Feeds:
Posts
Comentários

Archive for fevereiro \25\UTC 2011

Iniciam os Encontros Preparatórios para a Conferência – Cultura para o Rio Grande Crescer

 

A Secretaria de Estado da Cultura (SEDAC) através da Diretoria da Cidadania Cultural com as demais diretorias da cultura promove encontros em vários municípios, com objetivo de integrar a sociedade na Conferência Estadual.

Na quarta-feira, dia 23 de fevereiro foi realizado em Bento Gonçalveso primeiro encontro preparatório dos Diálogos Culturais (etapas que antecederão a Conferência Cultura para o Rio Grande crescer). Bento sediará o primeiro, de sete, Diálogos no dia 12 de março.

Na ocasião, recebidos pelo Secretário Municipal de Cultura de Bento Gonçalves Juliano Volpato, estiveram reunidos delegados da II Conferência Estadual da Cultura, artistas, representantes das regionais do CODIC – FAMURS e dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento, bem como a SEDAC através do Diretor da Cidadania Cultural e Coordenador da Conferência, Marcelo Azevedo, e a Assessora Técnica, Leila Mattos.

O encontro teve como objetivo aproximar a estrutura da SEDAC às demandas da II Conferência, potencializar a mobilização para o Diálogo Cultural de Bento e adiantou pautas importantes da Conferência Cultura para o Rio Grande Crescer como a criação dos Colegiados Setoriais, a criação de Planos Setoriais, tendo em vista a implementação do Sistema Estadual da Cultura. A conferência ocorre nos dia 29 e 30 de Abrilem Santa Maria.

Fonte:SEDAC

Anúncios

Read Full Post »

Menino quem foi teu mestre?

”Cadê a constituinte pra cabar com o preconceito raciá, quem pode
pode, quem não pode se sacode, quem tá por cima pode até voá, Brasil
pra que tanta beleza o povo passando fome, no meio de tanta riqueza”

O trecho da canção de autoria de Mestre Nelito, santamarense e há mais
de 30anos morador do bairro do Engenho Velho da Federação é sempre um
bom começo para uma reflexão. Mestre Nelito trouxe de Santo Amaro seus
conhecimentos de sambador de Chula e Corrido, expectativas de emprego
e de viver em uma cidade grande. A cidade do Salvador é o lugar de
mestres como Nelito, porque a cidade possui uma vocação de fazer
interagir diversas expressões culturais: artísticas, religiosas e
profissionais.

Os olhares dos mestres para a sociedade contemporânea apontam para uma
reflexão sobre a importância da diversidade cultural, funcionam como
microscópios focados nas mais diversas formas de pensar o mundo que
convivem na rotina da cidade, como uma bela colcha de retalhos. Como
diz a mestra Detinha de Xangô, “tudo na vida tem que ter a benção,
quando a gente invoca palavras positivas, pega!” Esta expressão de tia
Detinha sugere aos clientes que compram as suas bonecas de pano, que
as mesmas estão carregadas de sentimentos e intenções, para além da
construção física do objeto.

Por outro lado, para fora da Baía de Todos os Santos e para além do
céu da Bahia, continua a se processar um constante fluxo e refluxo de
indivíduos, grupos, instituições, saberes e tradições. Como já cantou
Caetano Veloso, “Pastinha já foi á África para mostrar capoeira do
Brasil”. Basta freqüentar o aeroporto de Salvador para constatar que
não só de novos mestres de capoeira; mas outros mestres e mestras ou
discípulos de outras expressões embarcam e desembarcam levando sonhos
e realidades que serão trocados por alegrias e frustrações no
estrangeiro, como costumamos dizer. Mas enquanto alguns já alçaram
vôos mais altos e zarpam para terras distantes, a maioria dos mestres
e mestras populares continuam a sustentar os seus legados a base de
muito esforço e dedicação nas suas comunidades.

Cantando, nas horas de festa e nas horas de banzo; buscando forças no
compromisso assumido com a transmissão de saber, quantas solas de
sapato um mestre gastou e consertou ao longo de sua vida? Quantas
trouxas de roupa as mestras esfregaram, enxaguaram e quararam? Na
labuta, geralmente nas primeiras horas do dia, nossas mestras e
mestres desenvolvem suas atividades, quase sempre na própria
comunidade, sejam nos terreiros de candomblé, nas academias de
capoeira e associações culturais.

