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Essa data foi criada para a conscientização e prevenção de doenças cardiovasculares, primeira causa de mortalidade no Brasil (Ministério da Saúde).

O Lions Clube de Natal Futuras Gerações, aproveita esta data para conscientizar nossas comunidades.

Embora muitas pessoas achem o colesterol uma substância maléfica, ele é primordial para o funcionamento do corpo humano. O colesterol é um tipo de gordura que faz parte da estrutura das células do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração. É importante para a formação de hormônios e até ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras da alimentação. No entanto, é preciso ingeri-lo de forma equilibrada para manter as taxas regulares. Há dois tipos principais de colesterol: o HDL, considerado “colesterol bom”, e o LDL, denominado de “colesterol ruim”. Quando em desequilíbrio no organismo, o colesterol torna-se fator de risco vascular, e aumenta a incidência de AVC, de morte súbita e doença coronariana. O desenvolvimento dessas doenças está associado a diversos fatores de risco, tais como: obesidade, aumento do colesterol, pressão alta, diabetes e tabagismo, os quais uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas podem ajudar no controle.

O excesso de colesterol ocorre por fatores genéticos e alimentares. Além dos níveis de LDL, é preciso controlar a glicose, a pressão, parar de fumar e reduzir o peso, quando excessivo.

O Ministério da Saúde lançou um material de orientações para uma alimentação cardioprotetora, no qual classifica os alimentos em cores verde, amarelo, azul e vermelho.

– Alimentos do grupo verde devem ser a base da alimentação diária, estando presentes em maior proporção em comparação com os demais grupos. Esse grupo conta com alimentos in natura e minimamente processados, ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes (verduras, legumes, frutas, leguminosas, leite e iogurte desnatado), e não contém nutrientes que prejudicam o coração.

– Alimentos do grupo amarelo devem ser consumidos com moderação, conforme necessidade de energia, pois são alimentos ricos em calorias, minerais, vitaminas, sal e gorduras (pães, cereais, macarrão, tubérculos, farinhas, castanhas, doces de fruta, óleos e mel).

– Alimentos do grupo azul devem ser consumidos em pequenas quantidades e em menor proporção em relação aos grupos anteriores, pois contêm maior quantidade de gordura saturada, sal e colesterol, que podem fazer mal para o coração (carnes, queijos, creme de leite, ovos, manteiga, doces caseiros).

– Alimentos do grupo vermelho, composto de alimentos ultraprocessados, que têm como principais características a baixa qualidade nutricional, a alta densidade energética (energia proveniente de carboidratos refinados, gordura saturada e gordura trans) e a elevada quantidade de sal, além de serem feitos com poucas quantidades de alimentos in natura ou minimamente processados. Normalmente, são formulações industriais com muitos aditivos químicos. O grupo vermelho não é recomendado por trazer malefícios e consequências negativas para a saúde, não contando para a orientação alimentar.

Para finalizar, a Presidente de nosso Clube, Marly Cuesta, deixa um apelo à população, pedindo que cada um faça a sua parte para manter esse equilíbrio, principalmente o paciente de Diabetes! Importante que procure seu Médico periodicamente.

Fonte de Pesquisa:

Dia Nacional de Combate ao Colesterol – Sociedade Brasileira de Diabetes

No dia 16 de julho de 2021, o Comandante da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, Gen Bda Carlos José ROCHA LIMA, em importante ação beneficente fez a doação de 10 toneladas de alimentos não perecíveis para comunidades carentes da grande Natal, através de 13 Instituições Filantrópicas de
Natal, apadrinhadas pela Campanha Nacional do Exército Brasileiro “Ajudar está em nossas mãos”!

Sub-Ten Cleiton – Adjunto de Comando, Padrinho Social de nosso Clube

Nosso Clube foi uma das organizações beneficiadas, apadrinhada pela Ten Gabriele-Serviço Social do HGuN e o Sub-Ten Cleiton – Adjunto de Comando.

A Presidente Marly Cuesta e o Secretário Carmello Cuesta Télles de Conti Júnior, representaram o Clube, acompanhados de representantes de organizações parceiras.

Muito nos honra trabalhar em rede junto com nossas organizações parceiras como a Pastoral Missionária-Iza Santos, e Wilson Santos-Coordenadores da Pastoral Social da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Nova Parnamirim, Marconi Lucas e equipe do Projeto AMANA e Diretora Maria Aparecida Matias Freire da Escola Municipal de Natal Profª Emília Ramos, Cidade Nova, Natal/RN.

Marly Cuesta destacou a importância da
doação em um momento de crise econômica devido à pandemia do Corona Vírus.
Marly Cuesta destacou a importância da
doação em um momento de crise econômica devido à pandemia do Corona Vírus.

