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Archive for abril \24\UTC 2016

Apresentação1 (2)
“Da luta pela terra a construção da cidadania. Povos Indígenas, Negros e Sem Terras”

A questão agrária passa pela reforma agrária e pela demarcação de territórios indígenas e quilombolas, cujos significados, social e político, apontam para a democratização do acesso à terra e das oportunidades de ganhar a vida, como forma de reduzir e/ou reverter o fluxo migratório campo/cidade e inter-regional, além de garantir a permanência e sobrevivência cultural.
Torna-se necessário gestar um novo modelo de desenvolvimento contra a exclusão, que amplie as oportunidades de exercício da cidadania, centrada na distribuição da terra. A reforma agrária é vista, portanto, não como uma finalidade, mas como meio de promoção da cidadania no meio rural e geração de emprego e renda. A reforma agrária, como política pública é, portanto, a grande questão política deste século, um desafio que precisa ser encarado com mais seriedade pelo governo brasileiro.
Cabe ressaltar que fazer reforma agrária não significa apenas conceder terra as poluções indígenas, negras e sem terra é preciso garantir que nesses novos espaços sejam forjadas novas relações entre os sujeitos em movimento e destes com a natureza. Nesses espaços a cultura e as tradições populares devem ser recuperadas, valorizadas.
Os movimentos sociais a partir da década de 1980 apresentaram ao governo e a sociedade as demandas educativas dos povos do campo. Esses movimentos reivindicavam uma educação vinculada às especificidades dos sujeitos do campo, ou seja, reivindicavam uma educação do campo e não mais processos educativos desenvolvidos no campo, sem nenhuma conexão com a realidade dos camponeses.
Em 1998, foi realizada a I Conferência por uma Educação do Campo, em Luziânia/GO, patrocinada pela UNESCO. Nessa Conferência foram definidos os princípios que fundamentam a educação do Campo e foi dado o primeiro passo para a Construção das Diretrizes Operacionais para a Educação Básica do Campo, aprovada pelo CNE/CEB em 2002.
As Diretrizes orientam a respeito das diferenças e de uma política de igualdade, tratando a educação escolar na perspectiva da inclusão. A partir das Diretrizes Operacionais, o campo, passa a ser considerado como um espaço de inter-relação entre os seres humanos e as práticas que constroem e reconstroem condições específicas da sua existência social.
Outra importante conquista dos movimentos sociais, em especial do movimento negro, foi a promulgação da Lei Federal 10.639 que alterou a LDB para incluir o ensino da Educação das Relações Étnico-raciais e de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Posteriormente o movimento indígena obteve importante conquista com a Lei 11.645/08, que veio complementar a lei 10.639, ao deliberar que a história e a cultura indígena sejam pautas em todos os currículos das instituições educativas brasileiras.
Em Minas Gerais, a Secretaria Estadual de Educação, em articulação com as universidades e os movimentos sociais do campo, instituiu as Diretrizes para Educação Básica nas Escolas do Campo de Minas Gerais, por meio da resolução 2.820 de 11 de dezembro de 2015. Entendemos que trabalhar com a temática da Educação do Campo, Indígena e Afro-Brasileira passa por uma reflexão de caráter interdisciplinar, que esteja em consonância com os novos paradigmas educacionais.
A concepção de Educação do Campo nasce da demanda e luta dos movimentos sociais exigindo políticas públicas voltadas para os camponeses. Existem muitos desafios a serem enfrentados na concretização dessas políticas, por exemplo, a formação dos educadores do campo, construção de escolas e a criminalização do fechamento das escolas são alguns destes desafios. (MOTA, pg. 102, 2015)

