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Archive for março \28\UTC 2014


2014-03-25 20.12.57
Nos dia 25 e 26 de Março de 2014, os membros do Colegiado Setorial de Artesanato do CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural), participaram da 1ª Reunião de 2014, realizada em Brasília,DF.

A Secretaria Geral do CNPC,foi representada pela Srª Magali Moura e a Secretaria da economia criativa,presentada pela Srª Teresa  Cristina de Oliveira, fizeram a abertura dos trabalhos do Colegiado Setorial de Artesanato do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) ,que se reuniu em Brasília, para discutir políticas públicas para o setor. Foi apresentada a Consultora,Rejane Nóbrega, que teve a palavra para se apresentar e falar da sua satisfação de poder contribuir nos trabalhar deste colegiado no Plano setorial de Artesanato.Falou de sua experiência no campo das culturas populares e tradicionais.O colegiado deu-lhe as boas-vindas,desejando luz na
missão.2014-03-25 13.51.50
Os colegiados setoriais de Artesanato,Design, Moda e Arquitetura e Urbanismo do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) , são coordenados pela Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura.
O CNPC é um órgão colegiado da estrutura do Ministério da Cultura (MinC), com a participação da sociedade civil e o poder público, que propõe a formulação de políticas públicas para os setores culturais. 2014-03-25 19.20.26
Na reunião do Colegiado Setorial de Artesanato, os representantes deram prosseguimento aos trabalhos de elaboração do documento do Plano Setorial para o Artesanato, que será submetido à consulta pública.
Foi reivindicada a participação permanente de um representante da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que passou a ser responsável pelo Programa do Artesanato Brasileiro (PAB).
O colegiado referendou o teor da carta dirigida à Ministra da Cultura,Marta Suplicy, pelos setoriais de moda e design, em que, juntos, solicitam a realização de um Seminário Nacional de Economia Criativa envolvendo os temas do artesanato, moda, design e arquitetura e urbanismo. O objetivo é discutir e encaminhar sugestões de políticas públicas para os setores, identificando suas interfaces.
Debate sobre o Plano Setorial de Artesanato:
Tivemos oficina de Metodologia do Plano com a SPC,para orientar e tirar as dúvidas.
Consulta pública:
Foi constituído o GT- Plano Setorial de Artesanato  com a eleição de Marly Cuesta e Fernanda Bellinaso – respectivamente como 1ª e 2ª titulares e Reinaldo Santos como suplente para a sistematização das contribuições  do Colegiado e as que chegarão com a Audiência Pública para o Plano,em conjunto com representante da SEC,apresentação da Consultora Rejane Nóbrega e da SPC.
Teia da Diversidade em Natal,RN: Em forma de sorteio, Adriana Chalupp e Nilvaldo Jorge serão os representantes do Colegiado.
2014-03-26 14.33.27Discussão e debate sobre o processo de eleição de mandato do CNPC.
Foi em conjunto com o colegiado setorial do livro,leitura e literatura,onde tod@s falaram sobre os problemas ocorridos no processo anterior.
A Rep.da Região Sul,Marly Cuesta,falou das dificuldades dos Artesãos se ausentarem para os fóruns no final do ano devido as muitas feiras que antecedem o natal e solicitou mudança na data para 2015.
O Secretário Geral do CNPC, Bernardo Novais Mata Machado,disse já ter recebido esse pedido também de outros setoriais e que possivelmente os próximos fóruns setoriais serão de março até maio de 2015.
Os atuais membros comprometeram-se a realizar a mobilização dos eleitores e candidatos de seus estados e regiões, para  garantir a pluralidade da representatividade e a ocupação das 30 vagas,sendo 15 titulares e 15 suplentes.
Apresentação e aprovação de Moções:
Aprovamos várias moções,dentre as quais,a Moção de Apoio pela implementação do Plano Municipal de Cultura ao Prefeito de Porto Alegre,José Fortunati,que estava engavetado desde outubro de 2013.
O Secretário de Políticas Culturais,Américo Córdula, fez uma visita ao Colegiado e informou que estava chegando de um importante seminário das culturas populares tradicionais que aconteceu na UFMG.E leu o artigo de seu tio,Raul Córdula: Afinal, o que é artesanato?2014-03-25 20.05.23
O Secretário da SEC,Marcos André Carvalho, falou da grande satisfação em coordenar os trabalhos deste colegiado e parabenizou à tod@s pelo empenho e seriedade nos trabalhos, encerrando os trabalhos, com aprovação e assinatura do Relatório Executivo.
Marly Cuesta
Tuxáua 2010
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Fiquei encantada com essa trabalho voluntário pelo resgate da língua kokama no Perú!

Somos voluntários dedicados a melhorar a vida dos pobres no norte do Peru através de uma série de programas sociais, incluindo uma escola primária em Alto Trujillo .

Corremos um número de diferentes projetos que conectam os mais desfavorecidos de recursos valiosos. Por exemplo, o nosso programa de compartilhamento Smiles oferece refeições quentes aos sem-teto. Nossas oficinas capacitar as mulheres com habilidades de mercado e formação profissional. E, nossas campanhas de doação de trazer médicos, dentistas, e vacinas, assim como roupas, material escolar, e os presentes de Natal para famílias peruanas carentes.

Nossa escola primária em Alto Trujillo, uma das áreas mais pobres no norte do Peru, é o nosso maior projeto. Nossos voluntários passam a maior parte do seu tempo lá, ensinando e brincando com os nossos alunos.

http://www.idealist.org/view/org/6gwBz7x6b4w4/

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Muito bom,vale a pena!

iddeia cultura e pesquisa

Testeira-01

Clique na aba Gestão Cultural e Cidadania e obtenha informações do conteúdo, calendário e corpo docente.

Esta quarta edição do Seminário trará o tema da Economia Criativa a partir da visão dos entes públicos – em  nível federal, regional e municipal – e de agentes da sociedade civil. É resultado do prêmio em Economia Criativa, do MinC, recebido pela IDDEIA Cultura e Pesquisa e contemplado entre as ações estratégicas do Núcleo de Ação Cultural da USCS.Dessa forma, a USCS se confirma como importante agente articulador entre os mais diversos atores da sociedade do Grande ABC, propiciando a discussão e reflexão de temas atuais e importantes no campo da Cultura.

A série de Seminários intitulada “Universidade, Cultura e Sociedade” teve início em 2010, quando da apresentação do projeto “Pontão USCS Audiovisual e Gestão” que foi selecionado em Edital do Minc no ano de 2010, sem contudo ter o convênio assinado. Na ocasião…

Ver o post original 158 mais palavras

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LOGO_vitrinesculturaisboxAtualizado em 14.03.2014

Artesãos de todo o país terão facilidades para se inscrever no Edital de Artesanato nos Jogos 2014 – Vitrines Culturais, que promoverá a exposição e venda de artesanato durante o mundial de futebol. As inscrições poderão ser feitas via Correios ou através da internet, via sistema SalicWeb.

Para ajudar, o Ministério da Cultura preparou um passo a passo para orientar o artesão interessado.

O edital fica aberto até 6 de abril e selecionará até 60 mil peças artesanais, de valor simbólico e estético, que expressem valores culturais brasileiros.

A mudança no edital que permitiu a inscrição pelos Correios é uma forma de garantir a acessibilidade de artesãos que vivem em regiões mais remotas ou tem dificuldade de acesso à internet.

As Vitrines Culturais promoverão, entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, exposições e comercialização de artesanatos de alta qualidade de todos os estados do Brasil.

As exposições acontecerão nas Fifa Fan Fest e espaços culturais das cidades-sede dos jogos, com ênfase em Manaus, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Todos os documentos necessários para participar do projeto, como o formulário de inscrição, termos de autorização de venda e cessão de imagem, entre outros, estão disponíveis como anexos do edital no site do Ministério da Cultura ou impresso nas regionais do MinC.

A partir dessa semana, serão organizadas oficinas e caravanas de mobilização para facilitar e incentivar as inscrições dos artesãos. Nesta quarta-feira (12), será realizada uma oficina em Santos (SP), na sede da Unimonte (Rua Comendador Martins, 52 – Vila Mathias). No dia 20/3, a oficina será realizada em São Paulo (SP), na sede da Regional do Minc em SP (Alameda Nothmann, 1058, próximo a estação Santa Cecília do metrô).

As sedes das 27 superintendências do IPHAN, das 10 regionais do MinC e as coordenações estaduais do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB) vão auxiliar o artesão à se inscrever por correio ou por internet.

Podem participar artesãos brasileiros de qualquer parte do país, de forma individual ou por meio de grupos produtivos, núcleos, associações ou cooperativas de artesãos.

O projeto Vitrines Culturais é coordenado pela Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura, em parceria com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, vinculada à Presidência da República, e do Sebrae.

Também participam do projeto o Sebrae, o IPHAN e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio do projeto Talentos do Brasil Rural Contemporâneo.

Serviço:

Edital Artesanato nos Jogos 2014 – Vitrines Culturais

Data: 12 de junho a 13 de julho de 2014

Inscrições até 06 de abril pelos Correios ou via internet no link sistemas.cultura.gov.br/propostaweb

Para inscrição pelos Correios as propostas devem ser enviadas ao endereço:

EDITAL DO ARTESANATO NOS JOGOS DE 2014 – VITRINES CULTURAIS

COORDENAÇÃO-GERAL DE PROMOÇÃO E DIFUSÃO da SECRETARIA DA ECONOMIA CRIATIVA
MINISTÉRIO DA CULTURA

SCS Qd. 09, lote C, Ed. Parque Cidade Corporate, Torre B, 11º andar.

CEP: 70.308-200.

Brasília-DF

Informaçõesvitrinesculturais2014@cultura.gov.br ou (61) 2024.2773 / 2987

Edital consolidado aqui

Publicação do D.O.U aqui (Pags. 34-36)

Retificação no D.O.U aqui (Pags. 14-15)

Fonte: SEC / MinC

Publicação: Ascom / MinC

http://www.cultura.gov.br/documents/10913/1080331/2014-02-20+-+Edital+Vitrines.pdf/e82d4d38-20a8-43cb-abcc-f9060477ccca

http://www.cultura.gov.br/banner-1/-/asset_publisher/G5fqgiDe7rqz/content/minc-facilita-inscricoes-para-edital-de-artesanato-nos-jogos-2014/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-1%3Fp_p_id%3D1

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LOGO_10001339_487820747989861_2019977512_nBrasil | #LeiRouanet | Ministério da Cultura

Os números estão devidamente discriminados por beneficiário, pessoas físicas e jurídicas.

Lei Rouanet

A Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Sefic/MinC) promove a publicação prevista no § 7º do Art. 19 da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), relativamente à disponibilização pública de listagens referentes aos recursos apoiados pelo mecanismo de Renúncia Fiscal no exercício 2013.
Os números estão devidamente discriminados por beneficiário, pessoas físicas e jurídicas, tanto pela perspectiva do Programa Nacional de Apoio à Cultura (listando os proponentes), quanto pela perspectiva do Incentivo Fiscal (listando os incentivadores/ patrocinadores), considerando-se o período compreendido entre o dia 01/01/2013 e 31/12/2013.
Confira o relatório aqui
Confira a distribuição dos projetos por área e segmento cultural aqui
Confira a relação dos proponentes Pessoa Física aqui
Confira a relação dos proponentes Pessoa Jurídica aqui
Confira a relação dos incentivadores Pessoa Física aqui
Confira a relação dos incentivadores Pessoa Jurídica aqui
As listagens foram concebidas conforme conceitos enunciados nas alíneas I a V do Art. 4º do Decreto 5761/06, entendendo-se por:
I – proponente: as pessoas físicas e as pessoas jurídicas, públicas ou privadas, com atuação na área cultural, que proponham programas, projetos e ações culturais ao Ministério da Cultura;
II – beneficiário: o proponente de programa, projeto ou ação cultural favorecido pelo PRONAC;
III – incentivador: o contribuinte do Imposto sobre a Renda e Proventos de qualquer natureza, pessoa física ou jurídica, que efetua doação ou patrocínio em favor de programas, projetos e ações culturais aprovados pelo Ministério da Cultura, com vistas a incentivos fiscais, conforme estabelecido na Lei nº 8.313, de 1991;
IV – doação: a transferência definitiva e irreversível de numerário ou bens em favor de proponente, pessoa física ou jurídica sem fins lucrativos, cujo programa, projeto ou ação cultural tenha sido aprovado pelo Ministério da Cultura;
V – patrocínio: a transferência definitiva e irreversível de numerário ou serviços, com finalidade promocional, a cobertura de gastos ou a utilização de bens móveis ou imóveis do patrocinador, sem a transferência de domínio, para a realização de programa, projeto ou ação cultural que tenha sido aprovado pelo Ministério da Cultura;
Fonte: Salic-Web
Texto: Sefic-MinC

http://www.cultura.gov.br/o-dia-a-dia-da-cultura/-/asset_publisher/waaE236Oves2/content/lei-rouan-2/10895?redirect=http://www.cultura.gov.br/o-dia-a-dia-da-cultura%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_waaE236Oves2%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D1

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Salve o Salto do Yucumã

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 14 de Março, Dia Internacional de Ação Pelos Rios, um conjunto  de 100 pesquisadores brasileiros da área de meio ambiente, de  universidades e instituições de vários Estados do Brasil, encaminhou a  Presidência da República e aos ministros do Meio Ambiente (MMA) e de  Minas e Energia (MME), por meio de ofício eletrônico, o “Manifesto de  Cientistas pela Defesa de Nossos Rios”. Tal manifesto resgata a Moção  sobre Barramentos, aprovada no X Congresso de Ecologia do Brasil

(http://www.cpap.embrapa.br/pesca/online/PESCA2011_10CEB1.pdf), em  setembro de 2011.

O Motivo de tal iniciativa é chamar a atenção para a necessidade de  políticas públicas eficientes que garantam a continuidade de  manutenção da vida diversa, incluindo aqui as culturas humanas  tradicionais dos ribeirinhos, e os remanescentes de ecossistemas  fluviais e de sistemas associados, como as matas ciliares, por  exemplo, diante do crescimento praticamente indiscriminado de  empreendimentos hidrelétricos no Brasil. Informações, ainda não  confirmadas, dão conta de que mais de cem mil pessoas podem ser  atingidas no País, nos próximos anos, por hidrelétricas, sendo que pelo  menos 15 % dos atingidos corresponderiam a povos indígenas.

A Amazônia é a grande fronteira prevista para esta expansão. Há cerca  de dois anos, o governo federal lançou decretos diminuindo em mais de  90 mil hectares algumas grandes Unidades de Conservação da Amazônia, a  fim de contemplar estes megaprojetos. Um dos casos mais polêmicos, nos  últimos anos, foi o da mega-hidrelétrica de Belo Monte (PA), em plena  região já conflagrada por enclaves de desmatamento e conversão de  florestas em pastagens. O Prof. Philip Fearnside, do Instituto  Nacional de Pesquisas da Amazônia (http://philip.inpa.gov.br) vem há  anos produzindo trabalhos científicos importantes alertando para o  efeito cascata de degradação ambiental, inclusive emanação de gases de  efeito estufa nos reservatórios, provocada por empreendimentos em  sistemas hídricos altamente complexos, cujos processos ecológicos  ainda não são minimamente conhecidos.

Na Amazônia, enormes impactos estão sendo derivados de duas grandes  hidrelétricas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) (RO), que  poderiam ter relação com as inéditas inundações deste rio, que afeta  parte da capital de Rondônia, Porto Velho. Entretanto, no ritmo atual,  nem mesmo o Pantanal escaparia de suas mais de 130 pequenas e médias  hidrelétricas previstas ou em construção em série nas cabeceiras dos  rios dos estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, segundo relatos  de pesquisadores da biodiversidade da região.
Fica evidente, entre vários pesquisadores que debatem estes temas em  eventos científicos, como os Congressos de Ecologia do Brasil, que  praticamente não há estudos de capacidade de suporte para a construção  de tantos empreendimentos, em um mesmo rio. Ou seja, o processo de  expansão de hidrelétricas está sem controle no Brasil. No caso do rio  Uruguai, no sul do Brasil, os projetos de hidrelétricas são da década  de 1970. Os planos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE, do MME)  preveem pelo menos 11 barramentos em série, no mesmo rio, o que  inevitavelmente causaria perdas regionais de organismos aquáticos,  como o peixe dourado, que vem desaparecendo na região. O tema da  extinção de espécies na natureza é mais do que premente, e os estudos  que destacam a presença de espécies exclusivas e endêmicas são muito  recentes. Uma grande polêmica surgiu com as reófitas (plantas de curso  de água corrente), destacando-se a bromélia dos lajeados (Dyckia  distachya) que praticamente não é mais encontrada em estado silvestre  no rio Pelotas (RS/SC), após a construção da UHE Barra Grande, em 2005.

É um tema até agora não tratado, inclusive do ponto de vista ético,  com o agravante da questão ligada ao desconhecimento quanto a centenas  ou milhares de espécies ainda não descritas para a Ciência, que podem  ser afetadas ou até desaparecerem nos próximos anos nos sistemas  fluviais, principalmente no Norte do Brasil. Este tema ganha destaque  entre os taxonomistas e os cientistas da biologia da conservação.

Alguns cientistas apontam a falta de pesquisas prévias, profundas de  ecologia e de etnoecologia, a fim de se romper a atual forma  imediatista e superficial de geração de estudos pontuais e parciais,  por consultorias financiadas pelo setor elétrico, para contemplar o  interesse dos mesmos interessados na expansão das hidrelétricas no  País. Um dos aspectos que também chama a atenção é a conclusão de que  cerca de 2/3 dos projetos de grandes, médias e pequenas hidrelétricas  está incidindo justamente no Mapa Oficial das Áreas Prioritárias para  a Conservação da Biodiversidade (Port. MMA n. 9, 23/01/2007).  Inclusive o mapa das áreas definidas como de “Extrema Importância” possui cerca de ¼ dos projetos de hidrelétricas previstos para os  próximos anos. Enquanto isso, os ministérios (MMA e MME) evitam fazer  uma discussão transparente sobre esta grande contradição, ainda mais  em um momento de crise de energia elétrica, que também é reflexo do  débil planejamento em alternativas de menor impacto (energia eólica,  biomassa e energia solar).

Para que os planos de construções de hidrelétricas não atropelem as  políticas de conservação da biodiversidade, o documento destaca a  necessidade de compromissos governamentais na realização de estudos  mais abrangentes, denominados de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE)  ou Integrada (AAI). Um exemplo importante, com resultados de  diretrizes que se mantêm até hoje, foi o estudo de AAI realizado em  2001, no rio Taquari-Antas (Região Serrana do RS) realizado pela  FEPAM/SEMA-RS. Estas avaliações mais abrangentes e prévias aos  costumeiros estudos de impacto ambiental (EIA-RIMA) têm metodologias  próximas de um zoneamento ecológico-econômico e resultados de grande  importância para os tomadores de decisão. Este estudo da FEPAM, de  2001, definiu Áreas Livres de Barramento em pelo menos 1/3 dos  trechos previstos (eliminando antecipadamente 17 dos 54  empreendimentos planejados).

Estas metodologias, com base no Princípio da Precaução, que o Brasil  assumiu perante acordos internacionais, fortalecem a visão inteligente  de se avaliar, previamente, as alternativas locacionais, energéticas e  de dimensão de empreendimentos, itens que constam na Resolução do  Conama 01 de 1986. Estas alternativas já são cada vez mais viáveis e  baratas, com destaque à energia eólica que poderia, sozinha, segundo  dados da própria EPE, gerar muito mais do que toda a energia elétrica  gasta no Brasil (obviamente sem afetar UCs, APCBio ou rotas  migratórias), ou a energia solar que, somente na Alemanha – onde a  incidência solar é bem menor do que a do Brasil – é responsável por  uma geração de 30 GW, descentralizada, sendo maior do que a geração da  usina de Itaipu.
Os temas são vários e estas questões deverão ser tratadas em encontros  científicos, em associações, fóruns de políticas públicas nos vários  âmbitos. Entre as iniciativas futuras, está a sugestão da criação de  uma petição on-line, com apoio da SBPC, ABC e outras associações,  agregando mais cientistas de forma articulada, por estes mesmos  pleitos, cada vez mais urgentes.

Segue o teor do manifesto
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Porto Alegre, 14 de março de 2014

Exma. Sra. Presidenta da República do Brasil
Dilma Vana Rousseff

Cópia para
Exma. Sra. Ministra de Estado do Meio Ambiente, Izabella Teixeira
Exmo. Sr. Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão

Assunto: MANIFESTO DE CIENTISTAS EM DEFESA DE NOSSOS RIOS

Senhora Presidenta:

Na condição de pesquisadores da biodiversidade e da temática socioambiental brasileira, diante dos impactos crescentes decorrentes de  empreendimentos hidrelétricos em Áreas Prioritárias para a Conservação  da Biodiversidade (Port. MMA n. 9, de 23/01/2007), neste dia 14 de  março de 2014, “Dia Internacional de Ação Pelos Rios”, pela defesa dos  ecossistemas fluviais e ripários e dos direitos dos ribeirinhos, vimos  apelar a Vossa Excelência pela:

1. Garantia de proteção efetiva ao Mapa das Áreas Prioritárias para a  Conservação da Biodiversidade (APCBio), evitando-se a construção de  empreendimentos hidrelétricos nestas áreas, considerando-se que a maior
parte dos projetos planejados ou em construção atinge estes espaços, e  que 25% de todas hidrelétricas incidem na categoria definida como de “Extrema  Importância” para a conservação (conforme sobreposição dos mapas das  APCBio e do SIGEL- Sistema de Informações Georreferenciadas do Setor  Elétrico – ANEEL);

2. Realização de Avaliações Ambientais Estratégicas (AAE) ou  Avaliações Ambientais Integradas (AAI) nas bacias dos rios  brasileiros, por intermédio do Ministério do Meio Ambiente, em  parceria com instituições públicas de pesquisa e da sociedade civil,  anteriormente ao planejamento da construção de hidrelétricas,  reavaliando-se os projetos que não possuam este instrumento  fundamental, à luz do conhecimento científico, da legislação ambiental  brasileira e dos direitos humanos;

3. Conservação de rios ou segmentos de rios livres de quaisquer  barramentos, como forma de manter seus processos ecológicos, os  importantes serviços ecossistêmicos que prestam e a continuidade da  existência de espécies raras e ameaçadas de extinção, garantindo-se  também a manutenção das populações ribeirinhas, sua cultura e seus  direitos, todos estes itens assegurados pela Constituição Federal do Brasil;

4. Busca do uso racional de energia elétrica, descentralizada, bem  como o incremento às energias alternativas, destacando-se as fontes  solar, eólica e de bioenergia, que crescem em muitos outros países, e  são potencialmente abundantes no Brasil.

Respeitosamente,

Prof. Dr. Aldo Mellender Araújo – Departamento de Genética, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Alfredo Guillermo Martin – Programa de Pos-Graduação em Educação
Ambiental Universidade de Rio Grande – FURG, Rio Grande, RS
Profa. Dra. Alexandra Penedo de Pinho – Centro de Ciências Biológicas e da Saúde,
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS
Prof. Dr. Althen Teixeira Filho – Departamento de Morfologia, Instituto de Biologia,
Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS
Profa. Dra. Ana Zannin – Departamento de Botânica, Universidade Federal de Santa
Catarina, Florianópolis, SC
Prof. Dr Andreas Kindel – Departamento de Ecologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. André Victor Lucci Freitas, Departamento de Biologia Animal, Instituto de
Biologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, RS
Prof. Dr. Antônio Inácio Andrioli – Professor do Mestrado em Agroecologia e
Desenvolvimento Rural Sustentável da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus
Laranjeiras do Sul, PR
Profa. Dra. Carla Penna Ozório – Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Carlos Benhur Kasper – Curso de Ciências Biológicas, Universidade Federal
do Pampa, São Gabriel, RS
Profa. Dra. Christine Strussmann – Departamento de Ciências Básicas e Produção
Animal, Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade
Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
Prof. Dr. Cláudio Augusto Mondin – Pesquisador da área de Botânica, Florianópolis,
SC
Prof. Dr. Cleyton Gerhard – Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Daniel de Barcellos Falkenberg – Departamento de Botânica, Centro de Ciências
Biológicas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC
Ms. Daniel Rondinelli Roquetti, Gestor Ambiental, Mestre em Ciências da Engenharia
Ambiental, Grupo de Pesquisa em Planejamento e Gestão Ambiental, Universidade de
São Paulo, São Paulo, SP.
Profa. Dra. Débora Fernandes Calheiros – Empresa de Pesquisa Agroepecuária –
Pantanal e Universidade Federal do Mato Grosso, Cuiabá, MT
Prof. Dr. Demétrio Luis Guadagnin – Departamento de Ecologia, Instituto de
Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Diana Damasceno B. Valeriano – Grupo de Modelagem para Estudos da
Biodiversidade, Divisão de Processamento de Imagens – Instituo Nacional de Pesquisas
Espaciais, São José dos Campos, SP
Profa. Dra. Eliana F G C Dores – Departamento de Química, Programa de Pós-
Graduação em Recursos Hídricos Instituto de Ciências Exatas e da Terra, Universidade
Federal de Mato Grosso , Cuiabá, MT
Prof. Dra. Elisete Maria de Freitas – Laboratório de Propagação de Plantas, Museu de
Ciências Naturais Unidade Integrada Vale do Taquari de Ensino Superior –
UNIVATES, Lajeado/RS
Profa. Eunice Kindel – Área Ensino de Ciências/Educação Ambiental – Faculdade de
Educação – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Fábio Kessler Dal Soglio – Faculdade de Agronomia – Programa de Pós
Graduação em Desenvolvimento Rural, Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Fabio Sanches – Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Erechim, RS
Profa. Dra. Flávia Charão Marques – Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento
Rural, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Fernando Gertum Becker – Departamento de Ecologia, Instituto de
Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Francesca Werner Ferreira – Laboratório de Ictiologia – DCVida,
Universidade Regional do Noroeste do Rio Grande do Sul, Ijui, RS
Dra. Georgina Bond Buckup, Profa. Titular aposentada Departamento de Zoologia,
Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Geraldo Ceni Coelho – Universidade Federal da Fronteira Sul, Chapecó, SC
Prof. Dr. Gerhard Overbeck – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
MSc. Gilles Ferment – Grupo de Estudos de Agroecologia, Ministério de
Desenvolvimento Agrário, Brasília, DF.
Prof. Dr. Glauco Schultz – Professor do Programa de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural- Universidade Federal do Rio grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Glayson Ariel Bencke – Museu de Ciências Naturais – Fundação Zoobotânica do
Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Gonçalo Ferraz – Departamento de Ecologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Helena Piccoli Romanowski – Departamento de Zoologia, Instituto de
Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. MSc. Heloisa Junqueira – Departamento de Ensino e Currículo, Faculdade de
Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS.
Prof. Dr. Horácio Antunes de Sant’Ana Jùnior – Departamento de Sociologia e
Antropologia, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MA
Prof. Dr. Ignacio Benites Moreno – Departamento de Zoologia – Instituto de Biociências
– Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Ilsi I. Boldrini – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Jalcione Almeida – Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Rural –
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
MSc. Jean Pierre Leroy – FASE- Federação de Órgãos para Assistência Social e
Educacional, Rio de Janeiro, RJ
Prof. Dr. João André Jarenkow – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof.Dr. João de Deus Medeiros – Departamento de Botânica, Centro de Ci~ENCIAS
Biológicas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC
Prof. Dr. João Fernando Prado – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,–
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. João Renato Stehmann – Departamento de Botânica, Instituto de Ciências
Biológicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG
Prof. Dr. Jorge A. Mariath Departamento de Botânica – Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Jorge Alberto Quillfeldt – Departamento de Biofísica, Instituto de
Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Jorge Luis Waechter – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Ms. José Carlos Corrêa Ribeiro – Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Porto
Alegre, RS
Prof. Dr. José Maria Gusman Ferraz – Programa de Pós-Graduação em Agroecologia e
Desenvolvimento Rural, Universidade Federal de São Carlos, Campus de Araras,
Araras, SP.
Prof. Dr. José Otávio Catafesto de Souza – Prof. Adjunto / Departamento de
Antropologia – Coordenador do LAE – Laboratório de Arqueologia e Etnologia,Instituto
de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto
Alegre, RS
Prof. Dr. Júlio César Bicca-Marques – Laboratório de Primatologia, Departamento de
Biodiversidade e Ecologia, Faculdade de Biociências, Pontifícia Universidade Católica
do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Karen Luisa Haag – Departamento de Genética, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Kennedy Francis Roche – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul,
Campo Grande, MS
Profa. Dra. Laura Verrastro – Laboratório de Herpetolologia – Departamento de
Zoologia – Intituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto
Alegre, RS
Prof. Dr. Leonardo Melgarejo – Grupo de Estudos de Agrobiodiversidade – Ministério
do Desenvolvimento Agrário, Instituto Nacional de Colonização Agrária, Porto Alegre,
RS
Profa. Dra. Lilian Casatti – Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas,
Universidade Estadual Paulista, São José do Rio Preto, SP
Profa. Dra. Lilian Eggers – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Luis Roberto Malabarba – Departamento der Zoologia, Instituto de
Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Lorena C. Fleury – Depto. de Sociologia – Instituto de Filosofia e Ciências
Humanas – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Lucia Aparecida de Fátima Mateus Lab. de Ecologia e Manejo de Recursos
Pesqueiros Instituto de Biociências, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT
Profa. Dra. Luciana De Souza Cardoso- Departamento de Botânica, Instituto de
Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Luiz Alexandre Campos – Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Marcelo Maisonette Duarte – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul –
Coordenador da Unidade de São Francisco de Paula, RS
Dra. Márcia Divina de Oliveira, Embrapa Pantanal – Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária, Corumbá, MS
Profa. Dra. Márcia Vignoli da Silva – Universidade Federal de Ciências da Saúde de
Porto Alegre, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Márcio Borges Martins – Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Marcos Eduardo Guerra Sobral – Universidade Federal de São João Del Rei,
São João Del Rei, MG
Profa. Dra. Maria Stela Maioli Castilho Noll – Departamento de Zoologia e Botânica
IBILCE-UNESP Campus de São José do Rio Preto, SP
Profa. Dra. Marisa Santos – Depto. Botânica, Centro de Ciências Biológicas,
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC
Doutoranda Neuza Aparecida Pereira da Silva – Departamento de Ecologia – Programa
de Pós-Graduação em Ecologia – Instituto de Ciências Biológicas, Universidade de
Brasilia/DF
Ms.Martin Grings, Pesquisador e Coordenador do Curso de Práticas em Botânica, Nova
Petrópolis, RS
Profa. Dra . Paula Beatriz de Araujo – Lab. de Carcinologia, Departamento de Zoologia,
Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Paulo Brack – Departamento de Botânica, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Paulo Henrique Ott – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – Campus
Litoral Norte, Osório, RS
Prof. Dr. Paulo Kageyama. – Núcleo de Cultura e Extensão – NACE-PTECA, Escola
Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, Piracicaba, SP
Prof. Dr. Pedro Ivan Christoffoli – Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus de
Laranjeiras do Sul, SC
Prof. Pierre Girard – Departamento de Botânica e Ecologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá-MT.
Prof. Rafael Antunes Dias – Departamento de Ecologia, Zoologia e Genética,
Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS
Prof. Dr. Rafael Kruter Flores – Escola de Administração, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Rafael Trevisan – Depto. Botânica, Centro de Ciências Biológicas,
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC
Profa. Dra. Raquel Moraes Soares – Curso de Biofísica – Polo de Xerém – Universidade
Federal do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, RJ
Prof. Dr. Renato Silvano – Departamento de Ecologia – Instituto de Biociências –
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. .Dr. Renato A. Zachia – .Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria,
Santa Maria, RS.
Prof. Dr. Ricardo Dobrovolski – Departamento de Zoologia – Universidade Federal da
Bahia, Salvador, BA
Profa. Dra. Rita de Cassia Bianchi – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita
Filho”, Campus Jaboticabal, SP
Prof. Dr. Roberto Verdum, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Rodrigo Cambará Printes – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, São
Francisco de Paula, RS
Prof. Dr. Rubens Onofre Nodari – Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal
de Santa Catarina, Florianópolis, SC
Prof. Dr. Rualdo Menegat, – Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Rumi Regina Kubo – Departamento de Ciências Econômicas e Relações
Internacionais (DERI) Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. MSc. Sidnei Luís Bohn Gass – Universidade Fedral do Pampa, Itaqui, RS
Profa. Dra. Solange Teles da Silva – Professora de Direito Ambiental da Universidade
Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, SP
Prof. MSc. Sérgio Luis Carvalho Leite – Departamento de Botânica – Instituto de
Biociências – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Profa. Dra. Solange Ikeda Castrillon – Departamento de Ciencias Biológicas –
Universidade do Estado de Mato Grosso, Caceres, MT
Profa. Dra. Teresinha Guerra – Departamento de Ecologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Thomas Lewinson – Instituto de Biologia Universidade Estadual de Campinas,
Campinas, SP
Prof. Dr. Ubiratã Soares Jacobi – Universidade Federal de Rio Grande, Rio Grande, RS.
Prof. Dr. Valdely Ferreira Kinupp – Herbário EAFM Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Amazonas, Campus Manaus, AM
Prof. Dr. Valério de Patta Pillar – Departamento de Ecologia, Instituto de Biociências,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS
Prof. Dr. Vladimir Garcia Magalhães – Programa de Doutorado em Direito Ambiental
Internacional, Universidade Católica de Santos, Santos, SP

Fonte:

http://riouruguaivivo.wordpress.com/2014/03/15/manifesto-de-professores-e-cientistas-no-dia-internacional-de-acao-pelos-rios/

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Vamos participar das atividades dessa semana!

Rio Uruguai Vivo!

No Brasil, o modelo de desenvolvimento que tem se propagado é aquele impulsionado pelas grandes obras, que surpreendem pelo tamanho e pelo volume de recursos. O conceito por detrás do modelo sustenta-se na noção de crescimento e “modernização” a todo custo, independentemente das consequências sociais, ambientais e políticas do processo. É nesse cenário que se situa o modelo energético brasileiro, que tem como política central a construção de grandes barragens.

hidrel pelotas-uruguai

No estado do Rio Grande do Sul, a área que mais tem sofrido com as consequências sociais e ambientais da construção de barragens tem sido a bacia do Rio Uruguai. Essa região é um dos espaços prioritários de conservação ambiental, em virtude de sua alta biodiversidade. Além disso, o posicionamento estratégico e a importância econômica do rio para as atividades pesqueira e agrícola da região, reforçam a necessidade de sua preservação. Durante as últimas décadas, foram instaladas nada…

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