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Archive for março \26\UTC 2015

Garimpo das Artes Artesanais RS Saberes e FazeresRoda de conversas 
Na tarde da quarta-feira (25/03) foi realizada uma roda de conversa que reuniu extensionistas, artesãos que estão expondo no Espaço Casa da Emater e integrantes do Projeto “Garimpo das Artes Artesanais RS: Saberes e Fazeres”, resultado de uma parceria entre a Emater/RS-Ascar e o projeto para divulgar seus objetivos entre os artesãos assistidos da Emater durante as feiras.

A coordenadora do espaço, a extensionista da Emater/RS-Ascar Marines Rosali Bock, abriu a roda de conversa dando boas vindas ao projeto e artes@s e fando do artesanato.São peças de porongo, lã, crochê, madeira, palha de milho, folha de bananeira, fabricação de vassouras, além do reaproveitamento de materiais como garrafas pet, sendo expostas e comercializadas por artesãos de nove municípios e beneficiando em torno de cinquenta famílias. “Além de ser uma grande alternativa de geração de renda para as famílias, o artesanato ainda é uma opção de lazer e motivo para confraternizações em grupo, pouco comuns no meio rural”, comenta Marines.

“Para algumas famílias o artesanato é um hobbie, mas para outras o impacto financeiro da sua comercialização chega a representar de 10% a 40% da renda da propriedade. Assim como é uma forma de recuperar práticas que os familiares desses agricultores utilizavam em outros tempos e passar essa cultura adiante, ajudando a manter conhecimentos típicos de cada região”, ressalta a extensionista.

 

Foram ouvidos os relatos dos artesãos, a respeito das dificuldades que enfrentam para levar adiante as atividades, seus anseios e o que o artesanato representa para suas vidas.

A Coordenadora do Artesanato na Emater/RS-Ascar,Ivanir Argenta dos Santos,falou sobre o trabalho em prol do artesão rural e sobre os esforços para a emissão da Carteira do Artesão Rural e  da satisfação da realização dessa parceria para um trabalho tão importante no fortalecimento do artesão e artesanato do Rio Grande do Sul.

“Para nós é muito gratificante quando uma pessoa vem e manifesta admiração pelo nosso trabalho, dá uma satisfação muito grande, porque tudo é feito com amor, nós tiramos da terra o que vai ser trabalhado e transformado em belas peças de artesanato. Nós precisamos de divulgação do que é o trabalho para o qual nos dedicamos, tudo o que ele representa”, declarou a artesã Rosangela Ferreira durante a roda de conversas.

Letícia de Cássia e Marly Cuesta, produtoras e gestoras do Garimpo das Artes, apresentaram o Garimpo das Artes como um projeto vencedor do Edital SEDAC nº 11/2013-Edital de Concurso “Desenvolvimento da Economia da Cultura Pró-cultura RS FAC” e que a intenção do projeto é criar uma base para o desenvolvimento de arranjos produtivos locais de artesanato, por meio do resgate de saberes e fazeres da cultura popular  e tradicional do RS.

O projeto trabalha com o conhecimento e práticas artesanais ancestrais repassados entre gerações, as quais aprendem um ofício e o transmitem para as gerações seguintes. É um esforço de pesquisa e mapeamento com ações de formação em identidade cultural, cidadania e empreendedorismo criativo, cultural e sustentável. As pesquisadoras estão percorrendo o Estado para a realização de entrevistas, mapeamento e formação de grupos e redes de cultura, associações, entidades de classe artesã e de economia criativa e solidária das regiões dos Coredes. Os dados deverão ser divulgados por meio de uma plataforma de livre acesso aos conteúdos, na internet, que será abastecida durante o processo, assim como em uma publicação disponibilizada no mesmo ambiente virtual e em oficinas e palestras com a apresentação dos dados documentados. 

Como representante da região Sul no Colegiado Setorial do artesanato do CNPC/MINC, a mestra artesã Marly Cuesta, falou sobre o trabalho no Plano Setorial Nacional do Artesanato, construído pelo Colegiado Setorial do Artesanato, formado por artesãs,artesãos e representantes de várias Secretarias do MINC, passando pela fase de consulta pública,onde a sociedade contribuiu com os eixos que irão orientar as políticas públicas para o Artesanato pelos próximos 10 anos.Cada eixo é composto por estratégias e ações.Falou também,sobre o árduo trabalho da CNARTs,pela aprovação dos PLs do Artesão e dos Mestres.”Ouvir  os sonhos e as demandas dos artesãos nos fortalecem para que estejamos lutando por Políticas Públicas Culturais nas instância decisórias nas esferas municipais,estaduais e nacional”,concluiu.

Orientaram também, sobre a emissão da Carteira Nacional do Artesanato no PAB/RS.

 

Leia mais em

http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21110#

 

 

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Programação maravilhosa que merece nosso apoio na divulgação!

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Saiba o que acontece no Vila Flores nos próximos dias!