JUSTIFICATIVA

Desde sua gênese a educação escolar no Brasil foi marcada por um contexto de exclusão social, sendo inacessível para boa parte da população, especialmente a rural. No modelo de sociedade vigente, marcada por um contexto de concentração fundiária, a premissa era que mulheres, indígenas, negros (as) e trabalhadores (as) rurais não precisavam aprender a ler e escrever para desenvolver o trabalho agrícola. Por muito tempo a oferta de educação na área rural foi vista como concessão, tendo sua origem marcada por uma cultura que concebia como natural o trabalho escravo. Como consequência, divulgou-se a ideia que o campo era um lugar de subdesenvolvimento, traduzido em sinônimo de atraso. Assim, por muitos anos a educação rural ocupou uma posição secundária nas políticas educacionais.
O evento tem por finalidade debater as políticas públicas da educação dos povos do campo, bem como discutir práticas pedagógicas específicas desses povos além de pensar na constituição da Articulação da Educação do Campo do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Em outras palavras, a realização do evento passa pelo fortalecimento de um projeto educativo de Educação do Campo, capaz de formar integralmente o ser humano, pois ao reconhecer suas singularidades, acredita que esta educação ressignifica a vida, a cultura, o trabalho e a dignidade das pessoas que habitam o campo.
E é a partir dessas reflexões que o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Comunicação – GEPECC tem desenvolvido suas atividades, tendo como enfoque principal a reflexão sobre a educação do campo e as múltiplas relações que se estabelecem no seu desenvolvimento. Nossas análises tem como fundamentação a discussão sobre o território, os movimentos sociais e suas lutas, e uma análise pormenorizada sobre as Políticas Públicas voltadas para a educação dos povos do campo. Nossos estudos apontam que a efetivação de uma educação do campo no Brasil, ainda está muito distante daquilo que está expresso na legislação; além disso, constatamos que a maioria dos cursos de licenciaturas ignoram a discussão sobre uma educação voltada para as demandas educativas das populações tradicionais. Nesse sentido, pautar na academia uma reflexão sobre educação do campo, questão agrária e movimentos sociais do campo é de extrema importância para a formação dos alunos licenciandos e para todos os que se interessam pela temática.

OBJETIVOS

– Refletir sobre as necessidades, processos educativos e culturais das comunidades tradicionais.
– Discutir a problemática que envolve a educação dos povos do campo contribuindo assim com o debate e a compreensão de suas demandas.
– Promover um espaço de discussão, reflexão e propiciar a troca de experiência entre pesquisadores, alunos, professores e comunidades tradicionais.
– Compartilhar experiências e práticas adequadas ao modo de viver, pensar e produzir das comunidades tradicionais.
– Contribuir com o processo de formação continuada de professores para atuar nas escolas do campo.
– Aproximar a universidade dos movimentos sociais do campo.

– Organizar a Articulação da Educação do Campo na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.

EIXOS TEMÁTICOS

EIXO 1. Movimentos sociais de luta pela terra na atualidade.
Ementa:
Movimentos Sociais: identidades, cidadania e democracias. Práticas políticas e socioculturais dos movimentos sociais do campo. Políticas públicas para o campo, reforma agrária e lutas sociais. A ação política nos e dos movimentos sociais. A política Agrária e os mediadores da luta pela terra. Relações de gênero nos movimentos sociais do campo. A relação do Estado x Movimentos sociais. Lutas e direitos dos povos indígenas e quilombolas. Lutas e direitos das populações atingidas por barragens. Movimentos Sociais e direitos humanos.

EIXO 2. Soberania Alimentar e Agroecologia.
Ementa:
A agricultura tradicional, indígena e o agroextrativismo em contraponto a política do Agronegócio. A agricultura familiar e seu papel na manutenção das famílias no campo. Sistema de Produção Agrícola Familiar e sustentabilidade. Experiência de integração entre culturas regionais e economia solidária. A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – PNAPO e a nova legislação para proteção florestal e regularização ambiental das propriedades rurais.

