guarani. Mas regiões como São Paulo adquiriram transformações com o tupi-guarani. “Um exemplo conhecido é o nome de Cumbica para o aeroporto em São Paulo. Em indígena quer dizer neblina, pois a região tem essa característica. Se não houvesse estudos da língua, não se saberiam coisas básicas da região”, explica Selva.

O Vocabulário pretende ser um material de apoio para professores, alunos e escolas com o objetivo de disseminar a cultura indígena entre a população e até mesmo na literatura. “É uma obrigatoriedade do Estado, mas, por falta de material, não é ensinado aos estudantes”, ressalta Selva. A obra será distribuída gratuitamente e pode ir além do ensino da língua guarani. “Até mesmo a revisão de conceitos ambientais, do significado de nomes de plantas e raízes, pois quase todas têm uma origem indígena”, exemplifica.

Para os organizadores, pouco se conhece dos indígenas guaranis. “Qual era a principal fonte de leitura deles, que biblioteca tinham, liam as plantas das árvores, os chás?”, questiona Hüttner. O livro quer trazer uma possibilidade de conhecimento para todas as áreas de estudo, como idiomas, humanas e ciências. “Hoje em dia, para ensinar a língua teríamos que trazer alguém da aldeia”, enfatiza Selva.

Primeiros passos

Os estudos sobre Mario Arnaud Sampaio começaram em 2005, a partir do Fórum Internacional Indígena. Na ocasião, Zélia, Selva e o professor Hüttner decidiram começar a organizar a obra. Naquele ano ainda foi criada a Lei da Educação Indígena e Quilombola nas escolas. Porém, segundo Selva, nada foi aplicado na prática por falta de bibliografia e lições de guarani.

“O vocabulário estava todo datilografado em um bloco de papel. Tivemos que passar para o computador, revisar e conferir. Todos trabalhamos como voluntários”, conta Hüttner. Além de manter a cultura viva, a ideia é homenagear o autor que tanto estudou sobre a temática. Mais de 200 reuniões foram realizadas entre os organizadores somente para a revisão do português.

Eles ainda levaram as palavras em uma aldeia indígena com professores, além de verificar outros vocabulários na internet. “Mesmo com nossa curadoria, tentamos manter o que o autor disse, não é uma obra acrescida”, enfatiza Hüttner. Ele conta que os textos de Sampaio circulavam em jornais nas décadas de 1940 e 1950. Isso fez com que o autor fosse considerado referência na área. Sampaio traduziu os vocábulos do espanhol para o português com as histórias locais na fronteira.

As obras juntas possuem mais de 48 mil vocábulos e 500 páginas que intercalam significados, expressões e explicações. “No material original, para cada verbete havia um parágrafo de explicação. Não somente o significado básico, mas também os sons da palavra, imagens, enfim uma ficha completa”, relata Selva sobre o cuidado de Sampaio para com o tema. Ele conta que qualquer dicionário oral está mudando constante, pela influência dos avanços tecnológicos. Assim, é importante que uma obra contenha todos esses radicais de pronúncia como o Vocabulário Português-Guarani.

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Os organizadores da obra: Édison Hüttner (E), Zélia Dendena e Raul Selva

Um pouco sobre Sampaio

O indigenista Mario Arnaud Sampaio dedicou sua vida à defesa do índio e de seus direitos. Nasceu em Barreiras (Bahia), em 1902. Chegou ao RS em 1924, onde criou raízes e tornou-se “gaúcho por opção”. O contato com o Posto de Nacionalização Indígena, em Cacique Doble, e o Posto Indígena de Inhucorá fizeram com que aprofundasse seus conhecimentos sobre o linguajar guarani.

Foi poliglota, autodidata e tradutor. Falava, além do guarani, espanhol, francês, italiano e esperanto. É uma das referências sobre o estudo do idioma. Fez mais de 300 palestras sobre a cultura indígena em escolas e instituições sociais. Hoje sua obra é a principal memória sobre a língua.

“Obra importantíssima para a difusão e fortalecimento da nossa cultura indígena Guaraní!Parabéns,Ir.Edison Hüttner,Zelia Dendena e Raul Selva por tanta dedicação para que essa obra pudesse ser editada!Toda gratidão”,disse a Tuxáua Marly Cuesta.

Fonte,
http://revista.pucrs.br/pub/revistapucrs/?flip=portal&page=materia&cd=f74909ace68e51891440e4da0b65a70c

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