28/02 (sábado) das 16h às 20h
Convexo Portas Abertas. Encontro de Mentores da Escola Convexo.
Local: Miolo do Vila Flores. Entrada pela R. São Carlos, 759.
Link: https://www.facebook.com/events/645372115585019

28/02 (sábado) a partir das 15h
Arteando C. Festival de Artes do Distrito Criativo.
Local: CC100 na Cristóvão Colombo, 100.
Link: https://www.facebook.com/events/1376406936008186

01/03 (domingo) das 17h às 22h
2º Festival da Boa Vizinhança promovido pela La Casa de Pandora.
Local: R. Comendador Azevedo, 521.
Link: https://www.facebook.com/events/1557948414468598

03/03 (todas as terças) das 17h às 18h
Oficina de Expressão Corporal De Corpo Aberto com a Cia de Teatro Ato Espelhado. Para quem quer trabalhar o corpo de forma criativa e sensível. Aborda alongamento, descontração muscular e relaxamento.
Local: Espaço do Ato Espelhado no Vila Flores. Entrada pela R. Hoffmann, 459.
Link: http://atoespelhado.blogspot.com.br/2014/12/cursos-de-ferias-no-vila.html

04/03 (todas as quartas) das 18h às 19h30
Atelier da…

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dia-mundial-da-água 2015Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, no Rio de Janeiro.

Desde então, as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.

Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e energia, cooperação pela água, água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano.

E,justamente no ano em que se encerra a Década da Água – 2005 – 2015, proclamada pelas Nações Unidas, muitos países do mundo – e particularmente o Brasil, finalmente se dão conta que a água é um recurso finito. E extremamente valioso.

Infelizmente, em nosso país, foram a seca prolongada e o iminente risco de falta d’água em diversas cidades que fizeram com que governantes e população encarassem esta realidade.

Durante esta década, a cada ano a UN-Water (agência da ONU que coordena ações em assuntos sobre água doce e saneamento) escolhe um tema para ser debatido internacionalmente. Este ano, quando este ciclo se fecha, Água e Desenvolvimento Sustentável dará o tom de encontros e discussões.

Fórum Mundial da Água em 2018

A capital federal, que concorria com Copenhague (Dinamarca), foi eleita durante em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião do Quadro de Governadores do Conselho Mundial da Água (WWC), em Gyeongju (Coreia do Sul), para sediar o Fórum Mundial da Água de 2018

O fórum ocorre a cada três anos e é o maior evento do mundo com a temática dos recursos hídricos. A campanha brasileira apresentou o tema ‘Compartilhando Água’, para integrar os assuntos discutidos nas edições anteriores do evento, dando continuidade aos debates já realizados sobre os desafios do setor de recursos hídricos.

Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), em agosto de 2013, uma equipe de avaliadores esteve em Brasília e produziu um relatório sobre infraestrutura de transportes, mobilidade urbana, rede hoteleira e locais para realização do fórum, que serviu de subsídio para que a cidade fosse a escolhida.

A próxima edição do evento organizado pelo WWC, em 2015, será em duas cidades da Coreia do Sul, Daegu e Gyeongbuk, com o tema ‘Água para Nosso Futuro’. O objetivo é destacar a temática dos recursos hídricos na agenda global e reunir organizações internacionais, políticos, representantes da sociedade civil, cientistas, usuários de água e profissionais do setor.

Água é um bem essencial para que o planeta enfrente os desafios das próximas décadas. Com o aquecimento global, recursos hídricos serão ainda mais fundamentais para que a produção de alimentos possa atender a população global, que deverá chegar a 9 bilhões de habitantes.

Outro grande problema que ainda faz parte do dia-a-dia de milhares de pessoas no mundo é a falta de acesso a saneamento básico e água potável. Mas antes de tudo, será necessário fazer com que ela não falte através de uma gestão hídrica maisconsciente e sustentável. Afinal, sem água, não há vida.

A Humanidade precisa de água, e a cada dia aumenta o consumo em virtude do aumento da migração de populações para os centros urbanos. Estima-se que em 2050 serão necessários 40% mais água nos centros urbanos do que nos dias atuais, com base na projeção de que 2,5 bilhões de pessoas mudarão para cidades até esta data.

A água está no centro do desenvolvimento sustentável. Os recursos hídricos, e a gama de serviços que eles provêm, tem o poder reduzir a pobreza, promover o crescimento econômico e a sustentabilidade ambiental. Desde a segurança alimentar e energética até a saúde humana e ambiental, a água contribui para melhorar o bem estar social e crescimento inclusivo, beneficiando o sustento de bilhões de pessoas.

