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Archive for junho \30\+00:00 2013

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Peças confeccionadas por mais de 40 artesãos, cadastrados no Programa Gaúcho do Artesanato (PGA), fizeram  parte da exposição do artesanato gaúcho no estande do Rio Grande do Sul na Feira dos Estados e Nações, que ocorreu de 15 a 23 de junho, em Salvador, na Bahia. Foram comercializadas 433 peças de produtos típicos e artigos de decoração totalizando mais de R$ 14 mil em vendas.

O PGA é administrado pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), órgão vinculado à Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social. Tem abrangência estadual, através das agências FGTAS/Sine e das Casas do Artesão, e é responsável pelo registro do produtor artesanal: a Carteira de Identidade do Artesão, que lhe garante isenção de ICMS na venda de seus artigos, oferece a possibilidade de contribuição à Previdência Social, de emitir nota

http://www.fgtas.rs.gov.br/conteudo.php?cod_conteudo=3649

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Estão sendo realizadas, em Brasília, as reuniões dos Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural, com os representantes da sociedade civil eleitos no processo eleitoral realizado em 2012.  Nos dias 19 e 20 de junho, aconteceram as reuniões dos Colegiados Setoriais de  Culturas Populares e Culturas Afro-brasileiras. Nesta semana, reúnem-se os Colegiados de Patrimônio Imaterial e Artesanato, cuja pauta é o debate para definição da metodologia e do cronograma de trabalho para a elaboração dos Planos Setoriais.

Os encontros são abertos ao público para observação, acompanhe os  próximos debates dos Colegiados, conforme cronograma abaixo:

24 e 25 de junho – Patrimônio Imaterial

27 e 28 de junho – Artesanato

02 e 03 de julho – Artes Visuais e Arte Digital *

04 e 05 de julho – Arquitetura e Urbanismo e Patrimônio Material

09 e 10 de julho – Dança e Teatro

15 e 16 de julho – Literatura, Livro e Leitura e Música

17 e 18 de julho – Arquivos e Moda

22 e 23 de julho – Design e Circo

26 de julho – Culturas dos Povos Indígenas

Endereço:  Edifício Parque Cidade Corporate, sala de reuniões do 12º andar. Brasília, Distrito Federal.

*As reuniões de  Artes Visuais e Arte Digital serão realizadas no endereço:  Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 3º andar.

Veja mais no link:

http://www2.cultura.gov.br/cnpc/2013/06/24/reunioes-dos-colegiados-setoriais-do-cnpc/

Marly Cuesta

Tuxáua 2010

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Banner para site.

CONVITE

A Diretoria de Educação e Comunicação para a Cultura e a Coordenação-Geral de Cultura e Educação da SPC/MinC convida a todos a participarem nos meses de junho e julho,  da programação das webconferências  sobre o Programa Mais Cultura nas Escolas, que terá como foco discutir os  benefícios e esclarecer dúvidas sobre  os eixo voltados  para os seguimentos.

Resultado de parceria entre os Ministérios da Educação e da Cultura, o programa tem como objetivo fomentar ações que promovam o diálogo entre as escolas públicas e experiências culturais e artísticas desenvolvidas em comunidades locais.

O Mais Cultura nas Escolas selecionará cinco mil projetos em 2013, que receberão entre R$ 20 mil e R$ 22 mil, calculados conforme o número de alunos matriculados na escola. O recurso deverá ser investido na  contratação de serviços culturais relacionados às atividades artísticas e pedagógicas.

Públicos:

– 27/6 às 11 horas webconferência para Pontos de Cultura;

-27/06 às 14.30 horas webconferência  para Museus -IBRAM;

– 8/7 às 11 horas webconferência para Secretários de Cultura e Educação

Estaduais e Municipais;

– 11/7 às 14.30 horas  webconferência geral,  para Sociedade Civil,

Educadores, Artistas, Gestores de Espaços Culturais.

 

Para assistir, basta acessar o banner do Programa no Portal do MinC.

Para mais informações acesse o manual completo do Programa ou o site http://www.cultura.gov.br/maisculturanasescolas.

Dúvidas podem ser encaminhadas ao maisculturanasescolas@cultura.gov.br.

 

Programa Mais Cultura nas Escolas

Diretoria de Educação e Comunicação para a Cultura

Secretaria de Políticas Culturais

Ministério da Cultura

 

Marly Cuesta

Tuxáua 2010

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articleO Diário Oficial da União desta sexta-feira, 21 de junho (seção 1, pág. 26) publicou a Portaria nº 52, assinada pela ministra da Cultura, Marta Suplicy, definindo os períodos de realização das etapas que antecedem a 3ª Conferência Nacional de Cultura (3ª CNC) que acontecerá entre 26 e 29 de novembro, em Brasília.

Até 11 de agosto deverá ser realizada a etapa municipal ou intermunicipal; até 15 de setembro terá que ser feita a etapa regional ou territorial; e a etapa estadual e distrital será realizada até o dia 29 de setembro. Essa decisão consta no artigo 6º do Regimento Interno da 3ª CNC.

A Secretaria de Articulação Institucional (SAI), do Ministério da Cultura, criou um hot site para divulgar as informações relacionadas à Conferência. Na página, poderão ser consultados o Regimento Interno, o texto-base, as minutas de documentos e as guias para a realização das etapas municipais e estaduais. O endereço é  www.cultura.gov.br/3cnc

Acesse a Portaria 52

(Ascom/MinC)
(Fonte: SAI/MinC)

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livro

O Ministério da Cultura, através da Secretaria de Políticas Culturais, disponibilizou o livroCulturaDigital.BR. Lançado originalmente em 2009, a publicação, organizada por Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn, é uma coletânea de entrevistas que procuram abrir a discussão sobre a cultura digital. São pensadores da cibercultura que propõem um conjunto inicial de questões ao debate estabelecido com a criação do Fórum da Cultura Digital pelo MinC. O objetivo, de acordo com o coordenador de Cultura Digital do MinC, José Murilo Jr, que fez a supervisão do livro com Álvaro Malaguti, foi “trazer várias visões como subsídio para os campos da cultura que tem a interface na cultura digital”. “O livro é o nosso caderno de provocações. Pretendemos com esse trabalho estimular a rede a refletir sobre os desafios contemporâneos.”

Os entrevistados: Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel.
Fonte:

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http://www.youtube.com/watch?v=nz9p4WkKhxM&list=TLj526eEHPL7dW6l6fM9czElDPlq8Ga1T6

Compartilho o vídeo do programa que aborda a Semana Nacional Ciência, Cultura e Saúde e apresenta práticas de cuidados inovadores de norte a sul do país que melhoram a qualidade de vida do brasileiro.

Ações com sotaques diversos, mas com um ponto em comum: valorizam os saberes populares e dialogam com as práticas científicas.

 

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RS tem oito projetos classificados no Prêmio Culturas Indígenas.

Confira aqui a  Portaria n.º 21 de 12 de junho de 2013, publicada no Diário Oficial da União de 13 de junho de 2013, contendo a Homologação do resultado final do Prêmio Culturas Indígenas – 4ª Edição Raoni Metuktire.

http://www.cultura.gov.br/documents/10901/632454/Resultado+da+4%C2%AA%20Edi%C3%A7%C3%A3o+do+Pr%C3%AAmio+Culturas+Ind%C3%ADgenas/81552845-5b4f-44ba-87b0-d741245471b6

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Foto 1- diversidade- TT Catalão.JPGO secretário substituto de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Américo Córdula participará, no dia 12 de junho, em Nova York, da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, quando representará o Ministério da Cultura no evento. A 67ª Assembleia da ONU terá como tema central “Cultura e Desenvolvimento” e será realizada em cooperação com a Unesco- Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura.

A abertura oficial contará com as presenças do secretário-Geral,  Ban Ki-moon,  e do presidente da ONU, Vuk Jeremic, e da diretora-Geral da Unesco, Irina Bokova. O Brasil participará da sessão de debates de Segmento de Alto Nível, que acontecerá das 10h50 às 13hs, juntamente com Portugal, Bangladesh, Cabo Verde, Argentina, Jamaica, Marrocos, Benin, República da Guiana, Senegal, África do Sul e Espanha.

No encontro, o secretário falará sobre as principais ações culturais do Ministério da Cultura que podem incidir sobre o desenvolvimento econômico e sustentável, como o Vale-Cultura, programa que beneficiará os trabalhadores brasileiros que ganham até 5 salários mínimos com R$ 50,00 por mês. O Vale-Cultura, que será lançado no segundo semestre, poderá ser investido pelo trabalhador na aquisição de livros e instrumentos e na compra de ingressos para ir a um museu ou cinema ou assistir a uma apresentação de teatro ou dança, por exemplo.

Diversidade e Economia Criativa

Também serão destacadas as ações adotadas no Brasil para a implementação das diretrizes da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade Cultural, adotada pelo Brasil em 2005. “No Brasil temos uma diversidade de expressões culturais fabulosa. Destacam-se as mais de 300 etnias indígenas, com 250 línguas distintas, por exemplo, que resistem ao desenvolvimento global, mantendo os seus saberes e fazeres tradicionais sustentáveis”, destaca Américo Córdula.

“Esse debate será uma oportunidade para trocar pontos de vista sobre o papel e o impacto da cultura no desenvolvimento num momento em que os governos ao redor do mundo estão repensando as estratégias de desenvolvimento e buscando identificar energias sociais renovadas e recuperação econômica”, informa o secretário. De acordo com ele, o debate central se concentrará em experiências a nível nacional e internacional, que se baseiam em cultura, e em particular sobre o patrimônio cultural e criatividade, abordando questões prementes como a luta contra a pobreza, as desigualdades sociais, o desemprego, a construção da paz e resiliência”.

O secretário informou que dentre as propostas a serem apresentadas pelo Ministério da Cultura oriundas da “Declaração de São Paulo” de 2012, assinadas na Reunião de Altas Autoridades do MERCOSUL – Cultura e Sustentabilidade- está um requerimento às autoridades negociadoras da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável para que considerem a cultura como quarto pilar do desenvolvimento sustentável, reconhecendo-a como dimensão articuladora e geradora do equilíbrio entre os três pilares até o momento reconhecidos: o econômico, o social e o ambiental.

Uma outra proposta é que se desenvolvam ações conjuntas voltadas para o fortalecimento da economia criativa dos países da região, fomentando o intercâmbio de experiências e políticas que promovam o potencial econômico-cultural das comunidades e dos diferentes territórios criativos e valorizem a inovação, a inclusão, a sustentabilidade e a diversidade cultural.

Desenvolvimento do Milênio

Américo Córdula  informa ainda que o documento final da Cúpula das Metas de Desenvolvimento do Milênio MDG em 2010 enfatizou a importância da cultura para o desenvolvimento e sua contribuição para a realização das  Metas de Desenvolvimento do Milênio. Estas mensagens foram reiteradas em duas resoluções da Assembleia Geral das Nações unidas sobre Cultura e Desenvolvimento consecutivas em 2010 e 2012, que apelou para a integração da cultura nas políticas e estratégias de desenvolvimento, e destacou a contribuição intrínseca da cultura para o desenvolvimento sustentável.

“A globalização vem transformando radicalmente o mundo em que vivemos. Neste contexto, o desafio é garantir que esses processos de mudança sejam um fator positivo para todos os povos, hoje e amanhã, e que as sociedades sejam capazes de se adaptar a um mundo em rápida mudança”, afirma o secretário, acrescentando que “isso exige novas abordagens de tais tendências arraigadas como a exclusão, a marginalização, a desigualdade, os conflitos sobre recursos escassos, bem como o uso insustentável dos recursos naturais”.

Em junho de 2012, o relatório da Força-Tarefa da ONU entregue ao Secretário-Geral, Ban ki-moon, já ressaltava sobre a necessidade da Agenda ONU pós-2015 para “promover a mudança equitativa que asseguram a capacidade das pessoas de escolher seus sistemas de valores em paz, permitindo assim a plena participação e empoderamento. O Documento lembra ainda que as “Comunidades e os indivíduos devem ser capazes de criar e praticar a sua própria cultura e desfrutar de outras pessoas, livres do medo. Isso vai exigir, nomeadamente, o respeito à diversidade cultural, a salvaguarda do patrimônio natural e cultural, incentivando as instituições culturais, fortalecendo as indústrias culturais e criativas, e promover o turismo cultural. “

O crescente reconhecimento da cultura como vetor importante do desenvolvimento sustentável também constou do documento final da Rio +20. Além disso, a reunião do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), em 2013, terá como tema “Ciência, tecnologia e inovação, o potencial da cultura, para promover o desenvolvimento sustentável e a realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”.

Metas e objetivos

O debate temático terá uma plataforma para discutir formas de utilizar  o potencial da cultura para apromoção do desenvolvimento sustentável e contribuir para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e para as discussões sobre a agenda de desenvolvimento pós-2015 mundial, destacando as questões emergentes a nível global e nacional.

O debate interativo incidirá sobre os esforços dos Países-Membros – atualmente 193 – e da comunidade internacional em desenvolver programas voltados para a cultura e o desenvolvimento e discutirá iniciativas em andamento propondo rumos a serem tomados no âmbito da Agenda de Desenvolvimento da ONU para além de 2015. Após o debate a Assembleia Geral da ONU divulgará um documento-síntese do encontro.

A discussão sobre o papel da cultura para o desenvolvimento sustentável será contextualizada nas quatro dimensões destacadas no relatório da Força-Tarefa da ONU tendo em vista as discussões pós-2015 que são: Desenvolvimento Social Inclusivo, Desenvolvimento Econômico Inclusivo, Ambiente de Desenvolvimento Sustentável, e Paz e Segurança.

 

Experiências

Dentre as experiências a serem apresentadas está a do Fundo para a Realização dos Objetivos Do Milênio (MDG-F). Criado em 2007, o Fundo ODM  já financiou 130 programas conjuntos em oito áreas programáticas em 50 países, beneficiando mais de 8 milhões .Os programas do MDG-F atuam nas áreas de nutrição infantil, emprego juvenil, e no empoderamento das mulheres, e da cultura para o desenvolvimento.

Patrimônio e criatividade

O debate temático também vai abordar as principais áreas de ações no domínio do patrimônio e criatividade abrangendo, dentre as questões: Como o patrimônio e a criatividade podem contribuir para o desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões; e qual é o papel do patrimônio e da criatividade na capacitação das comunidades assegurando o desenvolvimento inclusivo.

http://www.cultura.gov.br/por-dentro-da-spc/-/asset_publisher/Su3pr796elzt/content/67%C2%AA-assembleia-geral-da-organizacao-das-nacoes-unidas/10877?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fpor-dentro-da-spc%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_Su3pr796elzt%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D5%26_101_INSTANCE_Su3pr796elzt_currentURL%3D%252Fsecretaria-de-politicas-culturais-spc%26_101_INSTANCE_Su3pr796elzt_portletAjaxable%3D1

(Texto: Heli Espíndola, Comunicação/SPC)
(Fotos: TT Catalão)

 

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Car@s tod@s,

Compartilho o link sobre as Inscrições do último edital dos Pontos de Memória.

Abração e luz na missão de tod@s,

Marly Cuesta
Tuxaua 2010

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mulheres-siteA programação da Semana de Meio Ambiente que comemora os 10 anos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) contou com o 2º. Encontro de Mulheres da Floresta. Reunidas no Studio 5, cerca de 120 mulheres de segmentos diversificados, como presidentes de sindicatos, associações, cooperativas e coordenadoras de grupo de mulheres.

O tema em pauta foi “Políticas Públicas para Mulheres da Floresta do Amazonas”, abordando temas como segurança pública, saúde, educação e qualificação profissional, tendo como palestrantes a Secretária Executiva de Estado para as Mulheres, Márcia Álamo; a Diretora-Presidente do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, Joésia Pacheco; a Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Maues, Amélia de Souza; dentre outras representantes de instituições que foram chegando no decorrer do evento.

Márcia Álamo destacou a criação da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres, como uma avanço nas políticas direcionadas à classe. “Essa secretaria foi criada no dia 8 de março pelo governador Omar Aziz. É uma reivindicação antiga das mulheres, foi uma conquista de anos de luta e trabalho tendo em vista as necessidades das mulheres do Estado. Também um trabalho de conscientização junto aos governantes”, ressaltou.

A titular da SDS, Nádia Ferreira, ressaltou que não tinha maneira melhor para comemorar 10 anos de uma secretaria que formula política pública que não fosse trazendo as pessoas do interior, as comunidades e os povos tradicionais para participarem. “Fazer política pública é ouvir as pessoas, e é o que temos no decorrer desses 10 anos. Essa tem sido a nossa marca e o nosso diferencial”.

A Semana também teve na sua Programação a  4ª. Conferência Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais reúne no Studio 5 cerca de 390 delegados representantes de movimentos sociais, associações, Ongs e outros segmentos.

Assessoria de Comunicação SDS
(92) 9983-6147

http://www.sds.am.gov.br/2011-09-27-04-55-44/noticias/slide-show/389-mulheres-da-floresta-tem-espaco-na-semana-de-meio-ambiente-do-estado

SAIBA MAIS

Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) são reconhecidos pelo Decreto 6.040, de 2007, como “grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição.”

Há uma grande sociodiversidade entre os PCTs do Brasil. Segundo estimativas do professor e antropólogo Alfredo Wagner, 25 milhões de pessoas que habitam um quarto do território nacional correspondem a povos e comunidades tradicionais, entre eles: indígenas, quilombolas, seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco-de-babaçu, comunidades de fundo de pasto, faxinalenses, pescadores artesanais, marisqueiras, ribeirinhos, varjeiros, caiçaras, praieiros, sertanejos, jangadeiros, ciganos, açorianos, campeiros, varzanteiros, pantaneiros, geraizeiros, veredeiros e vaatingueiros, entre outros.
http://www.mma.gov.br/informma/item/9400-confer%C3%AAncia-re%C3%BAne-comunidades-tradicionais

Leia mais,

http://fas-amazonas.org/2013/06/politicas-para-populacoes-tradicionais-e-codigo-florestal-em-pauta-na-semana-do-meio-ambiente/

http://fas-amazonas.org/2013/06/liderancas-avaliam-o-avanco-do-bolsa-floresta-em-manaus/

http://fas-amazonas.org/2013/06/fas-participa-da-4-conferencia-estadual-dos-povos-e-comunidades-tradicionais-do-amazonas/

Marly Cuesta

Tuxáua 2010

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