EIXO 3. Políticas Públicas e Práticas Educativas da Educação dos povos do campo.
Ementa:
Políticas públicas em Educação do Campo. Organização do Trabalho Pedagógico nas Escolas Públicas da Educação Básica do Campo (Projeto Político Pedagógico, Gestão, Currículo, Avaliação, Cultura, Política de Acesso e Permanência). Concepções e princípios das escolas do campo. Formação de Professores. Alfabetização e Letramento nas escolas do Campo. Projetos e Experiências pedagógicas dentro ou fora dos espaços escolares, nos cenários educacionais do campo com crianças, jovens, adultos e idosos.

EIXO 4. Política, História e Cultura dos Povos Indígenas.
Ementa:
A Questão Indígena no Brasil. Política do Estado sobre educação indígena. Demarcação de territórios indígenas. A legislação indígena brasileira. Cultura indígena brasileira e suas manifestações. Concepções e mitos acerca dos povos indígenas. Educação indígena: tendências e perspectivas. Arte indígena e linguagem visual. Políticas e propostas pedagógicas nas escolas indígenas. Literatura indígena, lendas e contos do folclore indígena. Saúde das populações indígenas. Mídia, tecnologias e questões indígenas.

EIXO 5. Política, História e Cultura Afro-Brasileira
Ementa:
Movimento Social Negro. Políticas Públicas e Justiça Social. Lei 10.639/03, Diretrizes 01/2004.História de comunidades quilombolas e remanescentes de quilombo no Brasil. Políticas de ações afirmativas e relações raciais. História da África, ensino e historiografia. Quilombos como território sócio-histórico, cultural e espaço de resistência. A questão da terra e os movimentos sociais de territórios quilombolas. Cultura, Educação e Racismo. A contribuição das africanidades no cotidiano da escola. As questões raciais e o seu reflexo na prática pedagógica. Literatura afro-brasileira, lendas e contos do folclore afro-brasileiro. Saúde das populações negras. A religiosidade de matriz africana. Mídia, tecnologias e questões raciais. Raça e etnia, gênero e sexualidade na perspectiva da Educação do Campo.

Outras informações no link:

http://educampo2016.blogspot.com.br/p/eixos-tematicos.html

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Como conscientizar as crianças sobre a necessidade de cuidar do planeta

O Dia da Terra é um dia celebrado em muitos países no dia 22 de abril. Seu promotor, o senador americano Gaylord Nelson estabeleceu este dia para criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, a conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra. Como podemos ensinar e inculcar nas crianças pequenas a necessidade de cuidar e respeitar do planeta em que vivemos?

Educar as crianças no respeito à natureza

Children globe.

Children globe.


Desde a mais tenra idade é uma necessidade que as crianças sejam conscientes sobre a importância de conservar o lugar e o planeta em que vivem. A boa saúde da Terra depende muito das nossas atitudes em relação ao meio ambiente. É necessário que as crianças adquiram hábitos positivos no que se refere também à natureza, como, por exemplo:

– Evitar a contaminação dos campos, dos rios, montanhas, mares, etc. Ensinar às crianças a não jogarem lixo no chão, etc.

– Utilizar a água com responsabilidade. Não desperdiçar na hora do banho, quando está escovando os dentes, etc.

– Caso tenha um quintal com terra, montar uma horta, semear a terra, regá-la, cuidá-la para que as crianças se dêem conta de que quando cuidamos da terra ela nos dará os seus frutos.

– Visitar um zoológico, uma granja, uma fazenda para que estejam em contado com os animais.

– Ver documentários na televisão ou no cinema sobre a vida nos mares e em diferentes lugares do planeta e aproveitar para conversar sobre como ajudar a proteger o ambiente.

– Mesmo não tendo reciclagem de lixo na sua cidade é importante ensinar a criança sobre a importância da reciclagem seletiva do lixo doméstico.

É imprescindível que as crianças aprendam de uma forma natural e divertida o valor que tem a água, a terra, o ar e como é importante para o planeta que a gente evite contaminá-lo. Os pais e os professores exercem um importante papel nesse sentido. O exemplo dos pais e ações nas escolas é muito importante para conscientizar as crianças.