Afinal pescador que é bom vive de peixe, peixe na beira do mar ou em
alto mar; a vida insalubre e ao mesmo tempo salutar dos pescadores em
Itapoan, Ilha de Maré, Ribeira e outras localidades da costa. Longe de
um circuito internacional, globalizado e da grande mídia eles seguem
mercando os seus produtos: tem cuscuz e tem lêlê, beiju de carimã
molhadinho de coco e marcam a tão valorizada cultura gastronômica
baiana. Falando em cultura gastronômica local, como pensar na cozinha
sem os saberes das mestras da culinária nos terreiros de axé, que num
só caldeirão cozinham as heranças indígenas, as releituras da
culinária lusitana e os diversos sabores africanos.

No couro? É! – quando mestre Erenilton, do terreiro Ilê oxumarê e do
Afoxé Filhos do Korin Efan, canta pra descer, subir e saldar suas
divindades; a música torna-se o referencial na comunicação entre os
adeptos, do culto religioso afro-brasileiro, mas extrapola o limite
dos terreiros; através de suas representações profanas- as troças, os
afoxés, o samba, os blocos afro, o axé music. Quem sabe, se não
poderíamos criar o FNA – Fundo Nacional do Axé? Se formos fazer um
levantamento dos lucros da indústria da música brasileira, focando no
axé-music, samba carioca, mangue-beat e outras tendências iremos
encontrar cifras que dariam para comprar muitas solas de sapato,
fabricar muitas violas machete, farinha para o pirão, equipamentos da
informação e outras ferramentas fundamentais para mestres e mestras e
discípulos da cultura popular dar continuidade às suas ações. O FNA
garantiria apoio e promoção efetiva para além das homenagens
simbólicas.

A capoeira, o candomblé, o trabalho na lavoura, nos engenhos e
fábricas de manufaturas, nos espaços coletivos de trabalho e lazer que
gestaram formas de vidas que construíram uma estética cultural
complexa, singular ao longo da historia da sociedade baiana. Não é em
toda esquina ou beco que encontramos um mestre; mas quase sempre
cruzamos com eles nos caminhos das cidades, quase sempre anônimos, com
algumas exceções, tecendo em miúdos o plano cultural que nos forma.
Eles são mestres e mestras porque assumiram o compromisso de dar
continuidade ao processo de transmissão de nossas criações culturais,
transcendendo as demandas do dia a dia, que não são poucas.

Mestres, mestras e discípulos lutarem contra as novas tecnologias?
Jamais! As transformações e recriações deste universo dialogam com o s
novos rumos sociais, políticos, tecnológicos que estão sendo
absorvidos, mesmo que leve a exaustão de esclarecimentos e
convencimentos de que essas novas ferramentas estão sendo úteis, para
multiplicar as praticas e saberes dos mestres.

Neste momento é fundamental a participação de indivíduos identificados
seja pelo segmento religioso, familiar, em grupos culturais que possam
cooperar, ajudar aos seus mestres a recriarem essas praticas. Falamos
aqui de crianças e jovens que vivem processos de aprendizados em
espaços de ensino formal que já não conseguem apresentar ferramentas
para seduzir estes indivíduos, fazer com que estas crianças e jovens
reflitam sobre suas historias de vida, valorizem a diversidade
cultural produzida no universo sociocultural dos mesmos. Na formação
da criança, do jovem e do adulto a transmissão de experiências de vida
em espaços extra-escolares canaliza a cultura que a cidade produz,
representa e transmite. É assim que os mestres fazem ecoar os seus
aprendizados na formação das novas gerações. Os nossos mestres
populares lhes oferecem como contraponto o exercício da inventividade
e sabedoria através da oralidade, do sopro, da palavra emanada destes
arquivos vivos. Neste processo serão estas crianças e jovens sábios
iniciados que darão continuidade à revitalização de suas praticas e
saberes a cada instante de suas vidas.

Qual a lição?

