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Archive for janeiro \31\UTC 2013

forum_social_mundial_2013_em_poa_A Carta de Porto Alegre foi apresentada na manhã desta quinta-feira, 31, na plenária final do Fórum Social Temático 2013 – Democracia, Cidades, Desenvolvimento Sustentável e Trabalho Decente, realizada no Mezanino da Usina do Gasômetro. No local, estiveram presentes representantes dos vários setores e movimentos sociais e culturais que, durante o evento foram divididos em mundos – Mundo da Cultura, Mundo Ambiental, Mundo da Juventude, Mundo da Saúde, Mundo do Trabalho, Mundo da Ética, Mundo da Igualdade Racial, entre outros,debatendo os resultados do Fórum na Capital, apresentando o resumo das atividades realizadas e projetando as próximas edições do Fórum. Apesar de muitas atividades programadas terem sido canceladas devido ao luto pela tragédia de Santa Maria, os organizadores avaliaram que o saldo do FST, foi extremamente positivo, principalmente pelos debates qualificados promovidos durante os seis dias de evento. Outro ponto destacado foi a inclusão do Fórum Social Temático no calendário oficial da Capital.

A Carta do Fórum Social Mundial Temático de Porto Alegre, que contempla todas as áreas participantes, será entregue ao Fórum Social Mundial de Tunis, na Tunísia, que ocorre de 26 a 30 de março de 2013.

A Tuxáua Marly Cuesta, produtora cultural do projeto das atividades das Culturas Populares e Tradicionais,dos Pontos de Cultura,dos Pontos de Leitura,Pontos de Memória e  dos mestres,apresentou as contribuições e demandas  dos segmentos presentes nesta edição.


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CARTA DA CULTURA  DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL TEMÁTICO      2013

 

Nós, Agentes Culturais de diversos Pontos de Cultura, Pontos de Memória e Museus Comunitários; Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias; Artistas, Artesãos, Arte educadores, Mestres e Griôs, Tuxáuas; Pontos, Pontinhos e Pontões da nossa Cultura Viva e membros dos Fóruns  das Culturas Populares e Tradicionais, vindos de todas as regiões do Brasil, no contexto do Fórum Social Mundial Temático de Porto Alegre/RS, durante cinco dias completos, de 26 a 30 de janeiro de 2013, construímos esta Carta.Marca_Bussola_Cultural-(auxiliar-2---colorida---fundo-branco)

Registramos nosso profundo desacordo com a política e os processos nos quais o Fórum Social Mundial Temático 2013 foi gestionado, coordenado e realizado. Acreditamos que a briga política dos vários Sindicatos,Força Sindical, Instituto Amigos do FSM e a Marcha Mundial das Mulheres, tenha enfraquecido o processo de construção coletiva desta edição, que teve como pano de fundo a sua institucionalização pelo Governo Municipal de Porto Alegre/RS, ao garantir o evento  anual como uma política pública do município.

Tudo contribuiu para o esvaziamento progressivo do espaço plural, visão sociopolítica e identidade civil do atual processo do Fórum Social Mundial Temático. Isto foi evidenciado pela ausência de movimentos, redes e organizações sociais e populares nacionais e internacionais, e pela própria Secretaria de Cultura do RS,que boicotou o evento, ,assim como a Representação da Regional Sul do Ministério da Cultura, que  não mandou representante para a mesa de abertura. Um bolsista da FIOCRUZ foi assistir a atividade na manhã  e informou que foi proibido pela Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural- SCDC/MINC, de integrar a mesa do evento como Representante do MINC.

Outro erro grave pelo Instituto Amigos do FSM foi a falta de prioridade à comunicação compartilhada,pela ausência de pautas coletivas e integradas. Finalmente, lamentamos o desperdício de recursos públicos, na excessiva infra-estrutura subutilizada, bem como nos equipamentos de péssima qualidade contratados para o evento.

Contrários à mercantilização da Cultura, que prevalece em âmbito global; e preocupados com as importantes reformas que o Brasil urge, nas quais continua emperrada (as políticas tributária, agrária e Lei Geral das Comunicações), construímos esta Carta com o objetivo de estimular e encorajar os movimentos culturais, sociais, ambientais e todos os atores que queiram colaborar para que a Cultura seja compreendida em sua essencialidade, para o (des) envolvimento de qualquer indivíduo, sociedade ou nação.

Esperamos que as instâncias municipais, estaduais e federais de governo sigam o exemplo do Conselho de Cultura de Porto Alegre e se comprometam com estas Propostas Finais  Aprovadas.

GT 1 – Culturas Populares e Tradicionais

1. Que o Ministério da Cultura e suas Secretarias vinculadas, só abram novas edições de editais e prêmios, após a quitação dos processos em vigência;

2. Garantir o direito à moradia digna dos Mestres e Griôs, incluindo os jovens das vilas e das comunidades tradicionais, por meio de programas habitacionais, incentivo fiscal e facilitação de linhas de crédito;

3. Fortalecer a identidade, os direitos trabalhistas e humanos dos artistas e artesãos, que frequentemente são ameaçados, por pertencerem a redes e/ou organizações que questionam as políticas e as práticas corruptas dos governos;

4. Garantir acesso à cultura em todas as suas produções, manifestações e possibilidades de fruição;

5. Incentivar a inserção de mestres das culturas populares nos cargos de professores e diretores nas escolas públicas e particulares;

6. Garantir a formação de professores e educadores populares em linguagens artístico-pedagógicas que cultivem um paradigma de educação transdisciplinar – cooperativo, solidário, democratizador e humanizador, pelo Bem Viver global;

7. Cultivar as artes como linguagens de comunicação universal, como meio de diálogo e interdependência entre povos, à despeito de fronteiras linguísticas e culturais;

8. Valorizar a diversidade cultural em todas as suas manifestações, evitando sua mercantilização e banalização;

9. Incentivar as trocas de tecnologias sociais, o diálogo e as ações transversais conjuntas entre cultura, educação, meio ambiente, saúde, comunicação, economia solidária da cultura, turismo, direitos humanos, ciência e tecnologia, como pilares da transformação que almejamos;

10. Valorizar a cultura viva e comunitária em suas manifestações populares na educação formal e popular;

11. Respeito à proteção e acessos ao conhecimento tradicional – associado à repartição de benefícios, à tecnologia para sua conservação e utilização, fortalecendo o intercâmbio e a partilha nacional e internacional de saberes, fazeres e sabores  entre os povos, respeitando sua origem  e citando suas fontes de acordo com o Protocolo de Nagoia-Convenção da Diversidade Biológica e Medida Provisória nº 2.186-16, de 23.08.2001 que regulamenta a aplicação da CDB no Brasil;

12. Apoiar, acompanhar e acelerar o processo de tramitação da Lei de Mestres/Griôs e Programa Cultura Viva na Comissão de Educação e Cultura do Congresso;

13. Apoiar e acompanhar a tramitação da Lei de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais;

14. Realizar estudos urgentes para a elaboração de projeto de lei que garanta direitos aos agentes dos conhecimentos Tradicionais, que ficaram de fora da Lei do Direito Autoral;

15. Reformular a legislação para que os projetos culturais não sejam tramitados de acordo com a lei 8.666, e sim, através de uma legislação adequada à realidade das produções culturais na sociedade brasileira atual;

16. Multiplicar e acelerar o reconhecimento dos territórios indígenas e comunidades tradicionais, garantindo o desenvolvimento humano e sócio biodiversidade local;

17. Retomar o diálogo e a construção coletiva entre o Ministério da Cultura (MinC) e a sociedade civil;

18. Reestruturar completamente os órgãos responsáveis pela demarcação e posse de terras, a fim de acelerar a Reforma Agrária e a regularização dos territórios indígenas, quilombolas,riberinhos, bem como dos habitantes das periferias das cidades;

19. Otimizar a utilização dos resíduos naturais das podas realizadas pelas Secretarias de Meio Ambiente, para que sejam reaproveitados pelos artesãos, incentivando  o cultivo e a sustentabilidade de plantas, que são matérias-primas para o artesanato, como o Agave, conforme a Lei 9.456/1997- Proteção de Cultivares;

20. Transparecer o processo político, a gestão e produção e o orçamento do FSMT 2013 e exigir um processo transparente de gestão e realização em rede dos futuros Fóruns Sociais Locais de Porto Alegre, a partir de um diálogo entre parceiros, seguindo os princípios de democracia participativa e da sustentabilidade;

GT- Pontos de Leitura, Bibliotecas Públicas e Comunitárias

Parceria da FBN/DLLLB com a SPC/MINC, para incluir os Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias no Plano do Mais Educação:

1. Com recursos para trabalhos em Pontos de Leitura com Propostas de Ação Contínua;

2. Agentes de Leitura para Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias urbanas e rural;

3  Cine Educação para os Pontos de Leitura e Bibliotecas Comunitárias, contemplando aqueles que já possuem Cine Clube, com novos títulos de filmes e curtas;

4. Programa de Formação para Professor de Arte que atua nos Pontos de Leitura e Bibliotecas Comunitárias;

5. Programa Nacional da Biblioteca com montagem de KIT Audiovisual;

6. Georeferenciar as Ações de Leitura, realizando Pesquisação-mapear em Pontos de Leitura e Bibliotecas Comunitárias;

7.  Arte, Educação e Leitura  para a Cidadania.

8 .Ampliar o conceito da leitura para valorizar a diversidade de modalidades que correspondam às diversas linguagens artísticas, suas inteligências e culturas na formação do ser humano íntegro, reflexivo, criativo, cooperativo e solidário;

9. Editais específicos para viabilizar recursos para a realização de atividades variadas no campo da diversidade da leitura (oficinas, palestras, encontros com escritores, feiras literárias),

10. Ampliar as ações dos Pontos de Leitura para democratização do acesso aos meios e processos da comunicação virtual, assim como para ampliação do conceito e prática colaborativa do software livre e universalização da banda larga em caráter público;

11. Realizar encontro entre MINC, PELLLB, PMLLLB, Pontos de Leitura e bibliotecas comunitárias para desenvolver trabalhos em parceria com Escolas Públicas e Universidades, para avaliar e aprimorar os Programas Mais Educação, Escola Aberta, Escola Viva e Agente Escola Viva;

12. Que os Pontos de Leitura façam parte das Conferências Municipal, Estadual e Nacional e sejam inseridos nas políticas públicas nos PNLLI, PELLl e PMLLI;

13. Articular parcerias, por meio da Comissão Nacional dos Pontos de Leitura, Bibliotecas Públicas e Comunitárias, com editoras, CBL, empresas, indústrias e comércio das diversas atividades no campo da cultura e da literatura

14. Que os governos se comprometam a cumprir a lei e a garantir os recursos necessários à manutenção do desenvolvimento permanente do PNLL (Plano Nacional do Livro e Leitura), fortalecimento dos Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias, conforme Decreto 7.559, de 1º de setembro de 2009, bem como o disposto nos artigos 1º e 13 da Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003;

15. Criar Edital específico para Bolsa Mediador de Leitura para que possam efetivamente atuar nos Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias, sendo estes pertencentes às comunidades onde estão inseridos;

16. Criar editais específicos  e transversais pelos Ministérios da Cultura e Meio Ambiente a fim de desenvolver projetos socioambientais na perspectiva transetorial;

17. Criar editais específicos de Prêmio para fomentar a estruturação necessária às atividades dos Pontos de Leitura e Pontos de Mídia Livre;

18. Criar editais específicos de Prêmios para  Mestres e Griôs da Leitura Popular, para que estes possam atuar nos Pontos de Leitura, nas comunidades e nas escolas públicas de forma remunerada;

19. Edital específico para criação de Pontão de Leitura;

20. Que os Pontos de Leitura sejam reconhecidos também, como ações de Cultura e Saúde pela Fiocruz;

21. Que a FBN/SNBP/DLLLB inclua verba no seu orçamento para fazer Formação específica à Cadeia Produtiva da Leitura, Livro e Literatura e Criação de espaços de Leitura com a vocação cultural local, tanto urbana quanto rural;

GT –Educação Transformadora

1. Garantir a remuneração digna para os professores, educadores populares, artistas e arte-educadores para fortalecer o potencial e a riqueza pedagógica, sócia ecológica e transcultural na cultura escolar;

2. Garantir a implementação das ações propostas durante a Conferência Nacional de Segurança Pública, focada na não violência contra crianças, jovens, negros, idosos, índios, PCDs, LGBTTTs;

3. Garantir que a cultura escolar, desde sua arquitetura, pedagogias e currículo, seja uma referência na prática de uma formação pela vida sustentável;

4. Fomentar formação específica de ações transetoriais da Educação Popular e Transformadora nos Pontos de Leitura, nas Bibliotecas Comunitárias e nas Escolas; 

GT- Pontos de Memória e Museus Comunitários

A Rede de Pontos de Memória e Iniciativas Comunitárias do Rio Grande do Sul (REPIM-RS) busca garantir que a relação das comunidades com instituições parceiras (universidades, empresas e órgãos públicos) seja estabelecida mediante um contrato formal que obedeça aos seguintes princípios: que as comunidades sejam as protagonistas dos projetos em sua concepção, execução e avaliação; que as parcerias se pautem na superação da vulnerabilidade social, em especial a partir da geração de contrapartidas voltadas ao desenvolvimento sustentável e no compromisso da superação das desigualdades; que os fundos captados em nome das comunidades e de suas vulnerabilidades sejam revertidos para as comunidades, fortalecendo seus espaços de memória e educação com equipamentos e injetando recursos eficientes; que as formações e qualificações fortaleçam as lideranças e a juventude, bem como assessore as comunidades a produzirem seus próprios projetos e a realizar a prestação de contas; que os bolsistas dos projetos universitários sejam prioritariamente membros das comunidades onde se desenvolvam os projetos, assim como os funcionários a serem contratados; que os bolsistas de projetos universitários sejam selecionados pela comunidade, em especial a partir do Conselho Gestor dos Pontos de Memória; que o Direito à imagem e o Direito à propriedade intelectual sejam norteadores da produção imagética, musical e textual das ações, tanto no que diz respeito à produção infantil quanto aos demais integrantes das comunidades; que a produção acadêmica seja norteada pelos interesses das comunidades, gerando produções que resultem em conquistas das comunidades; que a produção acadêmica textual e audiovisual retorne para a comunidade em versões impressas e digitais; que a produção intelectual sobre a comunidade conte com autores comunitários na qualidade prioritária ou como coautores na produção acadêmica, eventos, congressos, seminários e fóruns; que os objetivos, as metodologias, o orçamento, as justificativas e os demais tópicos dos projetos sejam construídos a partir de interesses da comunidade; que se respeite a Convenção 169 da OIT, não sendo possível realizar qualquer estudo ou intervenção em comunidades sem a sua autorização expressa por meio de documentos áudios-visuais, escritos e outras formas de manifestação comunitária; que a ação-pesquisa-ação seja o princípio metodológico das atividades empreendidas em prol da memória comunitária.

  1. Criar editais específicos de Prêmio para fomentar a estruturação necessária às atividades dos Pontos de Memória e Museus Comunitários;
  2. A Rede de Pontos de Memória e Iniciativas Comunitárias do Rio Grande do Sul  (REPIM-RS) solicita ao Ministério da Cultura a criação de editais específicos com sistema de avaliação adaptado a integrantes e moradores de comunidades, preferencialmente, em locais que possui pontos de memória e iniciativas comunitárias em memória e museologia social, respeitando a singularidade de expressão das comunidades que sofrem exclusão histórica a partir de critérios  territoriais, étnicos, culturais e/ou de gênero;
  3. A Rede de Pontos de Memória e Iniciativas Comunitárias do Rio Grande do Sul (REPIM-RS) solicita intervenção do Ministério da Cultura junto ao Ministério da Educação (MEC) para a criação de graduações em Museologia com ênfase em Museologia Social no turno noturno, curso este diretamente interessado najustiça social e na correção das desigualdades sociais por meio do reconhecimento e da defesa da Memória das comunidades.;

Moções:

  1. Nós, do Fórum Nacional das Culturas Populares e Tradicionais,Pontos de leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias,Pontos de Cultura,Tuxáuas,Mestres e Griôs,Educação Transformadora e Pontos de memória e Museus Comunitários, participantes das atividades do FSMT2013, nos solidarizamos pela tragédia acontecida,no dia 27 de Janeiro de 2013, em Santa Maria e o incêndio na Vila de Porto Alegre,RS. Neste momento de luto coletivo nada que afirmarmos irá diminuir a dor, sofrimento e revolta das famílias e amig@s das vítimas. O que nos resta a dizer, e que reforça nosso posicionamento é que estamos enlutad@s,também. E nossas manifestações de solidariedade em forma de oração silenciosa  com cântico  indígena,por duas vezes na frente da Usina do Gasômetro;
  2.  Demandar que o Governo Brasileiro apresente uma desculpa formal aos povos indígenas pelas violações sofridas ao longo da história brasileira e compensar com a imediata demarcação dos territórios e o respeito à suas culturas e autonomia com apoio a projetos coletivos indígenas;
  3. Que os Governos nas suas instâncias municipal, estadual e federal, em ação conjunta de segurança, justiça e direitos humanos, possam preservar a vida da extrativista e arte-educadora, Laísa Santos e de seus familiares, em Marabá, do sudeste do Pará, e de todas e todos os ameaçados de morte por defenderem a vida da Mãe Terra, seus direitos e seus povos para um bem-viver global
  4. Apoiar as recomendações da Rede das Culturas Populares e Tradicionais ao MINC sobre o Prêmio de Culturas Populares 2009;
  5. Repudiar o boicote  ao FSMT2013 pela Secretaria de Cultura do RS,Sistema Estadual de Museus,Sistema de Bibliotecas Públicas do RS, assim como a Representação da Regional Sul do Ministério da Cultura. Um bolsista da FIOCRUZ foi assistir a atividade na manhã e informaou  que foi proibido pela Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural – SCDC/MINC, de integrar a mesa do evento como Representante do MINC nas atividades dos Pontos de Cultura, Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias, Pontos de Memória e Museus Comunitários e Fórum Nacional das Culturas Populares e Tradicionais com Mestres e Griôs.
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Palestra com Secretaria da Agricultura Familiar – Valter Bianchi

A Inclusão Produtiva Rural foi tema de palestra para esclarecimentos e discussão durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que ocorre em Brasília. Com a participação do secretário da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Valter Bianchini, e da diretora de Apoio a Comercialização e Aquisição da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Denise Kroeff, o debate apresentou: um conjunto de políticas do Governo Federal para o combate à pobreza extrema, como as prefeituras podem acessar os programas federais, além dos benefícios que essas ações levam aos municípios.

O foco da discussão foram o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Somente o PAA, por exemplo, terá um orçamento de R$ 1,3 bilhão para 2013.

“Se juntarmos recursos de crédito, de seguro do Garantia-Safra, de bolsa família, entre outros, veremos que existe um círculo virtuoso que serve não só para o combate à pobreza, mas como  para irrigar com muita força a própria economia local de pequenos municípios”, assinalou o secretário da Agricultura Familiar do MDA, Valter Bianchini. Para o secretário, promover a articulação para que maior número de pessoas acesse as políticas públicas existentes é uma forma de garantir o crescimento dos municípios rurais brasileiros.

“Em muitos municípios, só o recurso do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) é maior que o fundo de participação do próprio município. Para se ter ideia da importância que uma política de crédito pode ter num programa municipal de desenvolvimento”, apontou secretário da agricultura familiar do MDA.

Bianchini citou como instrumentos importantes a serem articulados nos municípios o Microcrédito Rural, o Garantia-Safra, a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e o apoio a projetos de infraestrutura locais. “Isso só se faz com políticas descentralizadas. Por isso estamos com as prefeituras para caminharmos na direção de um rural com gente feliz e com inclusão social e produtiva”, finalizou o secretário do MDA.

Brasil Sem Miséria

Os principais eixos do Plano são a garantia de renda, acesso a serviços e inclusão produtiva. No meio rural, as ações visam aumentar a produção para a segurança alimentar e a ampliação dos canais de comercialização, com assistência técnica e extensão rural e estratégia de compras públicas e privadas. Para as compras públicas, são programas fundamentais o PAA e o Pnae.

“O objetivo do Plano Brasil Sem Miséria é ampliar os canais de comercialização por meio do abastecimento de mercados institucionais, para promover a geração de renda dos agricultores e movimentar o mercado local”, resumiu Denise Kroeff, do MDS.

PAA – Programa de Aquisição de Alimentos

No programa em parceria entre MDA, MDS e Conab, há diversas modalidades que podem ser acessadas pelos agricultores.
Entre elas, a modalidade mais recente, Compra Institucional, que amplia oportunidades de mercado para a agricultura familiar, permitindo que órgãos de administração da União, estados, DF e municípios comprem, com seus próprios recursos, alimentos para atender demandas regulares de restaurantes universitários, presídios, hospitais, entre outros. Com isso, várias instituições podem comprar da agricultura familiar sem licitação.

Pnae –  Programa Nacional de Alimentação Escolar

O Programa estabelece que um percentual mínimo de 30% de todo o recurso de alimentação escolar  seja comprado da agricultura familiar, com dispensa de licitação. Com essa medida, as prefeituras garantem alimentação fresca, regional e de qualidade e promovem a economia local.

Para outras informações sobre o Pnae e PAA:

alimentacaoescolar@mda.gov.br

paa@mda.gov.br

http://www.mda.gov.br/portal/saf/noticias/item?item_id=11699499

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ImageEstande – A Prefeitura terá seu próprio estande nas adjacências da Usina, em área bem próxima à orla do Lago Guaíba. A localização é estratégica e visa valorizar o foco do Fórum Social Temático 2013 – Democracia, Cidades e Desenvolvimento Sustentável. A coordenadora de Relações Internacionais da Secretaria de Governança Local, Danielly Votto, explica que o estande pretende valorizar o Lago e as ações desenvolvidas pela administração municipal em favor da sustentabilidade. Um dos destaques é o Programa Integrado Socioambiental (Pisa), que deverá elevar a taxa de esgoto tratado na cidade de 27% para 77%, proporcionando o retorno da balneabilidade do Guaíba.

O estande da prefeitura terá 150 metros quadrados. No espaço será oferecida água potável do Departamento Municipal de Águas e Esgotos (Dmae), instalações para recarga de baterias e acesso wireless à rede mundial de computadores – serviço igualmente disponibilizado pela Procempa na Usina do Gasômetro e em outros pontos daquela área.
  Fonte e Foto:PMPA
Saiba mais sobre Fórum Social Temático 2013 e sobre a programação completa em http://fsmpoa.com.br/
/forumsocial /governanca

 

        

 

        

 

        

 

        

 

            

 

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ImageCom concentração a partir das 13h, a tradicional Marcha dos Povos dará início oficial ao Fórum Social Temático 2013, em Porto Alegre, neste sábado, 26. O início da caminhada ao longo da Avenida Borges de Medeiros está marcado para as 17h, no Largo Glênio Peres. De lá, o público segue para o Anfiteatro Pôr do Sol, para o show de abertura do Fórum. A atração nacional será o cantor e compositor paulista Dexter.

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/portal_pmpa_novo/default.php?p_noticia=157995&MARCHA+E+SHOWS+ABREM+FORUM+SOCIAL+TEMATICO+NESTE+SABADO

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I Encontro Nacional de Pontos de Leitura e Bibliotecas Públicas e Comunitárias

Encontro de Pontos de Memória e Museus Comunitários

Fórum Nacional das Culturas Populares e Tradicionais

Apresentação  artístico-cultural dos Pontos de Cultura, Painéis, oficinas e lual

Responsabilidade Social dos participantes – Campanha – Arrecadação de gibis para a SASEF

Programação

Sábado, 26 de janeiro:

Pela manhã – Recepção e credenciamento – tendas dos Pontos – Acamapemtno da Juventude

11h – Chegança e apresentação dos Pontos e compartilhamento da dinâmica geral do encontro

12h30min – Almoço

14h – . Apresentação da Rede e do Fórum – formas de organização dos movimentos de culturas populares e tradicionais

Facilitador – Mestre Marcelo Manzatti – Cientista social graduado pela USP e mestre em antropologia pela PUC-SP,ex-Coordenador Geral da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID) e de Coordenador Geral de Culturas Populares e Tradicionais da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC) do Ministério da Cultura, preside o Fórum Permanente para as Culturas Populares, além de moderar a Rede,Brasília,DF

Tenda do Audiovisual-Acampamento da Juventude

15h30min – Vídeo-debate  “Seres da Mata e Sua Vida,Pessoas” produzido pelo Núcleo de Politicas Públicas para Povos Indígenas da Prefeitura de Porto Alegre e protagonizado pelo Vherá Poty (jovem cacique guarani da Aldeia de Itapuã) que foi p Show no Palco da economia Solidária remiado esse ano pela Associação Brasileira de Antropologia – duração 25min

16h – “Marchinhas da minha juventude”, Mestra Griô Sirley Amaro e Griôs – Ponto de Cultura Voluntário”Vitória-Régia”,Porto Alegre,RS

17h –  Mãe Preta – Mãe África, Mestre João Máximo e Duda Máximo – Ponto de Cultura Associação de Capoeira Angola Palmares do Sul: A Capoeira e o Teatro,Canoas,RS

18h – ATRETA – Aprenda Todas as Regras E Transgrida Algumas,por  Marcoliva e Tatiana Cobbett –  do Ponto de Cultura Carijó Espaço e Arte,Floripa,SC

18h – Marcha de abertura até o anfiteatro Pôr-do-sol

19h – Show de abertura

20h – Abertura do I Fórum Nacional dos Pontos de Leitura  e Bibliotecas  Públicas e Comunitárias –criação comissão Regimento Interno e sistematização Pontos de Leitura

20h30min – Lançamento e autógrafo do Livro – Colheita em Tempos de Seca, Cultivando pedagogias de vida porcomunidades sustentáveis, por Dan Baron- Arteducador, escritor, ativista cultural na Amazônia, do Instituto Transformance e da Assembléia de Cultura e Educação Transformadoras do Conselho Internacional do FSM, Marabá , PA

Domingo, 27 de janeiro:

9h – Dinâmica 1 – Dança Circular Sagrada, com a facilitação da Tuxaua Déa Melo,Belém,PA

9h30min – Formação coletiva mesa 1 – Uma proposta de cidade Criativa e Sustentável para o bem-viver, nas áreas de Gestão, Cultura e Educação, Inovação e Tecnologia,Cultura e Criação,Comunicação cultural e humanizadora e Sociobiodiversidade, Cultura ,Saúde e  Economia Via e Solidária da Cultura ,Educação biocêntrica- o afeto como vivência e diálogo

Rozane Dalsasso – Coordenadora de Programas e Projetos Especiais do Depto. Pedagógico da Secretaria Estadual de Educação do RS,Porto Alegre,RS

Leticia Cássia  –  Gestora cultural e de Cidade Criativas. Professora do curso de Especialização de Gestão Cultural e do curso de Artes Visuais: Cultura e Criação do SENAC RS, com foco na indústria criativa, Porto Alegre,RS

Cezar Busatto – Secretário Municipal de Coordenação Política e Governança Local (SMGL),Porto Alegre,RS

Alexandre Leão – Líder de Projetos do Gabinete de Planejamento Estratégico,Porto Alegre,RS

Déa S.Melo – Amazônida; Comunicadora Social; Jornalista; Arteducadora; Focalizadora e Pesquisadora das Danças Sagradas e Tradições dos Povos; Criadora da Metodologia Comunic-Ação Criativa; Tuxaua 2009, Belém,PA

Rosaura Couto – Facilitadora Didata de Biodanza, Educadora Biocêntrica, Coordenadora do curso de Educação Biocêntrica/UNISC e Coord.ONG Moradia e Cidadania/SC

Debates/contribuições

Mediação: Marcelo Manzatti

12h30min – Almoço  

14h – Formação específica: 1 – oficinas Prêmio Culturas Indígenas, Prêmio Culturas Populares e Realizadores Negros

  • Marcelo Manzatti – Lei dos Mestres/Lei Griô
  • Mestra Joziléia Daniza Jagso Inácio Jacodsen -Salvaguarda do Patrimônio Imaterial- INBRAPI o informativo das negociações em andamento na XI Conferência da Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP 11 da CDB), do ponto de vista dos Povos Indígenas e Comunidades Locais
  • Sandro Santos – Plano Setorial de Culturas Populares do Rio Grande do Sul

2 – Roda de Conversa- A Diversidade da Leitura 

Palestrantes:

Graciela Quijano,Profª.da UFRGS e idealizadora do Ponto de Leitura Filhos de Sepé do MST,Viamão,RS

Dan Baron, Arteducador, escritor, ativista cultural na Amazônia, do Instituto Transformance e da Assembleia de Cultura e Educação Transformadoras do Conselho Internacional do FSM, Marabá , PA

Dani Votto- Vice Presidente da Fundação Educacional Shirley Ann Sullivan-SASEF

Vera Lucia Dias de Oliveira – Coordenadora de Pesquisa e Extensão da UEI/UFCGEspecialista em Mídias na Educação,Mestranda da Lusófona,Cintep,Coordenadora e Autora do Ponto de Leitura Kit Contagiar,Campina Grande,PB

Rita Stam, Arte Educadora,Especialista em Arteterapia,Palhaça,Contadora de Historia,

Coord.Ponto de Leitura Bolinha Bolota ,Palmeira das Missões,RS

Ana Paula Diniz Alvarenga – Biblioteca dos Estudos Missioneiros,São Nicolau,RS

Jorge Ernesto Klein-Ponto de Leitura Navegando e Lendo

Ana Paula Petinato Santiago – Ponto de Leitura AACBJJ,MG

Adriana Izidoro – Ponto de Leitura: Casa de Leirura Casimiro de Abreu – Projeto Leitura Viva,RJ

Mediação: Darlene Kipisnki e Marly Cuesta

18h – Show Palco Acampamento

Segunda-feira, 28 de janeiro:

9h – Dinâmica 2 –Cantigas de rodas-Ponto de Cultura CEPIAC,Londrina,PR

9h30min – Formação coletiva 2 – Gestão Cultural –

Gilson Máximo – Pesquisador, Gestor Cultural, ex-Representante dos Pontos de Cultura de SC na Comissão Nacional, Presidente Fundação Cultural de Lajes,Lajes,SC

Leticia Cássia – Professora do curso de Especialização de Gestão Cultural e do curso de Artes Visuais: Cultura e Criação do SENAC RS, com foco na indústria criativa, Porto Alegre,RS

Alexandre Leão – Líder de Projetos do Gabinete de Planejamento Estratégico,Porto Alegre,RS

Rosaura Couto – Facilitadora Didata de Biodanza, Educadora Biocêntrica, Coordenadora do curso de Educação Biocêntrica/UNISC e Coord.ONG Moradia e Cidadania/SC

Sebastián Gerlic – Presidente da THYDEWA, Ilhéus,BA

12h – Coleção ÍNDIOS NA VISÃO DOS ÍNDIOS que é resultado das ações do Ponto de Cultura THYDEWA -Formação,Ponto de Mídia livre Remixado com ponto de Memória, com protagonismo da juventude – Pontinho Ludicidade   Sebastián Gerlic – Presidente da THYDEWA

Mediação: Jussara Rodrigues – Câmra Riograndense do Livro

12h – Debates/Contribuições

12h30min – Almoço

Atividade 1- 13h – Passeio turístico-cultural-Saída para o LombaTur – Ponto de Memória e Museu Comunitário Lomba do Pinheiro

Atividade 2 –  14h – Painel – Cultura e Economia Viva e Solidária para um bem-viver planetário

Mestra e Tuxáua Marly Cuesta- apresentação Proj.Bússola Cultura do Prêmio Tuxáua 2010 -Formação em ecosol/gestão e Mapeamento da ecosol nos Pontos de Cultura do Brasil

Tuxaua e  Mestra Andila Inácio Belforte,apresentando seu prooejto Raízes do Kaingang.

Mestres Marly Cuesta e Darlindo O.Ponto – Setorial do Artesanato do CNPC/MinC

Sebastián Gerlic – Experiencia RISADA – Rede Indígena Solidária de Arte e de Artesanato

17h – Show do Fórum – Usina do Gasômetro – Coral Mbyá Guarani (POA/RS) e

 “Quem inventou a Roda”,Ponto de Cultura Vivenciando Cultura, CEPIAC Londrina, PR)

18h –Visita à Feira da Economia Solidária da Cultura na Usina do Gasômetro.

20h – Tenda no Audiovisual – vídeo – debate sobre histórias de vida de pessoas que moram em áreas rurais, do ponto de Cultura Rural , Bom Jardim,RJ

terça-feira, 29 de janeiro:

9h – Dinâmica 3 – Dinâmica Indígena

9h30min – Formação coletiva 3 –

1 – Cultura e Educação Transformadoras – roda dialógica sobre o papel da cultura viva comunitária no cultivo de cidades sustentáveis a partir da Amazônia,com Dan Baron, Arteducador, escritor, ativista cultural na Amazônia, do Instituto  Transformance e da Assembleia de Cultura e Educação Transformadoras do Conselho Internacional do FSM,  Marabá , PA

2 – Educação indígena,com  Tuxáua  Mestra Andila Inácio Belfort e Prof.Indígena Auguso da Silva

Mediação: Rosas Maris Rosado

12h30min – Almoço

14h –Formação específica 2-

1 – Roda de Memórias – Saberes, Fazeres e Sabores do Mundo com Mestres, Griôs e Indígenas

Mestres/Griô Sirley Amaro,Pelotas, RS, Tuxáua Marly Cuesta,Porto Alegre,RS, Tuxáua Déa Santos,Belém,PA,Tuxáua Andila Inácio Belfort Kaingang,Ronda Alta,RS, Paula Betriz Calero Soares,Porto Alegre,RS,Cacique Augusto da Silva,Iraí,RS,Chico-Francisco Paulo Jorge Pinto,Porto Alegre,RS,Paraquedas,Porto Alegre,RS,Paulo Romeu,Porto Alegre,RS, Darlindo José de Oliveira Pinto,Belém,PA,Mestre Gil do Jongo-Gilberto Augusto da Silva,Piquete,SP Marquinhos Simplício-Marcos Alberto Simplício,Campinas,SP,Darlene Kopinski,Londrina,PR,Walter Cedro, Brasília,DF, Graziela Saraiva,Porto Alegre,RS,Wallace dos Santos,Getúlio Vargas,RS,Marcelo Mazatti,BSB,DF,Edna Marajpara,Belém,PA,Jéssica Dondoni,PoA,RS,Marcelo Manzatti,Indígenas e Povos de Terreiros.

2. Patrimônio Popular – mesa redonda sobre museus comunitários, ecomuseus, museus de rua e Pontos de Memória

Cláudia Feijó-Ponto de Memória e Museu Comunitário Lomba do Pin heiro,Porto Alegre,RS

Diego Vivian-Museu de São Miguel das Missões,RS

Ícaro Amorim Martins, Ponto de Memória Fortaleza,CE

Welligton Pedro da Silva, Mestrando e Ponto de Memória Museu do Taquaril,Belo Horizonte,MG

Jean Baptista, Professor da FURG, articulador da rede,notável atuação e trabalho com comunidades LGBT, indígenas, quilombolas e periféricas.

18h – Show do Fórum no palco do Acampamento da Juventude – “Quem inventou a Roda”,Ponto de Cultura Vivenciando Cultura, CEPIAC Londrina, PR) e ATRETA – Aprenda Todas as Regras E Transgrida Algumas-Ponto de Cultura Carijó Espaço e Arte,por Marcoliva e Tatiana Cobbett ,Floripa,SC

quarta-feira, 30 de janeiro:

9h – Dinâmica 4 –Pontos de Leitura- Marly Cuesta,Vera Lucia de Oliveira, Ritam Stam, Ana Paula Santiago, AdrianaI zidoro,Claudio Marcio Paolino, , Sebastián Gerlic, Ana paula Dinis Alvarenga

9h30min – Formação coletiva 4 – Roda de conversa

Pontos,Culturas Populares e Tradicionais,Autoridades e convidados:Pontos e Culturas Populares e Tradicionais

Ministério da Cultura,

Fundação Biblioteca Nacional,

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Secretaria de Cultura Porto Alegre,

Secretaria de Cultura de Santa Maria,

Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre,RS-Plano Municipal de Cultura

Programações/eventos pela leitura, pela literatura e pelo livro – Câmara Rio-Grandense do Livro

Bibliotecas Comunitárias – Cirandar

11h30min –Debates/Contribuições

12h30min – Almoço

14h – Continuação Roda de conversa Pontos com autoridades e convidados

16h30min – Abertura Oficial – participantes/autoridades/convidados 

Degustação dos Vinhos artesanais Fornasier de Pinto Bandeira-Bento Gonçalves e dos sabores dos mestres e griôs.

17h30min – Show do Fórum – Anfiteatro Pôr-do-sol – “Ancestral-idade de Gerações”, com Mestres e Griôs e Mestre Chico e griôs

quinta-feira, 31 de janeiro:

9h – Passeio literário ao Ponto de Leitura Clarise Pacheco, Centro Social Pe. Pedro Leonardi,Restinga Velha

12h30min – Almoço

14h – Formação específica 5 – Criação de documentos finais

18h – Encerramento

OFICINAS  todos os dias na Tenda dos Pontos – Acampamento da Juventude

  1. 1.        Grafismo Indígena Kaingang  – Nossas raízes – LucianaBelfort Kaingang e Wallace Pankararú
  2. 2.        Oficina: Construindo  histórias com TANGRAN,  por Vera Lucia Dias de Oliveira-Kit contagiar
  3. 3.        Oficinas e exposição de arte com recursos naturais-Jéssica DondoniATELIER DO AGAVE

Dia 29 – 31h –  Luau das TROCAS  Solidárias – Vamos trocar tudo que pudermos e comentar o artigo Comprar ou trocar: repensando o consumo  (Christiane Telles/Mercado Ético)

Me pego agora lembrando da infância e de como era legal trocar figurinhas. Um ajudando ao outro a preencher o álbum. Um belo exemplo de cooperação e solidariedade, né? Mesmo que a motivação não fosse necessariamente a ajuda e sim o entusiasmo de conseguir todas as figuras!

E vamos que vamos! Aos poucos a sociedade vai se transformando e reincorporando essas práticas esquecidas, como na época em que se fazia escambo e também de quando trocávamos figurinhas… E eu ainda quero vivenciar muito desse troca-troca.”

http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/comprar-ou-trocar-repensando-o-consumo/#

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Revista SOBERANÍA ALIMENTARIA, BIODIVERSIDAD Y CULTURAS

La revista Soberanía Alimentaria, Biodiversidad y Culturas, desde este curso 2012-2013, participa en el Curso on-line de Soberanía Alimentaria que anualmente organiza el grupo de investigación ARAG, en la Universitat Autònoma de Barcelona.

El inicio del mismo está previsto para este mes de febrero 2013, con los siguientes contenidos:

– Introducción. Marco teórico y perspectiva histórica.
– Actores implicados en el desarrollo del concepto de soberanía alimentaria. Los movimientos sociales campesinos.
– Los principales ejes del concepto de soberanía alimentaria.
– Indicadores de soberanía alimentaria.
– Herramientas de investigación, diagnosis y evaluación.
– Cooperación al desarrollo desde la soberanía alimentaria.

Y AQUÍ ENCONTRARÉIS MÁS INFORMACIÓN SOBRE LA INSCRIPCIÓN

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Revista SOBERANÍA ALIMENTARIA, BIODIVERSIDAD Y CULTURAS

Entrevista a nuestro compañero y miembro de del Consejo Editor de la revista Soberanía Alimentaria, Biodiversidad y Culturas

Henk Hobbelink, ingeniero agrónomo y premio Nobel alternativo de agroecología

Victor-M Amela, Ima Sanchís, Lluís Amiguet

23/01/2013 – 00:00

"Los pequeños campesinos refrescarían el planeta"

Foto: Pedro Madueño

Right Livelihood: Siempre ha habido hambrunas, es cierto, pero las actuales no se deben a causas transitorias: son sistémicas. Lo aprendo de Henk Hobbelink, que acaba de recibir el premio Right Livelihood (buen vivir), considerado el Nobel alternativo de agroecología, por la aportación de su oenegé, Grain (www.grain.org/es), a la soberanía alimentaria, en contacto y cooperación con líderes campesinos de diversos rincones del planeta, como los de Vía Campesina. Sostiene que su modelo agroalimentario, basado en la pequeña explotación clásica, nos procuraría productos locales frescos y sabrosos, a buen precio, fomentaría la economía rural y solventaría la crisis alimentaria.

 

Hay comida para todos en el mundo?
¡De sobra! Pero no llega…

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