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Data internacional é celebrada neste 22 de abril; secretário-geral António Guterres pede trabalho conjunto para o bem-estar do planeta e de todas as pessoas; meio ambiente e educação sobre o clima é o tema deste ano.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

Vinte e dois de abril é o Dia Internacional da Mãe Terra, que neste ano foca na alfabetização sobre o meio ambiente e sobre o clima.IMG_20170213_183018Segundo as Nações Unidas, a educação ambiental é essencial para criar “eleitores conscientes e avançar com leis e políticas sobre o clima”.

 

 

 

 

 

 

Essa consciência ambiental também é importante para progressos nas áreas das tecnologias e dos empregos “verdes”.

Futuro
O secretário-geral da ONU usou sua conta no Twitter neste sábado para pedir que neste Dia da Terra, “todos trabalhem juntos pelo bem-estar do planeta e de todas as pessoas”.
A mensagem de António Guterres destaca que a Mãe Terra precisa ser protegida em prol de todas as crianças e das gerações futuras.

O Dia Internacional da Mãe Terra é celebrado todos os anos em 22 de abril para lembrar a todos que o planeta e seus ecossistemas nos fornecem vida e sustento.

É também uma oportunidade para aumentar a conscientização pública sobre os desafios como a mudança climática e a garantir a proteção ambiental.

Como surgiu o Dia Internacional da Terra:

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson.

Em 22 de abril de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA.

Foi adotado internacionalmente em 1990, e então é festejado a cada 22 de abril.

O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

 

 

O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta Terra a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais do mundo.

Hoje, o Dia da Terra é celebrado em mais de 190 países, com a participação de cerca de 1 bilhão de pessoas.

A Assembléia Geral das Nações Unidas adotou em 2009 uma resolução unânime,estabelecendo o dia 22 de abril de cada ano como Dia Internacional da Mãe Terra. A resolução foi proposta pelo governo da Bolívia e apoiada por outros 50 países. O Presidente Evo Morales, primeiro presidente indígena da Bolívia, falou brevemente depois de passada a resolução. ”Sessenta anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos ter sido adotada, a Mãe Terra agora, finalmente, tem seus direitos reconhecidos”,disse Morales. Urgindo a comunidade mundial a aceitar uma série de princípios que protegeriam os recursos e o ‘direito à vida’ do planeta, o presidente boliviano disse que a sociedade não pode colocar seus estreitos interesses sobre aqueles da Terra. “Não só os seres humanos têm direitos, o planeta tem direitos”, disse. “O que está acontecendo com as mudanças climáticas é que os direitos da Mãe Terra não estão sendo respeitados”.

Nesse contexto, Morales sublinhou alguns princípios a serem considerados. O primeiro dentre eles é o “direito de nenhum ecossistema ser eliminado”. O segundo, “direito da Mãe Terra viver sem
contaminação”. O terceiro refere-se ao “direito à harmonia e ao equilíbrio”. Ao apresentar o quarto princípio, M o r a l e s, d i s s e : “ Somos todos interdependentes. Devemos agora tomar consciência de que a terra não nos pertence, pelo contrário, nós pertencemos à Terra”.

Na reunião, o Presidente da Assembléia Geral, Padre Miguel d’Escoto Brockmann, disse que “Não é mais do que justo que cuidemos da Mãe Terra, assim como a Mãe Terra sustenta nossa humanidade”. Continuando, “o mundo deve escutar os povos nativos,IMG-20170111-WA0039

pois, apesar de todas as dificuldades, eles conseguem manter seus profundos laços com a natureza”.Audiência Merong_IMG_20170322_121249

Pablo Solon, embaixador boliviano na ONU na época, realizou várias reuniões com ONGs de cunho religioso para pedir ajuda na promoção do conceito de direitos da Terra, sobre direitos específicos que devem ser concedidos à Terra.Essa foi uma iniciativa nova e ousada na ONU e, certamente oportuna, em vista da evolução da crise como resultado de mudanças climáticas.

“Sessenta anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Mãe Terra finalmente tem seus direitos reconhecidos”, disse Evo Morales, primeiro presidente indígena da Bolívia.

Mãe Terra é uma expressão corrente para o planeta terra em várias regiões, refletindo a interdependência que existe entre os seres humanos, outras espécies vivas e o planeta no qual todos/ todas habitamos.