A obstinação dos mestres e mestras da cultura aponta para uma reflexão
sobre a importância do dialogo entre as gerações, o que se espera dos
jovens de hoje é que quando perguntados no futuro: menino quem foi seu
mestre? Eles nos contem sobre destinos, heranças ancestrais e Agbás,
Ebomis, Iás, Babás e Sábios Populares da Cultura.

Edivaldo Bolagi é religioso do Terreiro Ilê Asipá, dirigido por Mestre
Didi – Alapini(sacerdote do culto aos Egunguns) e coordenador de
Pesquisa e Projetos da ASSEBA – Associação de Sambadores e Sambadeiras
do Estado da Bahia, instituição responsável pela execução do plano de
salvaguarda do samba de roda da Bahia, Patrimônio da Humanidade –
UNESCO 2005

Read Full Post »

Car@s companheir@s,

Queremos socializar com tod@s a grande satisfação que tivemos ao sermos recebidos pelo Secretário de Estado da Cultura, Luiz Antonio de Assis Brasil e sua equipe, na tarde do último dia 24 de janeiro.

Na ocasião, agradecemos pelo convite e nos colocamos à disposição para ajudarmos a SEDAC na meta de implementação dos 500 pontos de cultura no RS, sendo 100 pontos no primeiro ano, 100 pontos no segundo ano, 100 pontos no terceiro ano e 100 pontos no quarto ano de gestão do Governo Tarso Genro. O Secretário ficou muito agradecido e disse que a Rede dos Pontos de Cultura terá sempre na SEDAC um parceiro nas ações.

Entregamos a ele a Carta dos Pontos desejando uma gestão exitosa e também com nossas reivindicações. O mesmo nos nos deixou à vontade para continuarmos a reunião com o Secretário-Adjunto,  Jéferson Assunção, com o Diretor da Cidadania Cultura, Marcelo Azevedo e com o Coordenador da Política dos Pontos de Cultura, João Pontes, os quais dispensam apresentações, por já conhecermos suas capacidades e brilhantismos profissionais na área da cultura.

Fomos informados que pela manhã o Secretário-Executivo do MinC, Vitor Ortiz, fez uma visita ao Secretário e já anunciou algumas ações o Ministério irá executar.

O que nos deixou mais aliviados foi o reforço das afirmações de que tudo que não foi pago em 2009 e 2010, será pago na sua totalidade. Porém, algumas ações não serão possíveis de serem realizadas, a exemplo dos novos editais. A prioridade serão os pagamentos. Fomos informad@s também da vinda  Ministra de Estado da Cultura, Ana de Hollanda  a Porto Alegre, quando serão assinados convênios.

Pela visita da Ministra, o Secretário-Adjunto, Jéferson Assunção, nos pede que que façamos um Diagnóstico dos problemas da Rede dos Pontos de Cultura do RS, para que já possam começar o diálogo para as soluções dos problemas, pois não queremos fazer um dircurso de terra-arrasada do MinC, pelos ganhos inquestionáveis na Cultura que tivemos no Governo Lula. Esse Diagnóstico das demandas dos Pontos de Cultura em relação ao MinC será entregue dia 07 de Fevereiro. Devemos procurar também apresentar sugestões de: Quais as ações, onde e como poderemos ajudar a resolução dos problemas?

Jéferson Assunção, ainda fez uma breve avaliação dos tipos de Convênios dos Pontos de Cultura, pois ele avalia que a prestação de conta de Conveniamentos é mais complexa e do Contrato é mais fácil.São questões a serem estudadas com mais afinco.

Quais os critérios que teremos para novos conveniamentos? A avaliação da SEDAC é de que devemos ter as alternativas para salvarmos o PROJETO DOS PONTOS DE CULTURA.

Em relação à SEDAC, Jéferson nos falou das dificuldades financeiras por falta de recursos.Isso é preocupante, mas o estado fez um grande e minucioso planejamento para as ações da pasta.

“Estamos em planejamento de recursos para termos as contrapartidas do MinC para realizarmos os Convênios”, afirmou Jéferson Assunção.

O Diretor da Cidadania Cultural, Marcelo Azevedo, afirmou que, o desafio das Políticas Culturais do estado, está  “dentro da tridimensionalidade da Gestão. Que a Diretoria  da Cidadania Cultural ocupa um lugar de diálogo entre os Pontos de Cultura, na perspectiva de se construir uma estratégia de afirmação cidadã, das demandas apresentadas pela Representação Estadual dos Pontos de Cultura.