“Essas cestas básicas representam muito para as famílias de baixa renda, que tiveram suas dificuldades agravadas pelos efeitos da pandemia e o nosso clube não poderia deixar de estar empenhado desde o início em prol das comunidades em situação de risco. Afinal, nossas ações tem o foco no Servir com solidariedade e comunhão, no espírito de colaboração e assistência social através do voluntariado leonístico”.

Todas as lideranças, também, agradeceram à todos os Doadores e militares à frente desta Campanha Humanitária de Combate à Fome, uma das Causas Globais da Fundação de Lions Clube Internacional.

Alimentos entregues na Casa Social da nossa Paróquia Nª Sª da Conceição

O evento aconteceu no Pátio de formaturas do 16º Batalhão de Infantaria Motorizada, com desfile emocionante da Tropa.
O Lions Clube de Natal Futuras Gerações no dia 20 fez a entrega das Cestas básicas para lideranças do projeto AMANA e da Escola Profª Emília Ramos para posterior entrega às famílias beneficiadas.

O Lions Clube de Natal Futuras Gerações no dia 20 fez a entrega das Cestas básicas para lideranças do projeto AMANA e da Escola Profª Emília Ramos para posterior entrega às famílias beneficiadas.

Neste 12 de Junho de 2021, o Lions Clube de Natal Futuras Gerações, quer continuar fazendo a diferença com a Campanha: Aja agora para acabar com o trabalho infantil!

Junte-se à nós pelo WhatsApp (84)99917-3260


O Observatório das Metrópoles (OM) Núcleo Natal indica a leitura do artigo
“A emergência do novo coronavírus (SARS-CoV-2) e as respostas governamentais ao redor do mundo”, de autoria do pesquisador do OM Núcleo Natal: Rodolfo Finatti, redigido juntamente com Anderson C. Santos, Professor do Departamento de Políticas Públicas (UFRN) 🆕📗

O artigo faz parte da nova edição da Revista Aval que trata, nesta edição, as políticas públicas de saúde na pandemia de covid-19.

No artigo são apresentadas as respostas governamentais à pandemia de Covid-19, analisando as trajetórias de diferentes países em seu policy process no intuito de compreender melhor a dinâmica na pandemia e o papel dos governos.

Para leitura do artigo na íntegra:
http://www.periodicos.ufc.br/aval/article/view/60292

#Pandemia #PolicyProcess #OMNúcleoNatal

Cultura e Histórias do Sul!

A Música Do Sul

Frente-NetVerso-Net================================================================
Tamanho Do Arquivo: 59.0 MB
M Vinil Folclore-Gaúcho – Álbum Discos Marcus Pereira – MPL 1029

01. Dança Da Lagoa Do Sol – Tema De Inspiração Indigena (J. Waldir S. Garcia)
02. Carreta – Carreada (Jorge L. Ferreira – Acy T. Vieira)
03. Janaíta – Milonga (Cláudio B. Garcia – J. Waldir S. Garcia)
04. Versos Perplexos – Milonga (Cláudio B. Garcia – Jorge L. Ferreira)
05. Cheracar Y Apacuy – Tema De Lenda Missioneira (Cláudio B. Garcia)
06. Gauchê – Tema De Lenda Pampeana (Cláudio B. Garcia – Rafael Koler)
07. Homens De Preto – Cena Gaúcha (Paulo Ruschel)
08. Pedro Guará – Milonga Pampeana (Cláudio B. Garcia – J. Cláudio L. Machado)
09. Barqueiro – Tema De Lagoa ( (Cláudio B. Garcia)
10. Canto Da Gente – Milonga (Alvaro B. Cardoso – J. Waldir S. Garcia)
11. Continente Americano – Tema Latino Americano (Cláudio B. Garcia)

Caixa Mega 2

Ver o post original

Por Jorgete Lemos
#VidasNegrasImportam No momento em que enfrentamos uma pandemia, em que alguns acreditam seriamente que aprenderemos, que sairemos melhores desta crise, como pessoas, outras crises fazem com que venham à tona questões tão antigas quanto a nossa existência. Crises de Ódio.

Já passamos pela peste bubônica no século XIV, pela varíola que durou mais de 3 mil anos e só foi erradicada em 1980, pela cólera entre 1817 e 2019, pela gripe espanhola em 1918. E em meio a tudo isso, pergunto: foram registradas melhorias disruptivas nas atitudes e comportamentos humanos em nossa sociedade? Não. Não deixamos de registrar crimes, de toda ordem. Mas, existem crises que se arrastam na esteira da existência humana movidas pelo ódio.