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“O mundo tem necessidades urgentes de cuidados com a nossa mãe terra”,disse a educadora popular e ambiental,Marly Cuesta

Fonte:http://br.guiainfantil.com/materias/cultura-e-lazer/22-de-abril-dia-mundial-da-terra/
Leia mais:
http://br.guiainfantil.com/materias/educacao/meio-ambiente/carta-da-terra-para-as-criancas-dia-mundial-da-terra/

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Existem três datas para comemorar o dia do solo: 15 de abril (Dia Nacional da Conservação do Solo); 22 de abril (Dia Internacional da Mãe Terra) e 5 de dezembro (Dia Mundial do Solo). As três nos levam a pensar sobre como tratamos a terra.

O Dia Internacional do Solo foi estabelecido durante o XXVII Congresso Mundial de Ciência do Solo, em Bangkog, Tailândia, em 2002, pela Sociedade Internacional de Ciência do Solo (IUSS). Foi escolhido o dia de 5 de dezembro como homenagem ao Rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, em função de sua dedicação em promover a ciência do solo, enfatizando a conservação do solo como uma questão ambiental.

A outra data, o Dia Internacional da Mãe Terra, foi criada nos Estados Unidos pelo Senador Gaylord Nelson, falecido em 2005, e depois extendida para quase todos os países. O objetivo principal desse dia é conscientizar sobre a necessidade da preservação e conservação dos recursos naturais.

E no dia 15 de abril comemoramos o Dia Nacional da Conservação do Solo, conforme a promulgação da Lei Federal n. 7.876, de 13/11/1989. A escolha dessa data foi em homenagem a Hugh Hammond Bennett, o pai da conservação do solo nos Estados Unidados. Esse dia propõe uma reflexão sobre a conservação dos solos e a necessidade da utilização adequada desse recurso natural.

FAO: 33% dos solos do mundo estão degradados

Mesmo com três datas em sua homenagem o solo ainda sofre. Relatório da FAO (leia aqui) lançado em dezembro em Roma, com participação da equipe da Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ), revela que 33% dos solos do mundo estão degradados por erosão, salinização, compactação, acidificação e contaminação. Entre outros prejuízos, como selamento da terra – que agrava as enchentes – e perda de fertilidade, os solos degradados captam menos carbono da atmosfera, interferindo nas mudanças climáticas. Por outro lado, quando gerido de forma sustentável, o solo pode desempenhar um papel importante na diminuição das alterações climáticas, por meio do sequestro de carbono e outros gases de efeito estufa.

“Status of the World’s Soil Resources” reúne o trabalho de cerca de 200 cientistas do solo de 60 países. A pesquisadora da Embrapa Solos, Maria de Lourdes Mendonça, faz parte do conselho editorial e pesquisadores de outros centros de pesquisa da Empresa também participaram da publicação.

Somente a erosão elimina 25 a 40 bilhões de toneladas de solo por ano, reduzindo significativamente a produtividade das culturas e capacidade de armazenar carbono, nutrientes e água. Perdas de produção de cereais devido à erosão foram estimadas em 7,6 milhões de toneladas por ano. Se não forem tomadas medidas para reduzir a erosão, haverá a diminuição total de mais de 253 milhões de toneladas de cereais em 2050. Essa perda de rendimento seria equivalente a retirar 1,5 milhão de quilômetros quadrados de terras na produção de culturas – ou cerca de toda a terra arável da Índia.

Na América Latina o cenário também é preocupante. “Cerca de 50% dos solos latinoamericanos estão sofrendo algum tipo de degradação. No Brasil, os principais problemas encontrados são erosão, perda de carbono orgânico, e desequilíbrio de nutrientes”, explica Maria de Lourdes.