Lembrando que o Dia do Planeta é observado anualmente em muitos países, a assembléia:

1. Decide estabelecer o dia 22 de abril como ‘Dia Internacional da Mãe Terra’;
2. Convida os Estados Membros, Organizações do sistema das Nações Unidas, organizações internacionais, regionais e sub regionais,sociedade civil, organizações Não Governamentais e relevantes investidores para observar e conscientizar-se do Dia Internacional da Mãe Terra (Dia Internacional do Planeta), de
maneira apropriada.
3. Solicita ao Secretário Geral levar a presente resolução ao conhecimento de todos os Estados Membros e organizações do sistema das Nações Unidas.

O que é a Carta da Terra?

Documento idealizado pela ONU em 1987 para defender os interesses sustentáveis, a paz e a justiça socioeconômica recebe apoio de milhares de organizações do mundo todo

É uma espécie de código de ética planetário, semelhante à Declaração Universal dos Direitos Humanos, só que voltado à sustentabilidade, à paz e à justiça socioeconômica. Idealizada pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas, em 1987, ganhou impulso na Cúpula da Terra, realizada no Rio de Janeiro, em 1992. O documento ficou pronto no ano 2000, foi traduzido para 40 idiomas e atualmente é apoiado por 4,6 mil organizações ao redor do mundo, inclusive no Brasil.

A Carta contém 16 princípios básicos agrupados em quatro grandes tópicos: respeitar e cuidar da comunidade de vida; integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia, violência e paz.
A erradicação da pobreza, com acesso à água potável, ao ar puro e à segurança alimentar, e a construção de sociedades democráticas, sustentáveis e justas são dois princípios expressos pela Carta da Terra, que também defende a promoção de uma cultura de tolerância e não-violência e a distribuição equitativa dos recursos da Terra. Uma forma de você colocar em prática os valores da Carta da Terra é disseminar seu conteúdo entre amigos, familiares e comunidade e pressionar governo, empresas, escolas e demais organizações da sociedade civil a se guiar por seus princípios

Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacional legalmente unificador quanto ao ambiente e ao desenvolvimento.

Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.

No Brasil

Não há, no país, organismos que reúnam formalmente as atividades para o Dia da Terra. Entre as ações isoladas para a data destaca-se o lançamento da Carta da Terra, da ONG Carta da Terra Brasil. A entidade elaborou uma carta em que defende o respeito à comunidade da vida; a integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia e paz. A íntegra da carta pode ser acessada aqui e pode ser distribuída em ferramentas de redes sociais.

http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/text.html

Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2017/04/dia-da-mae-terra-onu-pede-protecao-em-prol-das-futuras-geracoes/#.WPwnMGnyvcu

Web site Fórum Indígena
http://www.novosite.ssps.org.br/arquivos/10/downloads/Vivat44_PT.pdf

Outras Fonte:
https://leonardoboff.wordpress.com/2012/04/22/discurso-no-onu-por-que-a-terra-e-nossa-mae/
http://www.revistaecologico.com.br/noticia.php?id=4788
https://www.servindi.org/actualidad/4724

Fotos: Domínio Público e Acervo pessoal de Marly Cuesta

http://www.alainet.org/es/articulo/184938

http://www.marcusnakagawa.com

Publicado em 21 de abr de 2017
Edição de CASA Nomades

No último dia 22 de Março de 2017, a CASA Latina (https://ecovillage.org/region/casa/), entrou em ação para apoiar ao “CANTO AL AGUA 2017” – http://www.cantoalagua.com/

Pessoas em toda América Latina e Casa Latina se uniram na mesma hora do dia 22 de março,Dia da Água, para entoarem o mantra “AH!” por um minuto na intenção de “Curar nossa Águas internas e externas!”

Este vídeo, foi o resultado da união e intenção das ações realizadas no Brasil, Colômbia e México.

“Gratidão à tod@s por tão importantes,necessárias e urgentes ações.Por isso,temos que incentivar nossas crianças desde a mais tenra idade à darem o valor necessário a um de nossos maiores bens da humanidade, a Água”,afirmou a Tuxáua Marly Cuesta.

Fotos:
Da internet e acêrvo pessoal
Fonte:
https://www.youtube.com/channel/UC_vPq7KFylYDbQcgjMJ2PbQ?feature=em-uploademail
http://www.cantoalagua.com/

Marcos Fonseca
marcos.fonseca@diariosm.com.br

Fotos: Prof.Dr.Edison Hüttner/Arquivo Pessoal

Dois dos três sinos da Igreja Matriz pertenciam a missões de padres jesuítas na Argentina e no Paraguai.

Todos os dias, os moradores de Caçapava do Sul escutam o badalar dos sinos da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção. Trata-se de um som habitual na rotina da cidade. Contudo, não sabem os habitantes do histórico município gaúcho que os toques que avisam os fiéis do horário das missas vêm de dois sinos seculares que são mais antigos que o próprio Estado do Rio Grande do Sul.

