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Archive for agosto \31\+00:00 2014

Icone-Artesanato-1Icone-Artesanato-2 Icone-Artesanato-3 Icone-Artesanato-4 Icone-Artesanato-5 Icone-Artesanato-6

 

O Colegiado Setorial do Artesanato, órgão integrante do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC, criado pelo Decreto nº 5.520/2005 é composto por representantes do da Sociedade Civil Organizada  e Poder Público e tem como competência subsidiar o CNPC na avaliação das diretrizes e no acompanhamento do Plano Nacional de Cultura, Lei nº 12. 343/2010.

Uma das missões do mandato do atual Colegiado foi a elaboração do Plano Setorial do Artesanato que estará no período entre  25/8/2014 e 9/10/2014 disponível para consulta pública no site

 

http://www.culturadigital.br/artesanato .

Esse Plano visa orientar todas as políticas públicas para o Artesanato pelos próximos 10 (dez) anos, e é uma construção conjunta da Sociedade Civil e do Poder Público, representada pelo Colegiado Setorial do Artesanato.

É fundamental, para o sucesso da política, que os artesãos de todo país tenham acesso ao texto preliminar e possam apresentar ideias e considerações sobre as estratégias e ações ali propostas.

Por esse motivo, solicita-se à tod@s, que apoiem a divulgação da consulta pública e a realização de debates e reuniões entre os artesãos locais para que com ela contribuam, além de fornecer, na medida do possível, recursos humanos e tecnológicos para garantir o acesso dos interessados à plataforma virtual de colaborações.

Salientamos que em virtude do período eleitoral é vedado comentários e manifestações que apresentarem algum teor de propaganda político-partidária, por intermédio desta ferramenta online – Módulo de Consulta Pública disponibilizada no endereço eletrônico http://culturadigital.br/plataformascolaborativas.

Portanto, para dirimir esse tipo de comentário ou manifestação, informamos que um moderador do Colegiado Setorial estará encarregado de monitorar e excluir todos os comentários que não tiverem relação direta com a discussão sobre os conteúdos colocados para avaliação do Plano Setorial e/ou tiverem teor político-partidário (isto é, promovam explicitamente um representante político e/ou um partido).

Mais uma vez, agradecemos o apoio na divulgação da consulta pública.
Colegiado Setorial do Artesanato

Coordenação do  Conselho Nacional de Política Cultural

Secretaria de Economia Criativa

Ministério da Cultura

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bordado de marlycuesta_P1150256Entre 25 de agosto e 9 de outubro de 2014,está aberta consulta pública sobre estratégias e ações para o setor nos próximos 10 anos.

 

O Plano Setorial do Artesanato, construído pelo Colegiado Setorial do Artesanato, formado por artesãos e artesãs e representantes de órgãos do governo, entra em sua fase de consulta pública. Todos podem contribuir comentando os eixos que irão orientar as políticas públicas para o Artesanato pelos próximos 10 anos.

 

Durante o período da consulta, os artesão e artesãs podem opinar sobre os seis eixos: 1 – Criação e Produção; 2 – Formação e Capacitação; 3 – Divulgação; 4 – Distribuição e Comercialização; 5 – Fortalecimento do Artesanato; e 6 – Economia, Sustentabilidade Ambiental e Inovação.

Cada eixo é composto por estratégias e ações, que também, aceitam comentários e propostas.

 

Para participar é preciso estar cadastrado na plataforma de consulta do Ministério da Cultura no site Culturadigital.br.

Devido às restrições eleitorais os comentários serão moderados antes de serem publicados no site da consulta que é: www.culturadigital.br/artesanato

 

Para promover a participação e mobilizar os artesãos e artesãs acontecerão diversas reuniões e debates em vários estados do país.  Procure a Secretaria de Cultura de sua cidade, ou o Ministério da Cultura caso tenha dúvidas sobre como participar. Quando o período da consulta se encerrar, as contribuições serão sistematizadas e, após deliberação do Colegiado, poderão ser incorporadas ao Plano Setorial do Artesanato.

 

Viste o site, cadastre-se e participe agora mesmo!

Fonte: SEC/MINC

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20140813_180803

Por Chris Telles

O dia 14 de agosto foi dia de muita alegria e calor humano na comunidade indígena Aracuã em pleno frio do inverno, pela primeira vez, eles foram beneficiados pela Campanha do Agasalho 2014 dos Correios, no estado do Rio Grande do Sul.  As famílias receberam 420 peças de roupas, 16 pares de calçados e 10 outros itens.

 

Essa iniciativa é coordenada pela Diretoria da Ação Social dos Correios todos os anos e tem como objetivo, arrecadar agasalhos, colaborando assim, para amenizar o sofrimento de comunidades carentes durante o rigoroso inverno gaúcho.

Todas as unidades participam arrecadando roupas, calçados e cobertores. A coleta e entrega dos agasalhos é feita entre 1 e 31 de agosto.

 

Os indígenas foram incluídos na ação, pela Associação de Mulheres e  Ponto de Cultura Voluntário “Vitória-Régia”,coordenado pela educadora popular, Marly Cuesta. “Sou índia amazonense e por isso trabalho também, pelos índios gaúchos e de todo país nas campanhas e nas instâncias decisórias para criação de políticas públicas. Sei como nossas comunidades são necessitadas de apoio de toda ordem. Fico muito feliz de ter conseguido incluí-los nessa importante campanha. Agradeço à equipe da Ação Social, coordenada pelo competente Sr. Cezar Augusto Carneiro com sua equipe, Maria Gariba Kunn, Rodolfo Idiarte e o motorista Luiz Carlos Vicente“, comemora a mobilizadora e articuladora social e cultural.

 

A Comunidade: A aldeia Aracuã é localizada no Lami, na divisa com Viamão. Lá vivem 20 famílias indígenas de origem Guarani, formadas por adultos e crianças que sobrevivem do cultivo de feijão, milho, mandioca, batata para consumo próprio. Já as apresentações culturais pelo Coral Indígena Guarani e a confecção de artesanatos são destinadas à comercialização e para angariação de fundos para a aldeia.

 

Apoio:Projeto Bússola Cultura do Prêmio Tuxáua 2010

 

https://plus.google.com/u/0/photos/106772903251908297656/albums/6050642457835438929?authkey=CP3wze25kZGwNg

 

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2014-08-20 16.19.17

O Colegiado Setorial de Artesanato do CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural), mais uma vez em reunião ordinária,realizada nos dias 19 e 20 de Agosto em Brasília,DF.

A Coordenadora Geral do CNPC,Srª.Magali Moura,faz a abertura da reunião cumprimentando e agradecendo a presença de tod@s e informa que o Secretário Geral da SAI,Bernardo Machado,não estará presente porque está em trabalho externo e que entrará em férias.Faz referência á outra reunião que aconteceu como planejado.Comenta que os Colegiados são como uma escola e que juntos podem fazer uma excelente política pública. Apresenta a nova Coordenadora de Territórios Criativos da Secretaria de Economia Criativa,Srª.Tássia Toffoli Nunes,parabenizando-a e dando as boas vinda.
A Srª.Tássia Nunes,informa que o Secretário Marcos André Carvalho, está em trabalho externo e que participará da reunião no segundo dia e se apresenta informando que é do quadro de servidores de carreira do MINC,dizendo que está muito satisfeita em poder Coordenar e fazer parte do Colegiado, contribuindo e aprendendo com o Colegiado Setorial de Artesanato e que dará o apoio técnico necessário.Representando a Secretaria de Economia Criativa estará á disposição de tod@s para ouví-l@s.

A Pauta é lida e aprovada por tod@s,seguida dos informes relativos ao setor.

A representante da Região Sul no Colegiado,Marly Cuesta,abre as falas dizendo que uma grata surpresa que o MINC esteja valorizando seus funcionários de carreira,assim como Tássia Nunes na Coord.da SEC e neste Colegiado que fica mais fortalecido com o retorno da Selma Santiago,como Consultora da UNESCO para nos auxiliar na elaboração do Plano Setorial de Artesanato,desejando muita luz à todas nessa missão.

Em seguida,foi feita a apresentação do documento que irá para Consulta Pública e contribuição na estratégia de divulgação e mobilização.A Srª.Magali Moura fala dos cuidado com a comunicação entre o CNPC e Colegiado e vice-versa.

A mestre artesã Marly Cuesta,fala pelo GT da Sistematização sobre as  propostas ao Plano,informando que todas as sugestões recebidas do Colegiado,foram lidas e avaliadas cuidadosamente para serem incluídas no Plano Setorial de Artesanato.Em seguida,a Srª.Fernanda Bellinaso,endossa as palavras da mestre Marly Cuesta e reforça o cuidado com a comunicação.

A Consultora  Selma Santiago,fala do trabalho realizado e que o GT não fez nenhuma alteração no documento,apenas customização de trechos repetitivos e propõe a leitura e alteração no que se fizer necessários para melhorar o documento.

2014-08-19 20.15.23

Leitura e aprovação do texto para Consulta Pública do Plano Setorial,inicia-se pela Primeira Estratégia Criação/Produção onde transformam os textos do item 1.3, para entendimento,em especial sobre o uso do Vale Cultura.Seguindo para o item 1.5, Produção e confecção artesanal de bens alimentares e bebidas,conforme a lista de Atividades artesanais do PL do Artesão  como demanda da categoria.Proposta apresentada e defendida pela mestre artesã e culinarista tradicional,Marly Cuesta, com entendimento e aprovação pelo colegiado.Seguindo para a segunda estratégia que trata da Formação/Capacitação e no item 2.3,os mestres artesãos Vani e Darlindo pedem que seja acrescentado…”que os mestres artesãos sejam os professores no ensino da parte prática”,com apoio do colegiado.Mestre Renato,lembra da titulação do mestre como Bem do Patrimônio Vivo.Seguem as discussões com colaborações de Tássia,Vânia,Edna,Adriana e Reinaldo, sobre o item 2.5 sobre a criação de cursos de acesso público de formação sobre o artesanato no patrimônio material e imaterial.Dando continuidade vão para a terceira estratégia Divulgação,onde a Srª Magali Moura sugere alteração no item 3.1 que trata da da Atualização do Livro Base Conceitual  do Artesanato,com a qual tod@s concordam e seguem para a quarta estratégia Distribuição/Comercialização e no item 4.2 para alteração sobre o seguro coletivo para o transporte do artesanato.Enfim,chegam na quinta estratégia  Fortalecimento do Artesanato,onde depois de algumas discussões,aprovam os itens e avançando para a sexta estratégia Economia,Sustentabilidade Ambiental e Inovação que provocou muitas discussões para aprovação.

2014-08-19 20.14.01Apresentação de estratégias de mobilização para Consulta Pública que será moderada e alterada caso seja necessário conforme exigências da Consultoria Jurídica em respeito às regras da Justiça Eleitoral.

Coordenadores da Mobilização:Marly Cuesta,Vani Maris,Fernanda Bellinaso,Adriana Chaluppe e Abadia de Oliveira com apoio de tod@s.

2014-08-19 20.54.12A Srª.Magali Moura pede a fala para apresentar a Diretora do IPHAN,Srª.Célia Corsino e o Coordenador da Secretaria de Economia Criativa, Sr.Jão Pedro Martins que se juntam ao Colegiado para contribuírem com o Plano.A Srª Célia Corsino entende ser importante a CENARTs na divulgação da Consulta Pública.A mestre artesã,Marly Cuesta sugere a inclusão da SEPPIR no Plano de Divulgação e assim,conclui-se .As contribuições da Diretora Célia Corsino, foram muito valiosas nesse processo de troca de experiências,assim como do Coordenador João Pedro,Magali Moura e Tássia Nunes.

Debate sobre o Plano Setorial,onde a Consultora Selma Santiago,informa que o GT de Sistematização, decidiu não apresentar todo Plano para a Consulta Pública para que o documento fique mais objetivo o que foi aprovado pelo Colegiado.

Seguindo para apresentação do Plano Setorial para discussão e devidas alterações,se necessário.Primeira parte é sobre a Estrutura do Plano, diz Selma Santiago que explica os  Princípios e Objetivos, Eixos e Estratégias,Ações e Metas, seguindo para as discussões.

Ao final mestre Darlindo,solicitou um Relatório por escrito dos representantes do Colegiado,Adriana Chaluppe e Nivaldo Jorge,das atividades na Teia da Diversidade 2014.No momento da Moções,apresentou uma Carta relato dos problemas enfrentados no Vitrines Culturais da Copa 2014.

O Secretário da Economia Criativa,Marcos André Carvalho,chega para o debate e ouve muitas reclamações sobre o edital do Vitrines Culturais e com muita humildade,reconhece os problemas e se diz também,muito sofrido com tudo,afirmando que está aprendendo com o Colegiado e que recebe com alegria as sugestões do Colegiado será ouvido para a elaboração de futuros editais para evitar os problemas.

Ressaltamos publicamente o brilhantismo profissional da Magali Moura e equipe,Tássia Nune e equipe e Consultora Selma Santiago,nos encaminhamentos de construção desse Plano,assim como de todo Colegiado e equipe de apoio.2014-08-20 16.34.06

 

 

 

 

 

 

Assim,fez o encerramento da reunião ordinária do Colegiado.2014-08-20 16.25.07

Aguardem a Consulta Pública do Plano Setorial de Artesanato!

Contagem de palavras: 940 Rascunho salvo às 6:30:13.

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                                                                             BRASO 

 

 

 

 

 

       

 

      MINISTÉRIO DA CULTURA

Secretaria de Articulação Institucional

Coordenação-Geral de Instâncias de Articulação, Pactuação e Deliberação do SNC

Conselho Nacional de Política Cultural

SCS, Quadra 09, Lote C, Torre B – 9° andar – Ed. Parque Cidade Corporate

CEP: 70.068-900 – Brasília/DF

Tel.: 0xx(61) 2024-2186/2381

Brasília, 14 de julho de 2014.

Prezado(a) Senhor(a),

Convocamos Vossa Senhoria para a Reunião do Colegiado Setorial de Artesanato nos dias 19 e 20 de agosto de 2014, das 9h30 às 18h, na sala de reuniões do 12º andar do Edifício Parque Cidade – Setor Comercial Sul, Quadra 9, Lote C, Torre B,  em Brasília-DF.

Solicitamos confirmar presença pelo e-mail cnpc@cultura.gov.br, impreterivelmente até o dia 23 de julho de 2014 para que haja tempo hábil para emissão das passagens aéreas. Após esta data, sem a manifestação do titular, o suplente será convocado.

Ao confirmar sua presença favor informar os trechos e datas dos voos para emissão das passagens. Ressaltamos que após a emissão qualquer alteração de data, trecho ou horário dos voos será de responsabilidade do participante, que arcará com as despesas da alteração.

Os participantes que não residem em Brasília receberão passagens e diárias (valor para custeio de alimentação e hospedagem) e adicional de transporte que serão depositados em conta bancária. Informamos, ainda, que será responsabilidade do participante a escolha e reserva do hotel, bem como local de alimentação e traslado.

Caso não tenha sido encaminhado anteriormente, e em cumprimento a Portaria 1.191/2009, solicitamos enviar ao e-mail do CNPC os documentos abaixo relacionados para a emissão de passagens e pagamento das diárias:

I – Currículo contendo:

  1. a) nome completo;
  2. b) CPF; (enviar cópia do documento)
  3. c) RG; (enviar cópia do documento)
  4. d) endereço completo (inclusive CEP); (enviar cópia de comprovante de residência)
  5. e) dados bancários:  nome e código do banco onde mantém conta; número da conta corrente; nome e código do agência; (enviar cópia de comprovante bancário)
  6. f) formação acadêmica;
  7. g) experiência profissional;

II – cópias de documentos que comprovem a veracidade das informações prestadas nas alíneas (b), (c), (d) e (e).

Colocamo-nos à disposição para eventuais dúvidas por meio dos telefones (61) 2024-2186/2381 ou pelo e-mail cnpc@cultura.gov.br .