Os solos brasileiros também sofrem com a salinização, poluição, acidificação. “A agricultura familiar retira mais nutrientes do solo do que repõe. Isso acontece porque falta conhecimento mais detalhado do solo e políticas públicas para que o pequeno produtor possa fazer o manejo adequado da terra”, aponta a pesquisadora. Segundo ela, o Brasil é o país que mais possui áreas que podem ser incorporadas à agricultura, porém precisa avançar na adoção de práticas sustentáveis na produção de alimentos e no conhecimento dos solos. “Possuímos tecnologias que promovem a agricultura sustentável, mas elas precisam ser mais adotadas pelos produtores, tais como o plantio direto, a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e a fixação biológica de nitrogênio, por exemplo. No entanto, somente com o conhecimento detalhado dos solos é que será possível dar suporte ao crescimento dessa agricultura sustentável”, informa Maria de Lourdes. Até 2030 será necessário aumentar a produtividade mundial de alimentos em 60% para suprir a população que somará 8,5 bilhões de pessoas.

“A perda de solos produtivos prejudica gravemente a produção de alimentos e a segurança alimentar, amplifica a volatilidade dos preços dos alimentos e, potencialmente, mergulha milhões de pessoas à fome e à pobreza. Mas o relatório também oferece evidências de que essa degradação pode ser evitada, “disse Diretor Geral da FAO, José Graziano da Silva.

O relatório constata que as mudanças climáticas – foco da conferência das Nações Unidas COP21 em Paris – é mais um forte motor da mudança do solo. Temperaturas mais altas e eventos climáticos extremos relacionados, tais como secas, inundações e tempestades impactam diretamente na quantidade e fertilidade do solo. As alterações no clima também têm reduzido a umidade e esgotando as camadas de solo rico em nutrientes. Também têm contribuído para um aumento na taxa de erosão do solo e recuo da costa, proporcionando o avanço do mar cada vez maior.

A acumulação de sais no solo reduz o rendimento das culturas e pode eliminar completamente a produção vegetal. Salinidade induzida por humanos afeta um número estimado de 760.000 quilômetros quadrados de terra em todo o mundo – uma área maior do que toda a terra arável no Brasil. No País, a área mais afetada pelo problema é o Nordeste, geralmente provocada por irrigação em áreas impróprias.

Por fim, a acidez do solo é um grave obstáculo à produção de alimentos em todo o mundo. Os solos mais ácidos do mundo estão localizados em áreas da América do Sul que sofreram desmatamento e agricultura intensiva.

Colaboração no texto: Elisângela Santos (Embrapa Solos) e Ângelo Mansur (Embrapa Rondônia)

Carlos Dias (20.395 MTb RJ)
Embrapa Solos
carlos.diniz-dias@embrapa.br
Telefone: (21) 2179-4578

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
http://www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Fonte:

Assista o vídeo da Abertura da Conferência
Internacional Governança do Solo 2015

http://www.governancadosolo.gov.br/

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vocabulario_portugues-guarani -14 ABRIL 2015Cultura indígena é tema de evento

Livro sobre o vocabulário Português-Guarani será lançado na ocasião

Por: Redação Ascom

Nesta quinta-feira, 14 de abril, ocorre o 3º Círculo de Cultura Indígena, promovido pelo Núcleo de Estudos em Cultura Afro-brasileira e Indígena (Neabi), do curso de Pedagogia da Escola de Humanidades da PUCRS.

Na ocasião, será realizada uma apresentação musical com Celdo Braga, líder do Grupo Imbaúba, que utiliza a música para apresentar os detalhes da Amazônia. Durante o espetáculo, Braga irá expor detalhes da história indígena e da cultura amazonense. O músico é formado em Letras pela PUCRS, além de ser membro da União Brasileira de Escritores.

Logo após, será lançado o livro Vocabulário Português-Guarani, de Mario Arnaud Sampaio. A atividade é aberta ao público ocorre às 19h30min na sala 240 do prédio 15 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre). A obra, da editora Martins Livreiro, foi organizada pelo professor da Universidade Edison Hüttner, em conjunto com Zélia Dendena e Raul Selva.

“É uma grata satisfação receber o convite para tão importante evento”,disse a Tuxáua Marly Cuesta.

Fonte:http://www.pucrs.br/blog/cultura-indigena-e-tema-de-evento/

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