E o que é o ódio se não emoção negativa e intensa, causada pela crença de que o odiado é um ser desprezível, detestável e por isso não merece qualquer consideração?

O ódio pode ser contra indivíduos, grupos, comportamentos, pensamentos divergentes e até objetos, seres inanimados.

Negros odiados até à morte. Até quando?
Quando os europeus iniciaram a escravização por causa da raça, a raça foi a negra. Não temos como mudar o princípio, mas podemos mudar o final dessa história.

Antes, a prática da escravização ocorria ou não entre povos da mesma raça, etnia, mas principalmente em decorrência do aprisionamento dos perdedores em conflitos, por conquista de mais poder, espaço geográfico, riquezas e até como pagamento por perda em jogos.

Ao escravizar negros, toda uma gama de atributos negativos precisavam lhes ser atribuídos para justificar o injustificável: a escravização. A crença religiosa, a linguagem, seus costumes, todos tidos como profanos, indignos da convivência com os dominadores, foram exacerbados ao máximo, causando medo e repulsa à convivência. Assim, era muito mais fácil delimitar espaços pela limitação financeira decorrente da inacessibilidade à educação, trabalho e renda.

Pessoas foram ensinadas a odiar para garantir o status quo, mantendo ódios ancestrais, que perpetuam até hoje, ambições de poder, transmitidas de geração para geração.
Frase de Nelson Mandela
A frase acima, de Nelson Mandela, é ratificada pela biologia que tem atributos que predispõem o ser humano a odiar, mas que precisam estar associados a outras questões tais como socioculturais, econômicas, sem abrir mão da visão histórica.

E o que nos diz a neurociência? “O sentimento de ódio coincide com a ativação do cérebro de estruturas como o córtex frontal medial, envolvido na capacidade de argumentar. Tais estruturas do cérebro também participam da percepção do desdém e do nojo.” Ou seja, assim somos ensinados e estimulados a odiar.

O que é ser negro no Brasil?
O Dr. Milton Santos, geógrafo, intelectual, professor e um dos maiores pensadores brasileiros traduziu nesta frase: “Ser negro no Brasil é, com frequência, ser objeto de um olhar enviesado. A chamada boa sociedade parece considerar que há um lugar predeterminado, lá em baixo, para os negros.”

Negros incomodam, na medida em que ascendem socialmente e amedrontam os racistas que os odeiam. Precisamos falar sobre racismo para identificarmos o que é ser antirracista.

E a resposta é a violência.
#ContraOGenocídiodaJuventudeNegra
77% dos jovens assassinados no Brasil são negros que vivem em favelas e periferias. Essas mortes terminam sendo banalizadas e naturalizadas.
Apenas 8% dos homicídios viram de fato um processo judicial (Conselho Nacional de Justiça).
50 milhões de brasileiros com mais de 16 anos perderam um amigo, parente ou alguém próximo assassinado (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).
429% em 20 anos. Eis o crescimento do número de mortes de crianças e adolescentes negros até 19 anos, de 1997 até 2017, neste País (Fundação ABRINQ).
Agora, no auge da crise da COVID-19, ao falar em João Pedro Matos Pinto, 14 anos, negro, assassinado no dia 18 de maio, no Rio de Janeiro, com um tiro de fuzil, que o atravessou da barriga ao ombro, e da sua casa marcada com setenta e dois disparos, tivemos em Brasília, no dia 31 de maio, um manifesto de grupo de mascarados carregando tochas acesas…

O ódio irriga todos os podres poderes, alheios ao genocídio negro: ou morrem em decorrência da pandemia, porque são as pessoas mais vulneráveis socialmente, pela precariedade de recursos próprios e dos de responsabilidade do Estado, ou são assassinados, por apresentarem o estereótipo de pessoas do mal: cor da pele, cabelo. Depois perguntam ou não, quem é você, negro?

Impunidade: Não conseguimos mais respirar.
A reação global ao vídeo da morte da George Floyd, afro-americano que morreu em 25 de maio de 2020, depois que o policial Derek Chauvin, de Minneapolis se ajoelhou no seu pescoço por pelo menos sete minutos, enquanto ele estava algemado e deitado de bruços… É uma boa mostra que tudo cansa; tudo tem seu fim.

Manifestações vindas da Grécia, França, Nova Zelândia, Alemanha, Inglaterra, Brasil, mostram que está ocorrendo uma tomada de consciência por parte também do agressor, quando polícias americanos se postam de joelhos diante dos negros.