Marcelos Azevedo, mais uma vez pediu participação ativa dos Pontos de Cultura nas pré-Conferências municipais de Cultura, que começam dia 13 de março e termina com a Conferência Estadual de Cultura: CULTURA PARA O RIO GRANDE CRESCER, dia 30 de Abril, em Santa Maria/RS.

Que o Plano estadual de Cultura será à partir dos Diálogos:

  • Cidadania e Diversidade,
  • Linguagens Arísticas e
  • Economia da Cultura.

Esses três eixos irão definir as Diretrizes para as áreas da Cultura do RS

  • Em atenção à essa sugestão de Marcelo Azevedo, já elaboramos nosso projeto dos Micro-Fóruns Regionais e Fórum Estadual dos pontos de Cultura de 2011,a ser realizado também como Conferências Livres de Cultura, cujo projeto já demos entrada na SEDAC.

Já o Coordenador de Políticas para os Pontos de Cultura, João Pontes, sugere que com o levantamento dos problemas dos Pontos de Cultura, já possamos também fazer um MAPEAMENTO dos Municípios que estão realmente conveniados ou em fase de conveniamentos.

Disse ainda que podemos fazer uma Gestão de acordo com o pensar e ações da tridimensionalidade estejam conectados.

Pegando esse gancho do João Pontes, sugeri que também, possamos fazer um levantamento dos Municípios que ainda não estão Inscritos no Sistema Nacional de Cultura e que para isso, vamos precisar da colaboração dos Pontos de Cultura para nos ajudarem com essa informação.

Assim, Jéferson Assunção encerrou a reunião afirmando a intenção do Estado trabalhar em parceria com a rede dos Pontos de Cultura. Socializamos a carta e seus anexos, que entregamos ao Secretário Assis Brasil e sua Equipe, que seguem em anexo.
Abração e aguardamos suas colaborações,
Marly Cuesta

Read Full Post »

No último dia  11de fevereiro, a Rede dos  Pontos de Cultura do RS na Comissão Nacional dos pontos de Cultura foi recebida pela nova representante da Regional Sul do Ministério da Cultura, Margarete Moraes.

A reunião, que marcou o reinicio dos trabalhos da Representação do Minc com os Pontos de Cultura dos estados do Sul do País, contou com a participação dos Pontos de Cultura da capital gaúcha, como o Ponto de Cultura Assunção, Ponto de Cultura Voluntário Vitória-Régia,  Ponto de Cultura Jardim Ipiranga, Ponto de Cultura Maria Mulher, Sopapo, Biblioteca do FSM, Pontão de Leitura do RS, Rede GHC, Somos, Ocupação Teatral,entre outros.

Também estiveram presentes alguns coordenadores dos Pontos de Cultura do interior do estado do Rio Grande do Sul, como o Ponto de Encontro com a Cultura Gaúcha de Caçapava do Sul, Espelho da Comunidade e Pontão FOCU, de Santa Maria,  Culturarte de São Lourenço do Sul e Cultura Butiá de Tapes.

Já o estado de Santa Catarina, foi representado por Eduardo Miliolli, Coordenador do Ponto de Cultura Descobrindo Talentos de Criciúma.Também estiveram acompanhando a Rede de Pontos e prestigiando a Profª. Margarete Moraes e sua equipe, os representantes da Diretoria de Cidadania Cultural da SEDAC, João Pontes, Romilda e Griô João Prudêncio.

A professora Margarete Moraes deu início à reunião agradecendo a tod@s pela presença e fez a apresentação de sua equipe, ressaltando a importância da Diretoria da Cidadania Cultural da Secretaria de Estado da Cultura (SEDAC) nesse seu desafio de promover a cultura na tridimensionalidade de ações que o Rio Grande do Sul merece.

Ela fez um breve relato de sua vida Acadêmica e Profissional. Disse que aceitou o convite da Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, para assumir a Representação Regional Sul do Ministério que abrange os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com sedeem Porto Alegre, com a missão de Representar o Ministério e de trabalhar na implementação e acompanhamento das Políticas  Culturais. Falou da reunião do Ministério que aconteceu no Rio de Janeiro e das animadoras ações que a Ministra Ana de Hollanda irá implementar. Falou que o Ministério está finalizando o levantamento do passivo para que logo comecem a pagar e que até julho tudo estará quitado.