Água e Saúde

A água é essencial à saúde humana. O corpo humano pode sobreviver semanas sem comida, porém apenas poucos dias sem água. O simples ato de lavar as mãos com frequência previne uma série de doenças e sua proliferação. O corpo humano é composto de 50-65% de água, sendo que crianças recém-nascidas têm 78% de água. Todos os dias, as pessoas precisam de água para beber, cozinhar e para higiene pessoal. A Organização Mundial da saúde recomenda ao menos 7,5 litros por pessoa por dia para satisfazer as necessidades básicas, e 20 litros/pessoa por dia são suficientes para suprir as necessidades de higiene pessoal e higiene dos alimentos.

Apesar dos progressos na última década, 750 milhões de pessoas ainda não tem acesso à água potável e 2,5 milhões não dispõem de saneamento básico. Maiores investimentos em água e saneamento resultam em ganho econômico substancial. O custo para prover água e saneamento a todos os habitantes do mundo é estimado em cerca de US$ 100 bilhões por ano, por um período de cinco anos.

Água e Natureza

Os Ecossistemas, incluindo, por exemplo, florestas, pântanos e pastagens, estão no cerne do ciclo global da água. Toda a água doce, em última análise, depende do contínuo funcionamento saudável dos ecossistemas, e reconhecer o ciclo da água é essencial para uma gestão sustentável da água. No entanto, a maioria dos modelos econômicos não valorizam os serviços essenciais prestados pelos ecossistemas de água doce. Isto leva à utilização não sustentável dos recursos hídricos e da degradação dos ecossistemas.

Há uma necessidade de mudar para políticas econômicas ambientalmente sustentáveis ​​que levem em conta a interligação entre os sistemas ecológicos. O desafio é atingir o equilíbrio entre infraestrutura construída e natural e prestação de serviços.

Argumentos econômicos podem tornar a preservação dos ecossistemas relevantes para os tomadores de decisão e planificadores. A valorização dos ecossistemas demonstra que os benefícios excedem em muito os custos de investimentos relacionados com a água na conservação dos ecossistemas.

Água e Urbanização

Hoje em dia, um terço da população mundial vive em cidades. As cidades do mundo estão crescendo em ritmo excepcional, e 93% da urbanização ocorre em países pobres e em desenvolvimento, notadamente nos países BRICS.

“A gestão de áreas urbanas tornou-se um dos mais importantes desafios para o desenvolvimento do século XXI. Nosso sucesso ou falha em construir cidades sustentáveis será um dos maiores fatores de decisão na Agenda de Desenvolvimento pós-2015 das Nações Unidas”, afirma John Wilmoth, Diretor da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (DESA) das Nações Unidas.

Milhares de quilômetros de tubulações conformam a infraestrutura de água das cidades. Muitos sistemas antigos desperdiçam mais água do que entregam. Em muitas cidades, a infraestrutura de água e esgoto é inexistente, insuficiente, ou inadequada.

Água e Indústria

Todo produto manufaturado reque água na sua fabricação. Algumas indústrias utilizam mais água que outras: São necessários 10 litros de água para produzir uma folha de papel, e 91 litros para fabricar 500 g de plástico.

A industrialização pode trazer desenvolvimento aumentando a produtividade, empregos e a renda, porém a indústria prioriza maximizar a produção ao invés de buscar eficiência e conservação da água.

Tecnologia e planejamento inteligente podem reduzir o uso de água, e melhorar a qualidade das águas residuais. Alguns modernos fabricantes de têxteis introduziram tecnologias que garantem que a água que sai da fábrica é tão ou mais limpa do que as fontes de água potável que abastecem as cidades. Grandes empresas de bebidas também estão melhorando a sua eficiência no uso da água e ao longo dos últimos 10 anos reduziu-se substancialmente a água utilizada em suas unidades fabris.

Água e Energia

Água e energia são parceiros naturais. A água é necessária para gerar energia. A energia é necessária para fornecer água.

Hoje mais de 80% da geração de energia é por usinas termoelétricas. A água é aquecida para criar o vapor para acionamento dos geradores elétricos. Milhares de milhões de litros de água são também necessários para o resfriamento. Isso requer limitar a construção e utilização das plantas menos eficientes de energia movidas a carvão. A energia hidrelétrica representa 16% da produção mundial de eletricidade no mundo inteiro – um valor esperado de 3700 grandes barragens pode mais do que dobrar a capacidade total de eletricidade da energia hidrelétrica dentro das próximas duas décadas.

Nova produção de energia deve ser usada amplamente, adotando resfriamento seco ou tecnologias de resfriamento de circuito fechado altamente eficientes. O uso de fontes alternativas de água, como a do mar ou de águas residuais, oferece um grande potencial para reduzir as pressões sobre os recursos de água doce.

A energia renovável vem de recursos que são naturalmente reabastecidos, como luz solar, vento, chuva, marés, ondas e calor geotérmico. Estas prescindem grandes quantidades de água doce.

Água e Alimentação

Cada cidadão norte-americano utiliza 7.500 litros de água por dia, a maior parte para produzir alimentos. Um litro de água é necessário para irrigar 1 caloria de alimento, e a irrigação é responsável por 90% do consumo de água em alguns países em desenvolvimento. A nível global, a agricultura é o maior consumidor de água, com 70% de consumo.