A datação dos artefatos foi resultado de uma pesquisa do professor e pesquisador Édison Hüttner, doutor em Teologia e coordenador do Grupo de Pesquisa sobre Arte Sacra Jesuítico-Guarani da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Segundo ele, dois dos três sinos da Igreja Matriz pertenciam a missões de padres jesuítas na Argentina e no Paraguai.

A especulação de que sinos de reduções estrangeiras teriam sido levados para Caçapava do Sul é antiga. Em 9 de março de 1863, uma carta confidencial de José Pedro Gay ao presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, Esperidião Eloy de Barros Pimentel, já dava pistas desse caminho percorrido pelos instrumentos católicos, que teriam desembarcado na cidade em 1828. Mas a informação nunca teria sido confirmada oficialmente, tornando-se quase uma lenda local.

Uma análise em laboratório solicitada pelo professor da PUC-RS confirmou que foram fabricados em puro bronze, comprovando a autenticidade das datas indicadas nos dois mais antigos sinos suspensos nas torres da Igreja Matriz. Não há ouro misturado, como se acreditava. O mais antigo é de 1715. Ele pertencia à Redução de São Carlos, na Argentina. O outro é de 1732, e veio da Redução de la Santísima Trinidad do Paraná, no Paraguai, considerado patrimônio histórico da humanidade. Na época em que foram transferidos para Caçapava do Sul, possivelmente roubados das reduções estrangeiras, o governo imperial brasileiro tinha grande interesse por artefatos de ouro, prata e bronze.

“Este documento indicou os sinos em Caçapava. Mas também revela que muitos sinos missioneiros estavam no foco das economias do Império. Com certeza, este foi o destino de muitos sinos”, afirma o Prof.Edison Hüttner.

Conforme o pesquisador, esses dois sinos se revestem de igual importância ao maior sino existente nas ruínas de São Miguel Arcanjo, na Região das Missões, que é de 1726. O mais velho dos artefatos em Caçapava é, portanto, antecessor ao que existe nas ruínas de São Miguel. Foi fabricado há 302 anos, 22 anos antes da criação oficial do Rio Grande do Sul, em 1737, a partir da fundação da cidade de Rio Grande. São, contudo, menores. Pesam cerca de 450 quilos, metade do peso do sino de São Miguel.

O estudo de Hüttner tem o poder de mudar parte da história que se conhece das missões no sul da América, por envolver reduções de três países.

“Na verdade, temos nas torres (da igreja) de Caçapava três países representados: Argentina, Paraguai e Brasil”, ressalta o Pesquisador.

O terceiro sino da igreja é mais novo, fabricado já no século 20. As missões dos padres jesuítas europeus no continente sul-americano tiveram início no século 16. O objetivo dos religiosos era evangelizar os índios nativos americanos. Para isso, foram fundados colégios e conventos, formando as reduções. No século 18, os religiosos foram expulsos por ordem das coroas de Portugal e Espanha. Todas as missões hoje se encontram em ruínas.

Fonte:
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2017/03/cacapava-do-sul-guarda-dois-sinos-mais-antigos-que-a-historia-do-proprio-rio-grande-do-sul-9758440.html

Audiência Pública traz nova esperança na retomada da terra Guarani-Mbyá em MaquinéAudiência da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, chamada pelo Presidente,o Deputado Estadual, Jeferson Fernandes (PT),apoiado pelos Deputados Estaduais, Pedro Ruas III (PSOL) e Stela Farias (PT) sobre a situação dos nossos guerreiros Guaranis que fazem a “retomada” do terreno da Fepagro, em Maquiné e que estão sendo despejados pelo governo José Ivo Sartori,sem dó na consciência.

Abertura da Audiência foi feita com a mística cultural Guarani-Mbyá, entoando música de luta e canção “Devolvam Nossa Terra”. Assista, compartilhe!
https://web.facebook.com/amigosdaterrabrasil/videos/752361091598330/

A Audiência que teve transmissão ao vivo pela TVAL e pelo perfil da Comissão no Facebook, foi muito produtiva, com acesso intenso. Lotamos a sala Adão Pretto! E como já era esperado o Presidente da Assembléia Legislativa do RS, o Deputado Estadual Edegar Pretto, o primeiro #SEMTERRA a chegar à Presidência Da Casa o qual também, se comprometeu com a luta de nossos parentes!

