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Archive for abril \25\UTC 2015

Chimarrao Oracao do ChimarraoSalve o Dia do Chimarrão!

O Chimarrão é um legado do índio Guarani,comemorado dia 24 de Abtril!

Sempre presente no dia-a-dia, o chimarrão constituiu-se na bebida típica do Rio Grande do Sul, ou seja, na tradição representativa do nosso pago. Também conhecido como mate amargo, como bebida preferida pelo gaúcho, constitui-se no símbolo da hospitalidade e da amizade do gaúcho. É o mate cevado sem açúcar, preparado em uma cuia e sorvido através de uma bomba. É a bebida proveniente da infusão da erva-mate, planta nativa das matas sul-americanas, inclusive no Rio Grande do Sul.

O homem branco, ao chegar no pago gaúcho, encontrou o índio guarani tomando o CAA, em porongo, sorvendo o CAÁ-Y, através do TACUAPI.

Podemos dizer, que o chimarrão é a inspiração do aconchego, é o espírito democrático, é o costume que, de mão – em – mão, mantém acesa a chama da tradição e do afeto, que habita os ranchos, os galpões dos mais longínquos rincões do pago do sul, chegando a ser o maior veículo de comunicação.

O mate é a voz quíchua, que designa a cuia, isto é, o recipiente para a infusão do mate. Atualmente, por extensão passou a designar o conjunto da cuia, erva-mate e bomba, isto é, o mate pronto.

O homem do campo passou o hábito para a cidade, até consagrá-lo regional. O Chimarrão é um hábito, uma tradição, uma espécie de resistência cultural espontânea.

Os avios ou os apetrechos do mate constituem o conjunto de utensílios usados para fazer o mate. Os avios do mate são fundamentalmente a cuia e a bomba.

A CUIA

Quando a cuia é nova, é necessário curti-la antes de começar a matear. Para tal, é necessário enchê-la de erva-mate pura ou ainda misturada com cinza vegetal e água quente, que deve permanecer de dois a três dias, mantendo a umidade, para que fique bem curtida, impregnando o gosto da erva em suas paredes. O uso da cinza é para dar maior resistência ao porongo. Após o tempo determinado, retira-se a erva da cuia e, com uma colher, raspa-se bem o porongo, para retirar alguns baraços que tenham ficado. 

VOCABULÁRIO

Caá-y = bebida do mate = chimarrão
Tacuapi= bomba primitiva, feita de taquara pelos índios guaranis.

A INTIMIDADE DO MATE

O ato de preparar um mate diz-se: “cevar um mate” ou “fechar um mate”, ou “fazer um mate” ou ainda ”enfrenar um mate”. A palavra amargo é muito usada em lugar de mate ou chimarrão. O convite para tomar um mate é feito das seguintes formas:

Vamos matear?
Vamos gervear?
Vamos chimarrear?
Vamos verdear?
Vamos amarguear?
Vamos apertar um mate?
Vamos tomar um chimarrão?
Vamos tomar mate ou um mate
Que tal um mate?

O MATE PODE SER TOMADO DE TRÊS MANEIRAS:

MATE SOLITO : quando não precisa de estímulo maior para matear, a não ser a sua própria vontade. É o verdadeiro mateador.
MATE DE PARCERIA: quando se espera por um ou mais companheiros para matear a fim de motivar o mate, pois não gosta de matear sozinho.
RODA DE MATE: é na roda de mate, que esta tradição assume seu apogeu, agrupando pessoas sem distinção de raça, credo, cor ou posse material. Irmanados num clima de respeito, o mate integra gerações numa trança de usos e costumes, que floresce na intimidade gaúcha. 

CHIMARRÃO E SUA RIQUEZA POÉTICA

Antigamente, Quando os namoros eram de longe, através de troca de olhares, os apaixonados utilizavam o mate como meio de comunicação e, de acordo com o que era posto na cuia, a mensagem era recebida e interpretada. Ao longo de sua história, o chimarrão é utilizado como veículo sutil de comunicação com objetivos sentimentais. 

Atualmente, os costumes mudaram, mas o hábito do chimarrão permanece cada vez mais forte, caracterizando o povo gaúcho.

 

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cordel-300x225Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), única instituição pública federal que desenvolve e executa programas e projetos de estudo, pesquisa, documentação, difusão e fomento de expressões dos saberes e fazeres do povo brasileiro, recebeu o recurso financeiro no valor da emenda parlamentar apresentada pelo Deputado Federal Jean Wyllys ao Orçamento da União de 2014. Vejam aqui: http://bit.ly/18WLmyN

Em 2009, a Academia Brasileira de Literatura de Cordel teve seu pedido de registro da Literatura de Cordel como Patrimônio Imaterial do Brasil acatado pela Câmara Técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IphanGovBr). Porém, a elaboração de um Inventário Nacional, com a participação de vários pesquisadores e poetas cordelistas de todo o Brasil, como parte principal do processo de registro estava parado por falta de recursos, situação que agora será revertida graças à liberação da emenda.

“Temos o desafio de construir políticas públicas que assegurem a transmissão dos saberes tradicionais e também o acesso aos saberes formais, sem hierarquias, para garantir a mobilidade social e transformar a vida dos cidadãos e das cidadãs do nosso país”,disse Jean Wyllys.

Fonte:http://jeanwyllys.com.br/wp/emenda-de-jean-wyllys-possibilita-o-registro-da-literatura-de-cordel-como-patrimonio-imaterial-do-brasil

 

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maeterra“Quando ameaçamos o planeta, destruímos nossa única casa – e nossa sobrevivência futura”, afirma Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e o Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, marcaram hoje (22) as comemorações do Dia Internacional da Mãe Terra, reafirmando a responsabilidade coletiva de promover a harmonia da humanidade com a natureza.

“Quando ameaçamos o planeta, destruímos nossa única casa – e nossa sobrevivência futura. Neste Dia Internacional, renovemos os nossos compromissos de honrar e respeitar a Mãe Terra”, disse Ban Ki-moon em comunicado.

“Este ano, o Dia da Mãe Terra ressalta as ‘Faces das Mudanças Climáticas‘, um importante exercício de sensibilização, uma vez que diversas nações prometeram entrar em acordo, até 2015, para um novo e inclusivo tratado da ONU para lidar com o aparentemente inexorável acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera e todos os riscos crescentes para países e comunidades do planeta”, disse Steiner.

A data internacional marca a contagem regressiva para o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, previsto este ano para ser celebrado na Mongólia, com a campanha Pensar.Comer.Conservar – Diga Não ao Desperdício.

A campanha é promovida pelo PNUMA e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para reduzir o desperdício de comida adequada para o consumo. Cerca de 1/3 de toda a produção de alimentos do mundo não é consumida.

http://nacoesunidas.org/no-dia-internacional-da-mae-terra-onu-pede-acao-contra-mudancas-climaticas/

Veja também:

MEDSE_Morales_es

ARMONIA

resolucion

http://www.cinu.mx/minisitio/madre_tierra/_hacia_una_declaracion_univers/

http://www.cinu.mx/minisitio/madre_tierra/

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Conservação do solo garante boa produção de alimentos e desenvolvimento sustentável

Conservação do solo garante boa produção de alimentos e desenvolvimento sustentável

As atividades vão ao encontro da Lei nº 7876 de 1989, que institui em todo o País um dia dedicado à reflexão sobre conservação e uso correto do recurso natural terra a fim de viabilizar sua manutenção e a melhoria na capacidade produtiva de forma sustentável e sem degradação ambiental.

“É uma data para uma reflexão sobre a importância da preservação dos recursos naturais, no qual se insere o solo.Devemos ter a consciência de que é uma questão vital que precisa ser debatida permanentemente pela sociedade”disse a Educadora Ambiental, Marly Cuesta.

Recentemente foi realização em Brasília,a Conferência Governança do Solo, em que dados importantes foram apresentados por especialistas. Entre os dados, está a perda anual de 5 a 7 milhões de hectares de solo fértil no mundo, devido a práticas inadequadas de utilização da terra, entre outros fatores.

Segundo dados surgidos na Conferência, nos últimos 150 anos, perdeu-se metade do solo fértil no planeta, número significativo, levando-se em consideração que a natureza leva 2 mil anos para repor 10 centímetros de terra produtiva. Isto implica na redução drástica da produtividade e na pobreza da humanidade.

Leia mais,

http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21265

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Críticas ótimas para nossa reflexão e aprendizado!

iddeia cultura e pesquisa

Critica do artista plástico  Janga sobre exposição dos cartuns de Luciano Martins

João Otávio Neves Filho – Janga

Membro da ABCA – AICA – Associação Brasileira de Criticos de Arte

 

Diante de alguns pedidos para que me manifestasse sobre as obras de Luciano Martins expostas no Centro Integrado de Cultura e sobre o recebimento de visitas de escolas, resolvi escrever. Parece-me que a uma mostra com tais características seria inadmissível no Museu de Arte de Santa Catarina, já no espaço Lindolf Bell não vejo problemas. Quanto à visitação dos estudantes, tudo bem, desde que se esclareça aos jovens que o que vão apreciar são cartuns pintados por um publicitário que decidiu enveredar por outras áreas e não  obras de arte propriamente ditas. De modo geral, os trabalhos de Luciano são blagues divertidas e por certo agradam a garotada com suas cores de pirulito e seu clima d descontraído humor.

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leitura para bebê

leitura para bebê

É com muita alegria e comprometimento que comemoramos em 02 de abril,o Dia Internacional do Livro Infantil.

A literatura infantil é a porta de entrada para um universo lúdico e cheio de possibilidades.

Cada criança que recebe o estímulo à leitura certamente será um jovem e adulto leitor, e todos nós sabemos dos muitos benefícios que o hábito de ler proporciona em diversos aspectos da vida humana.

Para divulgar a literatura e assim conquistar novos adeptos, foi instituído o Dia Internacional do Livro Infantil, celebrado a cada 2 de abril.Consta que a data foi escolhida para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen,que nasceu nessa data,por ser um dos mais importantes nomes da literatura infantil.

Ele não foi o primeiro a escrever para o público infantil, mas é considerado o primeiro autor a adaptar fábulas já existentes para uma linguagem mais adequada ao universo infantil. Foi dele a ideia de transmitir, por intermédio de antigas histórias, moral e valores, concepção que ainda não havia sido abordada por Charles Perrault, considerado o pai da literatura infantil, que organizou a primeira coletânea de contos infantis,no século XVII,na França e pelos Irmãos Grimm, que apenas adaptavam as histórias cujos finais não eram tão felizes.

No Brasil, nomes como Ana Maria Machado, Ruth Rocha, Pedro Bandeira, Tatiana Belinky, Lygia Bojunga, Ziraldo, entre tantos outros, há anos divulgam a literatura infantil, que por aqui é comemorada no dia 18 de abril, dia que marca o aniversário de nascimento do precursor do gênero no país, o escritor Monteiro Lobato,que não só produziu clássicos da literatura infantil, vide as histórias do Sítio do Picapau Amarelo, como também traduziu e adaptou clássicos mundiais, como Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, e Robin Hood, lenda inglesa recontada por muitos escritores.

Mais do que lembrar e celebrar a data, é fundamental que a literatura infantil seja divulgada, para que possa, então, tornar-se uma realidade na vida dos pequenos. Vale ressaltar que, além de permitir que as crianças explorem as inesgotáveis possibilidades que existem no mundo da imaginação, o hábito da leitura é fundamental para o aumento da proficiência da escrita e da própria leitura. Ler, além de ser divertido e prazeroso, é também fonte de conhecimento, e é através do conhecimento que uma sociedade crítica e pensante é construída.

“Quanto mais cedo as crianças tenham contato com os livros,melhor!Incentivar que nossos bebês participem de rodas de leitura,de contação de historinhas infantis ricamente escritas e ilustradas cria um vasto campo direcionado ao hábito de saber escutar a leitura, à familiarização com a linguagem escrita com seu ritmo e permanência e à exploração dos livros, possibilita a  sábia construção de seu repertório literário”,afirma a contadora de histórias infantis e vovó do Noah, Marly Cuesta.

Referências para atividades permanentes de leituras para bebês:

  • Literatura para bebês. Ana Araújo e Silva. Revista Pátio – Artmed – Ano VII – Nº 25 – Projeto Político-Pedagógico – Fevereiro à Abril 2003 – página 56
  • Andar entre livros – a leitura literária na escola. Teresa Colomer. Editora Global, São Paulo, 2007.
  • Aprender a ler e a escrever – uma proposta construtivista. Ana Teberosky e Teresa Colomer, editado pela Artmed em 2003.

 

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