Até 2050 a agricultura deverá produzir 60% mais alimentos globalmente e 100% mais em países em desenvolvimento. O crescimento econômico e a riqueza individual estão mudando as dietas baseadas principalmente em amido para carne e laticínios, que requerem mais água em sua produção. Para produzir 1 Kg de arroz, consome-se 3.500 litros de água, enquanto 1 Kg de carne requer 15 mil litros. Esta mudança na dieta impacta grandemente no consumo de água nos últimos 30 anos, e há indícios de que continue até meados do século XXI.

As taxas de crescimento atuais de demandas agrícolas sobre os recursos de água doce do mundo são insustentáveis. A utilização ineficiente de água para a produção agrícola esgota aquíferos, reduz o fluxo dos rios, degrada habitats de vida selvagem, e causou a salinização de 20% da área terrestre irrigada global. Para aumentar a eficiência na utilização de água, a agricultura pode reduzir perdas de água e, mais importante ainda, aumentar a produtividade das culturas em relação à água.

Com o aumento da agricultura intensiva, a poluição da água pode piorar. A experiência dos países de alta renda mostra que uma combinação de incentivos, incluindo regulamentação mais rigorosa, aplicação e subsídios bem orientados podem ajudar a reduzir a poluição da água.

Água e equidade

Em países em desenvolvimento, a responsabilidade pela coleta de água todos os dias recai desproporcionalmente sobre as mulheres e meninas. Em média, as mulheres dessas regiões passam 25% do seu dia de coleta de água para suas famílias. Este tempo não é empregado em trabalho remunerado, cuidar da família ou na escola. Os investimentos em água e saneamento mostram ganhos econômicos consideráveis. Cada dólar investido mostra um retorno entre 5 e 8 vezes este valor.

A mudança climática afeta negativamente as fontes de água doce. As projeções atuais mostram que os riscos relacionados com a água doce aumentam significativamente com o aumento das emissões de gases de efeito de estufa, exacerbando a competição por água entre todos os usos e usuários, afetando a segurança regional da água, energia e alimentos. Combinada com a crescente demanda por água, isso irá criar enormes desafios para a gestão dos recursos hídricos.

O Brasil e os recursos hídricos

O Brasil é um dos países com maior potencial de recursos hídricos do mundo. O Conselho nacional de Recursos Hídricos (CNHR) por meio da Resolução n°58/2010 atribuiu à Agencia Nacional de Águas (ANA) a responsabilidade pela elaboração do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, de forma sistemática e periódica.

O último relatório da ANA disponível é de 2011, que pode ser lido integralmente na Internet no endereço http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a Região Sudeste do Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. O Governo Federal lançou campanhas para conscientizar a população sobre a necessidade de economizar água. Desde então, relatos diários sobre os níveis dos principais mananciais que abastecem a cidade de São Paulo vêm sendo publicados na mídia online e impressa. (veja http://site.sabesp.com.br/)

Um dos problemas associados com a falta de água – ou de sua perspectiva – é o armazenamento inadequado de água nas moradias. Quando destampados, os reservatórios de água doce limpa são viveiros ideais para a proliferação de vetores transmissores de doenças. A Prefeitura Municipal de São Paulo, em seu portal na Internet alerta para os riscos de aumento de casos de dengue – doença causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti –decorrente do armazenamento impróprio de água. Dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde indicam que os casos de dengue no Brasil chegaram a 224 mil na semana de 1 a 7 de março de 2015, e os da chikungunya – doença viral transmitida pelo mesmo mosquito da dengue – foram de 1050 casos confirmados. Os casos de dengue triplicaram em relação ao mesmo período de 2014.

Veja matéria no PSI sobre declaração do Ministro da Saúde, Arthur Chioro, sobre o tema.

É importante conscientizar a população, principalmente na Região Sudeste, a fazer uso consciente da água e se armazenar água, fazê-lo de modo adequado.

Confira abaixo o vídeo do Dia Mundial da Água 2015:

Fonte: World Water Day 2015

http://aai.bireme.org/proxy/boletim/reader.php?article=/boletim/campanhas/dia-mundial-da-agua-2015/

Agência Brasil

 

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dia-da-floresta_finalPara sensibilizar a população sobre a importância das florestas na manutenção dos ecossistemas e no desenvolvimento sustentável, a ONU criou o dia internacional das florestas.

As florestas são essenciais para a manutenção da vida na Terra. Elas são responsáveis pela manutenção da maior parte das fontes de água doce do planeta, abrigam grande parte da biodiversidade, tanto da fauna quanto da flora; elas, em especial as matas ciliares (próximas aos rios), mantêm a integridade dos rios, protegem os solos de erosões, fornecem-nos melhor qualidade de vida, entre muitos outros aspectos.