Dep.Estadual, Edegar Pretto dia que a Casa estará sempre aberta para as demandas das lutas dos povos indígenas, quilombolas e minorias. E que a Retomada tem todo o seu apoio.

Logo na abertura dos trabalhos o Deputado Estadual, Jeferson Fernandes, afirmou,“Vamos trabalhar por uma solução para que a comunidade indígena possa retomar parte de seu território original sem prejuízo a eventuais pesquisas.Em visita ao local, constatamos que os indígenas convivem em total harmonia com a natureza e com os servidores da Fepagro, que ainda lá permanecem”.

Fizeram-se presentes, o Cacique-Ceral dos Guaranis-Mbyá no RS, José Cirilo Pires,que já afirmou,“Fomos expulsos da terra e esquecidos na beira das estradas. Nossa retomada é pacífica e vai beneficiar toda a sociedade. A natureza precisa de nós. E nós precisamos fortalecer nossa cultura, resgatando rituais que começam a se perder”

Cacique Andre Benites,o representante da nova aldeia Maquiné.
https://web.facebook.com/amigosdaterrabrasil/videos/752246661609773/

“Foi a oportunidade de transmitir aos protagonistas deste processo a importância da permanência de nossos parentes no local ao invés da venda da área à iniciativa privada. Inclusive já soubemos que, emissários do Dep.Federal Eliseu Padilha, já visitaram a área da Fepagro,além de ser o maior dono de terras no nosso Litoral,não se contenta,ressaltou a Deputada.
Eu não consigo entender como a gente não consegue minimamente resolver uma situação que é tão simples. Porque essa área é pública. É impossível que com uma Fepagro, que foi extinta, que os próprios servidores estão tentando reverter na Justiça, cujo secretário deveria estar aqui, diga que é impossível negociar porque tem pesquisa e dinheiro investido”,explanou a deputada Stela Farias (PT).

“A condução dada a situação até o momento é muito grave.O governo do Estado não tem mais a Fepagro e quer impedir que a comunidade indígena retome a área que lhes é de direito em Maquiné. Isso não é nada. Mas o governo do Estado tem outros planos para essa área e encontra respaldo na judicialização,enfatizou
O Deputado Estadual, Pedro Ruas (Psol). Disse ainda, que se a reintegração de posse se confirmar será mais uma “espoliação dos direitos indígenas”.

Procurador da Procuradoria Federal Regional de Capão da Canoa,Guilherme Mazzoleni que Representou a Coordenação Regional FUNAI SUL,afirmou que “vai juntar todos os emails e documentação que recebeu e o que ouviu na Audiência no Processo e mais,se a FUNAI,falou que não tinha pedido de terra dos Guaranis,agora tem!Deve ter algum engano da FUNAI,nisso tudo”.

Procurador Silvio Guido Jardim, Presidente do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPI),foi enfático na sua intervenção. “Todas as terras que os Guaranis possuem hoje no Rio Grande do Sul foram cedidas pelo Estado. A negociação virou uma forma de o governo estadual tentar reparar o passado, no mesmo local que gerou as Guerras Guaraníticas e o maior extermínio de guaranis no Brasil. A esperança dos indígenas é que a retomada de Maquiné seja mais um exemplo na lista de áreas reconhecidas pelo Piratini”.O Procurador disse,ainda “que a presença dos Guaranis na região remonta ao ano 800 da era cristã. Então, retomada não é um termo impróprio para a situação que estamos vivendo. Existem pesquisas da Fepagro só que não abrangem a dimensão daquela área de 337ha. Isso podemos aferir. Todos que foram até o local viram que não é uma área apropriada por pesquisa chamando a atenção para a possibilidade de que o clima tranquilo que existe no local, entre servidores do Estado que vivem na propriedade e os indígenas, possa mudar com uma reintegração de posse com presença da Brigada Militar. A possibilidade de gerar um conflito a partir da reintegração de posse é grande. Há crianças lá e essa é uma preocupação”,finalizou.

Procurador Silvio Guido Jardim, Presidente do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPI),

Procuradora Fabiana Barth, da Comissão de Direitos Humanos na PGE,

A Procuradora Fabiana Azevedo da Cunha Barth, coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da Procuradoria-geral do Estado, ressaltou que a competência demarcatória é da União, que deve ser envolvida na busca de uma solução para a área em Maquiné. Segundo ela, é preciso analisar, antes de qualquer decisão, a possibilidade de convivência entre a comunidade indígena e os projetos de pesquisa agropecuária existentes no local.