Margarete Moraes lembrou ainda que durante sua administração na Secretaria Municipal de Cultura colocou em funcionamento o projeto de descentralização, levando arte e cultura às dezesseis regiões do Orçamento Participativo. Promoveu a catalogação e o restauro de obras de arte do acervo municipal das pinacotecas Ruben Berta e Aldo Locatelli. Também, dentre inúmeros projetos e programa em sua gestão,  foram realizadas exposições retrospectivas, com as presenças dos artistas nos 80 anos de Vasco Prado, Xico Stockinger e Iberê Camargo, sendo que este último inaugurou e aprovou a galeria que leva seu nome, na Usina do Gasômetro. Preocupada em integrar a arte ao cotidiano da cidade, Margarete tornou realidade o projeto Espaço Urbano Espaço Arte, de incentivo à arte contemporânea, com obras artísticas integradas às praças públicas da cidade. O projeto de intercâmbio cultural com cidades do MERCOSUL é outra marca de sua gestão.

O cuidado com o patrimônio artístico e cultural pode ser conferido na restauração da Fonte da Talavera, na aquisição e restauração da Casa da Travessa Paraíso e  na compra e no início da restauração da Casa Godoy, símbolos  da arte e da história da cidade. Neste período, Porto Alegre ingressou no Projeto Monumenta, hoje em andamento.

Da atividade parlamentar, leva a experiência de  ter sido a primeira mulher a presidir a Câmara Municipal e de ter construído relações sólidas e democráticas com os diversos segmentos que formam nossa sociedade.

Foi Vereadora por dois mandatos na Câmara Municipal e presidente do Partido dos Trabalhadores (PT). Recentemente assessorou o recém criado Instituto Brasileiro de Museus, do MINC, em Brasília.

Após relatar sobre sua experiência na área de cultura, a representante do Minc fez uma rodada de apresentações. Em seguida, Margarete Moraes passou a palavra para a Representante da Rede dos Pontos de Cultura, Marly Cuesta, para encaminhamento da seguinte pauta:

  • Boas-Vindas a Srª. Margarete Moraes e sua Equipe;
  • breve relato das ações da Comissão RS e sua participação na CNPdC;
  • breve relato da situação dos  Pontos, Pontões e Ações do Programa Cultura Viva;
  • entrega de Documento com as demandas de Editais ainda não pagos da Rede do RS, PR e de SC;
  • relato do Fórum Estadual e Teia Regional Sul;
  • entrega dos Projetos dos Micro-Fóruns Regionais do RS e Conferências Livres de Cultura para acontecerem em Março e Abril, Fórum Estadual dos Pontos de Cultura a se realizar dias 28 e 29 de Abril e da Teia Regional Sul 2011, que será em Curitiba .

Falando sobre o papel da Diretoria da Cidadania Cultural, João Pontes frisou o esforço da nova equipe de governo na SEDAC em tornar os espaços de fruição de arte e cultura em lugar de flexibilização de acesso na perspectiva de ampliar a construção da democracia participativa.

O encontro foi encerrado com o encaminhamento dos documentos e projetos produzido pela Rede de Ponto de Cultura do RS, assim como da Teia Regional Sul, produzido pelas Comissões do RS, PR e SC,  entregue por Marly Cuesta à professora Margarete Moraes.

Abração,
Marly Cuesta
Rep.do RS na CNPdC

Read Full Post »

Prezad@s Pontos e Pontões de Leitura,

Sou consultora da DLLL/SAI/MinC, responsável pelo mapeamento da cadeia criativa do livro, inserido no eixo Economia da Cultura. Nesse sentido, estou entrando em contato para convidá-los a criarmos um espaço de interlocução, para que possamos articular uma rede para produção conjunta de subsídios para formulação das políticas públicas que se ocupem dos autores, escritores e leitores.

Se seu ponto ou pontão desenvolve ou deseja desenvolver atividades para fomento da cadeia criativa do livro, seria interessante conhecer sua proposta e histórico.