 

Atenciosamente,

 

Bernardo Novais da Mata Machado

Secretário-Geral do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC

Ministério da Cultura

SCS, Quadra 09, Lote C, Torre B – 9º andar – Ed. Parque Cidade Corporate

CEP: 70.068-900 – Brasília/ DF

Telefone: 55(0xx61)2024-2186/2381

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capa_conexoesConferência de abertura – com Teixeira Coelho e   Arjo Klamer

O Conexões Criativas teve início com a conferência de dois grandes pensadores da arte e da economia criativa: Teixeira Coelho (Curador Coordenador do MASP e consultor do Observatório de Politica Cultural do Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e Arjo Klamer (professor de economia, arte e cultura na Universidade de Rotterdam  e presidente Associação Internacional de Economia da Cultura).

As conferencias abordaram o desenvolvimento da Economia Criativa no cenário atual, contemplando a realidade de cada região e as possibilidades dentro da área. Promoveram a reflexão sobre o planejamento e a prática das atividades criativas.

2014-08-12 00.22.26Estiveram presentes, as guerreiras culturais:

  • LETICIA DE CÁSSIA COSTA DE OLIVEIRA-Gestora Cultural,Gestora de Cidades e Empreendimentos Criativos, Professora do curso de Especialização em Economia da Cultura da UFRGS;
  • IZABEL L’ARYAN-Cantora, compositora,produtora cultural, produtora fonográfica e advogada, especialista em Economia da Cultura pela UFRGS e especialista em Planos Municipais de Cultura e Sistema Nacional de Cultura pela UFBA;

Marly Cuesta-Tuxáua 2010,índia amazonense, educadora popular, mestre artesã e da alimentação tradicional, iniciou seu trabalho na década de 70 como articuladora e educadora popular ainda no Amazonas com educação para jovens e adultos para assentados do INCRA, articuladora e ativista das políticas culturais, ambientais,direitos humanos, economia criativa e solidária do RS e do Brasil sendo representante da Região Sul no Colegiado Setorial de Artesanato do Conselho Nacional de Política Cultural-CNPC/MINC, Membro do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre e do Comitê Municipal de economia Criativa de Porto Alegre.

CURSO - ECONOMIA DA CULTURA, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO do OECCURSO – ECONOMIA DA CULTURA, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO

Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS.

Segunda-feira 11/8: 

– 13h30min às 17h30min – A perspectiva da Economia da Cultura – especificidade do campo da cultura; a necessidade de uma diferente perspectiva para o setor cultural (em inglês).
Terça-feira 12/8: 

– 09h00 às 12h00 –  Valores e preços – Os conceitos “valor” e “preço” e suas relações com a arte e a cultura (em inglês).

– 13h30min às 17h30min – Os bens para se lutar – As noções de “bens sociais” e “bens culturais”; A carga teórica de posse, compra e venda de arte (em inglês).

Quarta-feira 13/8:

– 9h00 às 12h00 –  As Quatro Lógicas e o financiamento das artes: a importância do dinheiro e das relações no campo da arte; O modelo analítico das Quatro Esferas (em inglês).

– 13h30min às 17h30min –  Estudo de caso: Paulínia (SP) – Indústrias e clusters criativos; O exemplo do cluster cultural audiovisual de Paulínia (SP) (em português),

Quinta-feira 14/8:

– 09h00 às 12h00 –  A noção de Capital Cultural e as Fontes de Cultura (em inglês).

– 13h30min às 17h30min – Valorização da Cultura: a função das organizações culturais (em português).

Sexta-feira 15/8: 

– 09h00 às 12h00 – Fluxos internacionais em Cultura e Economia Criativa – Tópicos conceituais e um olhar sobre os dados. (em português).

– 14h00 às 17h00 – O modelo brasileiro de Economia Criativa. (em português)

As sessões em inglês (apontadas no item anterior), não terão traduções para o português.

A mínima frequência aceita para recebimento do certificado será de 75%

Conexões Culturais_10557204_753867718004390_7927488277936519822_nEncontros CONEXÕES CRIATIVAS – 11/08 a 14/08 – 18h

Apresentação das iniciativas criativas de Porto Alegre, trazendo profissionais que participam do desenvolvimento do espaço inventivo da cidade, apresentando seus fluxos criativos, tratando sobre o caminho percorrido, o desenvolvimento do trabalho e a relação entre o processo criativo com mercado e a comunidade.

Os participantes dos encontros  atuam nas áreas da moda, fotografia, artes visuais e, também,  grupos que ocupam o espaço público de forma original.

 

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bordado de marlycuesta_P1150256Fonte:Secom/PMC

A 26ª Feira da Economia Solidária de Canoas, edição Dia dos Pais, que contará com 40 expositores, começa na próxima segunda-feira. Ela funcionará até o dia 9 de agoosto, das 9h às 20h, no Calçadão.

Serão comercializados no local alimentos saudáveis, artesanatos com a temática voltada ao dia dos pais e produtos da horta comunitária. Também haverá Oficina de Alimentação Saudável, oferecida pela Secretaria Municipal de Saúde. O evento é promovido pela Diretoria de Economia Solidária da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico em parceria com o Fórum Canoense de Economia Solidária.

Oficina de Nutrição no Calçadão:

Dia 4/8 – segunda-feira, das 10h30 às 16h30

Dia 5/8 – terça-feira, das10h30 às 16h30

Dia 6/8 – quarta-feira, das 9h às 14h30

Dia 7/8 – quinta-feira, das 10h30 às 12h

Dia 8/8 – sexta-feira, 9h30 às 14h30

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Capa_albumFoi lançado, na última quinta-feira, dia 30 de julho, o livro de fotografias “As faces da Economia Solidária no Brasil”. O álbum, disponível em versão digital, foi criado pelo Grupo de Pesquisa em Economia Solidária e Cooperativa (Grupo Ecosol), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

O álbum é resultado de registros fotográficos realizados por mais de sessenta entrevistadores que participaram de uma pesquisa amostral sobre as sócias e os sócios de empreendimentos econômicos solidários, realizada em 2013 nas cinco Regiões do país. A pesquisa faz parte do Projeto SIES, cuja finalidade é aprofundar o conhecimento sobre o perfil dos integrantes de empreendimentos econômicos solidários.

O coordenador do Projeto, professor Luiz Inácio Gaiger, ressaltou a importância dessa pesquisa e a elaboração do livro de fotografias. “Graças à excepcional disposição dos entrevistadores e à boa-vontade e acolhida dos entrevistados, homens e mulheres que fazem a Economia Solidária acontecer, conseguimos realizar uma pesquisa inédita no Brasil, visitando as paragens mais distantes, os lugares mais recônditos do nosso território. Com isso, captamos a realidade, a voz e os rostos de pessoas que fazem da solidariedade seu meio de vida e sua força de perseverança”.

O Projeto SIES, desenvolvido pelo Grupo Ecosol, em convênio com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), teve como um de seus objetivos, além da ampliação do Sistema de Informações em Economia Solidária (SIES), através da pesquisa amostral, a análise de consistência da base de dados do Segundo Mapeamento Nacional de Economia Solidária.

O Projeto SIES resultou em vários outros produtos que contribuem para disseminação dos resultados dessas pesquisas. Como o Atlas Digital, que revela informações do SIES de forma rápida e dinâmica. Em breve, será publicado um livro, já em fase de finalização, sobre esses novos dados da Economia Solidária no Brasil.

Acesse o álbum “As faces da Economia Solidária”: http://sies.ecosol.org.br/album

Acesse o Atlas Digital: http://sies.ecosol.org.br/atlas

Acesse o portal do Projeto SIES: http://sies.ecosol.org.br/

Sobre a Economia Solidária

A Economia Solidária é uma forma de organização econômica que se estrutura em princípios que valorizam o ser humano. É voltada para a produção, consumo e comercialização de bens e serviços de modo associativo, cooperativo e autogestionário.

http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=8426&Itemid=62

 

 

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Observatório da Economia Criativa_ec515356-9ef2-47f6-8679-f59c5f4dd068Unir projetos de arte e cultura que tenham em sua essência o espaço para a “convivência criativa” é a proposta do Observatório de Economia Criativa (OBEC) da UFRGS, vinculado ao Ministério da Cultura, que será lançado no próximo dia 11 de agosto.

Coordenado pela Faculdade de Ciências Econômicas e o Departamento de Difusão Cultural, o projeto envolverá ações de ensino, pesquisa e extensão com a intenção de formar e capacitar recursos humanos no campo da Economia Criativa, Cultura e Desenvolvimento.

A iniciativa é uma parceria com a Secretaria Nacional de Economia Criativa e tem como coparticipantes as universidades federais da Bahia, Fluminense, do Amazonas, de Goiás e de Brasília.

Para marcar as ações de implantação do observatório, estão programados dois eventos: o encontro Conexões Criativas e o Curso de Economia da Cultura, Gestão e Desenvolvimento.

Conexões Criativas – A atividade abordará o desenvolvimento da Economia Criativa no cenário atual, contemplando a realidade de cada região e as possibilidades dentro da área, além de promover a reflexão sobre o planejamento e a prática das atividades criativas. A proposta é  aproximar ideias inovadoras de Porto Alegre, mostrando os fluxos inventivos das pessoas que praticam e contribuem para o desenvolvimento da área. A conferência de abertura será dia 11 de agosto às 19h na Sala Fahrion e contará com Teixeira Coelho, curador-coordenador do MASP e consultor do Observatório de Politica Cultural do Instituto Itaú Cultural – São Paulo, e Arjo Klamer, professor de economia, arte e cultura na Universidade de Rotterdam, e presidente Associação Internacional de Economia da Cultura. As conferências seguem até dia 14, sempre às 19h, na Sala Fahrion (Av. Paulo Gama, 110, 2 andar – Reitoria da UFRGS/ Campus Centro).

Conferência de abertura ocorre no próximo dia 11.

Curso Economia da Cultura, Gestão e Desenvolvimento – O curso também ocorre de 11 a 15 de agosto e apresentará iniciativas criativas de Porto Alegre e a participação de profissionais envolvidos com o desenvolvimento do espaço inventivo da cidade. As atividades do curso ocorrem nos turnos manhã e tarde (exceto na segunda e na quarta, somente pela manhã), no Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas (Av. João Pessoa, 52 UFRGS/ Campus Centro).

Economia da Cultura-curso-15_07_programacao2

http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/ufrgs-lanca-em-agosto-observatorio-de-economia-criativa-1

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Carteira de Artesão_75c9c5e3-fb79-446f-aed5-04f2b31de6abEmitida pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), por meio do Programa Nacional do Artesão (PAB), a Carteira Nacional do Artesão é uma identificação nacional para artesãos e trabalhadores manuais de todo o Brasil. Gratuito, o documento tem abrangência nacional e oferece diversos benefícios, como a abertura de oportunidades em feiras de artesanato nacionais e internacionais, além de participações em oficinas e cursos na área. De acordo com a SMPE, a carteira será emitida ao artesão, ou trabalhador manual depois de avaliação prévia e entrega da documentação exigida.

Conforme o órgão federal, após o cadastro no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro-SICAB, o proponente ao documento deverá passar por uma prova de habilidades técnicas, de responsabilidade da Coordenação Estadual de Artesanato.

Programa do Artesanato Brasileiro_PAB, foi instituído com a finalidade de coordenar e desenvolver atividades que visam valorizar o artesão brasileiro, elevando o seu nível cultural, profissional, social e econômico, bem como, desenvolver e promover o artesanato e a empresa artesanal, no entendimento de que artesanato é empreendedorismo.

No Estado do Rio Grande do Sul,tem o Programa Gaúcho do Artesanato – PGA, que tem por missão incentivar a profissionalização dos trabalhadores que produzem artesanato e fomentar a atividade artesanal com políticas de formação, qualificação e orientação ao artesão. Busca também a qualidade do produto artesanal e a abertura de espaços para a comercialização da produção artesanal.
O Programa faz o cadastramento do artesão, fornecendo-lhe a Carteira do Artesão, que lhe dará o reconhecimento como profissional autônomo, possibilitando-lhe contribuir para a Previdência Social e emitir notas fiscais de suas vendas, com a isenção do ICMS, obter declaração de rendimentos, participar de exposições, feiras e eventos no Brasil e no exterior.

As Casas do Artesão funcionam em Porto Alegre e em algumas cidades do interior.

No interior, onde não existe Casa do Artesão, o atendimento é prestado pelas agências FGTAS/Sine, que fazem o cadastramento do produtor artesanal no PGA.
 

Artesão
É o profissional que exerce, por conta própria, uma arte ou ofício manual, transformando uma ou mais matérias-primas em produtos utilitários ou decorativos. Os artesãos cadastrados no Programa podem usar computadores e ter acesso à internet na Sala de Educação Digital da Casa do Artesão em Porto Alegre .

Cadastro e registro
Esse serviço, viabilizado pelo PGA, organiza e reúne os dados pessoais de cada profissional, matérias-primas e técnicas utilizadas. Contém, inclusive, o montante de vendas, elaborado a partir da somatória de suas notas fiscais emitidas, dado fundamental para o artesão comprovar renda para fins de imposto de renda e crédito.

Carteira de Artesão
  A Carteira de Artesão é o documento  que identifica o profissional de artesanato devidamente registrado e reconhecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego para fins de benefícios.
Nela estão impressos os dados de identificação do profissional, seu número de registro no PGA e a(s) matéria(s)-prima(s) por ele utilizadas e que provou modificar e estar habilitado.

Podem obter a obter a Carteira:
. brasileiros ou estrangeiros (com situação regularizada) residentes e domiciliados no
Rio Grande do Sul, com idade igual ou maior que 16 anos.
. é precisorecolher e apresentar taxa de serviço paga em qualquer agência do Banrisul para
crédito da agência 0100 – CC nº 03274137-0-7
.  apresentar e anexar uma foto 3×4 atualizada e sem rasuras
. fotocópias da Carteira de Identidade, do CIC ou CPF> apresentar três peças prontas de
cada matéria-prima/ técnica a ser cadastrada
. elaborar uma peça artesanal (teste de habilidade) por matéria-prima/técnica a ser
cadastrada, diante de funcionários da FGTAS treinadas para essa finalidade

Na capital, o agendamento do teste de habilidade e conhecimento na técnica e na matéria-prima para a qual o artesão solicita habilitação pode ser feito na Casa do Artesão, na Rua Júlio de Castilhos, 144 – Centro, de 2ª a 6ª feira, das 8h30min às 12h e das 13h30min às 18h.
No interior, o agendamento obedece ao horário de atendimento das agências FGTAS/Sine.

 

Oficinas e cursos
O espaço de 400 metros quadrados da Casa do Artesão, em Porto Alegre, oportuniza qualificação e formação aos artesãos e ao público em geral.
Maiores informações sobre os cursos podem ser obtidas pelo telefone (51) 3226 3055.
 

Comercialização
Além das exposições e feiras realizadas no Rio Grande do Sul, em outros Estados e até mesmo no exterior, as Casas do Artesão e as lojas de artesanato, que utilizam os espaços das agências FGTAS/Sine, são pontos de exposição e comercialização de artigos produzidos por artesãos cadastrados no Programa Gaúcho do Artesanato.

Municípios com Casa do Artesão ou loja no RS
Alegrete, Arroio Grande, Camaquã, Canoas, Carazinho, Caxias do Sul, Esteio, Estrela, Horizontina, Lajeado, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Rio Grande, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São Leopoldo, Sarandi, Santana do Livramento, Uruguaiana, Vacaria e Venâncio Aires.

 

Arquivos para download
Manual de Orientações PGA (tamanho: 1215KB)
Lei que Cria a Ação Estadual de Valorização do RS (tamanho: 85KB)
Lei que Institui o Programa Gaúcho de Artesanato – PGA e cria Comitê Gaúcho do Artesanato(tamanho: 88KB)
Casas do Artesão (tamanho: 18KB)

 

http://www.stds.rs.gov.br/conteudo.php?cod_menu=104

 

 

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