Defensora Pública,Mariana Capelari,

Reconhece a contínua violação dos direitos dos povos oríginários pelo estado.Lembrou o caso que está sendo julgado em PE e que pode abrir um precedente para ttodo o país”.Se colocou a disposição pra algum GT de mediação e apoia a luta dos povos guaranis.

Professor de Antropologia e Rep. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), José Otávio Catafesto de Souza,
https://web.facebook.com/amigosdaterrabrasil/videos/752553224912450/

Dr.’Vermelho D’Elia, Representou a RAiZ – Movimento Cidadanista e como Coord. da Diretoria de DH da PGERS, ouçam o que disse:
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Geógrafa e Doutoranda na UFRGS, Rafaela Printes- representante da AEPIM – Associação de Estudos e Projetos com Povos Indígenas e Minoritários, falou do apoio da AEPIM à luta da Retomada e sobre o vasto território dos Guaranis que abrange Argentina,Paraguai e Brasil e defendeu que temos que trabalhar para a consolidação da posse da terra aos guaranis.

Roberto Liebgott-Rep.do CIMI Sul, fez sua defesa e apoio à retomada dos Guaranis em Maquiné. Veja.
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Procurador Aposentado,Ronald Maggi


Procurador aposentado,Ronald Maggi, morador de Maquiné,ressaltou que a “comunidade está aceitando muito bem a presença dos Guaranis na fepagro.E que eles estão sendo os guardiões daquela área que estava sendo saqueada e a palmeira Juçara sendo destruída”.

O Cacique Maurício,Presidente da Associação dos Guaranis, emocionou com seu importante depoimento,sobre os verdadeiros guardiões na preservação da biodiversidade e pela vida de nossos povos.

https://web.facebook.com/amigosdaterrabrasil/videos/752569438244162/

O Advogado, Onir Araújo, da Frente Quilombola do RS e Fernando Costa, Amigos da Terra,entregaram um documento de apoio à Retomada Guarani Maquiné.

CARTA EM APOIO À RETOMADA GUARANI MBYA EM MAQUINÉ

Amigos da Terra Brasil, membro da Federação Amigos da Terra Internacional, através dessa nota, declara total apoio à Retomada Guarani Mbya em Maquiné. Desde o dia 27 de janeiro, os indígenas estão construindo a nova Tekoá (aldeia) na área em que funcionava a Fepagro ( Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária), uma das fundações em processo de extinção devido aos pacotes de cortes do Governador Ivo Sartori (PMDB). No dia 1 de março, o Estado do Rio Grande do Sul, através da Procuradoria Geral, obteve uma medida liminar que determina a reintegração de posse na área. Os guaranis entraram com um recurso recorrendo à medida judicial e defendendo que a área em Maquiné é um território ancestral para o seu povo. O processo segue em curso.

Nas declarações dadas pelo Cacique André Benites e pelo cacique Cirilo, porta-vozes da nova tekoá, destacam que a ação dos guaranis deve ser chamada de “retomada”, não “ocupação” ou outra palavra, pois o que estão reivindicando é uma terra ancestral do seu Povo. Guaranis Mbya vivem e transitam por ali há centenas de anos. Para os Guaranis, construir a nova Tekoá em Maquiné é possibilitar melhores condições de vida para o seu Povo – alocado pelo Estado em beira de estradas ou em pequenos terrenos – e uma oportunidade de salvação da mata, dos animais e da água que corre na zona da Fepagro. “Se ficar na mão dos governos, isso aqui vai virar um condomínio”, alertou o Cacique Cirilo nos primeiros dias de retomada.

A necessidade da luta pela posse da terra travada pelos indígenas, com as retomadas e posteriormente com as reivindicações de demarcação, já são uma violência para os povos originários. Para preservar e conseguir manter o seu bem viver, precisam lutar pela posse de algo, a terra, que na sua cultura não tem dono. No entanto, se não lutarem pela demarcação de uma área mínima para viverem, qual será o fim dos territórios, da mata e, consequentemente, dos seus povos?

Atualmente, os povos originários, indígenas juntamente com os quilombolas, são quem está na linha de frente na luta pela terra e pela preservação da natureza no Brasil. São eles que estão sendo mortos por latifundiários do agronegócio no Mato Grosso do Sul, por madeireiros e grileiros na Amazônia, por crimes ambientais de grandes corporações como no caso da Vale do Rio Doce e o Rompimento da Barragem de Rejeitos em Bento Rodrigues. Além disso, os indígenas estão recebendo a repressão do Estado, seja com medidas judiciais, como este processo de reintegração de posse, e posteriormente com a ação violenta das Polícias Federais, seja com a realocação de aldeias para beira de grandes rodovias, zonas com alto risco de vida para as crianças indígenas e para a espiritualidade dos guaranis.