Pensando na necessidade de sensibilizar a população humana sobre a importância das florestas para a manutenção da vida na Terra e a necessidade de preservá-las, em 1971, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sugeriu a criação do “Dia Mundial da Floresta”. A comemoração da data foi estabelecida para o dia 21 de março, em virtude do início da Primavera no Hemisfério Norte, de onde partiu a ideia da criação da data. Assim, no dia 21 de março do ano seguinte foi comemorado, na Europa e em muitas outras regiões do mundo, o primeiro “Dia Mundial da Floresta” ou “Dia Internacional das Florestas”.

As florestas brasileiras estão distribuídas por seis biomas com características particulares, ocupam cerca de 61% do território brasileiro e desempenham importantes funções sociais, econômicas e ambientais. Ofertam uma grande variedade de bens e prestam serviços ambientais essenciais, como a conservação dos recursos hídricos e da biodiversidade e a estabilidade climática.

O ICMBio, através das Unidades de Conservação, protege as florestas brasileiras.

Em 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma resolução para a criação do “Dia Internacional das Florestas”, que seria celebrado nos dias 21 de março de cada ano. A criação desta nova celebração surgiu no intuito de reforçar a importância dos ecossistemas florestais, bem como a importância de todos os ecossistemas para o desenvolvimento sustentável e a necessidade de preservá-los.

Em março de 2013, a ONU celebrou o primeiro “Dia Internacional das Florestas”, lançando algumas estimativas. De acordo com a Organização, tanto os desmatamentos quanto o manejo da terra são responsáveis por 17% das emissões de dióxido de carbono (um dos principais gases que contribuem para o aquecimento global) geradas pelo ser humano. Contudo, nas últimas décadas a taxa de desmatamento caiu em 20%, segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em entrevista à Rádio ONU.

Essa queda na taxa de desmatamentos foi considerada animadora, mas ainda temos que reduzir mais. Reforçando essa necessidade, Ban fez um apelo aos governantes e à sociedade civil para que se reduza o desmatamento e a pobreza. Ele sugere a promoção de meios de subsistências alternativos que demandem um menor uso dos recursos florestais, já que cerca de 3 milhões de pessoas usam a madeira como combustível fóssil e aproximadamente 750 milhões vivem em florestas.

Para garantir a integridade das florestas, a ONU quer que o desmatamento ilegal seja erradicado, propondo que os países apoiem a sua campanha “Desmatamento Ilegal Zero”, promovendo o plantio de árvores e o controle dos desmatamentos ilegais.

Foto da Aldeia

 

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Dia 2015-03-19 17.12.27de muito orgulho para  trabalhadores Artesãos que fortalecem e difundem a identidade de nossos produtos artesanais de grande conteúdo histórico e cultural,cujo valor é reconhecido no mundo!

Artesão

O artesão é a pessoa que domina com perfeição uma determinada técnica e, graças a esse conhecimento, transforma a matéria-prima natural num objeto de caráter lúdico, decorativo ou utilitário.

Vitalidade, energia, beleza, criatividade e simplicidade são características fortes do artesão.

A motivação da criação artística nesse universo de tramas, fios, fibras, texturas, pontos, hastes, cores, luzes e movimentos são os elementos essenciais do processo de criação do artesão.

O principal objetivo da comemoração é reconhecer, valorizar e elogiar o trabalho de homens e mulheres de todas as regiões do nosso país, dedicados ao ofício. 

Neste dia, Isabel Gonçalves e equipe,Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Artesãos-CNARTs,estão numa agenda pesada em Brasília na luta pelas demandas do artesanato brasileiro.

Artesanato do Rio Grande do Sul 

O artesanato é a expressão mais genuína da autenticidade popular, é a fusão de várias culturas que passa de geração em geração, que se identifica com seu entorno, sua simplicidade de desenhos e revelam seus sentimentos.

O turista que visitar o Rio Grande do Sul terá a oportunidade de constatar esta afirmação. Aqui, o visitante poderá apreciar e adquirir um artesanato regionalizado, e conseqüentemente diversificado, conforme as distintas etnias do nosso povo.

Porém, o artesanato mais característico do Rio Grande do Sul é aquele representado pela cultura e hábitos do pampa. É nesta região que o gaúcho buscou inspiração e os materiais necessários para construir os utensílios de seu rancho, bem como aqueles destinados às lides campeiras.

Entre os materiais ainda hoje empregados no trabalho artesanal está o couro bovino, cuja origem do seu uso confunde-se com a história antropológica do gaúcho. É o principal componente de produtos tradicionalmente artesanais, como bainhas de faca, boleadeiras, arreios, botas, guaiacas, malas de garupa, assim como móveis caseiros, como o lastro trançado em couro das camas,tapetes,os assentos e encostos das cadeiras.

Mas se o couro pode ser tirado de outros animais, e não apenas necessariamente de bovinos como se pensa, os chifres tem origem definida. Os cabos de facas, chairas e canivetes, que são ornamentados com chifres bovinos, destacam-se de seus similares. Assim como servia- e serve – de cantil para guardar a “canha” (cachaça). Antigamente, os chifres também eram utilizados para a fabricação de isqueiros.

Dentro da linha de artesanato campeiro, destaca-se ainda a lã de ovelha. Esta matéria prima é a mais representativa do artesanato sul-rio-grandense de inverno, sendo a base para confecções de cobertores, agasalhos, tapeçaria e decoração de ambientes, estas duas últimas originalmente encontradas em casas de campos, sítios e fazendas, hoje enfeitam também as residências urbanas.

Contudo, a tradicional cuia de chimarrão, símbolo máximo da bebida do gaúcho, não poderia faltar. Seu trabalho artesanal elaborado a partir da fruta do porongueiro, o porongo, chama atenção pela sua rusticidade e durabilidade.

Na Cadeia do Peixe,aproveita-se as escamas e couros de peixes das Colônias de Pescadores gerando renda para suas famílias.

Devemos enaltecer também,as Cadeias do Osso e das Gemas e Jóias,muito forte no RS.

Também rico e diversificado é a cultura alimentar tradicional ou  artesanato degustativo que envolve uma variedade de produtos que vão desde o famoso churrasco,cuca,bolos, os doces, balas, compotas, biscoitos, chocolates até a elaboração de pratos típicos de determinados lugares. O aproveitamento da matéria-prima da região é característica deste artesanato que acaba tornando-se uma referência e um atrativo para o turismo do lugar onde é confeccionado.

Também é muito utilizado  o reaproveitamento de alimentos como cascas de verduras,raízes,frutas e folhas.

Com isto, assinala-se a linha de frente da expressão artesanal do RS, sem esquecer, entretanto, de citar os trabalhos trançados em palha de milho e os produtos indígenas que tem no cipó e no guaimbé a matéria prima essencial para a fabricação de arcos, flechas, chapéus, cestas e ornamentos. 

Artesanato de Santa Catarina

A tradição alemã de cuidado e atenção aos detalhes se faz presente no artesanato. Espírito vivo da cultura germânica, ele é retratado em bonecos trajados tipicamente que parecem ter vida própria. Nas ruas centrais da cidade, ou no Parque Vila Germânica, porcelanas, cristais, bordados e muitos outros artigos são ótimas opções para quem quer levar para casa um pedacinho concreto da Alemanha tropical.

Dos trabalhos surpreendentes, feitos por artistas e artesãos locais, se destacam a pintura Bauernmalerei,  os Fensterbildern,a pintura em cascas de ovos e o artesanato em madeira.

Bauernmalerei: uma técnica de pintura que tem origem entre os camponeses da Áustria, Alemanha e Suíça, nos séculos 17 e 18. O folclore desse estilo de pintura foi uma forma alegre e barata que a população rural encontrou para decorar as suas casas. A pintura camponesa retrata a visão simples da natureza, como as flores e os pássaros, em cores fortes e contrastantes. Essa tradição atravessou as gerações e pode ser reconhecida até hoje em construções, peças de mobília e decoração.

Fensterbildern: figuras de madeira vazadas e recortadas, as Fensterbildern, muito comuns na Alemanha, são tradicionalmente empregadas na ornamentação de janelas.

Pintura em cascas de ovos: a pintura em cascas de ovos – de galinha, de pato, de ganso, de avestruz e até de lagartixa – bem como de ovos torneados de madeira é uma especialidade do artesanato de Pomerode. A artesã Silvana Pujol desenvolve esse refinado trabalho artesanal, que exige muita paciência e precisão quase cirúrgica. A inspiração da artesã Silvana são os traços da ourivezaria, profissão de seu pai. Esse trabalho já foi premiado nacionalmente. 

Artesanato em madeira: o artesanato em madeira também é muito difundido em Pomerode. Caixas, baús, brinquedos e objetos utilitários compõem o rol de produtos. A técnica chamada de Drechslerei, muito comum na Alemanha, caminha para a popularização em Pomerode. Nela, a madeira é torneada em um torno específico para depois receber um fino acabamento em tinta. A Drechslerei é principalmente utilizada para criar personagens de presépios, bonecos “quebra-nozes”, entre outros.

Artesanato do Paraná

O Artesanato Paranaense é muito rico e diversificado, com diferentes especialidades e técnicas produtivas, com traços de várias etnias que para cá vieram, existindo no Estado cerca de 12.000 microempreendedores artesanais.

Imigrantes alemães, poloneses, italianos e portugueses, que tinham suas atividades relacionadas ao artesanato do mundo rural ou na carpintaria, marcenaria, forja, moagem e olaria, através das matérias-primas que a natureza oferecia em abundância, implementaram novas técnicas e se utilizaram da arte e habilidade para criar novos produtos e gerar seu sustento.