Policiais estão cansados de serem chamados de assassinos. Esta será a grande virada: termos representantes dos agressores juntando-se aos agredidos, pois se foram ensinados a odiar, também podem ser ensinados a amar, ou melhor, a tomarem consciência que juntos sempre seremos mais fortes e os resultados devem ser para o todo; não para as pequenas partes, opressoras.
Pelo fim da violência contra a juventude negra no Brasil
Reafirmando o compromisso de implementação da Década Internacional de Afrodescendentes, o Sistema ONU Brasil lançou no Mês da Consciência Negra de 2017, a campanha nacional “Vidas Negras”.

A iniciativa busca ampliar, junto à sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais, a visibilidade do problema da violência contra a juventude negra no país. O objetivo é chamar atenção e sensibilizar para os impactos do racismo na restrição da cidadania de pessoas negras, influenciando atores estratégicos na produção e apoio de ações de enfrentamento da discriminação e violência.

Não permita que o racismo deixe a juventude negra para trás
No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras. Na faixa etária de 15 a 29 anos, são cinco vidas perdidas para a violência a cada duas horas. De 2005 a 2015, enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes teve queda de 12% para os não-negros, entre os negros houve aumento de 18,2%. A letalidade das pessoas negras vem aumentando e isto exige políticas com foco na superação das desigualdades raciais.

Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. O dado revela como os brasileiros têm sido indiferentes a um problema que deveria ser de todos.

A campanha quer chamar atenção para o fato de que cada perda é um prejuízo para o conjunto da sociedade. Segundo dados recentemente divulgados pelo UNICEF, de cada mil adolescentes brasileiros, quatro vão ser assassinados antes de completar 19 anos. Se nada for feito, serão 43 mil brasileiros entre os 12 e os 18 anos mortos de 2015 a 2021, três vezes mais negros do que brancos. Entre os jovens, de 15 a 29, nos próximos 23 minutos, uma vida negra será perdida e um futuro cancelado.

A campanha defende que esta morte precisa ser evitada e, para isso, é necessário que Estado e sociedade se comprometam com o fim do racismo – elemento chave na definição do perfil das vítimas da violência.

O Brasil está entre os 193 países que se comprometeram com a agenda 2030 de desenvolvimento sustentável, tomado a decisão de não deixar ninguém para trás. Se o racismo tem deixado os jovens negros para trás, ele precisa ser enfrentado. “Vidas Negras” é um convite aos brasileiros e brasileiras a entrar no debate e promover e apoiar ações contra a violência racial.

ONU: “Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da esc… https://youtu.be/UvEUyJuoxW8?list=PLUZOt6bFc2fgZZ_jJaNaZIwqGV0ATK5g5

Vidas Negras

(1) https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/12/ciencia/1513073061_342064.html
(2) https://anistia.org.br/um-pacto-pela-vida-dos-jovens-negros/
Por Jorgete Lemos, sócia fundadora da Jorgete Lemos Pesquisas e Serviços – Consultoria. É uma das Colunistas do RH Pra Você. O conteúdo desta coluna representa a opinião do colunista. Foto: Divulgação.

Fonte: https://rhpravoce.com.br/posts/vidas-importam-sim-vidas-negras-importam

Vidas Negras


Fotos da Internet

Entenda de onde veio a data, comemorada neste domingo no Brasil

Em abril de 1940, os principais líderes indígenas do continente americano se reuniram para o 1º Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. O objetivo era discutir ações que zelassem pelos direitos dos índios. Porém, muitos líderes boicotaram os primeiros dias do evento, acreditando que não teria qualquer efeito. Depois de algumas reuniões, eles decidiram que o Congresso representava um importante momento histórico, e resolveram participar.

O Congresso aprovou uma recomendação de delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México, que pedia a adoção do Dia do Índio pelos governos de todos os países americanos. O dia proposto foi 19 de abril, data em que foi realizado a reunião.

Aldeia Indígena Aracuã

O Brasil não adotou a data comemorativa imediatamente. Somente em 1943 instituiu o Dia do Índio em 19 de abril, cumprindo a proposta do Congresso. A data foi ratificada em 2 de junho de 1943, pelo então presidente Getúlio Vargas, por meio do decreto-lei 5.540, e passou a ser comemorada no ano seguinte.

Desde então, nosso país celebra a data com atividades educacionais e divulgação sobre o povo indígena. Escolas e instituições culturais promovem ações e palestras para lembrar a importância desses povos para a formação da cultura brasileira e preservar as tradições e a identidade dos índios.

Mas a data não colou pelo mundo. Somente Argentina e Costa Rica adotaram. Em 1994, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) instituiu o Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em 9 de agosto.

“Continuemos na #Resistência com muito comprometimento em memória de nossos antepassados e pelas atuais e futuras gerações de nossos povos indígenas, afirmou a Tuxáua e indígena Marly Cuesta.

Fotos: Acervo pessoal da Marly Cuesta
Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/historia-por-que-e-o-dia-do-indio.phtml

Um grupo de cerca de 60 professores e pesquisadores do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) preparou um guia para que as pessoas possam fabricar suas próprias máscaras faciais. Em documento (confira versión en español) criado nesta quinta-feira, 2 de abril, os especialistas apontam que as máscaras caseiras podem proteger contra infecções respiratórias, desde que mantidos os cuidados adicionais de higiene das mãos e distanciamento social.

Os cientistas da UFSC, após estímulo do professor Carlos Rodrigo Zárate-Bladés, formaram um grupo de discussão, para entender melhor as recomendações de pesquisadores e autoridades sanitárias de diversos países a respeito do uso de máscaras caseiras. O debate, para que a população em geral adotasse o uso das máscaras, intensificou-se nos últimos dias, e a comunidade científica concluiu que é possível prevenir-se ou proteger outros contra a infecção pela Covid-19.

Embasamento

O trabalho do grupo levou em consideração as opiniões científicas externadas recentemente pelo diretor geral do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China, George Gao. O cientista apresentou que as principais lições aprendidas durante a pandemia de Covid-19 foram a importância:

do distanciamento social dos indivíduos;
das estratégias não-farmacêuticas de controle de infecções (dentre elas a higiene de mãos intensa e repetitiva);
do isolamento e quarentena de todos os casos positivos;
da proibição de encontros públicos;
da restrição da movimentação da população.
Quando perguntado sobre o maior erro que ele estava percebendo na Europa e Estados Unidos, ele explicou um dos grandes erros que está levando a tanta propagação da infecção é que a população não está usando máscaras faciais. “Sendo que o vírus se propaga por gotículas é muito importante que se usem máscaras para respirar e falar. Muita gente é assintomática ou pré-sintomática, porém contagiosa; usando máscaras essas pessoas evitariam contagiar outras”.

Considerando as opiniões de Gao, assim como outros artigos científicos referidos a este tema (abaixo), o grupo de discussão do CCB, composto por mais de 60 professores e pesquisadores, concluiu que o uso de máscaras faciais poderia ser recomendado para a população geral. A medida é considerada como adicional e nunca substitutiva às medidas de proteção já anunciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde do Brasil, que incluem a higiene exaustiva das mãos, o distanciamento social e o isolamento de casos positivos.

Os professores alertam: a fabricação de máscaras comerciais (cirúrgicas ou PFF2/N95 ou superiores) ou caseiras com materiais de uso hospitalar deve ser reservada para os profissionais da saúde. São eles que precisarão delas com maior frequência durante as próximas semanas ou meses.

Existe uma preocupação com a proliferação de máscaras comerciais que não tenham as mínimas características de proteção esperadas para serem eficientes na sua função. Por isso, o grupo sugere uma forma de fabricação das máscaras que, ainda mantendo a simplicidade, não apresente falhas que possam colocar em maior risco a saúde dos usuários.

Como fazer

Tecidos ideais para confecção:
a) Tecido não elástico (tipo tricoline ou malha de camiseta fina com quantidade mínima de algodão de 65% na sua composição) – fazer camada tripla conforme explicado a seguir, e adicionar um elemento filtrante absorvente de polipropileno + celulose, comumente vendido como rolos de papel de cozinha reutilizável (como por exemplo, da marca Scott Duramax, ou similar, veja composição, não qualquer papel-toalha de cozinha).
A máscara feita deste material é lavável e reutilizável. A folha de elemento filtrante precisa ser trocada após quatro usos (quatro desinfecções da máscara).

b) Tecido-não-tecido (TNT) de alta compactação e diferentes gramaturas (nunca menor de 45 g/m², e recomendado 100 g/m²) e 100% polipropileno – fazer camada tripla com o mesmo formato explicado abaixo, mas sem precisar do elemento filtrante sugerido para as de algodão. Uso único descartável.

2. Os tamanhos ideais de tecido:

Tamanho G: Pedaço externo: 30 cm (altura) x 23 cm (largura) + Interno: 18 cm (altura) x 23 cm (largura).

Tamanho P: Pedaço externo: 25 cm (altura) x 23 cm (largura) + Interna: 15 cm (altura) x 23 cm (largura).

3. Coloque dois elásticos de 17 cm cada, nas laterais, para segurar a máscara atrás das orelhas com alguma tensão.

A ideia é formar uma estrutura de envelope, por onde entrará a folha de papel absorvente de polipropileno+celulose (papel-toalha de cozinha reutilizável). Esta folha deve ser dobrada de forma que exceda um pouco o tamanho interno (altura) do bolso da máscara, a fim de evitar espaços desprotegidos com fluxo de ar não filtrado. Introduzir a folha e acomodar com as mãos com o cuidado de que chegue até os cantos internos da cavidade.

É recomendado que se faça pelo menos duas pregas no tecido, uma vez formado o envelope, e costurá-las nas laterais para melhor ajuste ao rosto. O tamanho dos elásticos (17 cm cada) e dos tecidos pode e deve ser modificada dependendo da estrutura facial de cada pessoa.

É muito recomendável usar óculos sobre a máscara para fixar a parte superior desta sobre o nariz, em especial se sente fluxo de ar saindo pela lateral do nariz, chegando aos olhos. Os óculos também ajudam na proteção contra gotículas e aerossóis.

É muito importante observar se o ar entra pela boca e nariz através da máscara (correto) ou por algum dos lados (incorreto). Mude a tensão do elástico (faça nós) ou ajeite o tecido e os óculos, antes de sair na rua. Depois desse momento não é recomendado mexer na máscara.

Caso precise, NUNCA coloque a sua mão na parte externa da máscara, só NAS LATERAIS internas, e SEMPRE DEPOIS DE TER LAVADO AS MÃOS.

Recomendações de uso

Lembre-se que a máscara é apenas um elemento adicional a todas as recomendações de distanciamento social e higienização indicadas pelas autoridades sanitárias.

É recomendado o uso das máscaras nas seguintes condições e com os seguintes propósitos:

Para um uso curto, idealmente inferior a duas horas e especialmente para sair de casa, como idas ao supermercado ou à farmácia. Desaconselha-se seu uso por mais de duas horas, porque existem evidências de que a umidade gerada pela respiração através da máscara pode ajudar na contaminação do usuário;
Sempre para uso pessoal, não podendo compartilhar com ninguém;
Lembre-se que a máscara deve cobrir O TEMPO TODO a nariz e a boca;
Evite tocar na máscara durante seu uso. Se precisar ajustar faça-o somente pelas laterais e com as mãos lavadas;
Caso sua rotina exija de você estar fora de casa por mais de duas horas, confeccione mais de uma máscara para uso pessoal e troque, com as precauções explicadas abaixo:
As máscaras não devem ser retiradas de qualquer jeito. Quando forem retiradas, é preciso lavar as mãos, e usar somente os elásticos para puxá-las, com o corpo inclinado para frente a fim de minimizar qualquer possibilidade de contato da parte externa contaminada com o rosto. Coloque na solução de desinfecção de forma imediata, ou se estiver fora de casa, numa sacola plástica que precisa ser bem fechada e sempre manuseada com muito cuidado. Lave as suas mãos novamente após este procedimento.
As máscaras reutilizáveis devem ser desinfetadas depois de cada uso. Caso não consiga desinfetar no momento em que a retirar, guarde-a em uma sacola bem fechada e não mexa até poder desinfetar.
Para desinfetar a máscara: mergulhe a máscara durante 15 minutos numa solução de água sanitária, enxaguando-a depois em água limpa (quatro a seis vezes o mesmo volume) durante dois minutos a cada vez. A solução de água sanitária precisa atingir uma concentração entre 0,25 e 0,5% de cloro livre (escolha uma água sanitária e procure no rótulo que tenha no mínimo 2% a 2,5% de cloro livre e faça a diluição conforme o cálculo adequado, entre quatro e 10 vezes dependendo da concentração). A solução pronta pode ser guardada para reutilização em embalagem opaca ou na escuridão por até 48 horas.
Não é preciso retirar a folha de polipropileno+celulose a cada desinfecção, somente após a quarta vez que se repita o processo, e deve-se deixar secar a máscara por completo cada vez, antes do próximo uso.

Eficácia dos diferentes tipos de máscaras faciais

Referências

1.- Not wearing masks to protect against coronavirus is a ‘big mistake,’ top Chinese scientist says. Cohen John. Science. 27/03/2020. doi:10.1126/science.abb9368.

2.- Professional and home-made face masks reduce exposure to respiratory infections among the general population. van der Sande M, Teunis P, Sabel R. PLoS One. 2008 Jul 9;3(7):e2618. doi: 10.1371/journal.pone.0002618.

3.- Testing the efficacy of homemade masks: would they protect in an influenza pandemic? Davies A, Thompson KA, Giri K, Kafatos G, Walker J, Bennett A. Disaster Med Public Health Prep. 2013 Aug;7(4):413-8. doi: 10.1017/dmp.2013.43.

4.- The effect of mask use on the spread of influenza during a pandemic. Brienen NC, Timen A, Wallinga J, van Steenbergen JE, Teunis PF. Risk Anal. 2010 Aug;30(8):1210-8. doi: 10.1111/j.1539-6924.2010.01428.x.

CL Odete Santana
“O Lions Clube Internacional, também está atuante em nível Global.

Em nível local, nosso Lions Clube de Natal-Norte do LA-5, está produzindo máscaras de tecido de algodão lavável para combate ao COVID-19 #WeServe.
Nossa Leão Odete Santana, Tesoureira do Clube e Contadora, aproveitou seus conhecimentos em Costura para fazer as máscaras. “Onde existe uma necessidade, existe um Leão de prontidão”!
No Dia Mundial da Saúde, A Presidente CaL Luzinete e CaL Odete Santana, fizeram a entrega do primeiro Lote de #Doação de 80 máscaras para proteção da saúde das famílias em extrema pobreza, que são assistidas por nosso Clube em parceria com a Pastoral Social da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no bairro Nova Parnamirim, Parnamirim / RN.

Umas das Metas Globais e Locais do Lions Clube Internacional é ajuda humanitária em grandes catástrofes e pandemias”, informou a mobilizadora social, Taxáua e Leão Marly Cuesta.

Fonte: https://noticias.ufsc.br/2020/04/coronavirus-especialistas-da-ufsc-ensinam-a-fabricar-mascaras-caseiras-seguras/

justino-sarmento-rezendeJustino Sarmento Rezende é indígena Tuyuka. Mestre em Educação pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) em 2007, com dissertação intitulada Escola Indígena Municipal Utãpinopona-Tuyuka e a Construção da Identidade Tuyuka. É autor do livro A Educação na visão de um Tuyuka, dentre outros trabalhos sobre educação escolar indígena.

Assim sendo, está diretamente envolvido com as questões em torno da educação escolar indígena, e por isso mesmo não deixaria de estar vinculado ao debate sobre a criação de ensino superior indígena no Rio Negro. Justino Tuyuka é um dos seis indígenas membros do Grupo de Mestres Indígenas do Rio Negro, que recentemente propôs o projeto da Universidade Indígena do Rio Negro (UIRN). Por outro lado, também apóia a iniciativa do Instituto Socioambiental (ISA) com seu projeto Formação Superior Indígena, Interdisciplinar e Multicultural do Rio Negro. O mestrado de Justino Tuyuka foi sobre a escola piloto diferenciada promovida pelo ISA em parceria com as comunidades Tuyuka, que inspira as diretrizes do projeto de ensino superior do ISA.

Além de seu envolvimento com as questões sobre educação superior indígena na região, Justino Tuyuka também é padre, tendo recebido desde a infância uma formação salesiana. Os Salesianos possuem diferentes missões no Rio Negro, e o Padre Justino Tuyuka é o diretor da missão da cidade de Iaraueté.

Fontes:

REZENDE, Justino Sarmento. (2004), Repensando a Educação Escolar Indígena (PDF)

REZENDE, Justino Sarmento. (2007), Escola indígena municipal Utãpinopona-Tuyuka e a construção da identidade tuyuka. Dissertação (Mestrado em Educação). Campo Grande, Universidade Católica Dom Bosco.

REZENDE, Justino Sarmento (2010), A educação na visão de um Tuyuka. Manaus, Faculdade Salesiana Dom Bosco.

DUTRA, Israel Fontes (2011), Povos Indígenas do Rio Negro: construindo uma Universidade Indígena no Alto Rio Negro. Documento de divulgação da proposta de Universidade Indígena do Rio Negro. Grupo de Mestres Indígenas do Rio Negro, UFAM, FOIRN. São Gabriel da Cachoeira, AM. (mímeo).

https://ensinosuperiorindigena.wordpress.com/atores/individuos/justino-tuyuka/

Site da Inspetoria São Domingos Sávio – Igreja Salesiana

Site do ISA

Divirta-se sem prejudicar o meio ambiente.
Por Deise Aur

O Carnaval vem aí, e como muitos brasileiros vão cair na folia, a proposta é divertir-se de forma sustentável, econômica e ecológica.
Aqui no site tem várias ideias legais de reutilização de materiais para fazer máscaras e fantasias de Carnaval, sem a utilização de produtos de origem animal, que tanto sofrimentos traz a estes seres.

Nesse conteúdo, a bola da vez é o confete, que é uma tradição antiga do Carnaval, e que pode ser feito de forma sustentável sem agredir e poluir o meio ambiente, já que feitos com materiais biodegradáveis e não poluentes.

Embora geralmente os confetes sejam feitos com papel colorido e reciclado, existe um porém,:são vendidos em sacos plásticos, que hoje é um dos principais poluentes que causa impactos destrutivos à natureza, além do desperdício de materiais que são usados apenas por alguns minutos.

A proposta, portanto, é otimizar os recursos e criar seus próprios confetes em casa, reciclando ou reutilizando materiais, como:

papel
folhas de revistas e jornais
folhas secas e pétalas que caem das plantas na Natureza.
Outra vantagem de confeccionar seus confetes é que podem ser feitos em casa, sem gastar dinheiro, só reaproveitando materiais e confeccioná-los junto com os familiares. Assim, a diversão acaba começando mesmo antes do Carnaval.

Quem tem filho pode aproveitar esse momento lúdico, para brincar com eles de fazer confetes e, assim, eles estarão desenvolvendo a criatividade e as habilidades motoras, além da cidadania e consciência ambiental.

Gostou dessa proposta? Então, mãos à obra, confira as várias maneiras de fazer confetes para o teu Carnaval Ecológico = Diversão sem impacto prejudicial ao meio ambiente!

Confetes de papel reciclado
Certamente você deve ter em casa papel que já foi utilizado ou que está sobrando em alguma gaveta, que pode ser desde:

jornais velhos
a revistas ou folhetos de supermercados e lojas
papel de embrulho ou de presente
ou, até, pedaços de papelão, cartolina e folhas de papel que sobraram após algum trabalho de escrita ou artístico.
Bem, junte tudo o que você precisa para fazer uma boa quantidade de confetes e, para isso somente será necessário:

tesoura
furador de papel
Para fazer o confete, basta cortar os vários tipos de papel em tiras de cerca de 2-3 cm de largura, e sobrepor alguns – o suficiente para conseguir enfiar no perfurador para fazer o clássico confete redondo.

Detalhe: existem perfuradores para fazer confetes com formatos diversos como coração, estrelas, flores, entre outros e, por isso, as crianças com sua imaginação irão certamente apreciar fazer confetes com esse tipo de ferramenta.

Quando os confetes estiverem prontos, guarde-os em sacos ou envelopes de papel para serem utilizados no momento do Carnaval!

Confetes de folhas secas
Uma ideia muito original e super-sustentável é criar confetes com folhas naturais secas.

É, além de tudo, muito aventureira, pois a primeira missão será coletar as folhas secas na natureza, parques, ruas, ou praças. E isso pode ser feito com as crianças, com os cachorros, enfim, com uma expedição familiar.

Feito isso, a próxima etapa é confeccionar os confetes rústicos de folhas secas.

Veja neste vídeo a garotinha Bia Mourão, dando o exemplo de atitude sustentável e ensinando na prática como fazer confetes de folhas secas com furador de papel.

Veja neste vídeo a garotinha Bia Mourão, dando o exemplo de atitude sustentável e ensinando na prática como fazer confetes de folhas secas com furador de papel.

Como as folhas secas têm tonalidades diferentes, isso garantirá cores diversas para estes originais confetes de Carnaval.

Assim como os confetes de papel, os feitos de folhas secas devem ser perfurados com perfurador convencional ou o especial, que perfura em várias formatos.

Confetes de pétalas de flores
Se você tem flores que lhe foram dadas de presente ou plantadas no jardim ou em vaso, e já estão despetalando, aproveite as pétalas para fazer confetes. Para isso, colete as pétalas, coloque-as em uma bandeja ou prato e deixe-as secar em um peitoril da janela ou ao ar livre, para desidratarem ao Sol.

Outra forma de desidratá-las é colocá-las em um desidratador ou forno, principalmente se o dia estiver nublado.

Para desidratar no forno, basta forrar uma assadeira com papel manteiga, colocar as pétalas por cima e deixá-las secar por cerca de 10 minutos, a 180°, até que fiquem ressecadas.

Ao esfriarem, você pode esfarelá-las um pouco, furá-las com o furador ou, ainda, dependendo do tamanho das pétalas, usá-las no formato in-natura. Feitas uma dessas alternativas, coloque os confetes de pétalas em sacos de papel, para levar no momento oportuno para a Festa de Carnaval.

Agora, para quem não tem perfurador, a solução para esse problema está neste vídeo, com a utilização da boa e velha tesoura.

Por fim, com essas ideias bacanas, deu para ver que é possível se divertir no Carnaval e pular SEM causar impacto destrutivo ambiental. Isso sim dá alegria e leveza, sem prejudicar a Natureza!

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Fonte

Faça você mesmo: confete ecológico a custo zero. Divirta-se sem prejudicar o meio ambiente

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