Os indígenas e quilombolas ainda lutam contra um contexto centenário no Brasil: as ações racistas das elites oligárquicas e, atualmente, os processos coloniais do neoliberalismo e das grandes corporações. Quando as violações não vem de forma direta, com mortes nos territórios, perseguição de liderança, extermínio da biodiversidade e das espiritualidades, vem através da cooptação do Estado e de projetos de lei como o PL 31, a PEC 215 e o marco temporal. Legislações que atacam o direito à terra dos povos originários, questionam as demarcações existentes, colocam pequenos agricultores contra indígenas e quilombolas.

A retomada Guarani Mbya em Maquiné é uma ação direta pelo direito à vida dos indígenas e pela preservação da Mata Atlântica e da biodiversidade brasileira. No entanto, a retomada também chama a atenção para a necessidade da luta pelo território e também para o extermínio de culturas, responsabilidade de fazendeiros, do agronegócio, das corporações e do Estado. O Amigos da Terra Brasil denuncia esta lógica neoliberal, colonial e genocida e se soma à luta dos Guaranis Mbya.

Amigos da Terra Brasil
Porto Alegre, 21 de março de 2017.

https://web.facebook.com/amigosdaterrabrasil/videos/752598421574597/

James Diego Roth,Assessor Técnico do Setor Indígena da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, esteve contribuindo.

Salientou que, como técnico, “não entraria na questão política do caso. Segundo James Diego Roth, a criação de terras indígenas dentro de áreas que pertencem ao Estado não é novidade. Apesar de reconhecer o apego espiritual dos indígenas ao local, precisava falar objetivamente sobre o fator econômico. Temos nesse caso uma área de mata nativa, que é uma dificuldade que temos hoje com áreas indígenas. São terras que estão degradadas e que precisam de investimento do Estado”. Lembrou que a pasta, possui um trabalho de etnodesenvolvimento, com levantamento de mapas e certificação das áreas, que colaboraria com a causa indígena.

Liderança indígena, Merong Santos, foi firme na sua posição na defesa da terra dos guaranis.
https://web.facebook.com/amigosdaterrabrasil/videos/752246661609773/

Audiência PROFª Conceição Carrion_IMG_20170322_124932Professora Conceição Carrion,representando a APEDEMA e AGAPAN,como ambientalista,lamenta a forma como os indígenas ficam nas calçadas da rua da Praia e fica com dó no coração porque em Porto Alegre ,ão tem espaços para eles comercializarem seu artesanato.

Marly Cuesta,Representando guerreiros e Caciques do país no GT_Mediação de Conflitos Indígenas SabáManchinery, dentre outros movimentos sociais, agradeceu a Comissão pela realização da Audiência e convidou à todos para um Ato de Repúdio pelo covarde  assassinato do Cacique Antonio Mig,em Ronda Alta, no norte do RS.Emocionada falou dos massacres e assassinatos de nossos parentes indígenas tanto aqui no RS quanto no país todo!
A Tuxáua ainda, conclamou à tod@s que participem das Campanhas de alimentos e outras necessidades dos Guaranis na retomada Maquiné,porque estão passando muitas necessidades.Informou ainda,que logo será inscrito na Plataforma de financiamento coletivo Alteridade um projeto do Encontro dos Saberes ancestrais do povo Guarani-Mbyá que precisamos participar com qualquer valor desde que seja “amoroso e fraterno”.

Audiência Marly Cuesta Fala_IMG_20170322_125055

A Secretaria de Agricultura e Fepagro não compareceram.

O Dep.Estadual,Jeferson Fernandes, afirmou que vai solicitar ao Procurador-Geral do Estado, Euzébio Fernando Ruschel, a prorrogação do prazo para reintegração de posse da área, inicialmente marcada para 4 de abril, para que melhor se entenda a questão.Nosso compromisso agora é tentar impedir que a desocupação ocorra, já que está marcada para breve, além de levar os relatos que tivemos neste encontro ao Procurador Geral do Estado”.

Promotor do Ministério Público Federal, André Casagrande Raupp,
Promotor do Ministério Público Federal, André Casagrande Raupp,foi muito atencioso à todas as falas e spo se manifestou ao final e sugestiona que “a partir de agora se trabalhe para encontrar órgãos do Estado e agentes que possam colaborar para encontrar uma solução pacífica. A parte processual, de levar esses dados e informações, é o que a gente vai começar a fazer agora. Porque o pedido do Estado na ação de reintegração de posse é para que a comunidade indígena saia, e só agora ficamos sabendo de estudos e troca de emails entre o Estado e a Funai  e constatamos que tem outros órgãos do Estado trabalhando em sentido diferente, em tentar buscar o diálogo e conciliação”, explicou ele.

Os Guaraní-Mbya encerram a Audiência Pública sobre a retomada guarani-mbyá de Maquiné na Assembleia Legislativa do RS com mais uma mística cultural.

Assista todo vídeo da Audiência.
https://web.facebook.com/1903779569906886/videos/1908267006124809/

Fotos de Marly Cuesta:

https://goo.gl/photos/Nmwni7UU2q4ajnUr8
Vídeos de Amigos DaTerra Brasil

Cidade do Vaticano (RV) – Celebra-se amanhã, quarta-feira (22/03), o Dia Mundial da Água que este ano tem como tema “Águas Residuais”.
Popularmente conhecida como esgoto, as águas residuais compreendem todo o volume de água que teve suas características naturais alteradas após o uso doméstico, comercial ou industrial. Trata-se de uma substância com grau de impureza que varia de acordo com sua utilização, mas que sempre contém agentes contaminantes e potencialmente prejudiciais à saúde humana e à natureza de modo geral.

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O retorno dessa água ao meio ambiente deve necessariamente sofrer tratamento de modo que ela volte a apresentar qualidade e limpeza adequadas para que seja lançada no corpo receptor (rio, lago ou mar) sem causar danos à saúde e ao ecossistema.
No Brasil, a coleta e tratamento das águas residuais configuram-se como grande desafio para o saneamento ambiental. Segundo o Instituto Trata Brasil, apenas 48,6% da população tem acesso à coleta de esgoto, sendo que deste efluente coletado somente 40% passa por algum tipo de tratamento antes de ser descartado no meio ambiente.
O tema deste ano destaca a desigualdade social no país. Estados mais carentes e subdesenvolvidos apresentam menos acesso ao saneamento básico frente aos Estados com mais recursos. Por exemplo, a região norte é que apresenta as médias mais baixas de tratamento de esgoto (14,36%), enquanto o Centro-Sul brasileiro apresenta melhores índices, acima da média nacional.
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU no dia 22 de março de 1992. Desde então, essa mesma data a cada ano é destinada à discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Sobre a importância da água nos fala em nosso programa o Gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança, Clóvis Boufleur.
(MJ/agua.org.br)

Fonte:
http://br.radiovaticana.va/news/2017/03/21/%C3%A1guas_residuais_%C3%A9_o_tema_do_dia_mundial_da_%C3%A1gua_2017/1299919

Estado del agua en América Latina y el Caribe
http://atalc.org/2017/03/08/informe-estado-del-agua-america-latina-caribe/

Dia 21 de Março -Dia Internacional das Florestas!

Em 2017 tem o lema: Florestas e Energia!


As Nações Unidas querem despertar a consciência sobre a importância de todos os tipos de bosques, que cobrem 30% da superfície da Terra. A conservação das árvores fora das matas é o outro objetivo das celebrações.

ORIGEM E HISTORIAL

No Nebrasca (EUA), em 1872, face à escassez de árvores e florestas, a população decidiu dedicar um dia à plantação de árvores. Inicialmente, a comemoração não tinha um dia fixo.
Muitos países se seguiram nesta iniciativa, tendo a primeira “Festa da Árvore” sido comemorada em Portugal, em 1907, estendendo-se estas comemorações, sobretudo durante o período inicial da 1.ª República, até 1917.

Em dezembro de 1970, no âmbito das comemorações do Ano Europeu da Conservação da Natureza, foi retomada a celebração oficial do “Dia da Árvore”, por proposta da então Direção-Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas e da Liga para a Proteção da Natureza.

A Festa passou da Árvore à da Floresta quando, em 1971, a FAO estabeleceu o “Dia Mundial da Floresta” com o objetivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra. Como consequência, em Portugal, em 1974, foi celebrado o primeiro “Dia Mundial da Floresta”, tendo sido escolhida, como em muitos outros países do hemisfério norte, a data de 21 de março, o primeiro dia de primavera.

Em 30 de novembro de 2012, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução que declara o dia 21 de março de cada ano como Dia Internacional das Florestas, encarregando o Secretariado de, em colaboração com os governos e as demais organizações internacionais e da ONU, organizar anualmente as comemorações do Dia Internacional.

A nível mundial, a Floresta é responsável pela produção de 40% da energia renovável, tanto quanto as fontes solar, eólica e hídrica juntas; e quase 900 milhões de pessoas trabalham no setor do aproveitamento da biomassa florestal para produção de energia, sobretudo nos países em vias de desenvolvimento.

A importância desta função da Floresta para a vida das pessoas é enorme, não só na vertente tradicional (como principal fonte de lenhas e de outro tipo de biomassa desde os primórdios da Humanidade), como também numa vertente mais recente, como é o caso da produção de biocombustíveis, que possam substituir progressivamente o consumo de hidrocarbonetos, contribuindo para a mitigação das alterações climáticas e para a segurança energética dos países.

Nos países desenvolvidos, a produção de biomassa florestal para energia é um dos principais fatores de valorização dos recursos florestais, promovendo o desenvolvimento rural em regiões mais desfavorecidas. Mesmo nas zonas urbanas, as árvores e Florestas desempenham igualmente um papel relevante na poupança de energia, atenuando os fenômenos climáticos extremos e aumentando o conforto térmico dos edifícios e dos espaços públicos.

Necessidade

A ONU News conversou, em Nova Iorque, com o diretor do Fórum sobre as Florestas do Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, Desa.
Manoel Sobral Filho disse que haver 2 bilhões de pessoas dependentes de recursos energéticos dos bosques para atender as suas necessidades, uma tendência que afirmou aumentar os receios sobre a sustentabilidade.
“Nós temos que promover a sustentabilidade, promover mais plantios de florestas e promover uma extração somente do que a floresta pode repor. É o que a gente chama de manejo florestal sustentado. Devo admitir que nós temos também que promover outras formas de energia, onde não se pode contar com a floresta de forma sustentada. A energia solar, por exemplo, já tem grandes avanços nessa área em algumas partes da Ásia, da África e da América latina.”

“Florestas é um grande Patrimônio diverso que devemos preservar”,diz a Tuxáua e Educadora Ambiental,Marly Cuesta.

Investimentos

O especialista da ONU disse haver ainda esperanças de uma recuperação florestal a longo prazo, apesar da perda de mais de 3 milhões de hectares de bosques por ano.
“Tem que haver maior cooperação Norte-Sul com investimento do Norte em plantações florestais, especialmente para energia para o atendimento de comunidades pobres. Eu acho que isso é possível. No âmbito do Acordo de Paris, uma série de países em desenvolvimento se comprometeu a aumentar sua área florestal em mais de 100 milhões de hectares de forma global, para armazenar carbono e ao mesmo tempo usar de forma sustentável esses recursos inclusive para a energia. Essa cooperação Norte-Sul é fundamental. Com isso eu acho que a gente pode avançar bastante.”
A ONU defende que as florestas são muitas vezes a única fonte de energia disponível para as populações das zonas rurais em países em desenvolvimento.
A organização estima que 90% da lenha e carvão do mundo são consumidos pelo grupo de nações.

Fonte:
http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2017/03/dia-internacional-das-florestas-destaca-relacao-com-fontes-de-energia/#.WNE2yVXyvcs

“Estamos juntos nessa luta incansável contra os Ruralistas que massacrem nossos povos com o agronegócio com suas sementes e produtos transgênicos, contra os Agrotóxicos que matam toda espécie de vida e contra os chamados Desertos Verdes que devastam e arrasam nossas terras, rios e lagos no planeta”,afirma Marly Cuesta – Tuxáua e GT-Mediação de Conflitos na #RetomadaGuaraniMaquiné,

O Indigenista

Artigo de Guta Assirati, ex-presidenta da Fundação Nacional do Índio.

“Sim estou feliz, mas antigamente gente realizava essas festas com multidões, então olhei para a multidão e lembrei dos mentum, os antigos, quando ficávamos nessa região, porque éramos um povo que andava: vi a rere mej tchoba, a grande festa, e tinha muitas pessoas, mas hoje não somos tantos e isso me entristeceu.”

Raoni Metuktire sobre o desfile na Imperatriz Leopoldinense para Rádio Yandê.

13544998045_dcac5a20b2_b Raoni e Guta Assirati

Quem assistiu Cacique Raoni Metuktire em cima de um carro alegórico em plena Sapucaí, pode, descuidadamente, ter interpretado seus olhos alheios ao cenário em torno das lideranças Xinguanas em destaque no desfile da Imperatriz Leopoldinense no Rio de Janeiro. Quem conhece um pouco da história das lutas indígenas, sabe, entretanto, que aqueles olhos enxergam mais longe do que se pode imaginar… Lideranças dos Povos Kamaiurá, Yawalapiti, Kaiapó, e Kalapalo, sabiam…

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