Pode-se dizer então que a atividade artesanal no Estado está hoje dividida em dois setores distintos, ou seja, a nativa (ou indígena) e a aculturada (ou de influência européia), cada uma com suas peculiaridades apresenta variados tipos quanto ao material utilizado, formas e processos de fabricação.

O Artesanato Indígena foi gerado para atender essencialmente as necessidades da tribo. A utilização das cores e a expressão dos movimentos são marcas dos objetos artesanais indígenas que demonstram a importância que o índio dá a estética.

O uso de matérias-primas como a palha, o barro, as fibras vegetais e a madeira destacam-se nos objetos confeccionados (cestarias e utensílios em barro e madeira).

Por outro lado, a imigração européia legou aos paranaenses as bonecas feitas em palha de milho, bordados, objetos em marchetaria, entalhe, palha de trigo e tecelagem.

Destacamos a seguir alguns conceitos característicos e bem definidos do artesanato paranaense:

Artesanato – Fibras Naturais

Utiliza matéria-prima vegetal como: vime, palha de milho e trigo, cipó, junco, taquara, bambu, folha de bananeira, piri e cizal.

Dessa matéria-prima, são confeccionados, com técnicas diversas, objetos utilitários e de adorno como: cestaria, porta-jóias, bolsas, chapéus, bonecas, jogos de xadrez e redes, nos municípios do Litoral, Rio Negro, Ponta Grossa, Maringá, Curitiba (Santa Felicidade e Região Metropolitana), Palmeira (Witmarsum).

Artesanato – Cerâmica

O barro é a matéria-prima utilizada para este tipo de artesanato. Através de técnicas e procedimentos variados são confeccionados objetos como vasos, panelas, moringas, objetos sacros e até brinquedos.

A cerâmica é uma das mais significativas manifestações do artesanato brasileiro e as peças confeccionadas expressam a cultura e o folclore de cada região, principalmente do Litoral, Irati, Curitiba e Foz do Iguaçu.

Artesanato – Madeira

No Estado do Paraná o artesanato em madeira é bastante rico e variado, e pode-se dizer que são produzidos objetos sofisticados através do entalhe e marchetaria, até objetos não menos bonitos e interessantes das sobras de madeira.

O entalhe é feito com a ajuda de um instrumento cortante que pode ser rústico ou até uma simples faca, onde o artesão com seu talento trabalha e dá forma a um pedaço de madeira. Desta técnica resultam belas esculturas.

A Marchetaria consiste na confecção de objetos como porta-jóias, estojos diversos e peças decorativas que são possíveis de criação graças a habilidade do artesão no corte e montagem de desenhos com a utilização da madeira de diversas cores.

Nas técnicas de escultura em madeira destacam-se artesãos e artistas em Curitiba, Irati, Bocaiúva do Sul, Cascavel e muitos outros municípios, além do Litoral Paranaense.

Artesanato – Tecelagem

Esta técnica é bastante característica do Paraná, sendo praticada geralmente por mulheres, as chamadas tecelãs que confeccionam redes, colchas, mantos e belíssimos tapetes.

As tecelãs utilizam fios de algodão, lã ou seda que são tramados em teares manuais. O tingimento das peças confeccionadas com tintas naturais valoriza este tipo de artesanato, produzido notadamente em Tibagi, Cianorte e Curitiba.

Artesanato – Reciclado

Trata-se de confecção de peças utilitárias e decorativas através da utilização do lixo orgânico ou reciclável.

Com o material reciclável são confeccionados objetos com: candelabros, cachepos, flores, enfeites, tapetes, sacolas e embalagens. São exemplos de material reciclável as garrafas pets, caixa de leite, cacos de vidros e de cerâmica, etc.

Já com o lixo orgânico como folhas diversas, cascas, e papel são confeccionados produtos artesanais como biscuis, papel artesanal e através da técnica do papel marche, diversos objetos decorativos.

Artesanato – Souvenirs

Este tipo de artesanato refere-se a confecção de objetos de pequeno porte como chaveiros, imãs de geladeira, biscui, e outros. Com a utilização de materiais diversos a exemplo de resina, madeira, tecido, vidro, arame, etc.

É importante salientar que tais objetos preservam a identidade cultural da Região, Estado ou País.

Artesanato – Alimentos

Também rico e diversificado o artesanato degustativo envolve uma variedade de produtos que vão desde os doces, balas, compotas, biscoitos, chocolates até a elaboração de pratos típicos de determinados lugares. O aproveitamento da matéria-prima da região é característica deste artesanato que acaba tornando-se uma referência e um atrativo para o turismo do lugar onde é confeccionado.

Também é muito utilizado no artesanato degustativo o reaproveitamento de alimentos como cascas de verduras e frutas e folhas.

Artesanato – Etnias

Além da influência que as diversas etnias que colonizaram o Paraná, exerceram no artesanato, alguns objetos que possuem grande aceitação preservam as características e tipicidade dessas etnias a exemplo das pêssankas (ucranianas), confeccionadas em Curitiba e Prudentópolis, e do origami, kirigami, oshibana e ikebana (japoneses), produzidos em Curitiba, Assaí, Londrina, Maringá e Goioerê.

“O artesanato é o reflexo de um povo e parte de sua história e de seus costumes.Os saberes e fazeres artesanais da nossa ancestralidade são passados de geração em geração para o empoderamento humano.Por isso, saudamos e convidamos todos os companheir@s Artesãs e Artesãos, associações,cooperativas e grupos informais de ofício e comunidades de artesanato em geral a participarem nas várias atividades que estão previstas nesta data especial em todo país. Vamos comemorar e compartilhar a arte e cultura que se expressa através de nossas mãos”,disse Marly Cuesta,mestra artesã e Representante da Região Sul no Colegiado Setorial do Artesanato do Conselho Nacional de Política Cultural-CNPC/MINC.

Mais sobre o artesanato nos links:

http://www.fgtas.rs.gov.br/conteudo.php?cod_conteudo=4942

http://www.brasil.gov.br/cultura/2015/03/governo-federal-apoia-desenvolvimento-do-artesanato-brasileiro

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dia_vida_selvagem4VIDA SELVAGEM EQUILIBRA OS ECOSSISTEMAS

Hoje, dia 3 de março é comemorado o Dia Mundial da Vida Selvagem.

A fauna silvestre é composta pelos animais que não são domesticados, reagem à presença humana e têm dificuldades para crescer e se reproduzir em cativeiro. Já a flora é formada por florestas, matas ciliares, cerrados, manguezais e outras formas de vegetação existentes.

A data foi criada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2013, para reafirmar o valor essencial das espécies silvestres.

“Este dia serve para chamar a atenção da sociedade, levantar o debate sobre a relação do homem com estas espécies e promover a reflexão sobre a sua conservação”, destacou o coordenador geral de Manejo para Conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CGESP/ICMBio), Ugo Vercillo.

A vida selvagem é importante tanto pelo seu aspecto ecológico como genético, social, econômico, científico, educacional e cultural. Exercer sua exploração de forma sustentável, além de manter o equilíbrio do meio ambiente, pode propiciar avanços medicinais, pelo uso e estudo de plantas medicinais e mesmo de animais silvestres, além de criação de produtos derivados, cremes e remédios.

Ecossistemas em harmonia

O Brasil é o país de maior biodiversidade do mundo, o que desperta uma intensa busca por espécies silvestres para os mais variados fins, que vão desde a obtenção doméstica de animais e plantas exóticas, alimentação até a um vasto número de produtos derivados. Tanto a fauna como a flora mantém os ecossistemas estruturados e em harmonia. Todas as espécies são insubstituíveis e, por isso, a ausência de qualquer uma delas altera toda a dinâmica do sistema.

“Todos os alimentos são derivados de espécies silvestres, da mesma forma grande parte do vestuário; e a qualidade da água, solo e ar dependem fundamentalmente das plantas e animais. A produção agrícola depende da qualidade do solo, da água e da polinização por espécies silvestres”, explicou Vercillo.

A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES)

O tráfico ilegal da fauna e da flora silvestres é uma das principais ameaças à biodiversidade. O comércio de animais e plantas interfere na existência e função de várias espécies, muitas delas em perigo imediato de extinção.

Buscando solucionar esse problema, foi criada a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES), um dos acordos ambientais mais importantes para preservação das espécies, que conta com a participação da maioria dos países. O Brasil aderiu à Convenção em 1975.

A CITES regulamenta a exportação, importação e reexportação de animais e plantas, suas partes e derivados, por meio de um sistema de emissão de licenças e certificados que são expedidos quando se cumprem determinados requisitos. “3 de março é a oportunidade para todos nós, não importa quem somos e onde estamos, celebrarmos a beleza e a variedade de milhões de plantas e animais com quem compartilhamos este planeta”, declarou o secretário-geral da CITES, John E.Scalon.

Saiba mais sobre a CITES.

Visite o zoológico da sua cidade

Em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e com o Ministério do Meio Ambiente, a Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil (SZB) vai celebrar o Dia Mundial da Vida Selvagem com uma série de atividades em diversos zoológicos e aquários pelo país. Veja no site da SZB ou no zoológico da sua cidade a programação completa.

Plaquinhas para celebrar o Dia Mundial da Vida Selvagem

O ICMBio, em parceria com a Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil (SZB), oferecerá nessa data atividades nos zoológicos e aquários por todo País.

Participe dessa celebração. Baixe o arquivo, imprima as plaquinhas, tire fotos e poste nas redes sociais usando as hashtags: #WorldWildLifeDay #DiaMundialdaVidaSelvagem. Mostre ao mundo o quanto você é “louco pela vida selvagem”.

Fonte:
ICMBio

http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2015/03/dia-mundial-da-vida-selvagem-e-comemorado-nesta-terca-3

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