Inicialmente proponho a inscrição de tod@s no http://www.culturadigital.br/ e a partir deste sitio eletrônico que reune pontos de cultura e parceiros, formamos um grupo da Cadeia Criativa do Livro.
Passo-a-passo para entrar no GRUPO:
1. entrar no sitio eletrônico http://www.culturadigital.br
2. no canto direito, em cima tem espaço para login (para quem é já cadastrado) e tem um espaço para REGISTRAR-SE. Você completa os dados iniciais – login e senha e vai abrir uma página para adicionar informações gerais.
3. após você editar seus dados, você terá uma página sua onde poderá ter um blog pessoal, post, participar e propor fóruns e grupos, conhecer os outros membros, inserir vídeos, textos e músicas.
4. Clique em GRUPOS e você a lista de todos os grupos existentes no culturadigital.br, procure Cadeia criativa do livro – Economia do Livro. É só solicitar para entrar no grupo – que será restrito para que possamos ter um espaço reservado – que nós autorizamos por aqui.

Queremos chegar junto aos pontos de cultura – pois o estudo do IPEA sinaliza que 58% dos pontos trabalham com LITERATURA – e ter uma mapa do que é feito com livro, leitura e literatura. Se for possível, para organizar essa narrativa coletiva, gostaríamos que os Pontos seguissem o roteiro abaixo:
1. Nome do Ponto de Cultura:

2. É Ponto de Leitura?

3. Contato:

4. E-mail:

5. Sítio eletrônico:

6. Quais as ações de livro, leitura e literatura desenvolvidas no Ponto?

7. Existe oficinas de criação literária no Ponto?

8. Existe autores (publicados ou não) no Ponto?

9. Quais as estratégias de divulgação da produção literária do Ponto?

10. O Ponto conta com recursos (públicos ou parcerias privadas) para produção literária, divulgação e acervo?

11. Há biblioteca, brinquedoteca, biblioteca itinerante, contadores de histórias no Ponto?

12. Existe trabalho de registro de memória e histórias da comunidade? Existe acervo? É público?

13. O Ponto trabalha junto com livrarias e bibliotecas para compor programação cultural?

14. Quais os maiores desafios e necessidades para que o Ponto possa qualificar seu trabalho na área do livro, leitura e literatura?

Com esses dados iniciais, podemos começar a pensar em ações para qualificar e fortalecer o livro, leitura e literatura nos Pontos e Pontões de Leitura e Pontos e Pontões de Cultura.
As respostas podem ser postadas no GRUPO da Cadeia Criativa do Livro – Economia do Livra no http://www.culturadigital.br ou encaminhada para o e-mail valeria.labrea@cultura.gov.br.

Qualquer dúvida, estou à disposição

Valéria Labrea
Diretoria de Livro, Leitura e Literatura / SAI
Ministério da Cultura
SCS B, Qd. 9, Lt. C, Ed. Parque Cidade – Torre B
11º andar – Brasília – DF – CEP 70.308-200
(61) 2024-2698

Read Full Post »

Prezad@s,

Atualmente estou como consultora da DLLL/SAI/MinC, responsável pelo mapeamento da cadeia criativa do livro, inserido no eixo Economia da Cultura.
Este e-mail é para convidá-los a criarmos um espaço de interlocução, para que possamos articular uma rede para produção conjunta de subsídios para formulação das políticas públicas que se ocupem dos autores, escritores e leitores.

Se seu ponto ou pontão desenvolve ou deseja desenvolver atividades para fomento da cadeia criativa do livro, seria interessante conhecer sua proposta e histórico.

Inicialmente proponho a inscrição de tod@s no http://culturadigital.br/ e a partir deste sitio eletrônico que reune pontos de cultura e parceiros, formamos um grupo da Cadeia Criativa do Livro.
Nosso grupo: http://culturadigital.br/groups/cadeia-criativa-do-livro-economia-do-livro/

Abraços a tod@s,

Valéria Viana Labrea

“Devemos lutar pela igualdade sempre que a diferença nos inferioriza, mas devemos lutar pela diferença sempre que a igualdade nos descaracteriza”

Boaventura de Souza Santos

Read Full Post »

%d blogueiros gostam disto: