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Archive for novembro \24\UTC 2013

O megatufão Haiyan, que atingiu as Filipinas no dia 8 de novembro último, já é considerado o pior tufão que se conhece até hoje, fora dos oceanos. Mais de 4 mil mortos, mais de 1,3 mil desaparecidos e milhões de filipinos sem casa.

  
Por Paulo Brack
  

As mudanças climáticas são praticamente fenômenos inequívocos, ligados à elevação da liberação dos gases de efeito estufa (GEE), como CO2, CH4, NO2, etc.. O quinto relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), lançado recentemente, atenta para isso. Outros eventos, como o derretimento do gelo do mar Ártico, as ondas de calor nos EUA, na Rússia e na Austrália, as chuvas torrenciais que assolaram, há dois anos, a região serrana do Rio de Janeiro, ou as secas crescentes na Amazônia – que podem reduzi-la para 30% de sua área até o final do século – não são mais fatos isolados. Os prognósticos, mais pessimistas, que previam a subida de até 2 graus Celsius, na temperatura média da atmosfera até o final do século, já são superados pelo valor de 3,6 graus. As consequências disso são assustadoras e inimagináveis!

Sabemos que, no momento, a necessidade urgente é de ajuda e solidariedade aos nossos irmãos filipinos, que passam fome e sede. Entretanto, não se vê a criação de iniciativas de alcance por aqui., infelizmente. E, de outra parte, se nada for feito em relação às mudanças climáticas, como vem acontecendo no mundo (volta do uso do carvão mineral, busca do gás do xisto, etc.) e no Brasil (liberação do carvão mineral no leilão das térmicas, apologia do pré sal e o incremento de hidrelétricas, que são responsáveis pela liberação de GEE, como o metano), situações piores não serão mais surpresa. Os alertas são crescentes, há muitos anos, e quase nada é feito, além dos retóricos discursos de representantes de órgãos multilaterais ou governamentais em conferências do clima.

A conferência das partes sobre o clima (Cop 19), que ocorreu em Varsóvia, na Polônia, no meio deste novembro, está a demonstrar mais um fracasso previsível em suas negociações. E se tornou mais uma oportunidade para os representantes de mais de 190 governos (gerentes e subgerentes do establishment da lógica dos combustíveis fósseis e dos crescimento econômico) trazerem soluções cosméticas, para tocar com a barriga a situação para novos acordos só a partir da COP 20, em 2014 (Peru). Curiosamente, para não dizer cinicamente, na mesma semana da abertura da COP 19, na mesma Polônia, foi sediada a Cúpula Mundial do Carvão, que contou com a polêmica presença da secretária executiva da COP do clima, Christiana Figueres, enredada nos gigantescos interesses dos setores do petróleo e carvão.

Mesmo com a declaração recente do próprio secretário da ONU, Ban Ki-Moon, após o ocorrido nas Filipinas, admitindo que “ainda há gente na Terra que parece acreditar que temos dois planetas”, infelizmente, a retórica parece não surtir efeitos práticos.

Tampouco adiantou o representante da delegação das Filipinas,Yeb Sano, fazer greve de fome, junto com outros ativistas durante a conferência, para pedir soluções urgentes a esses problemas. De forma recorrente, os resultados das negociações climáticas são pífios, as metas são tímidas, para não dizer vergonhosas. Os compromissos a serem adotados “pra valer” serão adiados, quem sabe. para as décadas seguintes.

Na Polônia, como resultado, na prática, é a sacramentação da volta dos combustíveis fósseis, com os devidos “cuidados”. E estes combustíveis são, mais uma vez, o “remédio” usual para o enfrentamento da chamada crise econômico-financeira que se abateu, desde 2008, principalmente sobre países da Europa e os EUA. Crises assim acabam se tornando oportunidades, como um balão de ensaios de um cardápio inumerável de retrocessos, inerentes ao fundamentalismo econômico dos dias atuais. Retomar o velho crescimento econômico segue sendo a palavra de ordem, substituída agora (pós-Rio +20) pelo conceito, sem nenhuma fundamentação, de “crescimento sustentável”. Mas, será que avisaram os comandantes do establishment econômico mundial (G8 ou G20), que nosso planeta é finito?

Vivemos, sim, uma esquizofrenia política dos tempos pós-modernos. Situações socioambientais calamitosas, como este recente e devastador tufão, com destaques dados pelos grandes meios de comunicação, por alguns dias, e depois tudo ou quase tudo é esquecido. É, para incrementar uma certa amnésia coletivizada, é bom lembrar que a Copa-Business 2014 está chegando… E, daí ,o resto é o resto.

O modelo econômico dominante é, por natureza, energívoro e está atrelado à lógica corporativa de obesidade mórbida do capital. Os eventos climáticos extremos acabam sendo tratados como“fatalidades naturais”. Os comandantes* de plantão de nossa “Nau Terra” permanecem cegos, tentando esverdear o carvão e o petróleo, para manter a aceleração do crescimento econômico. Aqui no Sul, políticos e governantes querem mais e mais subsídios para o carvão! Mas, quem ganha com isso, e quando esta loucura vai terminar?

No Brasil, seguindo o modelo produtivista de exportação de commodities, puxado pela China, e de um consumo crescente de bens, cada vez mais descartáveis, muito pouco se tem questionado quanto ao retorno do uso do carvão mineral e do incentivo ao consumo de automóveis –  com obsolecência programada – que poluem e entopem as vias urbanas. Estamos imersos – pelo menos da classe média para cima – em ritmos de consumo alucinante e perdulário que, com tantas mortes e destruição, já se aproxima de uma guerra mundial contra a Natureza (incluindo os seres humanos que fazem parte dela).

Cabe a pergunta: os órgãos multilaterais, os governos e as grandes empresas, que lucram e acumulam capital com o modelo vigente, serão no futuro responsabilizados por esta negligência ou cumplicidade? Os mais pobres, como a terceira classe do Titanic, que vivem nas cidades pendurados nos morros ou que foram empurrados para a beira dos rios e valões, continuarão sendo as maiores vitimas das catástrofes climáticas? Poderão ser criados Tribunais Internacionais para julgar esses crimes de responsabilidade?

Quem sabe, pensamos um pouco mais nisso, tentamos enquadrar esses responsáveis e criamos um movimento cidadão local e internacional? O que esperamos para organizar uma cruzada para mudar urgentemente este modelo doentio de acumulação, que destrói vidas humanas e a biosfera? Ou vamos prever o pior. O tufão Haiyan é mais um trágico aprendizado. Vamos esperar quantos outros?

 

*Os comandantes da nau Terra  enlouqueceram?

E nós, para onde vamos?

 

(Disponível em: http://www.semapirs.com.br/semapi2005/site/livro/cd%20rom/arquivos/10.pdf)

http://www.ecoagencia.com.br/?open=artigo&id===AUUJkVUhlTHNlRaNVTWJVU

Nota do Blog:

O que escreve o nobre Prof.Paulo Brack,vem de encontro às nossas sérias preocupações  co o que vem acontecendo no mundo e também aqui no RS e que sirva de reflexão para muita gente.

Marly Cuesta

Educadora  Popular e ambiental

Tuxáua 2010

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Xiomara Castro dos Trucchi(1)Por Katu Arkonada

El domingo 24 de noviembre se celebran elecciones en Honduras. No son unas elecciones cualquiera, no solo porque se escoge el futuro inquilino de la casa presidencial, así como los 128 diputados y diputadas del Congreso de la nación, sino porque el triunfo de la izquierda permitiría dejar atrás de una vez por todas el golpe de Estado, rompiendo el bipartidismo imperante y la tradición patriarcal que ha impedido a las mujeres hondureñas ser candidatas de los partidos Nacional o Liberal, y abriendo la posibilidad de construir un horizonte de transición al posneoliberalismo que domina Honduras desde el golpe de Estado.

 

La candidata Xiomara Castro. Foto Giorgio Trucchi

Si nos dejamos llevar por la propaganda electoral que inunda Honduras, pareciera que la candidatura de Xiomara Castro y el Partido Libre no existen, pues la estética del oficialista Partido Nacional y su candidato Juan Orlando Hernández (JOH) domina las calles. Sin embargo tenemos otra serie de indicadores, algunos más objetivos como las encuestas de intención de voto que le otorgan entre 7 y 10 puntos de diferencia sobre JOH; y otros más subjetivos, como la cantidad de trabajadores de diferentes establecimientos en Tegucigalpa y otras ciudades hondureñas que al vernos con algún símbolo de Libre nos interpelan para manifestarnos su apoyo a Xiomara, que parecen marcar una tendencia a favor de la victoria de Libre.

Todo ello a pesar de que el gobernante Partido Nacional y el Partido Liberal se han encargado de hacer una campaña en la que continuamente se trata de vincular a Libre con cualquier posible escenario de violencia que pueda producirse , además de haberse declarado ganadores de las elecciones, tanto unos como otros, en sus cierres de campaña.

Posibles escenarios

Con este panorama previo, el domingo 24 se prevé movido tanto política como informativamente. Los exit poll (sondeos a pie de urna) internos van a hacer variar la estrategia comunicativa de cada partido en el transcurso del día.

Una posibilidad sería una victoria más o menos ajustada de Xiomara Castro sobre Juan Orlando Hernández. En ese caso es probable un escenario de desconocimiento por parte del partido oficialista por un lado, y de violencia promovida a partir de este desconocimiento por otro lado. Después de haber inundado las calles y los medios con mensajes de que la victoria está cerca, las bases de los partidos tradicionales no van a aceptar tan fácilmente una victoria de Libre, sobre todo si sus referentes políticos y candidatos presidenciales no lo hacen.

El otro posible escenario sería una victoria más holgada de Xiomara en cuyo caso el desconocimiento se torna más difícil, sobre todo una vez que el Tribunal Supremo Electoral anuncie resultados provisionales. Si la oposición ve que no va a poder desconocer los resultados, apostaran a una estrategia combinada de golpe en las urnas, donde trataran de imponer, utilizando cualquier tipo de método, a la mayoría de sus candidatos a diputados y diputadas, con el fin de lograr una mayoría en el Congreso en un país donde la cámara legislativa tiene mucho poder, a veces incluso más que el poder ejecutivo; golpe en las urnas al que se sumaría la situación de quiebra técnica que atraviesa un país altamente endeudado con el Banco Mundial y Fondo Monetario Internacional. La suma de la deuda externa (4 mil millones de dólares) e interna (3 mil millones prestados por bancos nacionales sobre todo en los meses posteriores al golpe de Estado) alcanza prácticamente el 40% del Producto Interior Bruto de Honduras (18 mil millones de dólares).

Esta estrategia buscaría un escenario de desgaste a medio plazo con el objetivo de provocar una situación de ingobernabilidad en la que la oposición podría buscar en algún momento del 2014 un veto del Congreso a la nueva Presidenta.

En cualquier caso, en ambos escenarios es clave la actitud y posicionamiento que tomen varios actores de mucho peso en el panorama político nacional. Por un lado el propio Tribunal Supremo Electoral, institución encargada de velar por el correcto funcionamiento de todo el proceso electoral, pero cuyo Presidente David Matamoros es miembro reconocido del Partido Nacional. Junto al TSE otra institución clave es la de las Fuerzas Armadas, que durante este periodo electoral dependen del Tribunal para todo lo relacionado con el proceso electoral además de encontrarse cumpliendo funciones más allá de las que les otorga la Constitución, concretamente la de Policía Militar en un país completamente militarizado en el que hemos podido encontrar controles de las FFAA cada pocos kilómetros en varias carreteras por todo el país. Asimismo es importante también la respuesta que den las elites económicas del país, aunque este flanco Libre lo tiene relativamente cubierto pues una de las tres Designadas Presidenciales (cargo equivalente al de Vicepresidente) de la candidatura de Xiomara Castro es Juliette Handall, una reconocida empresaria del sector farmacéutico.

Por último y no menos importante, de hecho quizás determinante, la Embajada (de Estados Unidos se sobreentiende) juega un papel fundamental. En un país con un nivel de injerencia tan alto que recuerda a la Bolivia anterior al proceso de cambio donde la Embajada ponía y quitaba ministros/as, y donde la Embajadora convoca a reuniones al Tribunal Supremo Electoral y los representantes de los partidos para organizar el proceso, el visto bueno y la legitimación del imperialismo al ganador o ganadora de las elecciones es crucial.

Y mientras la guerra sucia contra Libre continúa en los medios de comunicación y redes sociales, su representante ante el Tribunal Supremo Electoral Rixi Moncada ha sufrido varios intentos de intimidación por parte de personas armadas. Asimismo otros representantes de Libre continúan sufriendo agresiones físicas en las que esta violencia política es camuflada como parte de la inseguridad que vive Honduras, país que tiene una tasa de homicidios de 86 por cada 100 mil habitantes, sumando más de 25 mil muertos de manera violenta desde el golpe de Estado.

Comunidad internacional

Por todo lo anterior, es fundamental el papel a jugar por la comunidad internacional, presente en Honduras con más de 500 observadores. Solo Libre ha acreditado a más de 180 de diversos países latinoamericanos que velaran por el normal transcurso de la jornada electoral, y la Vía Campesina coordina una delegación de más de 100 internacionales de América Latina y Europa, esta Delegación de Organizaciones de la Sociedad Civil está desarrollando, del 14 al 26 de noviembre, una labor de monitoreo de la situación de los Derechos Humanos en Honduras. Para el desarrollo de esta labor se está recopilando información relevante de organizaciones sociales, campesinas, de derechos humanos, sindicatos, partidos políticos, magistratura, etc. La Delegación concentra sus esfuerzos en la evolución de la situación de Derechos Humanos desde el Golpe de Estado de 2009 hasta las elecciones generales del 24 de noviembre de 2013.

Prácticamente todas las cartas están sobre la mesa, y más allá de los detalles y estrategias que cada partido ultima, solo queda esperar la jornada del domingo en la que el pueblo hondureño va a decidir si quiere mantener el statu quo post golpe de Estado de los últimos cuatro años o apuesta por un cambio, por un proceso de cambio y una Asamblea Nacional Constituyente que refunde Honduras y la transforme en un país soberano y libre.
– Katu Arkonada , Tegucigalpa. Investigador social diplomado en Derechos Económicos, Sociales y Culturales y Políticas Públicas.

http://lasantamambisa.wordpress.com/2013/11/22/elecciones-presidenciales-en-honduras-posibles-escenarios-post-electorales/

http://alinabr.wordpress.com/2013/11/23/elecciones-presidenciales-en-honduras-posibles-escenarios-post-electorales/

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Por Jarid Arraes em Racismo / Revista Fórum

O Dia 20 de Novembro já passou e é provável que, para muitos, com ele tenha se esvaído toda a memória da importância que a Consciência Negra carrega consigo. A reflexão sobre o racismo e o combate ao preconceito racial estão além das expectativas por uma data, mesmo que seu simbolismo seja necessário e profundamente importante.

http://alinabr.wordpress.com/2013/11/23/texto-para-meditar-sou-mulher-negra-o-ano-inteiro/

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Idiomas-600x337La globalización nos tira de la lengua

El mundo está cambiando y los tiempos en los que las personas dominaban un solo idioma tocan a su fin. Todo el mundo tiende a asimilar una segunda lengua, a parte de su lengua nativa. ¿Cómo decidir cuál aprender?

En una época de globalización e interdependencia económica, además del inglés, que ya se enseña en muchos países, cada vez adquieren más relevancia los países del bloque BRICS, regiones económicamente prometedoras como América Latina y Oriente Medio, así como sus respectivos idiomas.

1. Portugués

Aunque a simple vista el portugués no parece un idioma demasiado extendido, es el idioma oficial de la creciente población de Brasil, miembro del BRICS, que asciende a 200 millones de habitantes. El proceso de independencia de Brasil de las economías occidentales, como Estados Unidos o los países europeos, ha contribuido a que la nación más grande de América Latina se sitúe como la sexta mayor economía a nivel global. Además, tiene muchas perspectivas de desarrollo en el marco del bloque BRICS.

2. Ruso

La lengua rusa también puede ser un importante segundo idioma. Como economía emergente, Rusia tiene un enorme potencial tanto dentro como fuera del bloque BRICS. Rusia es la primera economía de Europa y la quinta del mundo según su producto interior bruto calculado a partir de la paridad de poder adquisitivo (PPA), según datos del Banco Mundial actualizados este mes de julio.

3. Chino

No es ningún secreto que China está acomete grandes incursiones en el mercado global. La influencia china se ha extendido por África y más allá, y los consumidores chinos están desesperados por la energía y otros recursos, lo que exige una mayor comunicación con los compradores e inversionistas chinos, incluidos los países BRICS.

4. Español

Además de los idiomas de los países BRICS hay que prestar atención al español y a América Latina, región económicamente prometedora donde se habla mayoritariamente. Por ejemplo, en condiciones de un crecimiento cada vez mayor de consumo de energía, América Latina tiene todo el potencial para convertirse en la locomotora del sector energético mundial. Y además cuenta con todos los requisitos previos para lograrlo, ya que la región cuenta con materias primas, mano de obra y potencial industrial.

5. Árabe

El árabe es el idioma principal de algunas de las naciones emergentes, centros de riqueza y mercados fronterizos. Oriente Medio se está convirtiendo en un jugador importante en las finanzas y la inversión mundiales y quienes hablen árabe tendrán una ventaja en este mercado insular.

T/ RT
F/ Corbisimages.com

http://www.correodelorinoco.gob.ve/comunicacion-cultura/%C2%BFque-idiomas-son-mas-prometedores/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

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???????????????????????????????O Projeto Rios de Encontro na comunidade Cabelo Seco, Marabá, Amazônia, Brasil, cultiva jovens lideranças a partir da formação artística para se cuidar e transformar sua raiz afro-indígena em um projeto de futuro sustentável.

The project Rios de Encontro based in the community of Cabelo Seco, Marabá, Amazon, Brazil, cultivates young leaders through artistic formation to care for themselves and to transform the afro-indigenous roots in to a project for a sustainable futures.

riosdeencontro.wordpress.com
facebook.com/riosdeencontro

http://vimeo.com/78567441

 

Vamos colaborar com este belo projeto onde empodera grupos de jovens e crianças em situação de risco social e de miséria e valoriza o trabalho do mestre Zequinha e gestores culturais .festival_beleza_amazonica_2012_5_0

Marly Cuesta

Tuxáua 2010

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meta-1-plataforma-230x138Car@s, vamos participar!

A plataforma da Conferência Virtual é uma novidade criada para apresentar aos delegados e à sociedade civil as propostas sistematizadas dos 4 eixos, que serão abordadas na 3ª Conferência Nacional de Cultura. Esta inovação é um meio pelo qual você poderá acompanhar todo o processo de votação, emitir opinião ou comentar, ter conhecimentos dos documentos ou tirar outras dúvidas a respeito dos assuntos referentes à página.

Neste ambiente, estão disponibilizadas 614 propostas que são o resultado da sistematização e consolidação das 1.409 propostas das 27 unidades da federação e de 35 Conferências Livres. É possível localizar as conferências de origem das propostas, bem como os respectivos subeixos nas quais foram cadastradas. Para tanto, basta observar os códigos que encontram-se no final de cada proposta, conforme o exemplo abaixo:

CE.AC.05/3.1 – onde CE (Conferência Estadual). AC (UF).05 (número da proposta cadastrada na plataforma)/3.1 (eixo original onde ela foi cadastrada). As Conferências Livres começam com CL. Para identificar todas as conferências livresacesse a tabela aqui.

É importante ressaltar que propostas de abrangência estritamente estadual ou local não foram contempladas, ou agrupadas com outras de âmbito nacional.

Acesse aqui mais informações de como foi o processo de sistematização.

A Conferência Virtual usa uma plataforma desenvolvida pela Coordenação de Cultura Digital da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura. Uma ferramenta de participação social utilizada em importantes processos de consulta pública, como o Marco Civil da Internet e a Revisão da Lei de Direitos Autorais.

Como participar

Para participar da Conferência Virtual, faça o seu cadastro. Se já tiver participado de alguma outra consulta do MinC, ou da Plataforma de Acompanhamento das Metas do PNC, você já está cadastrado.

Nesta Conferência Virtual, não haverá possibilidade para nova redação e inserção de novas propostas para deliberação da Conferência Nacional, mas esse novo ambiente de fórum permitirá que o usuário expresse seus comentários sobre as propostas e vote nas prioritárias de cada eixo.

O resultado desse debate, no ambiente virtual, será informado a todos os 1.126 delegados com direito a voto, na Plenária Nacional.

É importante destacar que o prazo para votar e comentar as propostas vai até dia 26 de novembro. Mas após esse período, a plataforma continuará acessível aos cidadãos ou demais interessados, para visualização das propostas, até o final da Conferência Nacional de Cultura.

Comitê Executivo Nacional da 3ª CNC

Credito ilustrações Joana Lira.

http://cncvirtual.culturadigital.br/2013/11/seja-bem-vindo-a-a-conferencia-virtual/

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articleSobre a Conferência Nacional de Cultura

A III Conferência Nacional de Cultura será aberta no próximo dia 27, em Brasília, com a participação de cerca de dois mil delegados, convidados e observadores. Até o dia 1º de dezembro, representantes da sociedade civil (quase 70% dos inscritos) e dos 26 estados e Distrito Federal estarão concentrados no Centro de Convenções Brasil 21, para deliberar sobre centenas de propostas oriundas de todo o Brasil.

Com o objetivo de oferecer ao Ministério da Cultura (MinC) uma linha de condução das políticas públicas, definida e acordada com a sociedade civil, as discussões sobre os temas a serem tratados na III CNC foram iniciadas em julho deste ano e resultaram em 1.409 propostas, que foram sistematizadas, compiladas em 614.

As proposições são resultado de 27 Conferências Estaduais que, em suas esferas, definiram as prioridades de proposições vindas de mais de 3,5 mil Conferências Municipais e 35 Conferências Livres – organizadas pelos mais variados âmbitos da sociedade civil e do poder público. O conjunto de reivindicações está pautado pelo tema central da III CNC, “Uma Política de Estado Para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de Cultura (SNC)”. A edição anterior, em 2010, reuniu propostas de 3,2 mil cidades.

Além dos impactos da Emenda Constitucional nº 71, de 2012, que instituiu o SNC, na organização da gestão cultural e na participação social nos três níveis de governo, outros quatro eixos temáticos estarão em pauta na Conferência: implementação do SNC; produção simbólica e diversidade cultural; cidadania e direitos culturais; e cultura como desenvolvimento sustentável.

Consolidação do SNC

A implementação do SNC é a meta número 1 do Plano Nacional de Cultura, que prevê sua institucionalização em 100% das Unidades da Federação e em 60% dos municípios. Mais de 2,1 mil municípios e 26 unidades da Federação já aderiram ao SNC desde sua implantação, em 2012. A expectativa, segundo o secretário de Políticas Culturais do Ministério, Américo Córdula, é ampliar esse número depois da Conferência.

“A adesão ao SNC organiza os municípios, favorece a melhoria da gestão e a fiscalização dos recursos públicos. A adesão ao SNC é uma das premissas básicas para atingirmos as metas do Plano Nacional de Cultura”, reforça referindo-se às 53 metas, instituídas em 2011, para serem cumpridas até 2020, e que irão nortear as discussões dos grupos de trabalho durante a Conferência.

Memória

A última Conferência Nacional de Cultura priorizou 32 diretrizes para as políticas públicas do setor. Essa terceira edição trará um balanço de implementação do SNC, das metas do Plano Nacional de Cultura e a participação social, no único painel de conferencista previsto para todo o evento, que ocorrerá na tarde do dia 28. Os quatro dias de discussão, após a abertura, serão marcados por ambientes de debates entre as delegações. Quase 70% dessa plenária será formada por representantes da sociedade civil.

Durante os cinco dias de evento haverá ainda uma ampla programação cultural, com exposições fotográficas, apresentações artísticas e musicais, além do palco Território Livre (aberto a quem quiser mostrar seu trabalho) e da Feira de Artes e Culturas, que reunirá estandes com representações dos estados brasileiros, para venda de artesanato, livros, CDs e DVDs.

Metodologia

A metodologia de mediação que será proposta aos 1.126 delegados integrantes da Plenária Nacional, prevê a discussão em Grupos de Trabalho e Miniplenárias, que definirão 16 propostas para cada um dos eixos. Na plenária final, será proposto um processo de votação, com rankeamento, estabelecendo uma ordem de importância para as 64 diretrizes aprovadas, 16 de cada um dos quatro eixos temáticos.

“Estamos propondo um método que irá estabelecer quais são as ações mais prioritárias e urgentes, no setor da cultura, o que irá contribuir para as tomadas de decisões dos gestores públicos”, explica o coordenador adjunto do Comitê Executivo da III CNC, Rafael Pereira Oliveira. Os delegados participarão de uma votação eletrônica, programada para ocorrer em 1º de dezembro, último dia do evento, quando selecionarão cinco das 16 diretrizes de cada eixo, indicando uma ordem de importância.

A Plenária Nacional decidirá sobre a metodologia de mediação, no primeiro dia de debates, no próximo dia 28, quando será conhecido o regimento dessa etapa. No dia seguinte (29), serão formados os grupos de trabalho (GT), um para cada subeixo, no total de 16.

No dia 30, serão formadas quatro miniplenárias, uma para cada eixo temático, que escolherão as 16 diretrizes, dentre as 40 definidas nos grupos de trabalho. Todos os subeixos serão contemplados com ao menos duas propostas aprovadas nesses GTs. A definição das 64 diretrizes da Conferência Nacional será feita eletronicamente. Pela proposição do Comitê Executivo, a composição do rankeamento será feita através do método de média ponderada, que classifica as propostas de acordo com a pontuação obtida por cada uma, levando em consideração a combinação entre a quantidade de indicações recebidas e a ordem de prioridade atribuída por cada delegado que a tenha indicado.

A III Conferência Nacional de Cultura será aberta no dia 27, em ato solene, no Teatro Nacional. A Conferência de Cultura irá utilizar, pela primeira vez, um sistema de votação eletrônico.

III Conferência Nacional de Cultura
Assessoria de Imprensa

Fone: (61) 2024-2268
E-mail: imprensacnc@cultura.gov.br

http://cncvirtual.culturadigital.br/2013/11/sobre-a-conferencia-nacional-de-cultura/

 

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